Notas iniciais
Olá, amores. Espero que ainda me acompanhem. Decidi postar um novo capítulo, depois de muito tempo, eu sei, mas estava sem tempo, agora estou de férias e entrei no Nyah pra ver como andavam as coisas, vi que tinha bastante acompanhamentos na fic e os acessos estão até que bons para o tempo que fiquei sem postar, então me animei. O capítulo está pequeno, mas é só para dar um gostinho. ~ Contém cena hot ~ Haha sorry não escrevê-las tão bem, mas tentei... Boa leitura!

Regina chegara em casa tirando os saltos, foi até seu quarto e ouviu o barulho do chuveiro ligado. Emma já havia chegado e estava no banho. A morena foi até o banheiro para tirar sua maquiagem e se higienizar, ao entrar olhou para sua mulher, completamente nua e molhada "wow" pensou, havia um tempo que não a via daquele jeito, parecia que a loira ficava cada vez mais sexy, aqueles braços deixavam Regina louca. – Huh... Olá, amor. – Cumprimentou ao ver que a loira não percebera sua presença ainda. Emma virou-se e sorriu galante para sua mulher. – Hey, não ouvi você chegar. – Respondeu sem tirar o sorriso do rosto. A pesar da distância que colocaram entre si, e a pesar de todas as coisas que estavam acontecendo, Emma sentia falta da sua morena, vez ou outra se pegava pensando no dia em que se conheceram, às vezes se pegava questionando o que as tinham separado tanto, talvez seus empregos que tomavam muito do seu tempo. Percebeu que Regina a encarava com um sorriso de canto e arriscou a perguntar. – Hum... Quer entrar aqui comigo? – Disse fazendo uma expressão estranha, como se aquela pergunta fosse absurda e que com certeza levaria um chega pra lá de sua esposa, como sempre estava acontecendo, mas para sua surpresa ela começara a se despir e caminhar em sua direção. O coração de Emma começou a disparar, batia tão rápido que parecia que ia explodir em seu peito, há tanto tempo vinha tentando algo e nada. E agora, lá estava sua perdição, se despindo e caminhando até si. Regina adentrou o box e aproximou seu corpo do de Emma, pousou sua mão na cintura dela e a beijou, seu beijo carregado de desejo, um desejo que havia adormecido e agora estava mais acordado que nunca. Emma deslizou sua mão pelas curvas do corpo de sua morena, aquele corpo maravilhoso que já a levara a loucura tantas vezes, sua outra mão pairava na nuca de Regina, enquanto puxava os cabelos negros e devorava aquela boca carnuda. Emma recostou Regina na parede e começou beijá-la no pescoço, mordeu o lóbulo de sua orelha e o chupou, Regina soltou um leve gemido com o ato, Emma continuou a beijar o corpo que há tanto ansiava, desceu beijando o pescoço, enquanto dava chupadas e mordidas, desceu beijando a clavícula, até chegar aos seios fartos e perfeitos de Regina, que estavam enrijecidos de prazer. Emma passou a língua levemente sobre ele e o mordeu, o que fez o corpo de Regina estremecer, a loira sorriu entredentes e começou a chupar os seios de sua morena com vontade, enquanto sua mão massageava o outro e sua coxa fazia pressão entre as pernas de Regina, que remexia seu quadril roçando seu sexo na coxa de Emma enquanto soltava gemidos cada vez mais altos. A loira parou e encarou Regina por alguns instantes, e ao encontrar os olhos castanhos, a beijou, seus lábios se devoravam, o desejo era intenso, e os quadris de Regina faziam movimentos cada vez mais rápidos. Emma tirou sua perna do meio das de Regina e desceu a beijando e apalpando, ajoelhou-se na frente da morena e colocou a perna da mesma em seu ombro, logo o toque macio e quente dos lábios de Emma foram sentidos nas laterais internas das coxas de Regina, o que a deixava mais excitada. – Emma... – Ofegou e impulsionou seu sexo em direção aos lábios de sua mulher. Emma não queria perder a chance, havia demorado pra conseguir, agora aproveitaria, sua mão apertava a coxa de Regina, enquanto a outra subia em direção ao seio da morena, a loira mordeu seu próprio lábio, não aguentava mais de vontade e então acolheu seu sexo completamente encharcado com seus lábios, usando sua língua para fazer pressão no clitóris da morena. Regina arqueou o corpo e se recostou completamente contra a parede, suas mãos foram à cabeça de Emma, necessitava de mais contato. – Oh, isso... – gemia enquanto se contorcia de prazer.Emma logo a penetrou com dois dedos, pegando Regina de surpresa, e começou a estoca-la forte e rapidamente enquanto pressionava ainda mais seus lábios no sexo da morena, a chupando cada vez com mais vontade. Os quadris de Regina dançavam na busca por mais contato, a morena gemia alto o nome de Emma, estava completamente entregue à sua loira, não conseguia mais formular frases, nem palavras, estava completamente entregue ao prazer proporcionado por sua mulher, que a chupava e estocava com vontade. – Em... Eu vou... – Foi tudo que conseguiu dizer, logo sentiu suas pernas fraquejarem, seu corpo todo tremia em espasmos de prazer, foi arrebatada por um orgasmo delicioso, Emma se levantou passando a língua por seus lábios, sentindo o gosto adocicado de sua morena, passou os braços pela cintura a segurando firme e sussurrou contra o ouvido de Regina. – Você é uma delícia, meu amor. – A respiração de Regina, ainda descompassada, não impediu a morena de segurar a loira pelos cabelos e a beijar.

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Na manhã seguinte, Emma acordara bem cedo, colocou uma calça jeans escuro, uma blusa com gola alta preta e sua bota. Arrastava duas malas pretas pelo chão, saíra de sua casa, atravessara o jardim e entrara em um depósito, que a princípio parecia apenas um lugar onde se guarda ferramentas e coisas do tipo. Emma fecha a porta atrás de si, deixa as malas no chão e se agacha, afasta um tapete que havia no chão, onde mostra uma entrada, ela pega a chave em seu bolso e o abre, desce as escadas e acende a luz do local. O lugar era onde Emma guardava todos os tipos seus tipos de armas, até algum dinheiro ela deixava ali. A loira andou pelo local, pegou uma mochila preta que havia ali e começou a escolher o que levaria, pegou uma pistola, duas bombas de gás, um maço de dinheiro e logo foi até o fundo de seu depósito de armas e pegou uma enorme caixa preta, quase do seu tamanho.

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Regina despertou, levantou-se rápido e após se higienizar foi até a cozinha, ligou a tevê que havia ali, pegou uma caneca e fez um cappuccino, tomou um gole e foi até seu forno, onde colocou uma senha, e o abriu. Uma caixa de metal começou a subir, arrastando as grades do forno para cima, logo a caixa mudou o sentido do trajeto, indo para frente e se abrindo em várias gavetas, onde havia vários tipos de armas, adagas, facas, balas... Regina pega uma das facas e uma pistola e fecha o compartimento, toma mais um pouco de seu cappuccino enquanto fecha com o pé a porta do forno e sai andando pela casa.

Notas finais
E ai, o que acharam? Comentem! Isso nos anima a escrever mais! Deixem suas sugestões, dúvidas, críticas, qualquer coisa! :D Obrigada por lerem. That's all, folks!