Muito Bem Acompanhada!
12 Com quem eu vou?
Notas iniciais
Liguei para Stefane e finalmente conseguir falar com ela, marcamos de irmos ao Shopping, mas foi impossível devido à quantidade de repórteres na porta de minha casa, a vontade que eu tenho é de matar o Yamcha, mas nem me atender ele quer... Ele esta me evitando eu sei, então ela veio para cá e ficamos conversando horas enquanto ela tentava entender tudo o que havia acontecido.
— Deixa-me entender. Vocês se “esfregou” com o Vegeta no quarto Dele, depois o Yamcha te pegou no flagrante, você quase morreu depois se recuperou milagrosamente devido a um “feijão”, mas brigou com o Yamcha por causa de uma reportagenzinha e está morrendo por que Vegeta não dá as caras as uns dois dias? Huuum, interessante... — Ela falava enquanto coçava falsamente o queixo.
— Ai Stefane só você para vê por essa ótica as coisas... E eu não estou chateada com o Yamcha por causa só dessas reportagens e a Suzane não conta? E que papo mais estranho esse dela? E eu não sei exatamente o que o louco do Vegeta está fazendo ele simplesmente sumiu depois...
— Depois de quê? Não aconteceu nada entre você e o Vegeta... Só vocês que fizeram um estranho ritual de “acasalamento”... — Stefane ri alto.
— Vai palhaça, ri de mim. O pior é que eu contei a maior vantagem para a Suzane, e vou ter que ir à droga desse bendito casamento... E sozinha. — Suspirei enquanto me passava mais bloqueador solar...
— E você disse pra ela que iria acompanhada?— Stefane mostrou-se preocupada
— Pior que disse... Ai Stefane eu vou passar a maior vergonha lá que saco! E todos vão esperar eu aparece com um bofe escândalo, na verdade eu preciso aparecer com um bofe escândalo para poder esfregar na cara do Yamcha! Ai que ódio! — Levantei-me da espreguiçadeira e fiquei na beira da minha piscina, encarei a água como se buscasse uma resposta...
— Sabe o que eu acho engraçada em tudo isso Bulma? É o fato que você não está histérica por que o Yamcha declarou que vocês romperam por definitivo?!
— Como assim? Você queria que eu ficasse como exatamente? Descabelasse-me. — Evitei olhar para ela.
— Sim. Por que é isso que você sempre faz! Bulma, você sempre se desesperar, tentar de alguma forma falar com o Yamcha... Tentar reaver seu namorado. Mas você quer esfregar outro macho na cara dele? Vai resolver o quê?
— Só estou deixando as coisas acontecerem como você sempre me diz... — Falei como se não ligasse para o que ela diz...
— Não é só isso! Eu creio que você está atraída pelo Vegeta! Muito atraída e só está usando esta revista, a Susan e a distância com o Yamcha como desculpa para sanar uma possível culpa. — Ela falou com o seu melhor tom de profissional.
Não falei nada somente suspirei e joguei na espreguiçadeira mais próxima a ela!
— Bulma, eu sei que tenho até falado sobre você “ficar” com Vegeta, mas eu te aconselharia a ir com mais calma, depois dessa reação dele, na verdade você deveria ouvir o conselho dele, amiga esse cara deve ter passado muita coisa na vida, pense nos traumas e frustrações que ele deve ter, nem sei o que poderia acontecer... Ele é totalmente instável amiga! E não o vejo ele com apego a ninguém... Isso é perigoso.
— Eu sei disso Stefane, não se preocupa! Você tem medo de que eu me apaixonei e ele me deixou? — Falei em tom de ironia.
— Mais ou menos isso, Bulma! Eu vou te lembrar de que você me disse que ele não é terráqueo! Que ele é um “assassino”, oh! O cara pode ser gostoso, mas é perigoso, tá? Pelo que você me contou, ele perdeu muita coisa, sofreu muita coisa e na verdade você não sabe a real história do nosso príncipe, os traumas e abusos que ele deve ter sofrido, ai Bulma já vi muita gente louca por causa de uma infância traumatizada... Ai ele mesmo admitiu que seja “fudidamente” destruído, ai meu Kame é muita terapia pra uma pessoa só!
