Notas iniciais
~Sim, é a história de uma pessoa thug life (sqn)

Nossa quinta história começa com um lápis, que escreveu:

"Era 1 vex 1 lapiz"

Mas ele ficou desapontado (Ha ha). Mas depois apareceu o apontador e ele ficou feliz. Bianca, que estava segurando o lápis, começou a desenhar, e acabou desenhando um esqueleto. Juntos, começaram a dançar Spooky Scary Skeletons (Remix)

Dançaram tanto, mais tanto, que ocorreu XABLAU

E A LADOS APARECEU!

E MATOU TODO MUNDO!

Mas... Bianca se tornou um zumbi. E o esqueleto se tornou um morto morto... morto, mas decidiu se tornar um Vampiro Esqueleto Morto Morto! E começaram a cantar Hampire (Remix).

Bianca, faminta, resolveu comer o Vampiro Esqueleto Morto Morto.

E se tornou um Vampiro...

Ou um esqueleto...

Ou continuou zumbi?

A física, química e biologia não combinavam com Bianca, então ela se tornou na:

Bianca. Esqueleto. Zumbi. Vampiro. Assassina.

NA BEZVA!

E resolveu distribuir panfletos. Quando um homem percebeu que ela se aproximava:

— AAAH, FECHA, FECHA, FECHA!

BEZVA, simplesmente abriu a porta do carro, puxou o cara pela blusa e jogou no chão e jogou na cara do homem.

E foi pro próximo carro... A BEZVA Thug Life...

Acordei faminta, quando parei pra pensar no sonho, eu comecei a rir, rir muito, eu ri tanto que acordei meus pais achando que eu estava morrendo!

Quando falei que eu estava rindo do meu sonho eles se acalmaram, fui me arrumar. Cheguei mais cedo na escola, pelo fato do meu pai já estar acordado. Quando estava entrando na sala, vi a Glória... Ela estuda na mesma sala que eu? Eu prestava tanta atenção na cara do professor que eu nunca percebi quem eram meus colegas... Sei o nome de alguns, acho.

Sentei do lado dela, sorri, ela se virou e sorriu também. Perguntou se eu estava bem e se eu dormi bem, quando menos percebi, eu estava contando sobre meus sonhos para ela, quando terminei os cinco, ela começou:

— Ai, essa LACLEG deve ser muito fofinha!

— Não sei — Eu olhei pro lado — Nunca vi de verdade.

— Mas viu no sonho!

— Sim, é claro.

— Onde elas vivem?

— Como? — Virei pra ela — Como assim?

— As criaturas — Ela falou como se fosse meio óbvio — Onde elas moram?

— Acho que — Parei de falar e pensei — Não sei... Tudo que eu sonhei até agora foi, numa cidade, eu não lembro onde elas foram... Só a LACLEG, que foi pro 100lugar.

— Ah, que chatice, queria viver num mundo com essas criaturas, será que teria tipo, chuva de marshmellow?

Eu comecei a rir, e pensar, seria muito legal (E delicioso)

O sinal tocou, nós nos viramos pro quadro, e de vez em quando nós falávamos uma ou duas vezes, quando trocava de professor nós conversávamos mais.

Então... É isso que é ter amiga? Eu nunca tinha sentido isso, mas, sei lá, é como se eu pudesse contar tudo pra ela, é como se ela soubesse a solução de tudo.

— Não entendi nada sobre como resolver essa conta — Okay, nem todas as soluções — Você entendeu?

Fiz sim com a cabeça, e fui ensinar pra ela.

No intervalo, nós fomos saindo de sala:

— Aleluia — Ela disse — O recreio.

— Ham, Glória, é intervalo.

— Minha querida, se eu quiser eu chamo de TOBY!

Eu comecei a rir, sabe quando você ri tanto que você tenta respirar mas ao mesmo tempo tem que rir e você fica com a boca aberta, só que depois, a Glória riu da minha risada, e eu comecei a rir da risada dela. E ficamos nisso durante longos minutos!

Quando finalmente fomos comprar o lanche, nos sentamos e ficamos vendo o arco-íris:

— Ana — Ela me chamou — Vamos ir pra algum lugar hoje?

— Como assim?

— Vamos pro shopping?

— Ham — Eu fiquei pensando — Tá, seria uma boa ideia.

— Eba! Ouvi dizer que abriu uma sorveteria nova, quero muito ir, eu amo doce!

— Hihihi, eu também, meu preferido é bolos.. Ah, Glória, ontem eu vi uma receita de bolo de arco-íris, eu fiquei encantada!

— Querida, se atualiza, faz tempo que eu sei dessa receita. Sempre quis fazer... No shopping tem um mercantil, vamos perguntar pros nossos pais se podemos?

— Ham — Eu fiquei lembrando que meus pais iriam achar estranho eu mudar de humor, de estilo e de tudo de repente, mas eu pensei, se eu não mudar definitivamente, eu nunca vou mudar — É uma ótima ideia, mas depois do sorvete.

Quando cheguei em casa, eu simplesmente pulei em cima da minha mãe perguntando sobre o shopping, e ela disse que sim, sorrindo bem muito. Fiquei feliz que eu fui pulando pro meu quarto, o que minha mãe teria estranhado, mas eu estou bem hoje, então não me preocupei.

Quando terminei meus deveres, a Glória me mandou uma mensagem:

Glória: Deu certo?

Você: Sim, minha mãe deixou :D

Glória: IEEEEII *festeja* :3

Você: Que sorveteria é essa?

Glória: É uma que você cria seu próprio sorvete, deve ser muito legal.

