Mundo obscuro dos mortos
1 Capítulo 1 - O Apocalipse
Notas iniciais
Um renomado cientista, estava fazendo vários testes para tentar a cura de uma doença que ameaçava vários países e continentes. Um vírus tão mortal, quanto qualquer outro já visto e suas pesquisas já duravam um bom tempo, ele vinha pesquisando após sua grande descoberta a 10 anos. Era um doença que não se transmitia pelo ar, a descoberta foi quando sua esposa morreu da doença e depois de algumas horas quando todos achavam que ela estava morta voltou a vida; Ele se aproximou dela, pois, estava agindo de um modo estranho, as suas feições eram as mesmas, mas algo mudou nela... Ela estava viva, mas não parecia ter algo naquele corpo, pois, não conseguia falar mais e apenas fazia alguns barulhos altos, outra coisa estranha era, que ficava abrindo e fechando sua boca repetitivamente, como se estivesse tentando morder seu corpo. Vários testes foram feitos nela, seu cérebro funcionava apenas com 1% da capacidade, só conseguia se mover e comer. Não se sabia muito sobre esse vírus, mas o nomearam de “Zumbilli” (Um nome até que engraçado) o vírus dos mortos-vivos, pois era a única coisa que sabiam, esse vírus trazia a vida, de quem foi morto por ele.
–Essas pesquisas estão me matando, mais sei que posso traze-la de volta a vida. – Paul pensava enquanto digitava sem parar em seu computador, onde guardava toda sua pesquisa. – Sei que ainda há chances de que ela esteja ali, não posso desanimar agora.
Ele se aproximou da cama onde sua esposa estava amarradas pelos braços e pernas. Sua aparência havia mudado muito, já tinha a feição de um morto; sua pele estava cinza e descascando, alguns ossos já estavam a mostra e o pior de tudo era um cheiro horrível irradiava dela.
–Meu amor, sei que vou conseguir. –Aproximava do ouvido de sua esposa deitada já falecida e aplicava uma injeção com cuidado em seu pescoço.
Ele vivia naquela sala, fechada sem nenhum contato com outras pessoas. A luz era fraca, o local cheirava a mofo por causa do ar que era úmido. A única ventilação que tinha era de seu ar condicionado. Paul usava um jaleco branco, que fazia seus cabelos loiros se destacarem. Ele não era muito alto, devia ter entre 1,70 e 1,75.
–Tenho voltar ao computador por que já faz muito tempo que estou tentando essas injeções e não estão dando resultados. –Assim que terminou de falar, sua esposa começou a se mexer de uma maneira estranha, seus olhos se abriram e lembravam uma nevoa de tão brancos acinzentados que eram, as amarras de suas mãos se soltaram e agarram o braço de Paul que tentava se livrar, mas sem sucesso ele não conseguiu e acabou sendo mordido no pescoço; Sua esposa acabou tirando um bom pedaço dele. Ele olhou no fundo dos olhos de sua amada, que estava com a boca coberta de sangue, para piorar... O sangue era dele.
Uma cidadezinha pacata que tinha uma população mínima de 1.000 pessoas. Aquela era uma tarde ensolarada e o tempo estava seco, para ajudar a falta de água estava castigando a todos. Os noticiários ainda diziam sobre a morte do cientista Paul que morreu enquanto realizava alguns testes para o governo, sobre um novo equipamento secreto e acabou falecendo por acidente de trabalho... Isso era que o governo queria que eles pensassem, mas a verdade era outra e Jason sabia disso.
–Eles estavam procurando a cura para um novo vírus que pode ameaçar o mundo, não era um “equipamento secreto” tenho certeza disso.
–Por que você ainda acredita nisso? – Seu amigo estava ao seu lado vendo as coisas no monitor do computador de Jason.
–Eu vi fotos daquela mulher cheia de sangue, consegui invadir a rede desse “equipamento secreto” do cientista morto.. Ele estava com várias mordidas espalhadas pelo corpo, era marca de dentes humano. Acho que estão escondendo algo muito grande e infelizmente não consegui mais informações, por que rapidamente tudo foi excluído em um piscar de olhos: as informações deletadas, como se isso tudo não tivesse acontecido. –Concluiu Jason, enquanto se arrumava na cadeira mas sem tirar os olhos da tela.
Dias terríveis estavam por vir e o mundo não estava preparado para tal coisa, mas já era inevitável o que aconteceria se esse vírus se espalhasse... Se já não estivesse se espalhando naquele momento.
–Vamos tirar esse cadáver daqui e incendiar ele. – Dizia para um outro amigo, um dos empregados da empresa, o trabalho dele era desinfectar áreas. – Para que nenhuma doença se espalhe, podemos dar sorte.
Ambos usavam uma roupa de proteção toda amarela com uma máscara transparente, luvas e botas ambas de borracha. Primeiro começaram a pegar o corpo do cientista, que estava todo ensanguentado e com várias marcas de mordidas.
–Estranho essas marcas de mordidas, não tem nenhum animal aqui. – Observou um dos empregados enquanto puxava Paul pelos braços. –Será que algum animal entrou aqui e a gente não viu?
–Não sei e vamos, ande logo com isso por que estou começando a ter arrepios. – Assim que pegou as perna de Paul e o levanto imediatamente o corpo respondeu e acabou agarrando o braço do empregado, dando uma bela mordida. –Socorro! me ajude por favor, o que é isso!??
Assustado seu amigo tentou correr quando o corpo de uma mulher já sem vida, o agarrou pelo braço e acabou mordendo com vontade e sangue espalhou pela sala inteira.
Passados alguns minutos, quatro corpos sem vida... Estavam com vidas! ... Caminhando lentamente pela sala que agora estava pintava de vermelho sangue, foram até a porta que acidentalmente foi esquecida de ser fechada e assim liberaram essa ameaça pelo mundo a fora... Esse era o começo do fim.
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