Monologos e Poesias de um Bardo
4 O Monstro Verde
Notas iniciais
Comentários por favor.
Todos o consideram um deus, mas não é único,
todos agem como se ele fosse precioso, mas é de papel todos o vêem como insubstituível única forma de vida, mas é impresso. Existem milhões dele, são de papel e impressos, não são verde, mas o mundo quando pensar o vê verde, são de todas as cores e de todos os gostos, se oferecido não é rejeito e se rejeitado o ato é estranho. Ele corrompe o mundo, mas o mundo não percebe, destrói famílias e amigos, quando ele desaparecer, todos gritam: ‘’quem pegou?’’. É preciso dele pra fazer do pouco até o mais. Ele esta em todos os lugares: bolsos, bolsas, sapatos, colchões e etc. Ele é uma droga, e é permitido, você usa, eu uso e todos nós usamos, ele passa de mão e mão, está do seu lado, mas você não percebe. Ele tem nome e muitas vezes é dito, pode ser chamado de: din din, reais, bufunfa, grana e tudo mais. Mas ele é mais conhecido por: Dinheiro não digo para não usar, mas alerto do uso. Alguns quando o tem esfregam na cara do outro, outros quando tem o escondem, e outros o emprestam. Se dado, todos querem, se é pouco não querem, se muito todos pulam em cima de quem tem. Criaram ele pra substituir outro meio de divida ou de pagamento. Dizem que tem pena de quem não tem, mas se tivesse mesmo, ajudava, porque quem aponta deve saber apontar pra si também se é dono de seu nariz, chafariz, ou bis, pouco importa. O que querem saber é quanto tem na conta e quanto pode sacar, se a quantia corresponder ao coração da pessoa você esta casado se não, ferrado. Para uns o coração é vermelho, mas se for ver muitas pessoas, o coração é verde, não verde de Zen mas verde da cor que escolheram pro dinheiro. O mundo rodava por gentilezas e ainda roda mas, o dinheiro ainda vai fazer esse mundo rodar por ele, e quando começar a sanidade vai ser deixada pra trás.
Notas finais
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