Muito Bem Acompanhada!

19 Eu tenho Sangue Nobre. LadyR


Notas iniciais
Oi ! Estou eu trazendo mais um capitulo da Saga Muito bem acompanhada, nesse capitulo eu respondo um questionamento , Porque vegeta não gosta de ser tocado? Mas Também faço uma homenagem as duas Amigas/Ficwritter Nara(Lady R) e LiLuni cham.À Nara eu dedico o Título do capitulo e A LiLuni cham dedico o conteúdo ela me indicou 50 tons de cinza e eu comprei a trilogia para ler e digo com todo respeito que a Estória da LiLuni cham é melhor do que a do Livro... Mas tem umas pegadas bem legais no livros que eu inseri na fic .Links: http://fanfiction.com.br/historia/185060/Sangue_Nobre http://fanfiction.com.br/historia/252389/Sangue_Nobre_-_The_Sequel/ http://fanfiction.com.br/historia/271660/50_Tons_De_Azul_-_1_Tempora http://fanfiction.com.br/historia/285729/50_Tons_Ainda_Mais_Azuis_2_Temporada/

—* Vegeta-*

Arghhh! Essa tortura física e metal estão me matando. Eu prometo que um dia eu mato muitos desses Humanos e com o maior prazer, como eles são superficiais, patéticos, como alguém gasta tanto dinheiro em um patético casamento? Ridículos... Se eles imaginassem que daqui a menos de um ano e meio todos podem estar mortos... Como seria prazeroso acabar com esses terráqueos....

— Eiiiiii! Olá! A Bulma se encontra?

Abri a porta diante da insistência da mulher!

— Oi eu me chamo...

— Stefane, eu lembro de você ... — Eu a interrompi e olhei a circunferência que ela carregava, que coisa estranha.

— Ah! Que bom, Não vai me convida para entrar? — Ela falou apontando para o “quarto”.

Abri a porta dando passagem a ela.

— Eu posso falar com o contigo alguns minutinhos? — Ela perguntou esperançosa.

— Você já está falando? — Eu Respondi ríspido.

Ela fez sinal com as mãos em sinal de rendição e se sentou no sofá com dificuldades, parece que ela engoliu uma melancia inteira!

— Vou ser direta. Esta acontecendo alguma coisa entre você e a Bulma? — Ela perguntou imponente.

— Não... E se houvesse, não seria da sua conta! — Eu respondi no mesmo tom.

— Não seria da minha conta, mas eu não quero que a Bulma se envolva com qualquer um! E a Bulma é da minha conta, sim.

Que insolente como ela ousa!

— Se a Bulma tivesse o pri-vi-lé-gio de ficar comigo , ela deveria se sentir honrada, porém eu não me misturo com qualquer uma! — Disse seco enquanto cruzava os braços.

— O privilégio de ficar com o Senhor? Porque seria um privilégio? — Ela franziu o cenho

— Porque eu tenho sangue nobre e ela é uma mera plebeia... Inútil por sinal. Conclui enfático.

— OH! O Senhor tem sangue nobre? E qual seria sua posição! — Ela perguntou num tom debochado.

Essas mulheres terráqueas são todas malucas ou ela não tem medo da morte.

— Sou um príncipe! Responde com autoridade.

— huum. E onde fica seu reinado?

Fica na puta que te pariu, vadia!

— Planeta Vegeta... Simplesmente dei de ombros e responde.

— E como faz para chegar lá? Ela colocou a mão no queixo como se ponderasse a pergunta.

Eu vou matar essa mulher!

Pigarreei e respondi:

— Foi destruído! – Porque eu estou respondendo essa mulher mesmo?

— Ah! Interessante... Eu acho que o Senhor já percebeu que a Bulma é como uma princesa aqui! E uma das melhores. Sabe como é o nome do reinado dela?- Corporação cápsula! A Bulma é muito inteligente, linda, independente, mas obstinada e impetuosa, acho que o senhor já percebeu isso também? Então digo que seria um privilégio o Senhor ficar com ela e não o contrário!

— Olha minha paciência esgotou, é só isso que você tem a falar? -Eu me levantei nervoso.

— Não Senhor Vegeta, mas gostaria de entender o que esta acontecendo, somente isso. Ela deu de ombros.

— Nós temos um trato ela constrói uma maldita nave, e eu a acompanho nesse maldito....

— Casamento. Ela completou.

Fui ate a janela e olhei a movimentação lá de baixo.

