Mudanças Para Continuar

27 Chapter Twenty Seven


Notas iniciais
Olá, queridos leitores! :D ^^ Perdão pela demora e pelo capítulo... :/ Já disse que minha internet é horrível? Bom, estou dizendo agora. Espero que gostem ♥ Obrigada por lerem ♥

P.O.V. Noah:

Eu acompanhei Cindy até a casa dela. Bem, eu fiz isso por que.... Porque eu sou um cavalheiro. Um cavalheiro lindo, inteligente e com estilo (super modesto também).

— Tchau, Noah — ela acena e entra em casa.

Vou caminhando em direção à minha casa que, para minha alegria, só fica em outro bairro bem longe da de Cindy. Coincidência? Talvez. Ainda acredito que meu pai tenha feito de propósito. Deve ter pesquisado sei lá aonde se os Antariksa ainda moravam na mesma casa e comprado uma bem longe deles para me separar de Cindy. Wow, isso soou meio estranho. Como se tivéssemos algo. Claro, nós temos; somos grandes amigos. Nada mais que isso.

Voltando ao assunto: Eu tenho um pai maravilhoso, não é? Não estou reclamando, nunca me faltou nada. Só que ele deveria parar de implicar com coisas simples. Ele tem esse jeito meio... Meio autoridade. Mas é um bom pai, eu acredito.

‘’Por que eu não vou de carro ou de táxi para casa se meu pai é rico?’’ Porque, a princípio, ele não sabe que saí de casa (espero que não saiba também que ainda não voltei). E eu não saí de casa de carro – nem tenho carro, em primeiro lugar –, fui andando mesmo, afinal, eu tenho pernas para quê?! Para usar. Mais uma observação: Meu pai é rico, não eu. Ele ainda está um pouco bravo por eu não estar fazendo a faculdade de administração, mas não ligo mais para isso. Vou fazer o que meu coração mandar.

Depois de caminhar bastante, desisto. Não me lembro como caminhei até aqui pela manhã sem cansar (por pura força de vontade, provavelmente). Pelo meu celular, já são 18:15. Vou ligar para um táxi mesmo, meu pai não precisa saber que eu saí — mesmo que, de um jeito ou de outro, vai acabar descobrindo -, pelo menos não agora.

Procuro nos contatos por ‘’Táxi’’ – isso que é usar o cérebro. Adivinhe quem mandou – lê-se: pegou meu celular e salvou o contanto por si próprio sem pedir minha opinião – salvar esse número? Se você pensou no Sr. Crawford, parabéns. Você ganhou um lindo nada!

Chamo o táxi pela ligação e aguardo. Começo a observar a minha volta. À noite, Paris é diferente; pode não parecer o que você vê na TV em propagandas de perfumes. Essa rua, iluminada somente por postes de luz e algumas lojas, jamais seria denominada como parte da cidade do amor e da luz. Está mais para parte da cidade das assombrações.

Deixo de lado a aparência da rua e verifico novamente a hora me meu celular. 18:25 e nada do táxi.

O.k, ele não precisava ser super rápido, mas nunca demora tanto assim., penso. O único jeito de voltar para casa sem morrer no meio do caminho, é de táxi. Vou ter que esperar.

Coloco a mão no bolço de trás da calça para ver se meu fone está comigo. Infelizmente, parece que não. Começo a mexer aleatoriamente no celular para passar o tempo. Ele indica que são 18:28.

Como o tempo passou., penso com ironia. Que tédio.

Avisto uma caminhonete cinza com som um pouco alto vagando pela rua. Algumas pessoas estão em cima da carroceria. Ela – a caminhonete – vai em direção ao acostamento e estaciona de uma forma meio brusca. Volto meus olhos para meu celular e continuo a mexer aleatoriamente nele.

Levo um pequeno susto quando um homem/garoto diz:

Grande amigo Noah!

Não! Não pode ser ele...!, penso.

Olho para a pessoa e, para minha tristeza, é Alex. Meu grande amigo. Deduzo que a caminhonete seja dele.

— O que faz aqui? — pergunta.

— Estou esperando um táxi para ir pra casa.

— Ir para casa? Mas é muito cedo para ir para casa, Noah! Venha comigo e meus amigos para uma festa! Vai ser demais! — ele sugere, animadamente.

Uau. Alex, a pessoa que considerei um inimigo/idiota, está me convidando para uma festa. Ou ele bateu com a cabeça, ou bebeu antes mesmo de ir na tal festa.

— Eu preciso ir para casa mesmo, Alex. Por isso estou esperando o táxi.

— Sua casa fica longe daqui?

— Bastante — ele deve ter pensando que sou um mauricinho que tem preguiça/nojo de caminhar por aí. Tomara que não.

— Não seja por isso! Vamos, te dou uma carona. É só me mostrar o caminho — ele sorri. Acho que esse cara é bem bipolar.

— Eu vou esperar o táxi, Alex, mas obrigado — digo normalmente.

— Ah, vamos! Não me faça essa desfeita, Noah! O que custa me deixar ser legal com você? E além do mais, esse táxi provavelmente vai demorar muito para chegar. Quanto tempo você vai ficar plantado aí esperando?! — é bem a cara dele insistir. Mas, realmente, está me surpreendendo. Abro a boca para falar, mas ele me puxa pelo braço em direção ao carro, sem aceitar desculpa alguma.

Realmente, bem a cara dele., penso. Eu poderia considerar isso um sequestro, mas não sou fraco assim.

Notas finais
Finalmente um POV do Noah! Arrasa, meu amor ♥ (Por favor, não leve esse comentário a sério kkk) Obrigada por acompanharem/favoritarem. Vocês são demais! *u* :') Muios beijos e até o próximo! ♥ :* :* :* :3 :D ^^ *u*