— Ai meu Amor eu “sorrio” na cara do Perigo!— Cruzei os braços olhei para ela e ri Teatralmente
— Vai brincando Bulma... E quanto ao seu acompanhante no casamento? — Stefane tentou mudar de assunto, pois o clima ficou tenso.
— Sei lá! Não tenho a mínima ideia de quem convidar. A essa altura do campeonato todos os caras que conheço já estão acompanhados e eu não vou aparecer com aqueles caras novinhos... Credo!
— Melhor pensar rápido ou todos os caras bacanas já estarão fisgados! Ela ri dando uma piscadinha para mim.
E assim passamos a tarde junta na beira da piscina comendo besteira, falando besteira, ou seja, nos divertindo e eu pude esquecer um pouco a merda da minha vida!
***
—* Vegeta*-
Preciso descansar um pouco, na verdade preciso me alimentar, dois dias somente treinando sinto-me totalmente desgastado, pelo menos pude sentir meu desenvolvimento ao longo desses dias. Fui direto para cozinha, quase já não tinha forças, aparentemente todos já estavam dormindo menos a cientista maluca podia sentir a agitação no ki dela. Alimentei-me, entretanto não conseguia ficar quieto, comi tudo que pude, parece que minha mente já estava sendo tomada pela presença dessa maluca mulher e eu precisava ver ela! Tentei de todas as formas afastar os pensamentos e sensações, entretanto eles continuavam ali.
Então subi ao quarto, tomei um longo banho, reunindo forças para não achar a presença dela, mas não teve como, deitei-me, levantei-me fui à sacada do meu quarto e não conseguia encontrar paz, se ao menos eu conseguisse dormir... Pois dormir é uma tarefa impossível principalmente, com tanta ansiedade passando pelo meu corpo, mas não teve como, ainda não a vi depois do “incidente” no meu quarto e não sei como ela está, mas pelo ki está bem, é claro que não ligo para isso, não ligo para ela, se ela tivesse morrido não faria diferença alguma, eu continuaria a viver normalmente, porém eu fiz um “trato" com o pai dela de manter a segurança da família dele e sou um homem de palavra, sou um guerreiro de honra e também só quero que ela reforme minha armadura é claro se ela conseguir!
É melhor que ela reforme minha armadura. Afff, eu vou ver onde ela está! Seguir o ki dela, e cheguei ao meu destino, ela estava “malhando” nos equipamentos arcaicos da sua residência. Pelo jeito ela estava pegando bem pesado para uma humana. Parei e encostei-me no portal de entrada e a observei enquanto ela treinava intensamente, e estava divina, seu aroma me invadiu sem permissão, fechei os olhos me concentrei, e voltei a observá-la, tenho que aprender a me controlar perto dela, de nada adianta ficar nervoso. Argh! Que saco! Olhei atentamente e pelo ritmo já deveria estar ali há algumas horas.
— Depois você reclama de mim... Treinando feito uma maluca.
È claro que ela se assustou caindo de bunda no chão.
— Aiiiiiiii! Ela gritou e me olhou assustada e disse: — Muito obrigado pelo susto! Majestade. Aiii
— Disponha! Disse com muita cerimônia segurando o riso pela situação que ela estava. Que droga essa mulherzinha provoca sensações estranhas em mim.
— Quando você chegou? Ela me fuzilou com os olhos, desviei o olhar e respondi:
— Não importa. Procurei me manter no mesmo lugar. Distância era o que eu precisava e não manter contato visual seria muito bom no nosso caso...
— Ah! E o que você quer?
Ela falou enquanto se levantava ela ainda estava ofegante e muito suada, o que dificultava minha concentração. Pois minha mente imaginava outras situações em que ela ficaria da mesma forma. E eu já estava ficando excitado.