Você: Nossa.

Glória: Pois é, vamos 19h?

Você: Vou me arrumar 18h.

Glória: Me arrumar 17h :B

Você: ... :B?

Glória: Você não usa emoctions? Eu gosto dos que já vem, mas eu amo mesmo é os que dá pra fazer com o teclado :B / :v / :T / :3 / >.> / *0* / *u* / ^u^ / etc...

Você: Que bonitinhos.

Glória: Pois é, vou comer, até mais.

Você: Até

Guardei meu celular e fui para a cozinha, peguei biscoitos, um suco e terminei de comer rapidamente, o gosto era bom desses biscoitos, nunca tinha notado, pra mim eram simples biscoitos:

— Será que ficam bom com chocolate?

E lá se foi eu fazer experiências, peguei uma barra de chocolate, cortei algumas partes e coloquei numa xícara, levei pro microondas e deixei por uns segundos.

Quando ele estava bem derretido e dando água na boca, peguei um pouco de leite condensado, coloquei e misturei. Pronto, uma verdadeira mistureba deliciosa!

Peguei um biscoito, peguei um pouco, coloquei nele e comi.

P-E-R-F-E-I-T-O!

Ai meu deus do céu, eu sou uma artista! Não comi todo, guardei o resto dos biscoito e raspei a xícara.

Fui estudar um pouco, eram 15 pras 18h, resolvi tomar banho logo.

Vesti um short, uma regata super simples preta, depois coloquei uma blusa branca por cima. Coloquei um tênis preto. Soltei meu cabelo, eu não sei como eu achava ele feio, ele era um liso, ia até os ombros e terminava meio ondulado, mexi um pouco pra ter um pouco de franja e fui pro shopping.

Minha mãe estava com sua típica blusa rosa (Minha mãe ama coisas rosas e fofas) e sua calça jeans com seu salto branco, fomos até a praça de alimentação e esperamos ele. Quando Glória me avistou foi correndo até mim e me deu um abraço, eu retribui.

Nossos pais ficaram conversando enquanto íamos na sorveteria.

— Tá — Glória começou — Meu pai me deu 10 reais pro sorvete, e o seu?

— Eu pedi 10 reais também — Sorri

— Gente, é muito sorvete, e muitas coberturas, e muitos enfeites, quero mais dinheiro, dez reais não vai dar — Ela parou de falar admirando tudo — Já pensou no seu sorvete?

— Ham? Ah, eu não sei, tem tantos sabores, tem tanto tudo...

— Eu já sei o que fazer!

Ela pegou uma vasilha e colocou uma pequena bola de sorvete de morango, depois um de laranja, depois um de maracujá, em seguida um de limão, depois um de pedacinho do céu e por último um de uva. Quando parei pra perceber, seu sorvete era um completo arco-íris!

— Meu deus Glória, melhor ideia, posso fazer o mesmo?

— É claro.

Fui fazendo tudo o que ela fez, a diferença foi a cobertura, ela colocou leite condensado com granulado, eu coloquei chocolate, apenas chocolate.

Fomos pagar, o dela deu 7,50, o meu deu 7,40.

— Nossa, apenas 10 centavos de diferença.

Assim que saímos da sorveteria comendo aquelas delícias, sentamos na mesa onde nossos pais estavam, minha mãe pediu para provar o meu, ofereci uma parte pra ela. Quando todos terminamos de fazer o que queríamos, lembrei do bolo:

— MÃE! — Eu falei um pouco alto — Podemos comprar ingredientes pra fazer um bolo?

— Como assim filha — Ela me olhou — É claro que sim, deve ser divertido.

Sorrindo pra caramba, Glória me guiou até o mercantil que tinha no shopping.

— O que precisamos, você sabe Glória?

— É claro, eu decorei, e pra ser mais fácil, vamos comprar uma mistura de bolo de baunilha já pronto, depois só ver se temos o que é necessário pra fazer. Aqui tá dizendo que precisa de ovos, leite e margarina.

— Na minha casa tem tudo isso, o que mais precisa?

— Corante alimentício, se não, não é bolo arco-íris. Aqui, vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e roxo, pronto, terminado, foi até bem fácil.

— Ei — Eu fiquei olhando para os ingrediente e lembrei do sorvete arco-íris, cada cor com um sabor — Vamos pra área dos sucos em pó, eu tive uma ideia genial!

Ela foi me seguindo, assim que parei em frente ao saquinhos, fui pegando:

— Morango pro vermelho, laranja pra cor laranja... Você quer de maracujá ou de abacaxi pro amarelo?

— Maracujá, é delicioso!

— Tá, maracujá pro amarelo, limão pro verde e uva pro roxo.

— E o azul? — Ela perguntou, não tinha nada pro azul — Pó de gelatina de tuti-frutti!

Assim que pegamos tudo, levamos pro caixa, assim que nossos pais viram a diversidade de coisa que tinha (E colorido), perguntaram que arma química íamos fazer:

— Pai — Eu comecei a rir — É um bolo bem colorido.

— Sim, sim, uma magia pra nossa boca.

Magia, ouvir aquela palavra foi pronunciada eu lembrei dos meus sonhos e daquele arco-íris super estranho, eu já tinha me acostumado com tudo isso, mas ouvir a palavra magia agora estava sendo tão mais legal:

— É isso aí Glória, uma verdadeira magia.

Depois de irmos embora do shopping, me preparei pra dormir e esperar mais um sonho estranho e colorido.

Notas finais
~Gente, deu vontade de comer bolo de magia colorida agora *u*