Monsul Academy: Verdades
16 Christabell Holter: 16ºCapitulo
Notas iniciais
“Sempre me disseram que o amor era a melhor sensação do mundo. Hoje, eu não discurso. Mas acrescento, que também pode ser a mais dolorosa.”
16º Capitulo
Eu tinha muito para fazer!
Ok, era mentira. Eu não tinha nada para fazer. Pela primeira vez na vida, não me apetecia treinar. Então vaguei pelos cantos da Mansão. Parei em frente á grande capela brilhante. Meus pés pareciam ter vida própria. Apenas me deixei levar por eles.
Dentro da capela uma aura forte emergia das paredes. Como se a capela tivesse vida própria. Os quadros pareciam que olhavam para mim conforme avançava. Parecia que me olhavam atentos, silenciosos, apenas esperando minhas próximas ações.
Paro no meio da grande Cruz pintada no chão. Parecia mesmo sangue.
Levanto meus olhos e olho o quadro da família Real. Sorri ao ver os rostos de meus avós. Nem eles sabiam que tinham começado uma nova Era para Árgon. Se soubessem, tudo seria diferente.
–Bell!
Suspiro revirando meus olhos e desço as escadas da capela o ignorando.
–Estou a falar contigo!
Agarra meu braço forçando-me a virar-me para ele.
–Mas eu não quero falar contigo!
–O que eu te fiz?!
–Existes.- Dou de ombros e ele larga meu braço como se tivesse levado um tiro.
–Bom, desculpa desiludir-te nesta vida. Mas eu existo! E não gosto que me ignorem. Ou pior, que me magoem sem eu saber o que diabos fiz!– Grita a última parte.
Reviro os meus olhos e me viro para sair mas ele segura meu braço de novo. Não penso duas e o deito ao chão foçando meu braço contra seu pescoço.
–Estou farta de ti e desta conversa estúpida.
–Quem és tu?
O largo levantando-me. Sinto meus pés pararem e resmungo quando o sinto levantar-se.
–Onde está a minha Bell?!
–Para de usar a tua magia estúpida comigo e eu mostro-ta!– Rosno.
Sinto-o recolher seu feitiço e me viro para ele o empurrando para trás com força. Tiro minha adaga da bota e avanço contra ele de novo, mas sinto minha mão doer e grito largando a adaga. Olho minha mão, agora vermelha da queimadura.
–Desculpa, mas não me deste escolha.
O olho com raiva e no momento que o ia atacar senti meu corpo paralisar. Vi conforme ele se avançava até mim olhando em meus olhos. Meu coração batalhou em meu peito ansiando por ele. Meu corpo tremia para que ele me tocasse.
Liam estava dentro de mim de todas as maneiras.
E então quando ele segurou meu rosto e me beijou, senti sua magia ir e em vez de o atacar, o beijei de volta. Seu braço abraçou minha cintura me puxando para mais perto. Tinha sido muito tempo desde nosso último beijo. Ansiava por ele todos os dias. A todas as horas.
Quando nos separámos deixei-me ficar com os olhos fechados por um tempo antes de os abrir e olhar os seus verdes.
–Aqui está a minha Bell.
Sua voz rouca me fez acordar. O empurrei e corri para dentro da Mansão.
“O que raio me aconteceu?”
Quando volto para meu quarto Aires esperava-me deitado na minha cama. Assim que me viu olhou-me e caminhou até mim depressa prendendo-me na parede.
–Ei! Para que é isso tudo? Assim com tantas saudades minhas?– Sorri-o.
–Onde estiveste? Não consegui perceber onde estavas. Não consegui ver nada!
–Estava na Capela.
–Este tempo todo?
–Sim.
–Hm.
Ele se afasta olhando-me atentamente e avança para o outro lado do quarto pensativo.
–Se isto é sobre Liam eu… Desculpa, ele beijou-me e eu não…
–Tudo bem. Eu sei que ainda estás influenciada por ele. Não te preocupes com isso. Tratarei de retirá-lo por completo de ti.
–Obrigado.- Digo satisfeita e então ele se vira para mim sorrindo.
