Mugiwara Academy

37 Capitulo 37 - Um louco na escola? O rei da beleza!


Notas iniciais
Olá outra vez! Depois de pensar um bocado decidi trazer uma maratona de capitulos para vocês. Talvez sejam uns 6. Espero que se aguentem, vemos-nos no final!!!

Terça-feira chega a correr. Como era habitual Cátia saiu primeiro para as aulas enquanto Ana permaneceu mais um pouco a dormir. No entanto nesse dia o tempo que ficara fora menor pois estava ansiosa para saber se Sanji descobrira alguma coisa. Sentia-se um pouco culpada por ter de usar o seu charme no seu sensei mas os fins justificavam os meios.

Animada pelo novo dia a pequena levanta-se, arruma-se e sai em direção à cantina.

Enquanto isso a aluna de história assistia concentrada às aulas de Nico Robin. Não ligava aos olhares curiosos e até maldosos que lhe lançavam. A tatuagem era sua e os outros nada tinham a ver com isso.

Dá o intervalo. Finalmente descanso. Cátia já via Ponegliphs a voarem à volta da sua cabeça. A professora estava bastante rigorosa.

Os seus pensamentos são interrompidos por uma voz familiar.

– Chopper-sensei?

A rena de nariz azul corria na sua direção com a bata a ondular.

– Cátia ainda bem que te encontrei!

– Aconteceu alguma coisa?

– Está um maluco à porta da escola!

– Um maluco?

– Sim e está a chamar pela Ana.

Cátia solta um suspiro. Parecia que já estava a adivinhar quem poderia ser. Só esperava que a amiga ainda não soubesse.

Seguindo as indicações do médico a rapariga vai até ao exterior. Assim que chegou não sabia se ria ou se chorava.

“Se o ridículo matasse…”

Uma das pessoas que haviam conhecido nos dois meses que estiveram no intercâmbio, e que por acaso decidira perseguir Ana, encontrava-se no portão da academia a tentar forçar a entrada. As raparigas que passavam desmaiavam ou ficavam sem forçar a suspirar. Até alguns rapazes eram afetados por aquelas feromonas. Não era por nada que ele era o modelo mais cobiçado da Grand Line.

Antes que a aluna de história pudesse fazer alguma coisa, Ana aparece ao seu lado visivelmente furiosa.

Podia ver-se a má disposição no olhar da pequena:

– O que é que fazes aqui Cavendish?

Sim, aquele homem no portão era o famoso Cavendish. Conhecido pela sua beleza sem par, foi até eleito o homem mais lindo da Grand Line. Infelizmente com a visualização dada à competição de academias, especialmente a Mugiwara, ele andava um pouco afastado dos holofotes.

– Minha diva! Continuas magnifica como sempre, não tão magnífica quanto eu mas estás perfeita.

– Eu já não te mandei parares de me seguir para todo o lado?

– A tua crueldade é como esta rosa, brilhante e perfumada. Quase como eu.

Cátia tentava controlar o riso face à expressão de Ana. Até brilhos havia à volta de Cavendish, o típico homem que a aluna de culinária mais detestava e lhe metia confusão.

Para aquele momento ficar perfeito só faltava aparecer lá Sanji.

E o pior é que nada convencia o homem a ir-se embora.

Dá o toque para a segunda aula da manhã. Com um sorriso disfarçado com um pedido de desculpas Cátia retira-se deixando a sua kouhai sozinha a tentar despachar Cavendish.

Como se o telemóvel do homem adivinhasse os pensamentos das pessoas à sua volta começa a tocar. Parece que afinal o desejo de Ana seria realizado.

– Minha diva tenho de ir. A Grand Line precisa da minha grandiosidade. Mas eu voltarei para te ver.

E dito isto, da mesma maneira que apareceu vindo do nada, Cavendish vai-se embora deixando para trás um pouco dos seus brilhos.

Não haviam passado nem poucos minutos da partida dele quando Sanji vai até lá.

– O que estás a fazer aqui Ana-chwan? Andei à tua procura.

– Sensei! Nada de importante. Vamos?

“Esta foi por pouco. Mais uns minutos e nem sei o que aconteceria.”