Mundo Paralelo
5 Capítulo 5- O Mago das Dimensões
Notas iniciais
Fui correndo até a porta, abri ela, mas quem tava lá não era o Finn, nem o Jake, era uma menina....
Ela era loira, e escondia seu rabo de cavalo por de baixo de uma touca de coelho, muito parecida com a do Finn. Só que a diferença entre os dois era que ela é o Finn de sai. Antes que eu percebesse, rapidamente ela se virou para cima de mim, deixando uma espada rosa cristalizada no meu pescoço.
– Quem é você? Mais um das crias da Rainha Gelada? – Perguntou a gata gorda que com rapidez desceu do sofá vindo em minha direção.
– O que isso interessa? E quem é essa tal de Rainha Gelada? – Ela forçou mais ainda a espada na minha garganta.
– Anda responda... ser desconhecido- Disse o “Finn garota”, apertando cada vez mais a sua espada em mim
– Tá bem, já que eu não tenho outra escolha, a não ser falar quem sou eu. Antes quero que tire essa espada de mim- Logo o “Finn de saia” tirou a espada da minha garganta, logo me levanto – Sou a rainha dos Vampiros, Marceline, e afinal quem são vocês? Porque estão na casa dos meus amigos?
– Sou a Fionna, — disse a garota assoprando uma mexa de cabelo da cara, depois apontou para a gata- essa é a Cake, minha melhor amiga e irmã. E eu não sei do que você está falando. Essa casa sempre foi nossa.
Foi ai que eu fique surpresa e com raiva ao mesmo tempo, será que não foi alguma princesa que fez isso? Será que não foi a Princesa “namoradinha do Finn” que não fez isso? Não sei, agora a única coisa que posso sentir é raiva.
Do nada surge um vulto de trás do sofá, me distraindo do meus pensamentos, uma coisa meio verde. Pulou em cima da tal de Fionna.
–Que susto BMO! – disse a Fionna assustada, pegando o BMO de cima de sua cabeça e deixando no chão.
– Quem é essa? É uma nova amiga sua? – Fiquei assustada por ele não me reconhecer.
– Não sei bem que é ela, eu sei que ela se chama Marceline. – A Fionna olhou para mim me medindo. – Mas ela parece familiar.
–Você não se lembra de mim a Marceline? A vampira que te assustava. – Fiz a pergunta ao BMO
– Hm... Não
– Espera um pouco, você conhece o BMO? Que de mais – Disse cheia de expectativas a Fionna.
–Não sei, acho que foi engano- Agora parei para pensar, se o BMO foi o único que se “transformou” em uma versão feminina, então... Não pode ser então aquele portal que eu vi minha vida toda era real.
Eu só posso estar em outra dimensão! Isso me lembra de umas das doidas histórias que meu pai me contava antes de dormir. E isso é real. A história era de um garoto que vivia pegando água de um poço, ele morava em um pequeno e pobre vilarejo, onde aquele poço era temido por todos. Porque havia uma lenda que aquele poço era amaldiçoado por um feiticeiro, e quem pega-se água seria levado para uma dimensão longínqua ou sua energia seria sugada até a morte. Esse menino não dava ouvido a isso, e um belo dia ele pegou a água para sua família e nunca mais foi visto no vilarejo.
Então tive sorte pelo lado positivo, to com vida. O lado negativo é que estou com vida em outra dimensão e não estou nem com o meu baixo. Que droga, quando será que voltarei para casa?
...
Depois de algum tempo, depois de muitas discussões, a Cake e a Fionna, me deixaram dormir lá. Essa noite dormirei no sofá, que coisa boa. Provavelmente elas me interrogaram, antes de eu dormir.
– Antes de qualquer coisa, Marceline – Falou a Cake de um modo sínico-, de onde você veio? Quantos anos têm? Por que esta aqui? Como chegou até aqui?
– Não deixe ela sobre preção, ok Cake?
– Tudo bem Fionna.
– Vim da Terra de OOO, tenho 1000 anos, e se eu dizer como cheguei até aqui vocês não vão acreditar, então prefiro não falar – E isso é verdade, até parece que elas iriam acreditar que eu tinha virado a “organizadora” do inferno, que perdi a minha memória por uma hora e meia e que magicamente cai no poço que vinha até aqui. Ou elas me internariam na hora ou ririam eternamente sobre isso e ia pergunta qual é mesmo a verdade.
– Pode contar, sei que não nos conhecemos a muito tempo... Pode contar – Não sei se confio. A que sabe eu vou contar, eu cai mesmo em uma outra dimenção, qual vai ser a diferença?
– É conta logo, vai, por favor! – Disse Cake.
–Tá bem, só não ri da história. – As duas concordaram com um movimento.
– Vou ser rápida, que a história é muito longa. Tenho um amigo, chamado Finn...
– E você o namora? Hmm que ousada- Me cortou a Cake.
– Cala boca Cake, quero ouvir a história. – Cake ficou quieta depois dessa que a Fionna falou.
– Como ia dizendo, ele tinha me avisado de tal de poetize, ele disse que era algo perigoso. Mas de alguma forma que eu não sei eu cai nele. Antes estava em um tipo de “coroamento”, para que eu fica-se no lugar do meu pai. Depois que fui coroada perdi totalmente a memória, era como se aquilo toma-se pose da minha mente, tendo o controle de tudo. No final quando acordei, estava em um túnel, que deu até aqui, e agora estou na sua casa.
– Interessante. Amanhã nós iremos ao Mago das Dimensões, para ver se isso é verdade. Vamos Cake. – disse ela não acreditando muito na história.
...
No outro dia, fui acordada aos berros pela Cake, levei até travesseiro na cara. Depois de ser acordada e tomar o café da manhã, fomos até ao cara das dimensões.
–É aqui – Disse Fionna apontando para uma pequena cabana em pleno nada. Nós fomos em direção daquela cabana, lá tinha um velho senhor, com uma barba que ia até o chão, ele era bem baixo e vestia uma túnica verde.
– Estava-lhe a sua espera, Marceline – disse o velho. Fiquei assustada por ele saber o meu nome, até olhei para a Fionna, até ela teve a mesma reação que eu – Não se se assuste e nem precisa contar sua história, já sei ela toda. E a resposta disso tudo és que vos estais presas em um “Mundo Paralelo”.
– Então como poderei voltar para a minha casa?
– Não poderei-lhe responder. Irais-vos encontrar o caminho só.
– Como assim? Como posso encontrar o caminho sozinha?
– Vos iras saber. – Quase o ataquei, até a a Fionna me segurar.
– Obrigada senhor, já vamos sair. – Ela foi me puxando
Continua...
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