Mortal Love

2 Talvez fosse melhor pagar um motel.


Notas iniciais
Obrigada a todos que comentaram. Esse será um capítulo quente u.u não tão quente, minha mente é mais poluída que isso, mas o Percy pega fogo sz bad boy

Percy POV's

Eu estava tão rápido naquele momento e fazendo de tudo para não gozar. Estava muito bom e eu seguraria ao máximo.

Tudo o que eu ouvia eram os gemidos de minha namorada debaixo de mim, enquanto jogava sua cabeça para trás e fechava suas pernas em torno de mim, fazendo eu ir mais fundo.

Em sexo aquela vadia era experiente. Desde nossa primeira semana de namoro ela já havia dado pra mim.

– Ah, ah, aaaaaaaah — Ela gritava — Vai Percy, anda — Ela pedia por mais e isso me deixava louco.

A garota — Jane — estava tão molhada que meu pênis deslisava com facilidade para dentro dela e saía com a mesma facilidade. Entrava e saía, entrava e saía.

Eu já não estava aguentando mais e estava prestes a liberar tudo dentro dela — Sim, dentro dela, porque eu odeio camisinha; incomoda demais e eu fazia ela tomar pílulas todos os dias.

– Vou liberar — Eu a avisei e ela riu nervosamente de prazer. Ela adorava quando sentia meu 'líquido do amor' percorrendo por dentro dela.

Na mesma hora em que avisei, liberei tudo e ela também gozou.

Saí de cima dela, enquanto tirava minha camiseta e ela fechava suas pernas, rindo feito uma menininha boba que acaba de perder a virgindade.

Estávamos dessa vez no escritório na empresa do pai dela e ela ainda estava deitada em cima da mesa de ferro do escritório, apenas com uma camisa xadrez rosa, que estava presa por apenas dois botões — os dois últimos de baixo, porque se não como eu veria aqueles peitões balançando?

– Próxima rodada — Eu falei a ela e abriu suas pernas mais ainda, como um convite e eu já estava vendo seu sexo se umidecer de novo enquanto inchava — PORRA, JANE! — Eu gritei e comecei a me masturbar — Vou te chupar toda, sua vagabunda do caralho.

Ela então enfiou um dedo dentro de si e me disse:

– Venha — Ela tirou o dedo e eu voei para cima dela.

Primeiro eu percorri um caminho por sua virília com a língua e então cheguei a entrada de sua vagina, onde lambi delicadamente enquanto ela cravava suas mãos em meio aos meus cabelos, empurrando meu rosto para mais perto de seu sexo. Ela tá querendo mesmo. Não estava aguentando mais e enfiei minha língua com tudo dentro dela e ela gemeu alto, então eu comecei a chupar com intensidade e dei algumas mordidas delicas em meio aos chupões.

Ela abria suas pernas em várias posições diferentes, deliciando-se cada vez mais...

– Mas que porra é essa que está acontecendo aqui? — Uma voz masculina surgiu vindo da porta e eu na mesma hora parei de chupar Jane e ela caiu da mesa.

Peguei minha calça e comecei a vestí-la e quando eu olhei para a porta, vi a imagem do pai de Jane olhando-nos furioso.

Aposto que se ele tivesse uma arma, ele me mataria naquela hora. Ainda bem que ele estava apenas com um saco de pão... Porra! E não é que ele me jogou aquele saco de pão?

– Papai — Jane começou a falar e se levantou, já com sua saia e sua camisa completamente abotoada — Posso explicar...

– CALE A BOCA, JANE! — O pai dela gritou com ela — Depois vamos ter uma conversinha — Sua voz era severa e eu já estava prevendo o que aconteceria com ela. Mas isso não é problema meu — E você, rapaz — Ele voltou-se para mim — SAIA DAQUI AGORA! NÃO QUERO TE VER NUNCA MAIS! — Ele gritou comigo e eu saí correndo de seu escritório.

–~-

– Não acredito que você estava transando com sua namorada de apenas 15 anos na mesa no escritório do pai dela — Meu pai, Poseidon, agora me repreendia — Você já tem 19 anos, já está na faculdade. É um homem — Ele estava realmente enfurecido. Deu um murro na mesa da cozinha e continuou — Pelo menos devia ser um homem, mas só vejo um menino de colegial.

Obrigado, pai. Isso realmente doeu.

– Você não terá suas tão desejadas férias de verão e irá para esse acampamentinho daqui mesmo. Não me lembro agora, mas você vai para ele — Ele me encarava e seus olhos já não estavam mais verde mar; estavam vermelhos — Eu sei que você sabe de qual acampamento eu estou falando. Vou arrumar seus papéis para ser enviado para lá amanhã mesmo.

– Pai — Tentei protestar, mas ele pegou um copo e o atirou na parede.

– Cale a boca e vá para o seu quarto — Ao dizer aquilo eu me retirei da cozinha e subi para o meu quarto.