— Ela se aproximou e disse:- Porque você não aproveita que está aqui e relaxa um pouco... Escolhe uma garota e... Ela olhou para baixo como se analisasse as opção olhou-me e disse:

— Esquece o que eu disse...

— Vai ter uma festa hoje, quem sabe o Senhor não a aproveita.

—O QUÊ??? Mais uma maldita festa? Olhei sério para ela .

— Calma, além do mais talvez só temos mais 1 ano e meio mais ou menos, antes da batalha apocalíptica que vai ocorre, estou certa? — Ela perguntou com um sorriso estranho nos lábios.

Não respondi nada. Por que diabos ela, não vai embora?

— Só mais uma coisa, o Senhor só vai poder afirmar que gostou de algo depois de prová-lo?

— Mas eu não sou de provar nada! Eu não tenho interesse em perder meu precioso tempo com coisas triviais...

— Huum... Então já que você não tem interesse algum em ficar com a Bulma exponha suas razões para ela, só assim ela vai desistir de você...

Então a cientista realmente esta interessada...

— Huum... Ela não sabe onde ela estaria se metendo...

— Então... Faça como o Senhor quiser eu já estou indo ...Mas pense bem no que o Senhor ganharia... Até um bom guerreiro merece um descanso de vez em quando... Bem eu vou indo bye...

Não respondi nada.

Então a cientista , realmente está interessada! Eu vou acabar com essa historia hoje! De um jeito ou de outro.

...

A roupa que a cientista fez ficou perfeita, a mobilidade esta incrível, eu tinha testado a roupa e gostei do resultado, mas é claro que não vou dizer isso a ela, depois dessa maldita festinha eu vou aproveitar e treinar um pouco, testar essa roupa e... Já faz uns 50 minutos que aquela maluca começou a se arrumar e nada... Cadê a paciência que eu não tenho...

— Que horas nós vamos sair daqui? Eu gritei.

— Já estou indo, nossa que apressadinho, nem demorei tanto assim... Ela gritou do quarto.

Eu vou arrancar ela de lá. Não vejo a hora dessa palhaçada acabar...

— O que é isso? Perguntei ao me deparar com ela vestida “coelha”.

Ela mexeu a bunda sacudindo um rabinho branco...

— È meu rabinho não está vendo?! — Ela falou sem me olhar enquanto pintava os olhos.

Que maluca!

Menos de segundos estava ao lado dela.

— Ai que merda porque voc... – Nossa ficou perfeito o uniforme! Ela falou me analisando de cima a baixo. Encheu-me de orgulho.

— Não estava lá essas coisas... Mas ficou bom depois que eu vestir. Foi a minha vez de falar orgulhoso. – Você vai vestida assim mesmo?

—Vou por quê? Ela se olhou.

Eu analisei a roupa dela, e conclui:- Ela está gostosa pra caramba.

— Tanto faz. Eu dei de ombros e alguém tocou na porta do quarto.

— Vamos! Eu falei já tomando distância dela.

— Sim... Ela respondeu com um olhar estranho...

Espero sinceramente que esta festa termine logo...

...

Entramos no maldito salão, e havia uma explosão de pessoas pateticamente vestidas com fantasias toscas, e sem noção e um pensamento na passou pela cabeça: “- A que ponto você chegou, Vegeta? Se você não conhecido fundo do poço então visualize.” Se eu tinha algum tipo de consciência, ela foi embora ,e não me restou nada!Argh! Será um prazer destruir essa raça inútil. Ela sinalizou para irmos a para o meio da multidão e fiz que não com a cabeça e então ela me apontou uma mesa escondida em um canto bem escuro... Perfeito...

— Você pode ficar ali,depois pode ir embora.... Ela gritou no meu ouvido, por causa da música alta e saiu dançando....

Sentei-me em uma mesa escondida, logo alguém me serviu, uma bebida forte, até que era boa.... Olhei ao redor e vejo um coquetel de diversão, luxúria e orgulho mesclados com “ energias ” significativamente já alteradas pelo uso excessivo de álcool, olhei para minha bebida e decido fazer o mesmo , já sabendo que a bebida infelizmente não me causaria o mesmo estupor mas pelo menos me daria cinco minutos de coragem para encarar essa porcaria de festividade. Uns grupos de umas Cinco garotas me encaravam furtivamente, mulheres terráqueas são tão voláteis, consigo facilmente perceber seus sinais, massageio minhas têmporas buscando o que resta de sanidade e orgulho moral dentro de mim, “- Levante-se Vegeta e vá embora daqui”... Minha consciência gritava, mas simplesmente decido ficar... Olho para frente e as garotas terráqueas continuam a me encarar, será que elas não percebem o quanto isso é constrangedor? Uma das garotas, uma morena atlética, vestida com uma roupa toda branca,um jaleco curto e bem colado no corpo com um decote que denuncia seios fartos e artificiais, ela encara-me com mais fulgor, então ela tomou um gole da sua bebida e olha para as companheiras ,sinalizou com a cabeça e eu pude ler seus lábios , fortemente maquiados: — Ele é meu!

