Notas iniciais
Então, mais um capitulo postado. Espero que gostem.
Boa leitura!

Realmente, tudo estava ficando de cabeça para baixo na vida dos, agora, “Vampire Hunters”.

Talvez o nome tenha saída de uma brincadeira sem graça de Suigetsu, mas até que o grupo de jovens (considerados como loucos) aceitou ao nome. E Ino também aceitou.

A linda e loira Yamanaka estava em seu quarto, ela não tinha mais forças para sair de casa, não comia direito, pois em todas as refeições lembrava-se do podridão contida naquele tumulo. Sempre que iria dormir, tinha pesadelos com a sua falecida amiga saindo do tumulo com aquela estaca de madeira ainda pregada ao coração, os olhos roxos, e de suas pupilas vários círculos se formavam no seu interior e exterior, até ocupar seus olhos por completo. Ela não conseguia mais dormir tranquilamente.

Ino agora tinha olheiras enormes e arroxeadas. Os olhos azul-celeste agora não tinha mais vida. Todos estavam preocupados com ela, mas ela simplesmente se trancava no quarto e não deixava ninguém entrar, nem se comunicava com ninguém. Só soube das ultimas noticias por que foram enviadas pelo celular, que ela sempre deixava ligado.

A loira não conseguia esquecer o ocorrido da semana passada. Sempre que se deitava, sempre que tentava se concentrar em alguma coisa, sempre que simplesmente fechava os olhos, flashs daquele dia voltavam a sua mente. Principalmente o de quando o seu pai e os outros estavam na delegacia.

Ela pôde enxergar a mais profunda decepção nos olhos de seu pai (o medico terapeuta mais respeitado da cidade). E aquilo estava levando-a a depressão.

A loira deitou-se na cama de lado, fechou os olhos e os flashes voltaram invadir sua mente.

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Delegado pediu para que todos sentassem, e assim eles fizeram. Chouza suspirou profundamente. Ele não sabia por onde começar. Aquilo era muito complicado para simplesmente ser falado de qualquer forma. O delegado passou um tempo pensando em como iniciar o assunto, em vão. Nada lhe vinha a mente, foi aí que a Inuzuka se pronunciou.

– Vamos delegado, da pra falar logo no esse pivete se meteu dessa vez? Eu estou atrasada para uma entrevista e não tenho tempo pra perder. Então da pra desembuchar logo?!

– Seu irmão foi pego fugindo do cemitério junto com todo o resto deles. Eles estavam saindo do tumulo da garota que morreu recentemente, Shion. Depois que o guarda os pegou e trousse-os até aqui, o porteiro foi verificar o cemitério para saber o que eles fizeram, então ele descobriu o tumulo da família da garota aberto, tudo estava lá, menos o mais importante, o corpo da garota.

O delegado despejou todas as informações que se lembrava, ele mantinha as mãos frente ao rosto, onde descansava a cabeça, com a conexão feita pela sua testa e as costas de suas mãos. O delegado estava com os olhos fechados, na tentativa de não ver o prvavel susto e espanto nos olhos dos familiares dos jovens.

– O que você disse? – perguntou Neji incrédulo com todas aquelas inforações.

– Você quer mesmo que eu repita tudo?! – Chouza perguntou erguendo um pouco a cabeça, apenas o suficiente para ver o hyuuga. Que respondeu baixando a cabeça pensativo.

– O QUE? – perguntou o escandaloso Uzumaki.

– Não se faça de desentendido, Uzumaki!

– Mas nós realmente não estamos entendendo, nós já dissemos o que aconteceu, e você que vem com essa historia! O trabalho esta acabando com o seu raciocínio? Heim, delegado...?

Disse Sasuke provocante e furioso pelo o que o delegado disse. A situação já estava difícil para eles naturalmente, imagine com um sequestro de cadáver.

– Só por que vocês são loucos, não significa que eu estava ficando gaga ou burro! – respondeu o delegado calmo.

– Mas o que você acha que somos? Um grupo de adolescentes lunáticos que saem por aí sequestrando cadáveres?

– É isso o que as evidencias dizem, Inuzuka! – respondeu o delegado debochado.

– Que evidencias? Por acaso você tem alguma prova? Testemunha? – perguntou a Haruno protetora e desafiadora. – Tudo o que você sabe até agora é que é que um grupo de adolescentes ao qual você considera loucos saiu de um cemitério assustado e o desaparecimento de um cadáver. Você não tem nada que nos ligue a isso.

– Então por que estariam fugindo do cemitério?

– Nos dê licença, nós nos assustamos com qualquer gato preto na rua, imagine com um matagal arrepiante!

– Se vocês tem tanto medo assim, por que estavam no cemitério?

– Ah, desculpa! É que nós não sabíamos que se fossemos visitar nossa falecida amiga seriamos acusados de sequestro de cadáveres. O Sr. não acha um absurdo colocar a culpa em simples adolescentes algo tão compremetedor quanto isso só por que você não se acha capaz de capturar o verdadeira criminoso?

Sakura iria continuar falando se uma voz grossa, potente e impaciente não a cortasse, fazendo com que a rosada tremesse dos pés a cabeça.

– Chega Sakura!

Gritou Akira, o “pai” de Sakura.

– Para com isso, o que deu em você? Pra que tudo isso? Quem fez isso com você? – ele não reconhecia mais a sua pequena flor.

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Ino abria os olhos lentamente. Alguns pequenos e fracos raios de sol invadiam as brechas da janela do quarto da loira. A Yamanaka tentava acostumar-se com a claridade que atingia seus olhos em cheio. A luz fraca do sol atingiam seus olhos, e de alguma forma, aquilo fazia a chama de vida de Ino começar a queimar dentro de si.

“Chega disso. O que eu penso que estou fazendo me traçando dentro da merda desse quarto? Meus amigos e familiares preocupados comigo e até mesmo passando por más situações e eu aqui servindo como mais um estorvo para eles. Yamanaka Ino, essa não é você querida!”

A loira falava em voz alta e audível, enquanto andava de um lado para o outro no quarto. Parou com os seus pensamentos no mesmo instante em que parou em frente ao guarda-roupa. Tirou uma saia roxa, bastante escura. Uma blusa laranja com desenhos abstratos em preto. Um All Star de cano médio preto e algumas pulsairas. Vestiu-se. Passou uma maquiagem leve, destacando ainda mais os seus olhos que começavam a ter vida novamente, e um básico brilho labial.

A Yamanaka estava linda, como sempre. Afinal, ela não precisava de muitos esforços para andar acompanhada da beleza. Sltou os cabelos e deixou que a longa franja ficasse um pouco mais atrás do seu lugar de sempre, o que não empatava das madeixas loiras tentarem voltar ao seu local de sempre. Mas Ino tentava controla-las com o Maximo de charme. Algo natural da loira.

– Então Ino, vamos lá!

Notas finais
Então, como fui?
Sabe, agora me surgiu uma duvida em mente: Quais os casais que poderiam se formar na fic?
O que vocês acham?
Quero saber, talvez assim fique mais fácil de sabe a preferencia de vocês e fique mais fácil de eu decidir de uma vez por todas, quais os casais! ^^
Quero ajuda!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.