Mundo obscuro dos mortos
2 Capítulo 2 - O começo
Notas iniciais
Os jornais do mundo todo começaram a sair fora do ar um a um... Os que continuavam funcionando mostravam noticias mostravam um avanço de mais ou menos 25 pessoas, que caminhavam lentamente em direção a uma usina nuclear, onde os seguranças sem sucesso atiravam contra os corpos. Cada minuto que se passava os mortos se aproximavam cada vez mais e os seguranças já sem balas partem para um ataque corpo a corpo sem saber o perigo que corriam e outra vez foi uma ação sem sucesso novamente e o corpo de ambos foram consumidos rapidamente...
A ultima coisa que as televisões, os rádios ou qualquer outro meio de comunicação notificou foi que essas pessoas canibais chegaram até a usina e logo apos isso uma grande explosão varreu uma área grande e afastada da cidade fazendo qualquer meio de comunicação ficar indisponível. Um grande cogumelo surgia no céu; foi uma explosão de 20 km² e acabou deixando a área toda intoxicada.
O panico se espalhou pela cidade, muitas vitimas apareciam viraram um novo zumbi a cada minuto e o mundo estava entrando em caos, não se sabia qual cidade, pais ou seja la o que fosse foi afetada pela aquilo.. Cada um tentava sobreviver de um jeito contra essas pessoas doentes, que pareciam canibais. Alguns se escondiam dentro de carros ou iam a guerra usando facas, armas, mais de nada adiantava. Para piorar era possível ver alguns zumbis correndo um pouco mais rápido do que os outros.
Um grupo de mortos-vivos cercaram um jovem indefeso. Ele tinha seus 18 anos e era muito magro, seus olhos mostravam o quanto estava assustado. O vento trazia um fedor horrível e gritos de dores insuportáveis se escutavam ao longo da rua; o ar estava pesado e cada vez mais os zumbis se aproximavam e quando estavam prestes a morde-lo, simplesmente caíram ao seu lado, mas agora sem vida, um “morto”. Uma silhueta apareceu ao meio dos cadáveres e segurava uma FAMAS com um silenciador na ponta.
–Você esta bem garoto?. –A voz era grave e parecia de alguém com 30 anos ou mais
–Acho que sim... Muito obrigado por me salvar dessas coisas. –Disse com panico em sua voz, pois, estava muito assustado e sentia vontade enorme de chorar. Queria ficar ali sentado para sempre.
–Você tem que se proteger, venha... Darei a você uma arma e um local seguro. –Falou calmamente esticando a mão ao garoto. – A proposito, meu nome é Michael E. Johnson, mas não temos tempo para formalidades, me chame apenas de Michael!
–Ok Michael... Meu nome é... Jason! – Disse o garoto ainda fraco aceitando a mão de Michael.
Logo ambos caminharam juntos até uma van preta que estava cheia de equipamentos laterais, como se fossem especieis de escudos e facas. Eles entraram e Jason achou um banco e já foi se sentando e então a van começou a andar.
–Vamos sair logo dessa cidade está cheia de zumbis e precisamos fugir o quanto antes. –Michael agora colocava sua arma de lado e pegava uma garrafa de água enquanto jogava outra para Jason. –Pegue uma!
–Eu sabia disso tudo, desde que aquele cientista morreu... Sabia que não era algo secreto do governo, eles começaram isso. – Jason apertava a garrafa de água, enquanto lagrimas caiam no chão. –Esses desgraçados... Foram culpa deles!
–Não há nada que podemos fazer quanto a isso garoto, apenas temos que sobreviver e ir atras de uma cura logo...
Eles tiveram uma longa conversa enquanto a noite caia... Tudo estava quieto não haviam mais poluição sonora tudo estava tão... Calmo... Acabaram de sair da cidade e iam por uma estrada nova que construíram alguns meses antes disso acontecer.
–Olha garoto...
–Jason, por favor!
–Tudo bem, Jason... –Michel olhava pela janela observando o céu noturno que agora estava cheio de estrelas. A lua estava brilhante mais do que sempre foi. –Temos três regras... Primeira, para mata-los você tem que atirar na cabeça... Segunda, Nunca faça barulho, pois, isso os atraem... E por fim a terceira, seja forte e ajude a gente queremos os melhores então seja um!
–Entendi... Mas o problema é que não sei como atirar, não sei como lutar, sempre fiquei em um computador e não praticava lutas ou coisas do tipo.
–Amanhã cedo vamos ensinar você a usar uma arma... Antes que me esqueça, temos essas aqui sobrando. – Ele apontava para uma Colt M16 que estava junto com algumas mochilas. – Ela não é tão pesada.. Deve ser mais ou menos uns 3,9 a 4,2 Kg, acho que você aguenta... Tem um alcance de 550 m e tem capacidade de 800 a 900 tiros por minuto.. é uma belezinha.
–Michael!! – Uma voz feminina gritava do banco do motorista da van.
Antes que pudessem ver o que havia acontecido, a van bate em algo fazendo com que capotasse três vezes seguidas parando apenas em uma arvore fora da pista.
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