— Ei terra para Vegeta! Tem alguém ai? — Ela estalava os dedos e falava. Aparentemente tão nervosa quanto eu.
Afastei os pensamentos e respondi:
—Preciso que você reforme minha armadura... Não era isso que você queria? Tentei soar autoritário.
— Como? Ela perguntou incrédula.
— Você está surda? Eu não vou repetir.
—Eu estou sem tempo agora, tenho um casamento para ir em menos de um mês e este mesmo vai durar uns cinco dias, então não tem como eu fazer isso para você. — Ela falou também querendo tomar distância e virando as costas para mim, ela também esta tentando evitar contato visual.
Um silêncio constrangedor ficou por uns dois minutos eu não conseguia sair dali e ela parecia que estava enrolando, para também não sair da sala. Foi quando ela quebrou o silêncio.
— Você estava onde? –Ela se virou e me encarou profundamente. Perdi-me por alguns segundos no oceano dos seus olhos.
— Por ai, treinando. — Desviei o olhar.
— Mas a câmera de gravidade não é o melhor lugar para você treinar? Eu fiquei preocupada, como você se alimentou? Por que não deu noticias? — Ela cruzou os braços e empinou o nariz. Ela estava atrás de uma boa briga. Mas agora eu não queria brigar com ela. Não do jeito que ela queria.
Porque ela tem que ficar preocupada?
—Eu não me alimentei e Não! A câmera de gravidade não o melhor lugar para treinar seria... Fora da terra. — Longe de você.
Dei um sorriso.
Entrei um pouco na sala e ela ficou visivelmente nervosa. Olhou para os lados e de repente me encarou seus olhos azuis me prenderam e eu me perdi na imensidão deles, mantive meu sorriso o que fez prender a respiração e morder o lábio inferior, mexendo tremendamente comigo, se ela soubesse como eu fico quando ela morde o lábio, visualizei segurando sua cabeça e mordendo de leve seu lábio, voltei a mim e sacudi a cabeça como se tentasse me livrar do pensamento.
— Huuum... Está bem. Eu já vou então boa noite. E ela saiu praticamente correndo da sala.
Somente suspirei seu aroma quando ela passou por mim. Bem que seria uma boa ideia treinar bem longe daqui por uns tempos. Eu praticamente não me reconheço mais, Sou tomado por estas estranhas sensações. E ela... Eu sei bem que ela quer se envolver, mas farei de tudo para tirar essa ideia da mente dela. Pois ela não sabe o que está desejando.
***
*-Bulma-*
Que droga! Que maluco ele passa dois dias sem dá notícias e aparece como se nada tivesse acontecido, simples assim, chega e já vai me dando ordens. E atirando sorrisos, que me deixam sem fôlego. Porque Vegeta está mexendo tanto assim comigo?
Ai porque ele tem que sorrir daquele jeito, se ele soubesse o que aquele sorriso de canto provoca em mim... Joguei-me na minha cama. Tentando buscar racionalidade, suspirei e as imagens daquele dia fatídico no quarto dele vieram á tona, senti entorpecida pelas lembranças, toquei levemente meu seio e os mamilos estavam duros, fechei os olhos. Respirei fundo e minhas mãos desceram Brevemente a meu sexo. Respirei fundo mais uma vez, preciso manter o controle ele simplesmente não pode me controlar dessa maneira!
Tomei uma ducha fria para relaxar...
...
Algumas Semanas depois...
—Ai meu Kame! Só faltam quatro dias para esse maldito casamento e eu nada de arranjar um bom acompanhante. Que saco! Como eu vou poder arrasar nesse evento! Que droga, já liguei pra metade da minha lista de conhecidos e nada! Nem o Kuririn quer me acompanhar nessa festa! Esses malucos só querem saber de treinar! Ai eu estou desesperada que droga! Se a menos o Vegeta tivesse me dado uma folga na merda da construção daqueles robôs novos e essa droga de uniforme. Por que eu fui inventar de fazer essas porcarias? Eu já teria arranjado alguém se não tivesse que fazer tudo que a majestade o Príncipe dos sayajins não me desse uma ordem a Cada cinco segundo... Até parece que ele quer boicotar meus planos!
