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19 Capitulo 19
Notas iniciais
Renesmee POV
Marchei furiosa para o estacionamento onde o motorista já nos aguardava, ouvindo os passos de Quil apressados vindo atrás de mim.
–Calma Renesmee!!! – não parei para esperá-lo, apesar dos enormes saltos que Karina me fez calçar. Não queria ver mais ninguém naquele dia! Ninguém! E esperar por Quil implicava necessariamente arriscar a encontrar com alguém! E isto estava riscado da minha agenda conturbada.
Avistei o carro preto da Black’s e fui até ele, entrando rapidamente na parte de trás, deixando a porta aberta para que Quil entrasse.
–Bom dia John!
–Bom dia senhorita! – Quil então entrou esbaforido no carro, batendo a porta em seguida.
–Nossa! Ufa! Como consegue correr com esses sapatos? São altíssimos!
–Treino meu caro Watson! É tudo uma questão de treino! – respondi com um sorriso meio triste.
–Está certo! Se você diz, quem sou eu para contrariar uma mulher como essa! – disse dando um sorriso torto.
John virou para Quil que sorriu para ele. Puxa vida como Quil era bem humorado e tranquilo! Bemmmmm diferente do priminho mal humorado dele!
–Bom dia John! Tudo bem?
–Sim senhor, um bom dia para o senhor também! Podemos ir senhor?
–Sim, John, sabe onde parei meu carro hoje?
–Sim senhor!
–Então é para lá que nós vamos.
Olhei para ele em choque, não íamos no carro da empresa?
–Fique tranquila Nessie, eu sei o que estou fazendo! – me olhou de soslaio percebendo a minha confusão.
–Espero mesmo que saiba! – virei meu rosto para a janela e olhei para fora tentando descobrir para onde estávamos indo. John nos levou para o outro lado da empresa, em um ponto onde eu nunca havia ido antes, próximo a um prédio branco enorme, e estacionou ao lado de uma BMW 125i M Sport preta.
–Aqui estamos senhor!
–Obrigado John!
–Vai precisar de mim ainda hoje senhor?
–Não John! Pode ir! – ele abriu a porta e já ia saindo, quando pareceu se lembrar de algo e voltou de repente – Ahmmm, John, se alguém, qualquer pessoa, perguntar, você está nos aguardando do lado de fora do evento, ok? Pode ir, não fique por aqui, nem por perto.
–Tudo bem senhor! Não estarei para ninguém!
–Ok! Obrigado! Vamos Nessie? — ele saiu e estendeu a mão para que eu pudesse me apoiar.
Caminhei ao lado dele que desativou o alarme e se adiantou abrindo a porta do passageiro para que eu entrasse. Me sentei no carro e coloquei o cinto de segurança, enquanto Quil dava a volta, entrava e se acomodava.
Ele então deu a partida no carro e saímos do estacionamento. Eu não olhava para ele, me mantive ocupada observando os carros que passavam por nós. Ao parar em um semáforo, Quil tocou em minha mão, me fazendo olhar para ele, dando um sorriso assim que conseguiu a minha atenção.
–Fica tranquila, sei que está estafada, nervosa e Jacob não ajuda muito!
–Obrigada pelo apoio Quil... – sorri para ele, desta vez sendo realmente sincera. Fiquei tão incomodada antes, pensando no que ele poderia estar pensando de mim por conta da situação toda, que apenas essa pequena frase já me fez sentir menos mal.
Ele então voltou sua atenção para o transito me deixando novamente perdida em meus pensamentos. De repente meu celular disparou a tocar, não foi preciso ver quem era, a música de Jacob já dizia tudo, apertei um botão fazendo-o silenciar.
–Terrified? — olhei para Quil que sorria.
–Hã? — perguntei me fazendo de boba. Ele olhou para o celular e de volta para mim.
–Terrified da Katharine McPhee! – o encarei sem acreditar.
–Conhece essa música? — ele sorriu e ligou o rádio do carro, apertando alguns botões no volante, logo depois a música do meu telefone começou a tocar nas caixas de som.
