More Than Impossible
1 A Casa
Após voltar de Paris, meus pais vem me buscar no aeroporto, assim que passo pela porta de desembarque e vejo-os acenando, corro até eles e os abraços não com muita força. "Mãe, Pai! Quanto tempo... Vocês estão bem?" Após dizer isso percebo que não deveria te-lo feito, vejo uma ponta de descontentamento além de tristeza. "Filho, a alguns dias atrás sua tia Elizabeth morreu em um assalto a mão armada enquanto estava depositando dinheiro em um caixa eletrônico do Lloyds..." Uma lágrima escorre pelos olhos de meu pai e eu observo-o em choque... continuo em choque até entrar no carro, lá, começo a chorar encostado em minha mochila. "Filho, sabemos que você amava muito ela... Mas essas coisas acontecem... Uma hora ou outra sempre acontecem..." Eu sem me importar com o que meus pais dizem continuo chorando, minha tia sempre havia me dado apoio quando eu necessitava, éramos muito próximos e quando criança, ela sempre me trazia um presente de suas viagens exóticas... Assim que chegamos na casa de meus pais, tomo um banho e logo adormeço no sofá.
Por volta das 9:30 do dia seguinte, já estava acordado procurando uma pequena casa para morar, assim que gosto de uma, acho o valor exuberante, e assim, obviamente não compro, então continuo a procurar... Depois de mais um tempo procurando, meu pai entra na sala e pergunta "Filho, não vai tomar café da manhã?" E eu respondo "Hoje não, valeu, pai." Depois de um tempo acho outra casa, um pouco menor porém com um valor bem melhor... Decido entrar em contato com o vendedor, falo com ele e agendo uma visita em dois dias.
Dois dias depois lá estava eu, na frente da minha possível futura casa, havia acabado de tocar a campainha quando um homem não muito velho porém de cabelos grisalhos e bem penteados desce "Você é Drake Young?" Ele pergunta "Eu mesmo... e você deve ser Tony Bittencourt." Respondo-o e assim já dou a resposta e pergunto. Ele fala para entrarmos, lá ele me mostra a casa e quando mostra toda a papelada para se eu quiser a casa "Negócio fechado?" O homem pergunta. "Com certeza!" Respondo-o e selamos as mãos em um cumprimento. "Você não é meio novo para estar comprando uma casa?" Pergunta o velho. "Não..." Rio "Tenho 26 anos. Bom... Quando terminar com a papelada entro em contato." Sorrio, entro em meu carro velho e volto pra casa de meus pais... Chegando lá, minha mãe pergunta um pouco animada demais: "Como foi?" "Só falta a papelada..." Respondo sorrindo e abraço-a. Depois de conversarmos um pouco, eu vou dar um passeio onde sou abordado por alguns homens armados enquanto pegava um caminho. "Passa a grana playboy!" Diz um dos homens que estava usando uma faca. Logo tiro um dos meus celulares do bolso e minha carteira, jogo pra eles, eles pegam e saem correndo "Valeu! Idiota!" Depois que perco ele de vista, digo a mim mesmo "É o que eu diga." Rio e tiro meu IPhone 6 Plus do bolso... "Babaca...".
Depois de mais um tempo, vou a um bar e tomo alguns drinks, depois disso, volto para casa e acabo dormindo no sofá novamente...
"Drake... Acorda, Drake." Ouço meu pai falando comigo quando acordo "Já são duas da tarde." Diz ele sorrindo, como sempre... "Eu tive um pesadelo horrível... Tia Liza era mafiosa e ela havia sido morta por causa disso..." Digo esfregando meus olhos com a mão, bocejando e logo depois espreguiçando, tudo em uma sequência. Meu pai senta e me olha com preocupação "Filho..." Ele começa uma frase porém eu o interrompo. "Pai, não. Se for pra falar dela é melhor não falar..." Digo ainda com sono... "Está bem..." Ele volta para seu quarto sem falar mais nem uma palavra. Sento-me de frente a mesa do antigo escritório de meu pai e começo a trabalhar na papelada da casa. Horas depois, minha mãe trás um prato com dois pedaços de pizza ao estilo estadunidense. Agradeço e ela saí. Pouco tempo mais tarde, depois de ter comido as pizzas, termino os documentos, ainda eram 9 horas da noite então, resolvo ligar para o Senhor Tony. "Alô? Quem fala?" O velho homem pergunta. "É o Drake, que quer comprar a casa..." Respondo. "Ah, filho, acabou a papelada?" "Acabei sim, acho que poderíamos terminar o processo amanhã mesmo!" "Claro, por que não?" Conversamos mais um tempo e depois desligamos, vou para o sofá que já tinha sido "possuído" por mim e começo a ver um seriado qualquer. Logo, pego meu computador e começo a mexer em uma rede social qualquer e começo a ver procurar por algum amigo meu da infância que ainda morava em Londres... Depois de um tempo, acho uns 6, Jonas, Chad, Leo, Enzo, Jeffrey e Raphael. Nós 7 éramos muito amigos na época do ensino fundamental I e II, depois de um tempo, chamo alguns no chat e começo a falar com eles, crio um grupo e combinamos de nos encontrar na casa que eu estava para comprar... No dia seguinte, me encontro com Tony e começamos o processo de venda/compra da casa, depois que conseguimos, aperto a mão dele e vou para minha nova casa encontrar meus amigos. Apenas Jeffrey e Enzo estavam lá, os dois eram irmãos, havia apenas um ano de diferença entre os dois, porém, além de brigarem muito, eram muito unidos. "Jeff, Enzo!" Chego perto deles e os abraço. "Drake!" Eles dizem em uníssono. "Como vão vocês?" "Ótimos! E você?" Diz Cameron. "Ah... Vou indo!" Sorrio meio forçado por ter de mentir, depois de um tempo chega Raphael e depois Chad. Conversamos bastante, falamos sobre as novidades, conversamos sobre algumas coisas, porém no meio da conversa, vejo um negócio estranho mais ou menos na altura da cintura de quase todos, depois de algum tempo reparando discretamente, percebo que eram armas, então, digo: "Bom galera, tenho que ir, já é quase meia noite e meus pais já devem estar preocupados." Todos nos despedimos e eu vou embora meio nervoso... Depois que chego em casa, entro na Deep Web e procuro os nomes de cada um que eu encontrei ou que não puderam vir... Jonas Bittencourt: Traficante e Mafioso. Chandler J.: Mafioso. Enzo P. Langdon: Mafioso. Jeffrey P. Langdon: Mafioso. Leo Stonem: Mafioso e assassino de aluguel. Raphael Onuten: Motorista de fuga, sniper e mafioso. Depois de ver isso, me choco e então desligo o computador e durmo meio chocado.
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