–Não tens de quê, meu bem. Fico feliz por saber que queres melhorar-te.
–Sim?– Pergunto lentamente caminhando até ele.
–Sim.- Sussurra olhando cada passo meu.
–Feliz o suficiente para mo mostrar?
Ele sorri mostrando seus dentes brancos e segura minha cintura beijando meu pescoço.
–És uma menininha muito carente.
–Imenso.- Concordo sussurrando e ele ri mordiscando minha orelha.
–Vamos tratar disso então.
–Sim, mas primeiro vamos brindar.
Beijo sua boca e sorri-o afastando-me.
–Vamos brindar ao sucesso do teu plano.
–Nosso plano.
Sorri-o e assinto pegando na garrafa de vinho que ele deixara ali ontem. Pego em dois copos e caminho de novo até ele que se sentara no sofá.
–Nosso plano.
Entrego-lhe uma das taças e a encho. Faço o mesmo com a minha e coloco a garrafa na mesa antes de me sentar em seu colo.
–Ao nosso plano vitorioso, meu amor.- Aires diz batendo nossas taças e sorri-o bebendo um pouco enquanto ele bebe a sua toda de uma vez.- Não gostas de vinho, meu amor?– Pergunta rindo vendo minha careta.
–Nem por isso.
–Deixa que eu trato disso.
Pega meu copo e o bebe de uma só vez.
–Mais?
–Por favor. Este vinho é bom demais.
Sorri-o e encho o copo de novo.
–Já decidiste o que fazer com eu pai?
–Já. Pudemos deixá-lo vivo? Talvez ele seja útil para pormos a Aliança do nosso lado. Ele nunca estaria contra a sua filhinha.– Faço um beicinho e Aires ri.
–Excelente, meu amor. Tu és incrível.
Bebe o vinho e volto a encher-lhe o copo.
–Eu nunca teria conseguido desvendar um plano como o teu, Aires. Nunca. Se alguém é incrível aqui, és tu.
–Concordo, mas estás logo atrás de mim, meu amor.– Segura meu rosto e me beija com força.
–Bebe teu vinho. Temos muito que fazer.
Ele sorri e bebe o vinho de novo. Quando acaba deita o copo contra o chão o partindo em inúmeros pedacinhos. Sua mão segura minha coxa com força deixando-me sentada em cima dele com as pernas de lado. Seguro seu rosto e o beijo com força, com fome.
Suas mãos agarram a barra da minha camisola e a puxam para fora deixando-me apenas de sutiã á sua frente. Sua boca ataca meu pescoço enquanto eu fecho os olhos sentindo suas mãos percorrerem minhas costas.
Aires se levanta levando-me junto e caminha até á cama me depositando nela. Sua boca passa a percorrer todo o meu corpo até chegar ao meu ventre. Suas mãos seguram meu rabo com força e gemo quando meu corpo se flexiona para cima com o gesto.
O oiço rir e sua língua trabalha na beira de minhas calças me fazendo tremer. Retira minhas botas e as adagas vão com elas. Suas mãos voltam de novo para meu rabo e ele beija minha buceta por cima das calças.
Aires desaperta minhas calças e as retira lentamente enquanto seu olhar não sai de mim. Depois se coloca em cima de mim segurando minha cintura enquanto me beija com força. Aires era destemido, ele sabia o que queria.
Retiro sua camisola e inverto nossas posições. Beijo seu peito definido enquanto o arranho ao mesmo tempo. Os grunhidos de satisfação dele faziam-me sorrir o tempo todo.
Subo até sua orelha e a mordisco o fazendo gemer.
–Tens camisinha?
–Não.- Suspira sussurrando.
–Eu vou buscar. Não saias daqui.
–Podes deixar.- Sorri-me sonolento e sorri-o saindo de cima dele e andando até ao banheiro.
Quando volto, Aires dormia serenamente. Seu peito nu, descia e subia conforme sua respiração. Suspiro e me visto de novo. Caminho até á porta e sai-o o deixando dormir em paz.
Caminho pela corredor até parar em frente a um retrato da primeira Rainha.
Anastácia.