Ela caminhou, sem tirar os olhos dos meus se aproximou e apresentou-se :

— Oi me chamo Katherine...

Levantei o olhar, tentei olhar nos olhos dela e não para o decote.

Pois não? Perguntei sem descruzar os braços.

— Nossa que voz sexy... Não quer companhia? — Ela perguntou vulgarmente.

— Oi amiga... Olhamos para trás dela e vejo Bulma , que passa pela garota com cara de poucos amigos se senta do meu lado e passa o braço no meu pescoço.

Elas se encaravam furiosamente e a morena saiu de fininho se dando por vencida.

Bulma se aproximou e fala no meu ouvido, instantaneamente sinto todos os pêlos do meu corpo se arrepiarem ... Eu realmente estava no meu limite.

— Você me deve uma! Eu te salvei de uma “vagaba” e essa festa está uma merda! — Ela falou e me deu uma encarada. Infelizmente ela me pegou encarando os seios dela.

— Concentre-se nos meus olhos Vegeta... Ela falou no meu ouvido...

O cheiro dela invadiu minhas narinas. Droga! O efeito da bebida começou....

Olhei ao redor e lancei:

— A festa está ótima! foi à melhor festa que eu já fui.. Ironizei. Minha voz está meio grogue. O som estava alto e tive que me aproximar, seu cheiro entrou em mim como uma droga que chega a veia do viciado. Suspirei resignado.

— Ah! Você fez uma piada! Ela sorriu e o sorriso dela me contagiou, então ela viu o copo na mesa, pegou e cheirou o copo, e levou à boca, os movimentos dela pareciam lentos ao meu olhar. Uma música psicodélica tocava de fundo e ela se mexia discretamente enquanto havia uma explosão de cores e luzes.

— huum... Whiskyyyy... Vejo que você tem bom gosto. Ela me olhou e seu olhar era profundo. Tomei o copo de sua mão e bebi exatamente onde ela havia bebido , o batom dela estava impregnado no copo e tinha sabor de morango. Dei um sorriso e ela respondeu dando uma mordida no lábio inferior. Eu vou Perder o controle. Puxei ela para perto de mim e a prendi no meu abraço e espalmei minha mão em sua costa e ela arqueou , mordendo o lábio com mais força...

— Porque você faz isso?- Perguntei encostando meu lábio no seu ouvido

— O quê? Ela se olhou intrigada.

— Morder o lábio... Você sabe exatamente o que isso provoca em mim?

—... Ah! Eu não sabia disso! É um costume que eu trago desde pequena não tive a intenção de seduzi-lo...

— Você não me seduziu. -Falei. Minha mente ordenava que eu saísse dali, mas meu corpo não respondia aos seus comandos... Acho que era efeito da bebida ou não...

— Você também não me seduziu. — Ela disse.

— Huum... Não? Então Me dê um minuto... — Falei enquanto subi a mão que estava na sua costa e chegando a sua nuca, trouxe ela para mais perto e ela jogou uma das pernas em cima do meu colo.

Falei ao seu ouvido:- Sei o que meu sorriso te provoca... -Acho que estava admitindo isso para mim mesmo... Desci até seu pescoço e senti seu aroma, com uma mão em sua nuca e outra estava no seu joelho.

Ela me olhou a respiração entrecortada, mordeu o lábio novamente...

—Mulher.... Eu disse... Porem ela me interrompeu e disse:

— Para você é Srta. Briefs... Ela olhou para minha mão que estava no seu joelho e eu subi até próximo da sua virilha... Ela novamente mordeu o lábio.

— Srta. Briefs, qual é o prazer em morder o lábio?

— Não sei exatamente... Ela respondeu, tinha mordido o lábio com tanta força que ficou a marca.