–Gosto dela! – respondeu esboçando novamente aquele sorriso torto.
–Também! Também gosto muito! – virei novamente para a rua, os carros passando, as pessoas indo e vindo, outdoors!
–É você!
–O que?
–Você! Lá, no cartaz! – olhei para o cartaz ao qual ele se referia e me vi nele, ao meu lado Jacob, me espremendo em seu corpo, me beijando avidamente como sempre! Me lembrei na hora do dia, lugar, minutos e segundos em que aquela cena aconteceu e aquilo embrulhou o meu estômago. Virei meu rosto, olhando para o outro lado! Percebendo minha reação ele continuou falando como se quisesse melhorar o clima pesado que se formou entre nós. – Você é muito competente Renesmee, a foto ficou excelente!
–Obrigada Quil... – minha voz praticamente não saiu, se não fosse aquele evento eu estaria aos prantos, mas tinha que me segurar, não ia me deixar abater por aquele imbecil de uma figa! Como se ouvisse meus pensamentos, o celular voltou a tocar novamente e mais uma vez não precisei saber quem era, simplesmente apertei a tecla e o fiz emudecer.
Quil não disse mais nada, limitou-se a dirigir até que chegamos ao evento. Ele parou o carro na entrada do tal lugar, deu a volta e abriu a porta para mim. Imediatamente veio um rapaz e levou o carro.
À nossa volta flashes espocaram por todos os lados, repórteres vieram até nós gritando para mim, fazendo mil e uma perguntas às quais Quil não me deixou nem ouvir, quanto mais responder. Ele tocou nas minhas costas e me conduziu para dentro do local onde inúmeras pessoas conversavam de forma descontraída, bebendo e comendo.
Quil passou por elas, me apresentando como a modelo da Maison, todos se mostravam muito interessados na coleção, todos perguntando a Quil como ia ser o lançamento em Milão, o que eles estavam pretendendo para a abertura. Meu celular não parava de tocar aquela maldita musica, irritada, o coloquei no vibracall, não queria mais saber daquela porcaria!
–Por que você não o desliga? – percebendo a minha irritação, Quil se aproximou de mim apontando para a bolsa.
–Por que meus pais podem me ligar, não gosto de deixá-los preocupados.
–Entendo! – seus olhos então focaram em alguém atrás de mim e saiu me arrastando até lá. Vou confessar que aquele rebuliço todo estava me deixando ansiosa e cansada, mas precisava me sustentar, aquele era meu trabalho e eu gostava daquilo, gostava daquela mexida, apesar dos pesares! Além disso, eu sabia que a culpa de tudo que estava acontecendo comigo era minha mesmo, quem me mandou baixar a guarda para que Jacob entrasse no meu coração? Quem me mandou ficar com ele? Eu sabia como ele era, sabia que a probabilidade dele fazer comigo o mesmo que fez com as outras era imensa! Então agora eu tinha que aprumar meu corpo e enfrentar o que quer que viesse pela frente, mesmo que para isso eu tivesse que cortar as orelhas, já que o que eu queria de fato era aquela oportunidade de emprego, oportunidade de ouro eu diria, pois ninguém conseguia de cara uma chance como aquela e muito menos de se tornar o símbolo de uma marca tão famosa como era a Black’s!
Ficamos por ali mais ou menos umas três horas. Quil então me chamou para irmos, coisa que fiz com o maior prazer.
O rapaz trouxe o carro, entramos e fomos embora. Assim que sentei no banco reposicionei o celular no modo normal, estava com medo que meus pais me ligassem e eu não ouvisse. Fechei meus olhos, não queria mantê-los abertos, queria ir para a minha casa, queria vê-los, tomar um banho e me afundar na cama para nunca mais acordar!
–Renesmee? — acordei sobressaltada com Quil me chamando.
–Ahmmm... aiiii .... meu Deus Quil! Nossa me perdoe, acho que adormeci!
–Não tem problema, sei que está cansada! – olhei para fora e não reconheci aquele lugar.
