Modified - Interativa.

21 Aponte, mire e atire


Notas iniciais
Hiye! Voltei e com um capítulo bem legal pra quem gosta de ação. E não vou falar porque eu estou tão feliz. OMZ A QUEM EU QUERO ENGANAR, A ABERTURA DE SPN! "CAS, WAIT" "I MISS HIM" NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOO EU NÃO MERECIA ESSA DOR, VÉI. E lógico, novo clipe de 5SOS amanhã. Que foi? Vai encher outro, eu fico feliz quando meus ídolos lançam videoclipe, por mais gays que eles sejam. Agora já respondo os reviews do último capítulo, tô com net de novo! o/ Leiam o capítulo de uma vez porque eu sei que vcs não aguentam mais eu falar sobre porque eu estou feliz.

– Gato, eu te amo. — Maison pegou o gato preto no colo e quase esgoelou o pobre bichano com um abraço apertado. Ela estava de volta no Acampamento mais rápido que podia prever. O gato a arranhou brevemente, no que ela o largou e saiu correndo para a barraca que dividia com Clary.

– Me desculpa Clary, mas eu tenho que ir. Te ligo depois. — Ela escreveu brevemente isso no bilhete e começou a socar todas as roupas de volta na mala. Saindo da barraca, correu até a Ferrari e desligou o alarme. Jogou a mala no porta malas, correu para o banco do motorista e já ia arrancar com o carro quando alguém tocou no vidro da janela. Virou a cabeça esperando Luke, mas quem estava parado ali era o seu namorado, Brian.

– Oi Sizzy. — Ele sorriu. Ela rolou os olhos. — Aonde você vai?

– Eu vou pra casa, Brian. — Respondeu calmamente.

– Mas eu pensei que íamos passar a noite juntos. — Ele pareceu desolado. Por um momento ela sentiu pena dele, mas passou rápido. Aquele era Brian, o quaterback do time de futebol americano, capitão do time de beisebol da escola, o perfeito coxinha. Mas, bem, o relacionamento deles era puramente como um casal de filmes. Ela era a capitã das líderes de torcida, capitã do time de vôlei, com notas sempre perfeitas. Era completamente normal namorar com Brian. Mas ela já estava completamente cheia dele. — Quer saber, Brian? Tá tudo terminado. Tudinho. Eu não gosto de você, você não gosta de mim. Por que não dá o fora da minha vida? Pois é, isso mesmo. Tchau meu querido. Até daqui a duas semanas.

Ela jogou um beijo no ar e deu ré com o carro, saindo da vaga que ocupava. Brian estava parado no mesmo lugar, com a boca aberta, sem palavras. Só pra pisar mais, ela ergueu a mão para fora do vidro e deu tchauzinho. O carro vacilava nas estradas de terra, mas ela era uma boa motorista e conseguiu sair do Acampamento sem ser percebida por muitos professores. Já na estrada outro som tomou-lhe a atenção. Ela olhou pelo retrovisor e viu o Camaro de Luke se aproximando perigosamente.

– Não é possível. — Ela acelerou a ferrari, mas mesmo assim Luke encostou no para choque do carro.

– Para esse carro Maison! — Berrou ele, o mais alto que podia. Ela abriu o vidro do carro e meteu o dedo do meio bem a vista pra ele.

– Vá se fuder! — Gritou.

Ela pisou fundo no acelerador, chegando a 130 km/h na estrada vazia. Só parou violentamente quando viu um carro capotado mais para frente. Haviam outros dois carros estacionados, um Impala e uma SUV. Ela parou o carro e desceu correndo, pronta pra chamar a polícia ou uma ambulância.

– Meninas? — Ela ofegou, reconhecendo as pessoas a sua frente.

– Maison! — Andrômeda correu para abraçar a amiga. — Como nos achou?

– Eu na verdade nem estava procurando vocês... o que é isso? — Ela apontou para o carro de ponta cabeça.

– Aconteceu um acidente, Maison. — Charlotte respondeu. — Esses são Daphne e Calebe. E ali Allec e Catherine.

Ela meneou a cabeça na direção dos amigos que estavam no meio de uma discussão.

– Você estava no carro? — Maison se apavorou. — Ah meu deus. Você tá bem? Precisa de ajuda? Eu posso te levar pra um Hospital.

– Não precisa Maison, obrigada. — Ela recusou.

– Maison está certa, você deveria estar em um Hospital. — Clary franziu as sobrancelhas e abraçou a amiga que havia acabado de chegar.

