Mudanças Para Continuar

33 Chapter Thirty Three


Notas iniciais
Olá, queridos leitores! :D ^^ Hoje MPC completa um ano! :'3 É, pois é. Um ano e ainda não terminamos isso. Eu enrolo pra caramba, estou ciente, mas faço isso porque acho necessário (e por conta de algumas problemas, às vezes), desculpem-me. Enfim, agradeço por estarem sempre por aqui e darem amor à fic. ♥ c': Espero que gostem. ♥ Obrigada, de novo, por lerem. ♥

Viro-me para Cindy e percebo que ela encara o homem, sem nenhuma expressão em seu rosto ou vontade de respondê-lo. Parece que se conhecem, então.

— A maioria das pessoas me chamam de Sr. Crawford — o homem desvia seu olhar de Cindy e o foca em mim.

— Sou Alex Pierre, Sr. Crawford — me aproximo e aperto sua mão, olhando-o da mesma maneira que me observa: fixamente.

— Olhar focado... Eu gosto disso — ele sorri.

— É interessante prestar atenção nas pessoas.

— Para poder matá-las... — Cindy murmura baixo, mas mesmo assim é possível escutá-la.

— Você tem futuro, Alex — ele diz e volta seu olhar para Cindy novamente. — Você falhou tentando ser educada e gentil, Cindy.

— E você está errado se pensa que preciso mudar meu comportamento. Ainda mais, ao falar com o senhor — Cindy finalmente fala algo. Algo não totalmente legal para o Sr. Crwaford, que adquire uma expressão raivosa.

— Precisa se esforçar mais, Srta. Ainda mais, se quiser invadir casas sem ser pega.

— Com todo o respeito, Sr. Crawford, mas nós não invadimos casa alguma. Uma garota nos deixou entrar — falo firmemente.

— E, se nossa presença incomoda, já estávamos de saída — Cindy me puxa pelo braço como se quisesse impedir algum ato meu.

Como se eu fosse agressivo ao ponto de matar o cara.

— Alguém os deixou entrar?! E o que querem? — Sr. Crawford aumenta o tom de voz. — Aquele dia na praça, quando influenciou meu filho e acabou com meu trabalho, não foi suficiente?! Qual é seu próximo passo, Cindy? Dominar minha casa junto com Noah e as criaturas desprezíveis?!

Ele deve assistir à vários filmes de ação, aparentemente, penso.

— Ah, eu não estou incluído no próximo passo? Por que não, Cindy? Não querem ajuda ao dominar a casa? — digo e viro-me para Cindy, que me olha e sorri, determinada. Parece que estou fazendo-a se sentir melhor.

Sentir-se aquela Cindy que conheci.

— Podemos dominar essa casa juntos, Alex. O que você acha? — ela continua sorrindo de forma decidida e perigosa. Adorei essa Cindy mais ainda.

— O que estamos esperando? Vamos lá! — começamos a andar pela sala seguidos pelo olhar incrédulo do Sr. Crawford.

— Agora somos nós quem mandamos nesta casa! — nós subimos no sofá e ‘’olhamos o horizonte’’ de forma triunfante.

— SAIAM, SEUS VÂNDALOS! — Sr. Crawford vem em nossa direção e puxa Cindy pelo braço, fazendo-a descer do sofá forçadamente. Puxo o outro braço de Cindy, impedindo que ele a puxe mais. — SEGURANÇAS! SEGURANÇAS!

Têm seguranças na casa e nós entramos assim, normalmente?!

— Ei, não encoste nela! — Cindy se solta dele e segura meu braço, deixando-me puxá-la para trás de mim e ir para cima do Crawford, que vacila alguns passos para trás. — Você estava certa, Cindy. É bom observar para depois matá-los.

Quatro seguranças adentram o local e nos seguram. Deixo que me levem para fora, ao contrário de Cindy, que se debate e quase deixa estéril um dos seguranças com um chute.

— Você tinha futuro, Alex. Bom, você poderia ter, se não acompanhasse essa garota — Sr. Crawford diz, enquanto sorrio debochadamente e somos segurados pelos seguranças. — AGORA, FORA DA MINHA CASA! E NÃO OUSEM VOLTAR!

Somos jogados – literalmente – pelos seguranças para fora da casa. Vamos andando em direção à caminhonete.

— Você está sorrindo? Está se divertindo com isso, Alex?! — Cindy percebe meu sorriso e me encara, incrédula. — Acabamos de ser expulsos. A polícia poderia ter chegado aqui e nos prendido, se ele fizesse uma ligação.

Olho para ela e continuo sorrindo.

— Ah, eu esqueci. Você sabe como é isso — entramos no carro, mas não dou partida.

— Está dizendo que sou um ladrão? — meu sorriso se desfaz.

— E não é...?

— Sim. Agora me passe todo o seu dinheiro ou eu te mato com a arma que carrego no meu bolso — sorrio sarcasticamente, mas logo fico sério, encarando Cindy. Ela arregala os olhos, aparentemente pega de surpresa.

— AH, MEU DEUS, VOCÊ ANDA ARMADO?!

‘’Sim, é uma pistola calibre 45, quer ver?’’

— É ÓBVIO QUE NÃO, CINDY! — ela parece se acalmar um pouco. — O que você acha que eu sou?! Um vagabundo criminoso?

Notas finais
Como responder algo legal se é exatamente essa coisa ruim que Alex citou que Cindy pensa? Esse capítulo ficou curto? Sim. Na verdade, eu não iria separar esse do anterior como fiz, mas aconteceram alguns problemas técnicos (entre eles, um denominado ''bloqueio criativo sobre os capítulos futuros''). Muitos beijos e até o próximo! ♥ :* :* :* :3 ^^ :D *u* [Não sei se já disse isso, mas acho que sempre terminarei as notas assim.]