Notas iniciais
Sorry, pela demora. Não abandonei a historia, boa leitura!

Era tarde da noite quando sai de casa à procura de Tomas. Caminhei um pouco até finalmente encontrar sua casa, um lugar simples e pequeno. Detalhe ele morava sozinho, o que facilitaria as coisas pra mim. Abri a porta com a maestria de sempre, atravessei a sala. Silencio. Ele, suponho eu, esteja dormindo algo normal para humanos, já que era tarde. E acertei. Ao chegar no seu quarto, encostei na cama, peguei seu braço e mordi na veia, não devia mata-lo, ainda não, ele despertou na mesma hora mas continuou imóvel, seus olhos fixos no infinito. Após um tempo parei e lhe declarei:

— Acredite em mim. Faça tudo que eu mandar, é para seu bem. Será melhor para você.

Ele acenou com a cabeça positivamente, eu me virei e peguei o telefone que estava sobre a cabeceira:

— Venha comigo.

Ele se levantou e eu o conduzi para fora da sua casa, e posteriormente o levei para a minha residência. Como estava tarde não cruzamos com ninguém na rua. Já dentro de minha casa abandonada eu disse:

— Você deve sentir saudades da kelly. –para mantê-lo daquela forma eu suguei mais um pouco de seu sangue.

— Sim... não entendo... porque ela terminou comigo.

— Eu sei, é difícil. Mas se fizer tudo que eu mandar vai poder encontra-la ainda hoje.

Ele me olhou ainda vazio e disse:

— Como?

— Ela está te esperando em um lugar que conheço, sabe como são os pais dela. Não aceitam seu namoro.

— Entendo.

— Ela quer fugir com você.

Um sorriso abriu em seu rosto e uma lagrima caiu, as vezes era interessante observar as emoções humanas. Disquei o número da polícia no telefone. Alguém atendeu, olhei para tomas e disse:

— Agora é com você, não se preocupe. Apenas continue o que eu disser.

Ele afirmou em silencio, colocou o telefone no ouvido e disse:

— Alô!

— Quem está falando? – ouvi o guarda gritar no telefone

— Meu nome é Tomas Ruiz... – sussurrei em seu ouvido.

— Meu nome... é Tomas Ruiz.

— Você quer fazer uma ocorrência garoto?

— Eu sou um assassino...

— Eu sou um assassino. – ele repetiu

— O que? o que você está falando moleque? Isso é um trote?

— Eu matei todos eles, da família Hadley...

— Eu matei... todos da família Hadley, fui eu, eles não queriam aceitar, eu a amava, eu a amo, não mereço mais viver sem ela. — ele disse

— Eu vou desligar. – o guarda afirmou

— Venha a esta casa da rua Singer e você verá que não estou mentindo...

— Não estou mentindo, na rua Singer em um terreno abandonado de esquina você terá a prova.

Eu tirei o telefone de suas mãos e desliguei, depois devolvi a ele:

— Muito bem! Agora sente-se, feche os olhos. Daqui a poucos segundos você encontrará ela, prometo. – Aquilo de certa forma me abateu um pouco, mas foquei na veia que estava na minha frente.

Naquela mesma noite os guardas foram conferir a casa, para ver se era trote, ao chegarem lá se depararam com vários corpos, inclusive os da família Hadley e o de tomas que sorria. Em uma mão segura o telefone e na outra a faca com a qual “cortou os pulsos”. As folhas que estavam no carro do delegado contendo as investigações também estavam lá, com as digitais de Tomas. Pronto, eu estava livre, mas sabia que agora teria que dar um temo fora. E então não veria mais frequentemente meus “projetos de vampiro” que eram Júlio e Daniel.

Já sei.

Vou lhes fazer uma visita antes de partir...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.