– Ah, agora que chegaram duas carruagens para os mocinhos eu posso voltar para o Acampamento. — Calebe disse, apontando para o Camaro de Luke que havia estacionado o camaro ao lado da ferrari de Maison e descia do carro.

– Calebe. — Daphne agarrou o braço do garoto. — Espera. Tem alguma coisa errada.

No meio da agitação eles não viram que os agentes dentro do carro ainda estavam vivos. E um deles acordado. E com uma arma na mão. Três segundos se passaram até Daphne olhar de relance para os homens e perceber que um deles, o que estava no volante, apertara o gatilho da arma. E a direção era Andrômeda, a que estava mais perto do carro.

– Andrômeda! — Pietro berrou.

Todos estavam paralisados. Andy olhou para as roupas, procurando sangue. Mas a camiseta dos vingadores estava tão igual quanto antes. Ninguém entendeu quando a bala, antes em uma trajetória perfeita na mira do coração de Andrômeda flutuava na frente do peito da garota, apenas a cinco centímetros de alcançá-la. Nem mesmo o agente, que efetuou mais cinco disparos, esvaziando o pente, acreditou no que via. Ele nunca havia errado um alvo. Todas as balas pararam na metade do caminho, flutuando.

– Maison, você é a garota mais foda que eu já vi. — Luke constatou, sombrio. Todos os olhares aterrorizados voltaram para Maison. As balas caíram com pequenos estalidos na estrada.

– Você... — Daphne gaguejou.

– Meu deus... — Cath murmurou. Calebe aproveitou a distração e se aproximou do agente que estava encolhido e dando-lhe um chute na cabeça com toda a força, fazendo-o desmaiar de novo.

– Você salvou minha vida. — Andy disse por final.

Todos ficaram em silêncio. Andrômeda começou a chorar e foi abraçada por Pietro.

– Muito legal. — Allec sorriu. Mais uma, então. Mas agora tinha outros problemas pela frente. Ele sabia o que tinha que fazer. Suas ordens eram eliminar quem quisesse eliminar os Modificados. E infelizmente Y-54 havia perdido as estribeiras. — Não se assustem com o que eu farei a seguir, porque é necessário. — Allec andou até o porta malas da SUV do pai. Algo lhe dizia que ali estava o que ele procurava. — Quem tem estômago fraco que olhe para o outro lado.

– Você não vai... Allec! — Cath arregalou os olhos.

O garoto abriu o porta malas. Não havia muita coisa ali, mas ele sabia que tinha um compartimento secreto. A senha era 66343433, a qual ele sabia por que era o número preferido do pai. Lá dentro ele tirou uma semiautomática calibre 36.

– Allec! — Daphne gritou. Todos entenderam o que vinha a seguir. Charlie fechou os olhos.

Allec mirou e atirou. Maison não tentou impedir. A cabeça de Y-54 tombou no chão, criando uma poça de sangue. Allec deu a volta no carro e deu um tiro no outro agente, que estava no banco do passageiro.

– O que você fez?! — Charlie berrou, quebrando o silêncio. Os gritos dos outros começou logo depois, durando três minutos.

– Ah que ótimo, gênio! — Gritou Calebe. — A gente tá ferrado! O que a gente vai fazer com os corpos?

Daphne piscou e olhou para ele.

– Corpos? Corpos? — Repetiu. — Acabamos de ver o assassinato de duas pessoas! E você está preocupado com os corpos?

– Nós iremos ser presos! — Calebe se defendeu. — Então precisamos queimar, sei lá.

– Ele tá certo. — Pietro assentiu. — Eu não quero dar essa decepção para os meus pais.

Essa afirmação venceu Daphne.

– Muito bem. — Calebe pescou do bolso o isqueiro que carregava. — Vamos queimar?

Todos assentiram. Seria melhor que todos pensassem ter sido um acidente. A gasolina do tanque já estava pingando mesmo, e ele tinha um galão no porta malas. Mas o problema era fazer a explosão de um jeito que eles estivessem longe o suficiente.

– Me sinto uma assassina. — Clary cruzou os braços sobre o peito.

Catherine seguiu Allec no caminho novamente do porta malas.

– Foi desnecessário o que você fez. — Ela o repreendeu.

– Ele tentou matar Andrômeda. Olha, eu sei que é errado. Mas isso aqui é uma guerra pelas nossas vidas. — Allec guardou a pistola no porta malas. — Agora eles estão na linha do fogo.

Cath não se convenceu, mas teve que concordar. Quando já ia dizer mais alguma coisa, Charlie apareceu no meio dos dois, mancando um pouco da perna esquerda.

– Gente, não olha agora. Mas... Olha agora. — Ela tremeu.

