Mugiwara Academy
3 Capitulo 3 - Conflito interno! Sanji e Zoro sempre os mesmos!
Notas iniciais

Saíram ambas da secretaria com alguns papéis na mão. Precisavam entregá-los aos responsáveis das actividades que iam fazer. Decidiram passar primeiro pela enfermaria.
Cátia bate à porta. Segundos depois o médico da escola, Tony Tony Chopper, aparece. Encontrava-se em forma híbrido, pequeno e fofo.
– Chopper-sensei? – Questiona Cátia olhando a rena de nariz azul.
– Sim, sou eu.
– O meu nome é Cátia. Venho entregar os papéis da ajuda voluntária.
Chopper faz um ar interrogativo.
– É para ajudar aqui na enfermaria.
– Ah! – O médico aceita os papéis.
– Bom, eu venho às quartas. Será um prazer trabalhar consigo.
Um pequeno rubor aparece nas bochechas de Chopper.
– Idiota! Não digas isso. Não penses que fico feliz sua maldita!
Ana e Cátia afastam-se acenando.
– Ele ficou contente não ficou? – Ana olhava para trás vendo-o a acenar de volta enquanto se abanava.
– Suponho que sim…
Seguiram caminho pelo edifício da escola. Apesar de grande até era bem fácil de decorar.
Era quase hora de jantar por isso os alunos começavam a descer dos dormitórios para as salas de convívio. Como tal os corredores perto das salas de aula estavam desertos.
Chegam à sala dos professores. O barulho da discussão que se passava lá dentro ouvia-se do lado de fora.
Elas abrem a porta e uma cadeira voa por cima das suas cabeças aterrando ruidosamente no corredor.
Dentro da sala Sanji e Zoro estavam praticamente pegados. A troca de golpes era furiosa e recíproca.
– O que é que disseste seu marimo maldito?!
– Não ouves bem cozinheiro pervertido?!
Os professores à volta deles divergiam em reacções. Brook e Robin riam discretamente, Nami gritava com eles, Usopp tentava acalmá-los e Franky estava tão distraído no seu projecto que ignorava tudo ao seu redor.
Robin foi a primeira a dar-se conta da presença das estudantes:
– Oh, Cátia-san. Precisam de alguma coisa?
A sala congela. Os dois problemáticos travam a meio de um golpe desviando o olhar para a porta.
– Sanji-sensei, eu vinha trazer os papéis que me pediu para aquilo de o ajudar na cantina. – A voz inocente de Ana contrariava totalmente o olhar sádico que mirava naqueles dois.
– Ana-chwan!!! – Sanji “teletransporta-se” para o lado da rapariga. – Vamos esforçar-nos juntos!
Ana retribui com um sorriso deslumbrante ao qual os corações nos olhos de Sanji respondem batendo descompassadamente.
Cátia ignorava a situação conversando pacificamente com Robin. Nesse meio tempo Zoro já se havia sentado na sua secretária enquanto bebia um café.
O cozinheiro e a sua aluna conversavam animadamente com Ana quase a ceder aos encantos de Sanji.
– Assédio sexual a uma aluna… Este Sanji-kun… – Sussurra Usopp suspirando.
Enquanto isso Cátia terminara de acertar os pormenores das suas aulas extra com Robin e, vendo que a colega não pretendia sair dali tão cedo, preparava-se para ir andando sozinha quando é interceptada por Roronoa Zoro que se mete à sua frente. Tinha de admitir que aquele homem quando queria sabia ser bem assustador.
Ana olha pelo canto do olho. Um sorriso malandro desenha-se nos seus lábios. Aqueles novos pensamentos ajudaram-na a acalmar-se e recompor-se enquanto um monte de ideias lhe subiam à cabeça.
A troca de olhares entre o professor de educação física e a aluna de história já havia ultrapassado a marca do normal. A tensão era quase palpável e para quem estava de fora dava a impressão de uma aura se ter formado à volta deles.
– Zoro-san. – Chama Brook tentando cortar o clima.
É Nami que consegue acabar com aquilo ao dar um murro na cabeça de Zoro.
– O que é que pensas que estás a fazer a encarar uma aluna!? E vocês! Já está na hora de irem para a cantina.
– Sim! Desculpe Nami-sensei. – Responde Ana puxando Cátia, ainda paralisada, consigo.
Já na cantina as duas comiam calmamente.
– Senpai, o que é que foi aquilo? – Pergunta Ana bebendo um gole do seu Ice Tea.
– O quê?
– Aquilo com o Zoro-sensei.
– Ah. – Uma gota de suor escorre pela cara da rapariga. – Não faço ideia. Ele meteu-se à minha frente e começou a olhar para mim. Juro, não conseguia desviar o olhar, era como se ele me engolisse.
– Uh! Engolir? – Um olhar divertido nasce em Ana. – Um não te chega? O Roronoa Zoro também?
– Fala o roto do nu. Quem é que se estava a esfregar ao Sanji ainda à pouco?
– Não sei do que estás a falar. – Ana sorri nada convincente.
– Come e cala-te, ainda te engasgas.
Ambas riem-se.
No fundo, Cátia e Ana ainda estavam preocupadas. Uma com o seu auto-controlo e outra com a sua alma que quase fora roubada.
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