Notas iniciais
Capítulo novo! Dessa vez não demorei, haha. Obrigada pelos comentários, suas lindas! Fico muito feliz com isso e eles me animam! Então continuem, please *-* haha Se eu merecer, é claro >.< . Boa leitura!

Emma andava carregando uma mala em uma de suas mãos enquanto puxava a outra de carrinho. Um letreiro grande e bem velho informava "SWAN – Corporação de Engenharia", abaixo do letreiro havia um portão de lata todo enferrujado, parecia um local abandonado.

Emma adentra o local e uma senhora de cabelos grisalhos a cumprimenta. – Bom dia, Sra. Swan. Estamos com problemas de novo. – Informou. – Foi o que ouvi. O que tem pra hoje? – Respondeu Emma calmamente. – Eu tenho o seu cartão de embarque, recibos de táxi... Se livre desse chiclete! – Emma pegou a prancheta que a senhora lhe entregou e observava enquanto mascava seu chiclete. Olhou para a senhora e perguntou, logo passando o olho pela mesa. – Tem algum lenço? – Voltou a olhar os papéis enquanto a senhora pegava um lenço de papel e levava em sua direção, Emma o pegou, livrou-se do chiclete e o devolveu para que a senhora descartasse. Saiu andando lendo os papéis. – Não os perca e mantenha-os no envelope! – Disse a senhora enquanto via os longos cabelos loiros se afastarem. – Nós conseguimos as novas especificações para a barragem. – Disse um senhor quando viu Emma se aproximar. – Ótimo, Marco! Vou dar uma olhada. – Respondeu Emma sem olhar diretamente para o senhor. – Aqui está. – Marco estendeu o braço e deu a Emma um papel de grande comprimento e enrolado. Emma o pegou e observou por um minuto a sua volta. – Huh, Killian está aqui? – Perguntou se dirigindo a uma porta que havia a escrita "Emma Swan — Engenheira Profissional". – A porta dele está aberta. – A senhora respondeu.

– Bom dia, parceira! – Disse Killian entrando no local, dando um sorriso desanimado. – Como vai? – Perguntou Emma destrancando a porta de sua sala. – O mesmo de sempre, pessoas que precisam ser mortas. – Disse dando de ombros. – Oh, Emma! Vou dar uma festa esse fim de semana na minha casa. Churrasco, com uma mulherada, vai ser demais! – Levou o dedo na boca em sinal de segredo e sorriu galante. Emma entrou em sua sala, fechou a porta e ralhou – Você não tem jeito mesmo. – Killian começou a tagarelar insistindo para que Emma fosse a sua festa.

Emma sentou-se em sua cadeira, respirou fundo e puxou uma cordinha com uma esfera de metal na ponta. Telas de metal começaram a descer pelas janelas cobrindo-as, a sala começou a escurecer, quando as luzes começaram a se acender. Killian continuava falando, Emma mordeu o lábio, pegou sua caneca, virou-se e arrastou sua cadeira até outra mesa, onde um computador de três telas se abria em sua frente. Ela tomou um gole de seu café, colocou a caneca na mesa e esperou o computador se iniciar. – Emma Swan. – Disse, o identificador de voz do computador reconheceu sua voz e aceitou o login. Tomou mais um gole enquanto aguardava a iniciação. – Olá, Emma. – Disse uma voz robótica feminina. – Bom dia, Flórida. – Emma respondeu. – Tivemos muito trabalho essa semana. Temos uma prioridade e preciso de seus serviços. – Flórida começou a explicar. – O nome do alvo é Jefferson Madhatter, conhecido como "Chapeleiro", ele é uma ameaça direta para a firma. Ele irá de encontro com um helicóptero à 17Km da fronteira com o México, sob custódia da polícia. Preciso que você garanta que o alvo não troque de mãos. – Explicou Flórida, mostrando todos os dados nos monitores, desde mapas até a foto do alvo. – "Chapeleiro"? – Sussurrou Emma incrédula.

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Regina caminhava pelas ruas movimentadas, usava um trench coat branco, e por baixo uma blusa de gola alta preta, seus cabelos soltos, mas perfeitamente arrumados, sua expressão séria, e em uma de suas mãos segurava uma bolsa preta. Adentrou em um grande prédio com entrada rústica com vários detalhes de madeira, caminhou até uma porta e entrou, andou por um corredor estreito até encontrar outra porta, digitou uma senha que a destravou, entrou e ficou parada com as mãos na cintura.

O pequeno espaço tinha várias luzes verticais de coloração azul na parede, uma esteira que a movia e a girava pelo corredor e na parede paralela a de luzes, havia uma tela de monitor. Uma grande barra subiu arrastando-se pela parede de luzes para fazer uma varredura do indivíduo, no monitor o corpo de Regina apareceu, junto de seus dados, autenticando sua identidade. – Desculpe interromper, mas nós temos um problema. A concorrência quer nos derrubar. – Disse uma voz masculina e grave que ecoou pela sala. Regina virou seu rosto e encarou o monitor que havia no pequeno espaço. – Então, quero que você lide com isso pessoalmente. – Continuou a voz masculina. – Alvo? – Perguntou Regina sem hesitar. – Jefferson Madhatter. Estou transmitindo os dados. Precisamos disso rápido, limpo e discreto. – Concluiu a voz masculina. – Sim, Senhor. – Regina respondeu exibindo um sorriso satisfeito. Caminhou até a porta, que se abriu automaticamente, tirou seu casaco e o entregou a uma mulher que estava parada na entrada. Desceu os poucos degraus e cumprimentou – Bom dia, Senhoritas. – Disse às suas companheiras de trabalho. – Bom dia. – Responderam educadamente.

Uma moça aproximou-se dela carregando uma caneca e uma pasta de arquivos, entregou-os a Regina e questionou – O agente preso na operação de ontem... – Regina a interrompeu – Tire ele amanhã. – A moça acenou positivamente com a cabeça e desviou-se do trajeto de Regina. Outra moça começou a caminhar ao lado da morena – Temos G-40 e lança granadas. – Disse a moça encarando Regina. – Peça mais. – Respondeu Regina chegando a sua cadeira e ocupando seu lugar na mesa. – Certo, pode começar, Ruby. – Concluiu acomodando-se na cadeira e virando em direção a morena alta e magra, que ligou os monitores e começou a explicar. – O nome do alvo é Jefferson Madhatter, conhecido como "Chapeleiro". – Virou-se rapidamente para Regina que não conseguiu se conter ao ouvir os dados. – Jura? – Perguntou incrédula soltando um riso. – Sim. O alvo está sendo movido pela fronteira até uma partição federal, o único ponto de vulnerabilidade é ao sul da fronteira. – Explicava enquanto mostrava nos monitores todos os dados e mapeamentos necessários. – Eu quero um mapa de GPS no Canyon e a previsão meteorológica dos últimos três dias. – Pediu Regina fitando os dados nos monitores.

Notas finais
E ai? O que acharam? Mesma missão! Hahaha omg. Se tiverem alguma dúvida, sugestão, crítica, qualquer coisa... Só falar! Espero que tenham gostado, ficou meio pequeno esse capítulo, mas é porque eu quis deixá-las curiosas com a missão, muahaha, não me odeiem. That's all, folks!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.