Mundo Zumbi
2 A vida depois de amanhã
Notas iniciais
Faz 12 anos que os ataques de Zumbis começaram. Depois do incidente na minha cidade, o vírus se multiplicou por todo o país, depois por todo o mundo. Eu e meu irmão viajamos pelo país à procura de um local para os refugiados, mas até hoje nunca encontramos nada.
Nós estamos atualmente no Texas. Depois que saímos de casa, fomos à uma loja de armas e pegamos algumas metralhadoras, uma 12, e pistolas. Fomos à garagem e achamos duas motos e desde então estamos viajando e matando alguns Zumbis.
Ninguém sabe o que aconteceu para o vírus se alastrar e nem de onde vem, mas meu irmão acha que ele veio da Zommons, o laboratório de mutações genéticas. E só pra lembrar, ninguém da nossa cidade está vivo e depois da excursão não vimos mais o Ed.
– Mano, tem um posto ali na frente, e a minha moto tá sem gasolina, é melhor a gente parar.
– Tudo bem.
Nós paramos no posto e ele foi abastecer enquanto eu fui à loja dentro do posto. Lá tinha salgadinhos, bolachas, mas nada de carne e isso não comemos faz meses. Então eu ouvi alguns barulhos e fui averiguar. Foi quando vi uma porta se mexendo muito, então eu a abri e dentro tinha um Zumbi comendo uma pessoa, foi quando ele se virou e pulou em cima de mim, então eu peguei minha arma e atirei na cabeça dele. Daí eu peguei dois salgadinhos e dei um pra o Dick:
– Tinha algo de errado? – disse meu irmão – Ouvi um tiro.
– Um Zumbi miserável me atacou.
– Mas você está bem?
– Estou, tudo bem.
– Mano, você já viu se tem algum rádio funcionando?
– Vou ver agora.
Então eu fui olhar atrás do posto quando ouvi:
– Alô alguém na escuta?
Eu corri para ver o que era e tinha um rádio, eu peguei o microfone e disse:
– Eu estou aqui, câmbio.
– Oh meu Deus, finalmente alguém, eu estou com um pequeno grupo de sobreviventes na rodovia 1229.
– Eu estou na interestadual 20, em que quilômetro você está?
– Estou no sul, num pequeno galpão.
– Nós estamos no quilômetro 182, e vamos aí.
Então eu desliguei o telefonema e contei para o meu irmão, daí nós saímos e fomos ao encontro dos sobreviventes. Chegando ao galpão, Dick entrou primeiro com a sua metralhadora, e depois fui eu. Cada um foi por um lado, mas quando Dick foi virar ele deu de cara com uma pessoa:
– Quem é você? – disse meu irmão -
– Fui eu que chamei vocês.
Então eu cheguei e confirmei para o Dick. Ele nos levou para o local dos refugiados. Eu me espantei com o número de crianças e mulheres, na verdade só tinham uns 3 ou 4 homens.
Eu e meu irmão olhamos um para o outro, até que vimos o Governador do Estado do Texas.
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