–Onde estamos? — perguntei assustada.
–Fica tranquila, estamos em uma estalagem na beira da estrada...
–Mas por quê? Quero ir para a minha casa Quil....
–Sei que sim, mas você não está bem, não comeu nada até agora, e sei que precisa relaxar....
Olhei para ele receosa do que ele poderia querer comigo, afinal de contas tudo o que aconteceu poderia levá-lo muito bem a pensar que comigo a coisa rolaria fácil, eu não o culpava se ele assim o pensasse! Só que não tinha nada a ver ficar com qualquer pessoa simplesmente por ficar e, além disso, também não queria ficar com mais ninguém dali e isso era fato consumado na minha cabeça. Chega de trocar os pés pelas mãos!
Mais uma vez parecendo que lia meus pensamentos, Quil passou a mão carinhosamente no meu rosto, tentando me tranquilizar.
–Não precisa assustar, não vou fazer nada com você, só quero que coma alguma coisa, quero tentar te fazer melhorar um pouco dessa agonia em que está, enquanto dormia você chorou, falou muito e.... bom, me senti responsável por você! Vem, vamos lá, vai ser bom, prometo! – ele então saiu do carro, deu a volta e abriu a porta, estendendo a mão me puxou para fora de lá.
O segui até a estalagem. Assim que entramos, uma garçonete veio ao nosso encontro e nos levou para um canto mais reservado a pedido de Quil. Na verdade nem precisava disso, o lugar estava praticamente vazio, só haviamos nós e mais um casal sentado em um canto próximo à uma das janelas.
Fizemos os pedidos e assim que ela se afastou, Quil começou a conversar de forma descontraída, aproveitando para afrouxar o nó da gravata e abrir o primeiro botão da camisa.
–Descobri esse lugar quando sai de viagem para visitar meus pais, eles moram um pouco mais para frente, em um rancho. Meu pai adora cavalos e convenceu minha mãe a se mudar, saindo da total confusão para a completa calmaria!
–Deve ser muito bom morar em um lugar assim!
–Sim é! Principalmente quando se trabalha no setor da moda!
–Bom, me fala um pouco de você, sei que é acionista da Black’s, mas ainda não tinha visto você por lá....
–É que eu sou dono da confecção que faz a lingerie que você usou outro dia naquelas fotos. Somos nós que a fazemos e também que bordamos manualmente todas as peças.
–Puxa! Não sabia que elas eram bordadas à mão!
–São! Isso começou com a minha mãe e a de Jake na verdade, elas queriam fazer peças diferenciadas e de qualidade para a Maison. Só que chegou num ponto que elas resolveram se aposentar e eu acabei assumindo a fábrica!
–Mas no caso quem faz a parte de criação das peças é Alice, não é?
–Isso mesmo! Ela é a designer do grupo, ela cria e nós colocamos em prática.
–São tão lindas!
–E em você ficaram deslumbrantes!
–Ah também não é assim!
–É bem assim Nessie, sabe que é linda! – ele me olhou nos olhos e sorriu, pegando na minha mão em seguida, mas antes que ele o fizesse me levantei da cadeira, fazendo-o recuar.
–Eu, bom, se me permite vou dar uma chegadinha no toalete e já venho. Vou aproveitar e ligar para casa Quil, se não se importa.
–Não! Tudo bem, pode ir, fico aqui no aguardo.
Fui até o banheiro e parando em frente à bancada da pia me olhei no espelho, sentindo as lágrimas inundarem meus olhos e me forcei a engoli-las, não ia chorar, não ia! Olhei novamente para o espelho, tudo bem, até que eu não estava tão mal assim! Só um pouco borrada por conta do choro, mas no mais...
Dei uma limpeza no rosto, penteei meus cabelos, deixando-os cair sedosos pelos ombros, tirando aquele spray que Juan adorava aplicar, deixando-os grudados. Peguei então meu celular para ligar para casa, esperava que ali ele pegasse.
