Momentos Chave De Nossas Vidas
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Este capítulo é dedicado à Dani, a quem eu não tenho nem palavras suficientes para agradecer o carinho e apoio que ela sempre me dá, em relação às fics. Danizinha, espero que seu pedido tenha sido atendido a contento. Um grande beijo!
E a Fabi, Flavinha e Lu, muito obrigada pela ajuda com os detalhes do dia turístico. Love you, girls! Bjo
Espero que gostem, gente. Boa leitura! E leiam as observações finais, por favor.
E a Fabi, Flavinha e Lu, muito obrigada pela ajuda com os detalhes do dia turístico. Love you, girls! Bjo
Espero que gostem, gente. Boa leitura! E leiam as observações finais, por favor.
"Vocês vão ficar mais amigas... é só questão de tempo. Ainda mais quando o bebe deles nascer... e você ficar babando nele e não quiser sair de perto dele nunca, como eu sei que vai ser." "Eu sei." Ela sorriu amplamente com a menção de seu sobrinho. "E nós? Vamos tomar café e sair, ou o senhor pretende ficar mexendo na Internet o dia inteiro?" Brincou. "Na verdade, eu to louco pra comer aquela coisa... como é mesmo o nome? Bi..." "Beiju." Respondeu, com dificuldade para pronunciar. "E cuidado, viu? Tá falando da Quinn com as cocadas e vai se encher desse negócio?" Os dois riram, já se encaminhando para a mesa onde estava servido o farto café. Saíram depois de, mais ou menos, meia hora, pegando um táxi na porta do hotel, e levando com eles uma lista de lugares que Finn tinha achado na Internet como sendo pontos turísticos imperdíveis, ou que algum amigo tinha comentado que eles deveriam conhecer. O primeiro lugar que visitaram foi a igreja do Nosso Senhor do Bonfim, onde amarraram cada um uma fita colorida no braço, fazendo três pedidos, um para cada nó dado na fita, conforme manda a tradição, explicada a eles por um morador que falava inglês e percebeu a curiosidade do casal, quando observavam algumas pessoas seguindo aquele interessante ritual. Saindo de lá, foram ao Farol da Barra, de onde puderam apreciar uma vista maravilhosa do mar. Os dois riram muito um do outro, quando um dos vendedores ambulantes os parou, como fazia com todas as pessoas que passavam perto dele, e colocou uma boina de reggae com trancinhas falsas na cabeça de Rachel, para que ela tirasse uma foto bem cheia de estilo, e depois insistiu para que Finn fizesse o mesmo. Depois de passar um tempo abraçados no local, sentindo a brisa gostosa e observando a natureza, deixaram a Barra e fizeram o circuito Barra-Ondina, e depois foram à praia do Rio Vermelho para caminhar um pouco pela areia e molhar os pés no mar. O lugar não estava muito cheio, o que era algo a se estranhar, pois se tratava de uma linda praia e o dia estava bem quente e ensolarado. Comentaram entre eles que talvez ela não fosse tão popular como as praias pelas quais eles tinham passado antes e, de certa forma, até preferiram essa maior tranquilidade. Foram, em seguida, ao centro histórico da cidade e, quando passaram na frente do Shopping Barra, Rachel resolveu que queria conhecê-lo e acabou fazendo algumas compras que não estavam programadas. Finn não se queixou, no entanto, porque, apesar de não achar que ir às compras fosse algo para se fazer durante uma lua de mel, a Sra. Hudson ficou linda em cada peça de roupa que vestiu, e havia ainda algumas peças íntimas bem sensuais entre as coisas que ela comprou sem experimentar, o que atiçou a sua imaginação e o fez esquecer o programa chato. Depois de aproveitarem para almoçar uma bela moqueca em um restaurante dentro do shopping, conheceram o Dique do Tororó, um lago praticamente ao lado do estádio Fonte Nova, ornado com interessantes estatuetas representando orixás. Pegaram um táxi e foram para a parte histórica da cidade, onde passearam pelo Pelourinho, admirando os coloridos imóveis que mantém o estilo de arquitetura antigo, e visitaram a igreja de São Francisco, com todo o seu esplendor dourado. Viram rodas de capoeira por todos os lugares e alguns componentes do que souberam ser um bloco afro de nome Olodum ensaiando para o carnaval. Enquanto Finn tirava muitas fotos de tudo, Rachel se mexia instintivamente ao som do batuque, balançando o quadril de um jeito que não passou despercebido pelo marido, que teve vontade de agarrá-la naquele mesmo momento e grudar o próprio quadril no dela, mas se controlou, por estar no meio de uma rua lotada de baianos e turistas. Terminaram o passeio turístico descendo pelo elevador Lacerda, e observando a vista da cidade alta, ao lado do elevador, que era simplesmente perfeita. Antes que Finn pudesse tentar protestar, ela agarrou a mão dele e atravessou a rua, correndo para o mercado modelo, onde gastou mais um pouco de dinheiro e tempo, em dois andares de lojas com artesanato de todos os tipos. "Será que agora que você já me fez ver bolsa, sapato, enfeite pra casa, roupinha de bebê... e comprou uma sacola enorme de lembranças regionais pra metade de Los Angeles, a gente pode sentar um pouco e relaxar... comer alguma coisa... tomar um drink?" Finn quase implorou, ao sair do centro de comércio e encontrar o sol já se recolhendo.