— Não deixe marcas em você... Falei tão próximo a ela que nossas respirações se misturavam, puxei ela para cima de mim, fazendo que ela sentasse no meu colo, ela olhou ao redor, as pessoas alheias ao que estávamos fazendo, ela me olhou e juntou nossos corpos e eu pude sentir que ela também me desejava, então arquei um pouco o quadril para que ela sentisse “o quanto eu a desejava” ela avançou um pouco como se fosse me beijar segurei o rosto dela com as duas mãos e passei o dedo sobre seu lábio ,eu me sentia mais entorpecido do eu o normal, não era só o efeito da bebida ,era ela que provocava isso em mim. Ela fechou os olhos e eu mordi o seu lábio ,trouxe seu rosto para mas próximo do meu e passei a língua no seu lábio, ela tentou “formar um beijo” mas eu a impede, segurei seu rosto com mais firmeza e mordi seu lábio novamente, ela fazia movimentos de vai-e-vem em cima de mim e eu podia sentir nossos corações batendo juntos, senti uma gostosa excitação, e a excitação estava no seu ápice , uma explosão no meu corpo era o que eu sentia, eu queria aquela mulher eu precisava dela, o meu corpo estava reivindicando-a como se eu precisasse dela para viver, então ela me tocou meu braço seu toque e provocou ondas de choque no meu corpo, imagens aleatórias de dor, morte e ela morta viram a mim minha mente e realmente foi broxante , então tudo voltou ao normal, a músicas ,as cores...e afastei ela delicadamente, ela saiu de cima de mim e me olhou com raiva , confusa ia dizer algo mas resolver sair , porem alguém impediu o seu caminho, todas aquelas emoções, a bebida me deixarão entorpecido.

Olhei para frente e ela discutia freneticamente com o verme inútil do Yamcha algumas pessoas estava com ele e uma garota sorria enquanto a briga dos dois se desenrolava, meus sentidos não estavam tão apurados a música alta, as luzes me deixava mais tonto ainda , sentia meu corpo balançar então ele a agarrou pelos braços, uma mulher tentou soltar os dois ,ele empurrou a mulher e se voltou a Bulma que já tinha uma cara de dor... Não pensei duas vezes. Partir pra cima dele livrando-a do seu aperto. Ela caiu sentada no sofá em que estávamos, fiquei na frente dela, meio tonto balancei a cabeça tentando fazer que meus sentidos voltassem ao normal... Yamcha compreendeu a minha situação e tentou se aproveitar me acertando com um soco, desviei facilmente.

— Mesmo com meus movimentos lentos, você nem chega próximo de mim. Você é patético. Olhei para Bulma e perguntei : — Posso matar ele? Falei sarcástico.

— Não!!! Ela respondeu se levantando do sofá, as pessoas já se aglomerando, uma mulher que estava com ele começou a insultar Bulma, Yamcha tentou novamente me acertar e desta vez eu segurei o soco dele e com a outra mão acertei o rosto dele em cheio , que se dane eu não vou perder tempo com esse inútil... Quando olhei para o local exato em Bulma estava a garota aparentemente estava no chão depois que Bulma acertou um socô no rosto dela em cheio... cortei caminho pelo meio da multidão eu precisava sair o mais rápido possível daquele lugar.

Subi para o quarto, tomei um banho para afastar os efeitos do álcool e das sensações que senti , eu não podia mais resistir, entretanto eu tinha que dar um jeito nisso.

Fui ao frigobar e bebei uma garrafa d’água, me dirigir até a sacada o tempo estava frio e eu podia senti a brisa marítima, fechei os olhos e sacudi a minha cabeça, essa loucura toda parece que não vai passar, não vai sarar... Suspirei resignado admitindo que eu precisava daquela mulher, tanto que chegava a doer.

Uma hora depois...

—*Bulma*-

Porra! Como assim? Passei a mão nos meus cabelos e enxuguei minhas lágrimas, porem eu me sentia um pouco aliviada, mas também um pouco chateada, então minhas suspeitas eram verdadeiras... Yamcha realmente me traiu... Conversei com Yamcha por quase uma hora na praia, ele me confirmou tudo , mas também constatei uma coisa... eu realmente gosto do Vegeta, Entrei no meu quarto e fui direto para o banheiro, o cheiro de Vegeta estava lá, belisquei meu lábio, lembrando – me da experiência, senti um frio na barriga... Tirei minha roupa e tomei um banho retirei minha maquiagem e coloquei uma camisola leve de seda...