–É o que eu te digo! Precisamos refrescar a cabeça. Quem topa comigo?– Oiço e me viro vendo Liam, Kurt, Tim e Spencer apareceram no corredor rindo.
–Eu topo em calares a boca. Quem topa comigo?- Spencer pergunta e Kurt revira os olhos o empurrando.
Tim e Liam riem dos amigos mas assim que Liam me vê seu sorriso se vai e sua expressão se torna dura. Indecifrável.
–O que se passa, Li?– Tim pergunta e então me olha.
Parecia que tinha percebido pois assente murmurando…
–Ela.
–Chris?
Aquele silêncio é interrompido por Connor que aparece com Max. Não desvio meus olhos de Liam.
–Nós íamos treinar, queres vir?
–Não me apetece.
Sai-o dali e ando até á biblioteca no terceiro piso. Sento-me numa das inúmeras mesas e tiro o papel que arranquei do livro quando Liam apareceu com meus amigos. Tinha conseguido guardá-lo sem ninguém se aperceber.
A existência de Aires, que dormia agora em meu quarto, estava nas minhas mãos. Tudo agora apenas significava uma escolha.
Se fazia ou não.
Fico na biblioteca durante 4 horas. Não desci para jantar, nem ninguém me importunou. Voltei para meu quarto o encontrando vazio.
Um pequeno bilhete estava na cama e o peguei sentando-me nela.
"Amor, tive de sair. Desculpa ter adormecido, não sei o que me deu. Mas não te preocupes, teremos muito tempo para nos divertirmos"
–Bell?
Olho para a porta escondendo o bilhete debaixo da cama rapidamente. Liam abre a porta e o olho irritada.
–Não sabes esperar?! E se estivesse nua?!
–Ganharia o dia.– Ri e reviro os olhos.
–O que tu queres? Já te disse para desapareceres.
–Não fales comigo assim!- Ordena num rosnado baixo fechando a porta atrás de si.
Ele quase tropeça nos próprios pés enquanto avança depressa até mim. O olho.
–Eu não te fiz nada! Que porra, Bell!
–Estás bêbedo.– Digo ignorando-o.
–Quem merda tem isso a ver?! Se eu estou a sim é graças a ti!
–O que eu tenho a ver em seres um idiota estupido?
–Tudo!– Grita e quase poderia ter acabado com o Pólo norte.- Tu fizeste isto comigo, Bell. Tu! Eu bebi por tua causa. Tua! Se eu sou este idiota estupido aqui á tua frente, bêbedo e fodido como o diabo, é porque tu me deste razões para isso.– Fala arrastado.- Porque estás a fazer isto comigo?
–Eu avisei-te, Liam.
–Tu não me avisaste de nada!– Grita.- A porra é essa! Eu mereço ao menos uma explicação.
Mordo meu lábio inferior olhando para o chão.
Eu sabia o quão idiota eu estava sendo com ele. Mas era a nossa única hipótese, ele não compreendia isso?
–Casa-te com Juliana, Liam.
–O que tem isso a ver?
–Sê um bom Rei.
–Bell…
–Entre nós não dá.
–Chega!- Grita de novo e fecho meus olhos sentindo minhas lágrimas.- Eu não me quero casar. Nunca quis! Não com ela. Eu não a amo. Eu te amo a ti.
Liam se ajoelha á minha frente segurando meu rosto e o limpando. Seus próprios olhos estavam forçados pelas lágrimas.
–A ti, Bell. Só a ti.
–Liam…
–É por causa disso que me estás a tratar assim?– Interrompe-me.- É por causa deste estúpido casamento? Ok. Eu digo-te tudo. Eu conto-te a verdade toda, mas para de me tratar assim. Eu não gosto de ser tratado assim pela garota que eu amo. Por favor, eu vou contar-te tudo.
–Liam, não é nada isso.
–Eu conto! Estou-me nas tintas para o Dave. Eu não te vou perder por causa disto.
–O que tem teu irmão a ver com isto?
Era impossível eu estar mais confusa. Ainda tinha tantas coisas para assimilar e agora Liam aparece e apenas confunde minha cabeça ainda mais.