"Claro, meu amor. Nós podemos ir aonde você quiser." Disse, sorrindo, e segurando a mão dele. "Enquanto você tava pagando, eu liguei pro Puck outra vez, pra... ver se eles queriam nos encontrar e tal, mas acho que eles estão com preguiça." Informou, rindo. "Quinn melhorou, mas ele disse que eles iam ficar por lá mesmo, vendo um filme na TV." Pegaram um táxi e Finn não pestanejou ao pedir para que ele fosse para a praia do Buracão, no Rio Vermelho, pois tinha visto um bar que lhe parecera bem legal em frente a ela, quando estiveram por lá, mais cedo. Eles entraram no bar, ainda um pouco vazio àquela hora, e foram encaminhados a uma mesa, onde Finn imediatamente pediu um chopp para ele e uma caipifruta de maracujá para a esposa. Havia um músico tocando e cantando músicas em inglês, conhecidas dos dois, mas em pouco tempo eles perceberam que ele não só não tinha domínio da pronúncia das palavras, como errava muito as letras das canções e acabava por dizer coisas sem qualquer sentido. O casal começou a se olhar e, de repente, estavam os dois aos risos, o que talvez fosse um pouco rude da parte deles, mas era inevitável. Finn ficou aliviado quando, ao conseguir finalmente controlar as risadas, viu que o músico não parecia sequer desconfiar de que eles se divertiam às custas dele. Já Rachel comentou estar feliz por eles estarem em um lugar onde podiam rir juntos, livremente, sem ser observados e questionados o tempo todo, o que, infelizmente, acontecia muito com os dois em LA, por serem um tipo de celebridades. Muitas bebidas e alguns petiscos depois, o músico havia sido substituído por uma banda que tocava canções dançantes. Eram músicas da Bahia, como o gerente do local fez questão de explicar ao casal, em um inglês bem articulado, quando percebeu que eles eram estrangeiros. O ritmo era contagiante e Rachel não parava de se mexer na cadeira, até que, depois de ver que havia várias pessoas dançando, resolveu se levantar e aproveitar seu total anonimato e a liberação dada pelo álcool ingerido. Finn ficou observando os movimentos da mulher, assim como tinha feito mais cedo. Ela era tão sexy e linda, sem precisar fazer força alguma para isso! E era toda dele, o que às vezes ainda era algo difícil de acreditar. Sorriu, quando ela percebeu que ele a estava devorando com os olhos e esticou as mãos, convidando-o para se juntar a ela. Levantou-se e foi, porque não sabia dançar, mas também não sabia dizer 'não', quando ela o olhava com aqueles olhos penetrantes e cheios de intensidade. Além disso, era só juntar o corpo dele no dela e balançar, e aproveitar o simples fato de que ele podia ficar assim com ela em público ali, o que era raro. "Vamos pagar e... ir embora?" Ele sugeriu, com uma voz sedutora, ao pé do ouvido. "Embora? Mas eu to me divertindo tanto." Ela praticamente fez bico. "Eu acho que podemos nos divertir mais ainda sozinhos." Ela mordeu o lábio inferior e sorriu, concordando, então os dois pagaram a conta e saíram do bar, de mãos dadas. Iam pegar um táxi, mas começaram a trocar beijos e Finn sentiu que sua excitação, que começara com as danças e trocas de carinho, estava ainda maior e mais difícil de controlar. Teve uma ideia que parecia louca e arriscada, mas também muito atraente, e puxou uma Rachel confusa e curiosa pelas mãos, atravessando a rua e indo para a praia, onde logo acharam um ponto bem escondido entre algumas pedras. "Me dá aquela coisa que você comprou... aquele pano grande." "Minha canga?" Perguntou, confusa. "É, babe. Você não quer deitar na areia, né?" Disse, impaciente. "Dei-... Finn Hudosn, o que você tá querendo?" Questionou, rindo. "Você sabe muito bem o que eu quero, babe." Sussurou no ouvido dela, apertando o corpo dela contra o seu, com as mãos em sua bunda, e começou a beijar seu pescoço. "Será que tinha algum afrodisíaco, entre essas coisas que você andou experimentando, hein?" Brincou, mas também já estava super excitada e não perdeu tempo em enfiar as mãos dentro da camiseta dele, apertando suas costas. "Tem uma coisa que é a mais afrodisíaca de todas... e eu tenho experimentado MUITO dela." Assegurou, passando os dedos pela intimidade dela, coberta pela parte debaixo do biquíni que ela usava, e ela gemeu baixinho. "Agora, me dá esse pano, vai." Implorou. Ela mexeu em uma das sacolas que eles tinham colocado na areia e achou a canga rapidamente, estendendo-a em seguida, com um pouco de dificuldade por causa do vento. Os dois se deitaram e começaram a se beijar com voracidade, enquanto suas mãos trabalhavam com precisão. As dele, tirando a calcinha de biquíni dela, e as dela abrindo o botão e o zíper da bermuda dele. "Eu prometo que eu faço amor com você, do jeitinho que