Foram que ele está mais estressado do que nunca, Xingando e exigindo coisas absurdas! Como é que ele quer treinar feito um louco? E quebra a Maquina da gravidade e exigi que eu a conserte em menos de 30 minutos! Aquele equipamento é caríssimo e ele é um lunático bipolar! Até que ultimamente parece que ele voltou a si e simplesmente me ignora por completo!
Só me dirigi à palavra na presença do meu pai e quando eu falo com ele, me ignora. E quando ninguém está perto ele foge! Ele está ficando doido de vez! É sério! Hoje vou dá uma volta na Night, tudo parece estar mais calmo, os paparazzi se mudaram da porta da minha casa, então eu já posso sair sem ser vista! Além do mais estou precisando extravasar, toda vez que o Vegeta entra no meu laboratório, eu deveria me sentir angustiada, mas eu me arrepio toda, deve ser a carência sei lá, eu estou quase atacando ele e ele me dando uma patada. E que a Stefane não me escute disser isso!
...
Arrumei-me divinamente, sério, nem eu acreditei na produção que eu fiz sozinha em casa, make discreta que ressaltava meus lindos olhos azuis, meu cabelo eu deixei com grossos cachos amarrado todo para o lado direito, um vestido nude tomara que caia perfeitamente colado no meu corpo e um salto belíssimo completava meu visual, me olhei no espelho e vi que estava maravilhosa.
Comecei a conferir o que ia levar gloss, dinheiro, um cartão de credito, nunca se sabe Né? Chaves de casa, e meu celular, onde foi que eu deixei? Ah lá no meu laboratório...
Corri ao meu laboratório e quando cheguei lá, procurei em todos os quantos meu celular e nada...
— Está procurando isto? A voz grave de Vegeta estremeceu meu corpo
— Ai meu Kame! Você vai me matar qualquer hora dessas! — Ele estava encostado na porta laboratório, vestindo apenas uma bermuda de tactel azul marinho e uma regata preta, com o meu celular na mão segurando ele com dois dedos como se estivesse com nojo do aparelho ele examinava como uma criança que acabou de descobrir algo novo. È claro que eu avancei, para tomar meu celular e ele, simplesmente sumiu de onde ele estava.
Parei olhei em todos os cantos e nada dele . Um silêncio total.
— Estou bem aqui atrás de você. — Senti sua respiração na minha nuca.
Pronto minha única reação foi gritar histericamente ele me matou do coração mesmo!
— Seu estúpido! Por que você fez isso?— Eu gritei histérica.
— Estava entediado e foi muito divertido. — Ele respondeu enquanto me avaliava mais de perto. Eu engoli em seco, pois seu olhar foi tão intenso que me constrangeu.
— Ah está bom, vamos nos divertir. Vamos matar a Bulma do coração foi muito engraçado mais me devolve meu celular. AGORA! — Tentei pegar meu celular inutilmente.
— Para onde você vai? Você está tão... Ele falou me analisando, enquanto lambia os lábios.
— Bonita? Eu até me surpreendi com o jeito que ele me olhava, ele ultimamente me evita por completo!
—Não, Vulgar! Ele deu um sorriso de canto, mas como eu estava com raiva ignorei...
— Me dá meu celular agora Vegeta! – Ordenei.
— Você quer seu celular então venha pegar. E pronto ele sumiu de novo.
— Ai vegeta isso não é nada engraçado! Cadê meu celular? — Nada, somente um silêncio completo ele não poderia ter saído do laboratório eu não ouviu a porta se abrindo... Já sei o que vou fazer. Fui até o painel de controle, peguei o telefone e disque meu numero esperei o toque do celular e, pronto bem atrás de mim, novamente me fazendo dá um gritinho devido ao susto. Ele estava atrás de mim, e eu de costas para ele, eu o senti se aproximou e vi quando ele me cercou com os braços, pude sentir sua respiração na minha nuca e , então ele se aproximou do meu ouvido e disse:
—Vire-se e peguei seu celular. — A voz grave me fez estremecer.