Fui me deitar, mas eu não queria dormir, fazer o quê? Entrei no quarto e encontrei Vegeta, ele estava de costa em frente à janela olhando a paisagem, meu coração acelerou, fiquei parada e ele se virou e disse:

— Você não vai desistir facilmente, né? Ele olhou-me por completo.

Olhei para o lado e mordi o lábio ,lembrei do que ele me disse e larguei de morder o lábio , ele estava de braços cruzados e batia os dedos em sinal de impaciência.

— Foi você não naquele dia... No seu quarto... Você que me protegeu da explosão. Falei lembrando-me da minha conversar recente com o Yamcha.

— Não sei... Ele disse se aproximando de um quadro que estava no quarto aos cinco passos de onde eu estava.

— Eu não estou perguntando e sim afirmando... — Abracei-me nervosa.

—Sim. Por quê? O que tem de tão importante nisso. — Ele me olhou e disse: — Eu não sou o mocinho, Srta. Briefs...

— Não. Você não é o mocinho, porém você também não é o vilão, os “meus” vilões são os androides... — Eu disse com autoridade e sem medo...

Ele ficou na minha frente me olhou dos pés a cabeça e disse:

— Porque você acha que eu estou treinando tanto? — Ele se aproximou a ponto dos nossos narizes quase se tocaram

Não respondi e ele gritou?

— Porque diga! Recuei um pouco.

— Para... Para derrotar os androides? Perguntei baixinho, meu coração estava a mil...

— Não é só para isso... Aquele garoto do futuro procurou-me ou ao Kakarotto? Como o ser mais forte que ele conhecia?

Ele perguntou, o que me fez arrepiar ,ele estava sinistramente bonito. Bulma como você pode pensar em beleza quando o cara está quase te matando?!?!?! Perguntei-me mentalmente.

— Ele procurou o Goku... Ele já se transformou em Super Sayajin... -Responde com medo da reação dele.

— É esse o motivo Srta. Briefs – ele cuspiu meu nome. O Kakarotto é mais forte do que eu por enquanto... Eu vou treinar, vou superá-lo e vou acabar com a raça dele... E depois o que eu vou fazer Bulma?

Uma lágrima rolou dos meus olhos...

— Diga, fale! Os olhos deles estavam estranhamente verdes, uma aura dourada o envolvia. Se eu não estivesse em pânico diria que era uma cena bonita.

—Seus olh... Apontei para ele, mas o mesmo me interrompeu.

— Não mude de assunto.Diga! O que eu vou fazer depois... Ele gritou novamente.

— Você vai destruir a terra? Perguntei enquanto sequei outra lágrima....

— Sim. Eu vou matar tudo e todos que você conhece. Entendeu?

— Por quê? Eu perguntei minha voz estava rouca . segurei as lágrimas.

— Porque eu sou assim, meu coração não tem espaço para .... essa porcaria de bondade, eu não tenho tempo para essa besteira...Eu gosto de matar... E só vivi isso. Ele falava estranhamente calmo.

A raiva tomou conta de mim e eu gritei: — Eu não tenho medo de você! Prefiro morrer provando tudo que quero ,do que viver os sabores da vida somente em minha mente ....estávamos um em frente do outro respiração forte. Ele suspirou e sentou-se na cama .

— Pois deveria ter muito medo de mim! E essa sua filosofia é muito bonita, mas não vale nada! Eu que sou o verdadeiro inimigo aqui! Você entendeu?- ele realmente estava muito calmo o que fez realmente eu ficar com medo.

Ele olhou para o meu braço no local onde ele alguns dias atrás havia apertado , ele estava vermelho de novo devido ao aperto do Yamcha.

— Você vai se machucar... Você sabe por que não gosto que me toquem?

Fiz que não com a cabeça.

— Quando eu tinha 15 anos não tinha poderes suficientes , porém eu treinava incansavelmente e nada! Era constantemente humilhado e parecia que nada fazia meu desempenho melhorasse....Nappa então colocou na cabeça que eu precisava na verdade era me distrair e arranjou uma mulher , humanoide, muito bonita, mas completamente louca, sádica ... e forte, muito forte ... Ela era muito mais velha do que eu e uma Princesa de uma raça extinta... Tão arrogante e prepotente que eu parecia um cara humilde perto dela... — Ele parou de falar tinha cabeça baixa e as mãos estavam tremendo, Eu tentava me mexer , mas nada porque raios eu não vesti uma calcinha? Ai droga...

