Monologos e Poesias de um Bardo
6 O Passado da Chuva
Notas iniciais
Novo poema, cuidado acabou de sair do forno!
Sinto falta dos momentos passados,
eu e você dançando na chuva, nossas roupas ficavam encharcadas mas quem liga? Nós estávamos felizes. Lembro-me daquele abraço que você me deu, sinto falta do seu sorriso, mas parece que todas as lembranças se esvaem, evaporam como a chuva que servia de refletores para nossa dança. Eu quero seu sorriso de volta, quero seus lábios encostados nos meus, sinto falta daquele verão, lembranças que não posso esquecer, lembranças que agora se apagam dentro da chuva, uma chuva que não para, uma chuva que me destrói por dentro Uma chuva que devasta meu coração, quero estar de volta ao seu lado, abraçados novamente, só que desta vez em vez de dançarmos por uma noite serão por várias, mas isso não poderá acabar enquanto a chuva que me abate não parar. Uns dizem que devo aprender a conviver com a chuva, e que enquanto eu não aprender ela não vai parar, mas se for para lhe ter de volta, nem que seja por mais um dia, eu deixarei que a chuva me derreta, deixarei meu corpo desmoronar, se for ao seu lado revivendo as lembrança do passado. Lembranças que agora se apagam dentro da chuva, uma chuva de lágrimas sobre o seu caixão.
Notas finais
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