você merece, lá no hotel." Ele afirmou, puxando a bermuda e a cueca boxer para baixo, apressadamente. "Mas aqui tem que ser uma rapidinha gostosa, babe... ou nós podemos ser pegos em flagrante." Ele riu da inconsequência dos dois. "Ser pegos, é?" Perguntou, mordendo os lábios, enquanto afastava as pernas e as usava para puxá-lo para mais perto. "Isso é tão excitante." Quando ela acabou de falar, ele já estava dentro dela, e investia contra seu corpo forte e rápido. Ela rebolava no mesmo ritmo frenético, pressionando seu clitóris contra a pele quente dele, e os dois gemiam e ofegavam, enquanto seus corpos iam ficando gostosamente suados. "Babe, eu vou... babe... vem comigo, meu amor. Vem." Finn pediu, com dificuldade, não conseguindo segurar mais o próprio prazer, e o corpo de Rachel agiu como se nenhum comando dele jamais pudesse ser desobedecido. Os dois gozaram juntos, seus corpos estremecendo com o choque de seus intensos orgasmos e pelo encontro entre a brisa fria do mar e suas peles expostas. Recolheram tudo, rapidamente, antes que aparecesse alguém e ficasse claro o que eles estiveram fazendo ali, naquele lugar deserto e pouco iluminado. Saíram da praia, abraçados e rindo de sua breve aventura, e pegaram um táxi, seguindo para o hotel. Porém, naquela noite como em muitas outras, Finn se sentia incapaz de tirar as mãos de Rachel ou de parar de beijá-la. Se estivessem em LA, ele jamais a beijaria do jeito que a beijou durante todo o percurso entre a praia e o hotel, e depois dentro do elevador, mas felizmente eles estavam no Brasil, onde seus rostos eram totalmente desconhecidos. Marido e mulher entraram em seu quarto já se agarrando e se livrando de todas as peças de roupa, como se fossem um casal de adolescentes cheios de hormônio que não transavam há dias, e não dois adultos em lua de mel. Finn pegou Rachel no colo e entrou com ela no chuveiro, onde transaram de novo rápido e agressivamente, para só mais tarde, depois de pedir um lanche no quarto e de ver boa parte de um filme, fazerem amor lenta e apaixonadamente. Tiveram uma ótima noite de sono, depois daquele longo dia, e, na manhã seguinte, Rachel foi acordada com beijos suaves em suas costas nuas, e, virando-se, tentou puxar o marido, para que se juntasse a ela na cama novamente. Para sua surpresa e descontentamento, ele não só não se deitou com ela como fez com que ela se levantasse, mesmo protestando muito. Disse que eles precisavam tomar café rápido, pois viajariam logo, e isso a irritou ainda mais, mas a irritação só durou até o momento em que ela entrou na saleta anexa, onde estava servido o café. Havia na mesa deles praticamente todos os itens que eram servidos no restaurante, até o tal beiju por que Finn tinha se apaixonado e o cuscuz de milho que a vinha tentando desde a manhã anterior. Eram pratos bem variados dos quais, com toda a certeza, eles não comeriam nem a metade, no entanto o que mais chamava a atenção era um cheio de pequenos cupcakes, cada um com uma pequenina vela acesa. Lágrimas brotaram nos olhos de Rachel, enquanto ela abraçava Finn e ele lhe desejava um 'feliz aniversário', dizia para que ela fizesse um pedido ao apagar as velas, e lhe entregava um embrulho de presente, entre beijos e um 'eu te amo'. Ela assoprou as velas, desejando ser sempre tão feliz como estava agora e abriu o presente, que era uma caixinha de música parecida com a de Paris, mas dessa vez tinha o Farol da Barra dentro, porque ele sabia que eles estariam na Bahia no dia do aniversário dela, e mandara fotos para o joalheiro esculpi-la em outro branco e colocar na redoma de cristal. Se Finn pretendia dar a ela uma coleção de caixinhas de música, ela não iria se opor, porque elas eram lindas e tinham todo um significado.
Os dois tomaram café e arrumaram tudo para viajar para uma nova cidade do Brasil e, se antes Rachel não tinha gostado muito de saber que eles voariam no dia de seu aniversário, pois julgara cansativo, agora ela tinha certeza que um pouco de cansaço não estragaria seu dia. Aliás, ela seria capaz de apostar tudo o que tinha, se alguém lhe propusesse. Nada no mundo seria capaz de estragar aquele aniversário!
Notas finais
Santana e Quinn vão ter bebês de sexos diferentes. Quem deve ser a mãe da menina e quem deve ser a do menino? Votem, por favor! Bjo
Também aceito sugestões de nomes (que tenham coerência com o fato de que eles são americanos, please hehe)
p.s.: o lance do cantor aconteceu comigo em Fortaleza kkkkkk
Também aceito sugestões de nomes (que tenham coerência com o fato de que eles são americanos, please hehe)
p.s.: o lance do cantor aconteceu comigo em Fortaleza kkkkkk
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