ಌ Depois que eu dei uma volta e meia no quarterão da minha casa, sabe quem eu achei na praça?

É, acertou. Achei a Jhullya, e a Gracy, sua irmãn.

Buzinei algumas vezes, e logo ela olhou para trás pois estava sentada em uma mesinha com quatro banquinhos feito de concreto. Gracy estava no balanço. Ela tem 7 anos. Logo abaixei o vidro do carro, e disse alto, para que ela pudesse ouvir:

– Jhullya, quer carona para casa?

– Oi amiga, que alegria te ver por aqui. — Terminou ela, logo se levantando e pegando sua carteira, preta e dourada brilhante. — Vamos Gracy, depois compro o sorvete de morango, que eu prometi.

– 3 bolas!

– Porque?

– Atraso.

– Ok,ok...

Era magnifico a briga das duas, mais elas não brigavam muito. Isso eu podia confirmar as vezes eu não saia da casa da Jhullya, por causa dos garotos que ficavam atrás da sua casa, batendo uma bolinha. Eu sempre quiz jogar com eles. Mais sabe o racismo femino, de que "Menina Não Podem Jogar Futebol."

Mais continuando... eu acho que já devia estár em casa. Então eu disse as meninas que continuavam brigando:

– Ei, eu preciso ir embora. Sabe "Mudanças". Entrem logo. — Disse eu, quando me deparei com o relógio, marcando 16:00.

– Nem me lembra dessa mudança, Baby. Por mim sabe que eu te amarrava, e te colocaria no armario, ou até dentro da casa de bonecas da Gracy, só que não cabe...

– Olha eu não brinco de bonecas. Pelo menos não sou eu que vejo, Game Of Thrones.

– Você vê "Game Of Thrones"? E não me falou? Traíra. — Retruquei.

– Fica queta Gracy, é que lançou a 5ª Temporada, não pude me conter. E você que voltou a ver "Once Upon A Time"? Quem ganha? — Disse ela, fazendo uma cara de ignorante.

– Aff... deixa. Vamos logo. — Disse eu, olhando novamente para o relógio, 16:02.

Eu só sei que papai, vai me matar. Só porque eu demorei tanto tempo. Acelerei, a ponto de Gracy, Hinna, e Jhullya, colocarem o cinto de segurança. Mais Hinna não coloca o cinto. Porque é uma cachorra. "Dãã"

– Se segura, que nós vamos rápido. — Disse eu, acelerando. — Até demais. — Sussurrei rápido.

Acelerei, e fiz o retorno, passando pela padaria, e pela farmácia. E logo chegamos em casa. Destravei as portas. Fechei o vidro do motorista. Desliguei o carro. E todos sairam do carro. Peguei Hinna no colo, e a coloquei em sua casinha, entrei em casa em uma pressa danada. E disse logo:

– Pai me desculpa, não queria me atrasar.

– Tá filha, vai logo se arrumar, vou colocar as malas no carro.

– Ok,ok... não demoro.

Eu andei rápido em direção as escadas e subi em uma velocidade máxima. Quase cai 2 vezes. E fui para o meu quarto, abri a mala, "Mala errada" havia aberto a "Mala dos sapatos". Abri a outra mala, e era a certa. Peguei uma jardineira, meia, calcinha, sutiãn, tênis, blusa de manguinhas.

E vooei para o banheiro para tomar meu banho, as pressas, imagina? Havia esquecido a toalha, e o meu celular não parava de tocar, quem poderia me ligar em uma hora de desesperos daquelas? Ish, e se fosse o Gui? Ah, problema dele. E se for a Jhullya, ou a Gracy? Ah, problema também.

Sai do banheiro, sem toalha, e esqueci de olhar se havia alguem no corredor... descuido. Corri para o meu quarto, e peguei minha toalha. Enrrolei no cabelo, e peguei meu roupão. E vesti. Logo em seguida vesti meu sutiãn, calcinha. Depois minha blusa de manguinhas, e minha jardineira, sentei na cama, coloquei a meia, e calcei o tênis. E peguei minhas malas que meu pai não havia pegado, e na hora que eu ia levantar com as malas, meu pai bate na porta e diz:

– Tá pronta filha?

– Tô pai. Me ajuda é muita coisa para levar. — Disse eu, deixando descuidadosamente a mala de Make's Up, cair no meu pé, de preferencia no meu dedinho. — Aii! — Berrei.

– Sem frescura, vamos logo, está tudo no carro, o caminhão dos movéis, vai seguir o nosso carro, e vai ajudar a colocar os movéis na casa nova. — Disse ele, com as mãos lotadas até a cabeça, nem o rosto do meu pai eu via, as malas estavam uma em cima da outra. Tipo uma piramide.

– Ok,ok... — Disse eu, passando tentando não encostar nele, desci as escadas rápido, e fui para o carro. Hinna já estava lá. — Ai, que menina esperta. — Continuei, fazendo carinho, a baixo de seu pescoço.

Meu pai colocou as malas no chão, e veio até o carro para abrir a mala. Abriu e pegou as malas novamente e colocou na mala. A mala já estava lotada, e o caminhão lotado com os moveis, também. Então eu disse:

– Pai, deixa 2 malas aqui comigo. A mala de maquiagem, e uma de sapatos... Pode ser?

– Tá,tá.

Ele pegou as malas que eu havia dito, e colocou no meu colo, nisso Hinna já estava do meu lado.

Meu pai voltou, e fechou a mala, com a chave, retirou a chave após gira-la. E abriu a porta do motorista entrando e sentando. Minha mãe também fez o mesmo pois não estava no carro estava regando pela ultima vez suas plantinhas.

Meu pai, ligou o carro, virando a chave, pois a mão no volante, e acelerou, buzinando duas vezes, para o caminhão seguir ele.

Uma vida nova... ☃ Está a caminho... Uma nova casa... ❆

Um novo destino... ✎ Está para ser escrito, na minha vida. ზ

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.