Allec e Catherine olharam para a estrada em sua frente. Um batalhão de carros blindados vinham em sua direção, a uns dez quilômetros. Eles vinham calmamente, como se soubessem que não havia nada o que eles pudessem fazer.

– Entrem no carro! — Daphne berrou. Ela conseguia ler a mente de alguns lá, mesmo com a distância. E podia apostar que não era nada bom.

– Não entrem nos carros! — Allec gritou, abrindo novamente o porta malas e distribuindo armas a todos os presentes.

– O que fazemos com isso? — Clary perguntou, tremendo com uma metralhadora na mão.

– Engatilha, aponta, mira e atira. — Ele explicou. — De preferência no motor. Quem conseguir usar os poderes, melhor ainda. — Ele viu que todos o encaravam. — Eu sei que todos aqui têm poderes, ok? Coisas estranhas que vocês podem fazer. Façam o que puder. Se não der mais, entrem nos carros e partam para o mais longe possível. Não vão para suas casas a menos que quiserem ver seus pais com uma bala na cabeça. Eles vão fazer tudo para nos pegarem.

Olhares assustados para todo o lado.

– Que ótimo que entenderam. — Ele tirou do canto do carro três walkie-talkies. — Um para a Maison, porque ela tá dirigindo a ferrari. Um para Luke, já que ele é motorista do Camaro, e outro para Calebe, que dirige o Camaro. Estão todos conectados com o meu. Não usem os celulares.

Depois de explicar tudo ele correu para o carro de ponta cabeça e jogou o galão de gasolina formando um círculo. Os carros blindados se aproximavam ainda mais.

– Calebe, me dá o isqueiro. — Ele pediu.

– Peraí cara. — Luke levantou as mãos. — Você está dizendo que todos que tem poderes estão correndo perigo?

– E se não souberem usá-los estão ferrados. — Allec respondeu rapidamente.

– Ah, merda. — Luke começou a andar dando voltas. — Eu preciso salvá-los. Maison, já que você está bem, eu vou buscar meus amiguinhos. — Ele se aproximou de Maison e deu um beijo na testa dela. — Fica bem, volto quando der, eu ainda estou com meu walkie-talkie, não se preocupem comigo.

Maison ficou paralisada, mas Catherine quebrou a tensão.

– Luke, por favor, se você encontrar um garoto albino que está no Acampamento diz pra ele se transportar pra cá. Ele deve estar com Connor. — Catherine o instruiu. — Tá bem?

– Um albino com poder de teletransporte? — Luke abriu a porta do camaro e girou a chave. O motor do carro tomou vida e ele deu ré. — Se eu encontrar eu aviso sim. Maison, fica viva, eu ainda quero te beijar!

Ele voou com o Camaro. Sabia que podia ser mais rápido do que o carro, mas precisava encontrar os amigos e colocá-los em segurança no carro.

Enquanto isso os outros ficaram com armas em mão, o estômago revirando com a expectativa de uma luta.

– Se nada der certo, fujam porque eu vou fazer uma explosão pesada aqui. — Allec avisou. Todos assentiram. Quando os carros tomaram uma distância bem menor, a chuva de balas começou.

Notas finais
Apresentações Visuais: Oliver Sonenclar: http://i.imgur.com/cfexl88.jpg Explicações do Capítulo: Gostaram? Eu adorei fazer esse capítulo! Cheio de ação, tiros, bombas, que é o que eu gosto de fazer, me processem u_u Allec matou dois a sangue frio (e vamos combinar, a autora aqui tem sangue frio também) e ainda armou toda a galera. Sinceramente, eu ri ao imaginar a tadinha da Daphne com uma metralhadora, o coice vai fazer a coitadinha voar hsuahsuahsu Charlie também está ficando mais durona, ela e a Maison, pra falar a vdd. Andrômeda quase morreu (mas não morreu pq sou boa e estou feliz) e Clary novamente teve suas falas drasticamente cortadas, já q a autora do personagem não apareceu (eu vou ter que fazer a Claryzinha sofrer as consequências, mas ñ quero fazer isso, eu gosto da Clary). Calephne discutindo (aliás, como sempre), Lukaison (Lukabelle, tanto faz) também fofinhos (veja só, ela não deu um soco no Luke quando ele deu um bjinho nela, isso é um avanço!) No próximo teremos Oliver e a turma da floresta se integrando ao grupo dos v1d4 l0k4 (isso soou tão funkeiro, esqueçam o que leram). Fiquem com os anjinhos, sonhem com o próximo capítulo, curtam a natureza! Até mais.