–Eu conto.- Liam assente levantando-se segurando minhas mãos.
Puxa-me mais para o centro da cama e suspira olhando nossas mãos juntas.
–Minha família sempre fora muito amiga da família Real. Queria protege-los de tudo. Os constantes ataques dos Strigois estavam a preocupar todos. Então Victis criou os “Darz”. Treinou seus filhos para protegerem a família Real e isso foi passando de anos para anos. De geração em geração. Até que calhou a mim e meus irmãos. Meu pai era a único com a herança, visto que meu tio morreu num dos ataques. Eu e Dave ficámos com 1/3 cada um e guardaríamos a metade de Kyle até ele ter idade suficiente para entrar. Dave, como o mais velho é que manda. Eu apenas obedeço. Antes, eram só membros da família que faziam parte, mas depois as coisas começaram a complicar e tivemos de arranjar mais membros. Tim também faz parte dos “Darz”. Por isso é meu melhor amigo. Ele conhece tudo sobre mim. Mas o que acontece, é que eu estou preso a isto, Bell. E eu aceitava-o! Fora a única coisa que meu pai me deixara, e ia cumpri-la. O nosso juramento vale ouro. Todos nos comprometemos em dar a vida pela Realeza. E Dave achou que uma boa estratégia era fazer parte da família Real. Dai comecei a andar com Juliana e ia tudo bem, mas então tu apareceste.- Ele me olha e acaricia meu rosto com um pequeno sorriso.- Desculpa se te tratei mal no início. Tinha que protege-la. Tu eras mais forte que ela, não tinha dúvidas que a derrotarias. Mas viras-te tudo do avesso. Não sei bem quando comecei a gostar de ti, se foi quando me desafiaste ou quando viajámos juntos ou se foi desde que entraste no ginásio pela primeira vez. Não faço ideia! Mas a questão é que tu o fizeste. Eu me apaixonei por ti. Sabia que era inevitável, Bell. Eu estava preso ao meu juramento, mas eu também estava preso a ti. Quando desapareceste mandei Dave mandar alguém para te procurar. Mesmo que não viesses a ser minha, precisava saber que estas bem. Precisava, nem que fosse, olhar-te. Mas meus ciúmes foram mais fortes que eu. Desculpa, mas eu te amo. E eu estou disposto a acabar com isto tudo se me disseres que me amas também.
Suspiro sentindo-me cheia com a informação e olho minhas mãos. Cada vez mais confusa. Casa vez mais… sei lá. Perdida?
–Bell? Diz alguma coisa, por favor.
–Liam…
–Sim?
Começo mas paro sem saber o que dizer. Abano minha cabeça e puxo minhas pernas para mim enterrando minha cabeça entre elas.
–Não sei que te dizer.
–Diz que me amas. Diz.- Pede levantando meu rosto.- O resto eu trato de tudo, não tens com que preocupar.
–Juliana sabe?– Pergunto.
–Não. Ninguém sabe da nossa existência sem ser os membros… e tu.
–Liam, é muita coisa. – Ele assente e continuo.- Mas mesmo assim, não posso deixar que desistas de tudo por mim. Ele era teu pai, Liam. Tu deves-lhe isto.
–Não, não, não, não, não, não, não.– Diz ajoelhando-se aflito.- Lembras-te de te dizer que meu pai me disse para proteger minha estrela?
–Sim.
–Tu és a minha estrela, Bell. Eu tenho de te proteger a ti.
–Liam…
–És tu! Ele sempre chamava de estrela a minha mãe. Foi aí que me lembrei. Tu és a minha estrela. Tu és a minha vida. Tu és minha.
–Tens a certeza?
–Eu tenho a certeza. Eu te amo.
Fecho meus olhos com força e o abraço soluçando nele. Em seus braços. No meu Liam.
–O que se passa, Bell? Devias estar feliz.
–Eu não posso, Liam. Desculpa.
–Claro que podes! Já não estás com Jack. Acabaste com ele!– Mesmo sem o olhar eu podia ouvir a felicidade em sua voz.- Nada nos impede.
–Aires.
