Mundo Paralelo
6 Capítulo 6- Conhecendo os Reinos
Notas iniciais
... Ela foi me puxando.
Nós estávamos no caminho para casa da árvore e a Fionna e a Cake estavam trocando olhares, parecia que estavam discutindo sobre algo.
– Sua história é real mesmo, pensamos algo totalmente errado sobre você – fiquei quieta, não sei o que responder.
– Desculpa tudo que fiz, Marcy. Posso te chamar assim? – Disse a Cake
– Sim, desculpa também, por não falar tudo, se eu fosse vocês faria o mesmo.
– Então vamos começar essa amizade?
– Claro que sim – Sorri para duas, mesmo que isso não tenha muito a minha cara.
– Ótimo, quero lhe apresentar a alguns amigos – Fionna estava feliz por isso.
– Vamos apresenta-la para o Príncipe Fogo!
– Boa ide....não podemos mostrar ele a ela, sem ofensas – Ela virou-se para mim.
–Só por que é um reino de fogo?
– Ah tudo bem, sempre carrego comigo meu protetor especial e você pode me emprestar uma roupa?
– No caminho nós compramos uma para você Marcy.
...
Eu já estava vestida com a roupa que compramos e fomos direto para o Reino de Fogo e a última coisa que eu pudesse imaginar é que ele seria diferente da onde eu vim. Era idêntico, com os mesmos portões altos de entrada. E quando nós chegamos mais perto os portões se abriram e então entramos.
– Por que nós viemos mesmo aqui?
– Só para te conhecer e ver se ele está precisando de ajuda. – Ela respondeu com a sua roupa especial azul, para vir até o reino.
Fomos andando, até que chegamos em uma sala onde estava o Príncipe estava conversando com a Canelinha (deve ser esse o nome dela). O Príncipe (que nós deveríamos chamar de Rei) é alto, usa moicano e usa a mesma armadura da Flame, só que para homens.
– Olá Fionna e Cake,- de repente ele mudou de comportamento, ficou serio e bravo com as duas- quem é essa pessoa?
– Calmo Príncipe, ela é uma amiga nossa a Marceline. Nós a trocemos para te conhecer, ela é meio nova por aqui. – Ele olhou para minha cara e não acreditou em uma palavra que disse.
– Esse é o Marshall Lee vestido de mulher.
– O que?! Eu não sou esse tal de Marshall. Sou a...
– Para de me enganar com mais de uma de suas pegadinhas. – ele me cortou e voltou a ficar normal.
– Mas ela não é o Marshall! – Cake estava começando a ficar nervosa, acho que todo mundo naquela situação ficaria assim.
– É serio P.F, ela não é quem você pensa.
– Marshall você conseguiu até fazer as meninas acreditar, vamos fazer o nosso toque. – Ele levantou a mão e ficou esperando minha resposta, acho que só agora ele percebeu que eu não era a pessoa Lee – Para de brincadeira Marshall – ele começou a ficar nervoso, tinha fogo até nos olhos dele.
– Acho melhor nós irmos, Cake.
– Também acho — Uma falou baixo para outra isso e de repente percebi que estava sendo levada pela Fionna, que estava correndo.
– Acho que você já pode andar sozinha – Disse Fionna correndo o mais rápido possível, estávamos sendo atacadas por fogos por besteiras.
– Ele sempre foi assim, esquentado?
– Nem sempre, só as vezes ele perde a cabeça – Então a nossa frente tinha o portão ele estava se fechando lentamente, a Fionna subiu na Cake e eu fui voando rapidamente até chegar na superfície.
Quando nós chegamos no nosso objetivo, deitamos no chão, eu estava sem fôlego e com o coração bem acelerado como das meninas.
– Desculpa Marcy pelo Príncipe – Fionna estava levantando na direção da Cake.
– Sem problemas, no meu mundo tem uma Princesa assim, bem esquentada da cabeça – Então também fui levantando para ver como a Cake estava.
– Vocês estão bem? – Cake estava preocupada com a gente.
– Estamos
– Ótimo, agora vamos visitar o P.C — Cake estava se levantando e voltando ao formato normal, pois ela estava gigante.
– Quem é o P.C? – Fiquei tentando fazer esse enigma, pode ser o Príncipe Caroço. Imagino a P.C homem com um bigode e gravata, deve ser bem engraçado.
– É o Príncipe Chiclete, ele é gente boa, não vai fazer a mesma coisa que o de Fogo – Logo depois que a Fionna disse aceitei com um gesto qualquer, estava imaginando ele, um viciado em química, com cabelos curtos e falando termos técnicos de química. Vai ser engraçado isso.
...
Nós fomos para o Reino Doce, é igual a o Reino da Jujuba. Isso da um pouco de saudades dela.
–Bem-vinda ao Reino Doce, na sua dimensão tem o Reino igual a esse?
– Tem sim, é igual a esse, só que invés de ter Príncipe tem Princesa.
– Uau, como ela é? – Quando eu ia falar levei um susto. Do nada o Príncipe chegou, era como se ele fosse irmão gêmeo da Jujuba. Isso é muito bizarro.
– Ola Fionna e Cake, vejo que você tem uma companhia.
– Ah sim, essa é a Marceline, amiga nova nossa – Disse Cake.
– Oi Príncipe Juju... digo Chiclete – Ele acenou e riu por conta do meu erro, mesmo não entendendo nada
– Está precisando de alguma ajuda Chiclete? – Fionna agora ficou só um pouco seria.
– Por enquanto não, tudo no Reino Doce está bem. Só queria te pedir um favor – ele colocou a mão no ombro dela e ela concordou com um movimento qualquer com a mão – você poderia levar esse bolinho para o Marshall Lee? – que nome estranho, era igual que o P.F falou, será que é de um mago velho que se fantasia de menininhas?
– Claro que sim – ela pegou o pacote bolinhos da mão dele, isso é engraçado, por que ele estava com um avental de cozinha e não de química. Então quer dizer que o Jujubo desse mundo cozinha, isso é uma coisa bem engraçada.
– Estou curioso para saber, como vocês se conheceram?
– É uma longa história, uma hora nós contaremos melhor e com mais calma.
– Tudo bem, podemos marcar um dia para você me contarem essa história? – Fionna estava subindo na Cake, para irmos para onde esse tal de Mashall Lee estava, eu irei “voando”
–Pode amanhã? – perguntou ele pegando no seu avental, que agora que eu percebi que ele tinha.
–Pode. Vamos Cake!
...
Estávamos indo até a casa do cara com nome estranho. Nós passamos pela casa na árvore, passamos por cima da casa da dona Tromba (nesse mundo não sei o seu nome...) e estávamos pegando o caminho para ir em casa, na minha casa. Será que ele sou eu versão menino... Não pode ser, isso só deve ser coisa da minha cabeça... ou não. Entramos na caverna onde fica a minha casa, para piorar a situação era a mesma casa, no mesmo lugar e com as mesmas mobílias.
– Chegamos. Essa é a casa do Marshall Lee, ele tem muito em comum com você, pelo pouco que te conheço – Disse Cake tocando a campainha com a Fionna na minha frente tentando me esconder.
–Ei Marcy, se esconde ai logo. – Ela disse cochichando, eu não entendi, mas aceitei. Virei um morcego e entrei em sua mochila, ela ficou bem ansiosa pelo susto que a gente vai lhe dar para um estranho, vai ser legal.
A porta de abriu.
Continua...
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