Ele me olhou e continuou :

— Eu não sei expressar em palavras, mas ela de alguma forma me transformou... depois que fiquei com ela, Eu comecei a odiava o contato físico, não suportava um simples toque... Fechei-me mais ainda , porem eu consegue mais poder , pois eu tinha uma motivação : -matar aquela mulher, e eu finalmente conseguir um incentivo perfeito para o meus treinos... — Ele me olhou e cerrou os olhos e disse:

— Então em uma noite eu a matei, fria e calculadamente e foi prazeroso... Você entende...

— OH! Não. Eu não entendo, mas você ... tinha que fazer isso né...Você sempre viveu a “lei do mais forte”.- Eu estava tremendo de medo.

Ele suspirou e continuou a falar:

— Eu tive duas mulheres depois ,elas eram proibidas de me tocar, eu fazia questão a cada segundo de lembrá-las que eu tinha sangue nobre e eu elas eram meras plebeias...Eu as humilhava , eu queria que alguém passasse pela mesmas ... Coisas que eu era submetido e o poder sempre me excitou bastante. Mas houve uma em especial, uma garota muito louca ... ela era obcecada... Seguia-me, me idolatrava era... Patético... Sua situação era doentia e ela aceitou que eu a machucasse sempre... Eu fazia o possível para que ela desistisse daquela insanidade de “gostar de mim...” era ridículo eu realmente a odiava... Eu a machuquei... diversas vezes no intuito de que ela simplesmente fosse embora mas ela não foi... Uma noite depois dos meus treinos , e me procurou completamente ensandecida ,ela exigiu que eu a deixasse ... me tocar! Eu estava tão louco de raiva e frustração que a matei , foi rápido diferente da primeira... Que eu saboreie cada segundo da sua morte dolorosa e lentamente... Mas foi prazeroso da mesma forma...

—bem... A ultima garota que eu tive poupou-me o trabalho e se matou na minha frente, você já viu alguém atirar na própria cabeça ... Espero que não é... Sujo... Então você entendeu que é o vilão da história?

Eu parei alguns segundos tentando digerir as informações , aquilo era muita coisa, e exatamente , eu não saberia como agir ,mas desde sempre eu soube que o vegeta era um assassino, mas ouvi seus relatos era demais. Então eu disse:

— Eu entendo a sua historia e entendo que você queria ser o vilão, mas porque... Eu não tinha coragem de completar a frase, meus olhos estavam queimando, pois eu tentava segurar as lágrimas..

— Por quê? Ele indagou...

Eu respirei resignada...

Ele se levantou e eu peguei sua mão não levantei o olhar.... Mas pela primeira vez ele não afastou meu toque, subi minha mão pelo seu braço e acompanhei cada fina linha que representava uma cicatriz, imaginando cada situação em que ele tinha ganhado aquelas marcas, tudo o que ele havia passado, mas algo dentro de mim queria confortá-lo mostrar outra realidade.... Constatei o arrepio na pele dele , sorri porque eu provocava aquela sensação nele, olhei para o seu rosto , e ele estava de olhos fechados como se absolvesse meu toque. Então, eu compreende o porquê toda vez que eu o tocou ele recua.... Ele de alguma forma não se sente mal quando o toco e isso eram novos para ele.

—Você não se sente da mesma maneira que você se sentia quando eu o toco, não é. Por quê? Perguntei.

—Eu simplesmente não sei . — Ele falou a voz estava mais grave que o normal. Eu Passeava a mão pelo seu peito desenhando seus perfeitos músculos e ele então me disse:

— Qual é o seu problema mulher? Porque você é tão obstinada... E eu não consigo recusar seu toque....porque? — Ele disse e parecia que ele sentia uma dor profunda.

— Não é obstinação, é... Necessidade... Eu preciso de você! . — eu admiti.

Levantei meu rosto eu estava mordendo o lábio ...

Notas finais
Créditos finais: Viu Nara a Katherine deu as caras na Fic.. Brincadeirinha. Acima nas notas inicias eu deixei o Link das Fics de Nara e Liluni Cham. Pra quem tava reclamando que a Bulma só mordia o lábio feito a Bella swan, ela até deu uma Reboladinha , mas no próximo eu garanto que ela vai dar mais , se é que vocês me entendem... Reclamem, me xinguem (Não xinga eu to brincando), me deixem suas opiniões, mas não saia daqui sem deixa um review. Beijinhos e até o próximo capitulo... Próximo capitulo : Surge um amor. Maya Briefs