Mal conseguia me mexer, por que ele está me torturando dessa maneira? Isso não é legal, então ele me virou estava a poucos centímetros um do outro, nossos narizes se tocavam, eu podia sentir seu hálito quente e refrescante ao mesmo tempo e seus olhos ébanos me cercavam. Eu somente perguntei:
— Cadê meu celular? Minha voz saiu rouca quase não reconheci, tá que eu poderia perguntar outra coisa, mas minha mente e meu corpo não me respondiam, pigarreei para disfarça a rouquidão da voz. Ele me olhava nos olhos intensamente tentei decifrá-los, mas foi inútil eles estavam inelegíveis. Então ele somente olhou para baixo eu acompanhei seu olhar então entendi, ele tinha colocado o celular no cós da sua bermuda e pelo volume da mesma acho que não era só o celular que estava lá. Olhei para ele e sorri se era um joguinho que ele queria fazer, então que comece os jogos!
Se ele quer brincar então eu vou pegar pesado também, desci lentamente enquanto que com as mãos usava o corpo dele como apoio , senti quando ele ficou tenso pelo toque mas ele também não recuou, parei minhas mão abaixo da cintura dele aproximei o quadril dele que já estava na altura do meu rosto então puxei o celular com a boca, lentamente me levantei tirei o celular da boca me aproximei do seu ouvido e lancei o mais sexy possível:
— Obrigado, mas eu tenho que ir tenho uma festa, enquanto você fica aqui se divertindo com sua sala de gravidade, com licença. È claro que finalizei com uma mordida de leve no lóbulo da sua orelha. Ele segurou meu braço me olhando profundamente, senti quando com o outro braço ele me trouxe para mais próximo dele, ficamos assim por alguns segundos e ele disse:- Não brinque comigo mulher, você vai se arrepender...
— Como assim? Foi você que entrou aqui roubou meu celular e me desafiou! Quem você pensa que é? Tentei me livrar, mas foi inútil.
— Só estava testando você e vendo o quanto você é vulgar. — ele praticamente cuspiu a última palavra, fazendo uma cara de nojo.
— Como você é um idiota! Mas bem que você gostou, falei isso e tentei pegar no Pênis dele que estava endurecido. Mas ele não deixou e ficou visivelmente alterado me jogou na parede e colocou o dedo na minha cara.
— Nunca me toque?! Nunca me toque ouviu bem. Se você não quiser perder sua mão ele apertou minha mão e realmente doeu, mas eu não me dei por vencida, não dei um pio , não reclamei aguentei a dor e encarei ele sem medo.
— Eu não tenho medo de você! Se você não quer ser tocado não se aproxime de mim, pois quando eu quero algo gosto de tocar e tocar muito! E você me deixou tocá-lo quando tentei pegar o celular. Falei chegando mais próximo a ele que estava com uma cara de quem não estava acreditando que estava sendo confrontado. Nossos olhos se encontraram e nos perdemos um no outro, me aproximei dele, nossos corpos se tocaram e eu podia senti seu coração batendo loucamente, sua excitação, estávamos quase nos beijando, milímetros nos separavam nossas respirações estavam fortes...
Foi nesse momento que a porta do laboratório se abriu e minha mãe apareceu.
— Bulma minha filha você... Eu estou atrapalhando alguma coisa...
— Não mamãe, eu já estou de saída, puxei meu braço do aperto dele e me soltei dele que estava imóvel, depois disso ele baixou a cabeça, então fui embora sem a olhar para trás, mas quando cheguei à porta dei uma última olhada e lá estava ele de costa com as mãos apoiadas no painel de controle e com a cabeça baixa e eu sem entender mais nada fui embora dali, antes que eu fizesse alguma merda!
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