Mundo sem explicação
2 2º Capítulo: O teste de admissão.
Dia 16 de Outubro de 2013 é neste dia que vou estar de novo com o Kazuto fiquei a noite toda a pensar no que aconteceu ontem porque é que um menino tão carente é tão pervertido? Estou com imensa vontade do conhecer será que é mesmo amanhã.
A tarde depois das aulas às 16 horas fui até ao local de ontem fui a andar devagar apesar de ter vontade de apressar mas também estava com imenso medo.
Lá estava ele sentado no mesmo local de ontem mas desta vez sozinho.
“Estou sozinha com um rapaz ai que nervos não aguento isto, ainda para mais ele é um pervertido. Mari tu consegues és bem melhor que ele e tens os seios perfeitos. Porque é que pensei nos meus seios aquele Kazuto está a passar a sua perversidade para mim.”
–Olá.
Estava ainda muito distante dele esperei 2 minutos e nenhuma resposta por isso aproximei-me dele e apercebi-me que ele está a dormir sentado, com a mão por baixo do queixo apoiado na perna, deve ser desconfortável o que faço? Chamo por ele ou simplesmente tocou-lhe?
Simplesmente agi levei as minhas mãos ao rosto dele, tem uma pele tão fofa, tinha a cara dele nas minhas mãos. Olho para o rosto dele.
–Kazuto quem és tu?
–Sou um demónio vou-te comer!
–AH!
Gritei assustada ele abre os olhos ao de leve e de novo as mãos dele em posição de apalpar os meus seios.
–Funcionou. Ahahah
Ele ri-se pelo seu plano ter funcionado.
–Fizeste de prepósito?
–Não por acaso estava mesmo a dormir mas foi bom para começar o teu teste. – a sorrir-
–Algo que estou bastante curiosa o que tenho de fazer nesse tal teste de admissão.
–Não digas esse tal teste de admissão! Este teste é especial e muito diferente daqueles que fazes na escola. – serio enquanto explica a importância do teste-
–O que tenho de fazer então? Até trouxe uma folha de teste.
–Estas a brincar não? Uma folha de teste? Ahahahah –ri-se- Oh miúda não quero que tu te metas para ai a debitar a tua vida tu precisas é de agir.
Sem perceber bem porque o Kazuto apareceu atrás de mim assim que terminou de falar.
–Como é que fizeste isso.
–Perguntas mais perguntas. –agarra no queixo de Mari- Miúda se queres as respostas antes de mais vais passar o teste de admissão.
–O que tenho de fazer?
–Catch me if you can! Apanha-me se puderes. –coloca-se a frente de mari-
–O objetivo é apanhar-te? –estica os braços para o apanhar-
Ele esquivou-se parece que vou ter que apanhar o Kazuto só não percebo porque.
–Onde estás? –olha a volta-
Estava no telhado da escola impressionante como é que ele faz isso?
–Oh estavas a minha procura.
Do nada ele esta mesmo atrás de mim estico o braço para o apanhar e desapareceu de novo.
–Já percebi que vai ser difícil.
“Primeiro de tudo tenho de analisar a situação e descobrir o melhor método para o apanhar, não posso cair mais na brincadeira dele aparecer perto de mim e do nada desaparecer, tenho que o apanhar quando ele se aproximar, só tenho uma oportunidade quando ele souber não vai ser colocar mais perto de mim.”
Kazuto pensamento: “O que é que a miúda tem de especial? Não me parece que vá apanhar-me.
Fecho os olhos e concentro-me nos sons a minha volta sinto ele a tocar-me nas costas com o polegar, levanto o pé o oiço o som que ele faz a mover-se. “É extramemente rápido ele deve ter qualquer poder ou arma para poder fazer tal coisa, acredito que seja um poder. Não posso perder eu vou conseguir custe o que custar.
Passaram-se por volta de 5 minutos desde que o teste começou e apesar de pensar numa estratégia para o apanhar ele fugia sempre, analisar a situação e encontrar uma solução não estava a resultar.
–Ah porque! Pára de fugir. “Estou a ficar desesperada não posso perder”
Corri o mais que pude e ele aparecia na minha frente e cai no chão, levantei-me tão rápido quanto pude estica o meu braço estava quase a apanhar-lhe pelo colarinho quando ele mais uma vez desaparece.
–Começo a pensar que és o Sonic. –irritada-
–Digamos que sou um doppelganger dele. –sorri-
–Kazuto queres que perca?
–O que quero não interessa para nada neste momento.
“Cansei para esta fuga estou cansada, corro tanto não quero párar só quero fugir e apanha-lo, estou a ficar desesperada.”
Cai num pau que estava no chão pego nele e levanto-me muito rapidamente, o Kazuto estava a minha frente e eu acertei-lhe com o pau na cara utilizando a minha mão direita.
–Acertei?
Ele ficou caído no chão, atirei-me para cima dele e agarrei com todas as forças que tinha.
–Ganhei Kazuto! Eu passei!
Ficou inconsciente, que bom sinto ele adormecido nos meus braços.
–Mal posso acreditar eu consegui mesmo! –sorria de alegria- Que faço agora para o acordar?
Não tinhas ideia do que poderia fazer por isso beijei a bochecha direita dele.
–Ah o que? Que estás aqui a fazer. –tenta fugir-
Agarro-o com força.
–Que força tremenda é esta? Quem raios és tu Mari? Tem uma força bruta e nem músculos têm. – sério e surpreendido — “A especialidade dela é força? Quem diria esta miúda deveras me surpreende”
–Ah força? Do que estás a falar? – surpreendida -
–Parabéns Mari passaste o primeiro teste. – sorridente e despontado consigo mesmo –
–Consegui! Eu consegui mesmo. — sem se dar conta levanta-se ainda com Kazuto nos seus braços agarrado e levanta o Kazuto no ar quando simplesmente queria levantar os braços de alegria e sorri.
–Não sei se te apercebeste mas tu ainda me estás a agarrar. –sério olha para ela-
– O que? Mas como tu não pesas nada pensei que estava só estava a levantar os braços.
– Não me apetece explicar… -com preguiça- Mas acho que lá vai ter que ser, estás preparada? –sério –
–O que é que se passa? A tua velocidade e agora a minha força estranha, Kazuto o que é que tu sabes? Quero saber tudo.
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