Seu nome escapa-me da boca sem me aperceber. Mas a verdade tinha de ser dita. Aires estaria sempre presente.
–Tu vais derrota-lo, meu amor. E eu vou ajudar-te. Eu posso fazer o feitiço por ti, Bell. Eu faço qualquer coisa por ti. Não te vou deixar ir assim tão fácil, garota.
Ri-o um pouco e levanto meu rosto de seu peito para o olhar. Seus olhos verdes brilhavam e me olhavam da mesma maneira que eu amava. Seus cabelos loiros estavam todos emaranhados mas não tiravam seu belo ar rebelde. Seu sorriso… seu sorriso maroto que me fez apaixonar por ele desde o primeiro instante.
–Liam.
–Sim, Bell?
–Apenas preciso que faças uma coisa por mim.
–O quê?
–Ama-me. Esta noite.
Vi seu peito inchar e então esvaziar conforme ele respirava fundo. Seus olhos tomaram um brilho diferente. Liam ofegava.
–Tens a certeza?
Assinto e o vejo engolir.
–Preciso que o digas em voz alta, amor. Não quero ter dúvidas que me queres esta noite.
–Eu tenho a certeza, Liam. Eu te quero esta noite só para mim.
Ele sorri e a única coisa que sinto depois, são seus lábios nos meus, me amando, como apenas ele sabia fazer.
Tão diferente de Aires, Liam não tinha pressa. Era mais calmo, mas com a mesma fome, o mesmo entusiasmo, mas delicado. Como se o mesmo tivesse medo de me magoar.
Não sabia ele que meu coração já não podia ser magoado.
A cada toque, a cada beijo, a cada caricia, eu estava mais pronta e desejosa de o ter. Liam era ágil e definitivamente percebia do assunto, mas não liguei aos meus ciúmes, pois ali, ele era meu, e não de nenhuma dessas vadias.
–Eu te amo, Bell.– Sussurra eu meu ouvido e suspiro o deixando beijar meu pescoço.
Minha camisola tinha sido a primeira coisa a desparecer. Logo em seguida a dele. Liam era …perfeito. Quer ele acreditasse ou não, ele tinha sido a melhor coisa que me tinha aparecido na vida. Apenas lamento ter vindo tão tarde. Porque depois desta noite, nós os dois tínhamos que terminar.
Para sempre.
–Bell, olha para mim.
Abro meus olhos e olho os verdes de Liam. Ele me estava a torturar. Á quase meia-hora que não fazíamos nada senão beijar. Eu ia matá-lo. Á se ia.
–Tu amas-me?
–Liam!– Resmungo sentindo-me cansada mas tão excitada ao mesmo tempo.
–Diz-me, Bell. Não farei mais nada se não o disseres.– Ri e suspiro olhando o teto.
–Eu amo-te.
–O quê?– Liam pergunta e o olho vendo seu sorriso enorme.
–Eu te amo, seu idiota.– Bufo sorrindo e ele ri antes de me beijar.
–Eu também te amo, meu amor.
E só então, Liam me penetrou. Senti a dor e fechei meus olhos instantaneamente. Apenas quando me acostumei com ele começou se movimentando. Liam sussurra ao meu ouvido que me amava o tempo todo, e se não estivesse mole como manteiga, provavelmente lhe diria o mesmo.
Provavelmente.
–Estás bem, estrela?
Abro meus olhos e suspiro olhando seus lindos olhos verdes que pareciam brilhar mais do que nunca.
–Eu estou bem, Li. Eu estou muito bem.
No próximo capitulo de Monsul Academy: Verdades...
–Liam, precisamos falar.
–Bell…
–Eu preciso que confies em mim, Liam.
–Hoje tudo acaba.
–Christabell.-
–Eu vim reclamar aquilo que é meu por direito.
–Esta garota está a querer arruinar a Coroação de minha filha!
– Estás a falar da próxima Rainha de Áragon. Minha filha.
–Parvoíce!
–Longa vida á minha Rainha.
–Bom-dia a todos. Desculpem meu atraso.
–Aires.
–Sabes o que estás a fazer, Christy?
–Sei exatamente o que faço.
Fale com o autor