Assim que olhei para o visor vi que Jacob tinha me ligado umas trezentas vezes. Idiota, nunca mais falo com você! Pode me ligar até explodir essa merda! Suas ligações só venciam para as de Paul e tia Alice, que pelo visto já devia ter escutado as “boas novas” e resolveu aparecer. Apaguei-as e liguei para casa, precisava da minha mãe, estava com tantas saudades!
O telefone tocou até explodir e nada! Provavelmente estavam na festa de aniversário de tio Jasper. Deixei então uma mensagem para ela e voltei para a mesa.
A garçonete havia levado uma garrafa de vinho para a mesa e Quil o bebia lentamente, saboreando-o e olhando pela janela. Puxa, olhando assim ele ele era realmente bonito! Tinha um perfil forte, marcante! E ele era tão suave, gentil! Tão diferente de Jacob em tantos aspectos que a semelhança física deixou de ser algo tão grande. Percebendo a minha chegada, ele virou me encarando e abrindo um sorriso enorme.
–Ah, ai está você! Vejo que soltou os cabelos!
–É, odeio aquele tanto de spray que o Juan joga nele! Fica tão ressecado!
–Se quer a minha opinião eu prefiro assim! Você fica mais bonita ainda, se é que isso é possível! — Sorri para ele notando o quão diferente ele realmente era, tranquilo, sereno... – ah sim, antes que me esqueça, peguei um chinelo para você, não sei se serve, deve estar morrendo de dor nos pés!
Olhei para os chinelos na mão dele e, praticamente arrancando os sapatos dos pés, os calcei suspirando de alívio.
–Obrigada Quil!
–Por nada gatinha! Agora vem, vamos tomar um vinho enquanto esperamos pelo nosso talharim ao molho branco e funghi.
Ficamos conversando animadamente, ele me contando a respeito dos pais e do rancho e de como era quando ele e os irmãos eram pequenos, de como eles viviam montados nos cavalos, brincando de corrida e ajudando o pai na lida.
–kkkkkk.... nossa, era muito bom Renesmee! Se você quiser posso te levar no rancho um dia, você vai adorar! É tudo muito simples, mas com muito conforto!
–Eu imagino! Vou querer sim, com certeza! – sorri para ele que bebia um pouco mais do vinho. Eu já estava me sentindo bem melhor, mais tranquila e descontraída, era tão bom sair daquele rebuliço e das cobranças! Percebi como aquilo estava me fazendo um bem danado!
Notamos que o som ambiente, antes eletrônico mudou de repente, um rapaz começou a tocar uma musica no violão e cantar cantigas típicas muito gostosas e animadas, Quil então sorriu e me estendeu a mão.
–Que acha de dançar? Gosta?
–Hummm... podemos! – dei a mão a ele que me conduziu até a pista improvisada no meio da estalagem. Se aproximando pegou na minha cintura e começamos a dançar uma espécie de polka misturada a um forró brasileiro, muito animado. Sei que nunca pulei e rodei tanto em minha vida! Quil ria a valer dos meus chinelos voando para todos os lados, e nunca parando no meu pé.
–Você é um doido Quil!
–Nada, você é que dança mal prá caramba!
–Ahã... eu né?
–Vai dizer que fui eu quem pisou no seu pé uma dezena de vezes?
–kkkkkk... não, tudo bem, assumo a falta de competência!
Nos abraçamos e rimos a valer. A garçonete então se aproximou de nós, nos avisando que o jantar já estava servido e voltamos para a mesa.
–Hummmm..... como-isso-é-bom!!! – disse provando o macarrão quentinho.
–Está muito bom não é? Eu já tinha comido isso aqui antes e caí de amores!
–Nossa é divino! – respondi dando um sorriso para ele, que me devolveu abrindo outro enorme.
Continuamos a saborear o prato e o vinho. Conversamos o tempo todo, percebemos que tínhamos muito em comum, fiquei surpresa de saber quantas coisas que ele gostava e que eu também era fã ou curtia! Mas é o que já disse antes, nada bom dura para sempre. No meio de um de nossos papos descontraídos, meu telefone começou a tocar Terrified novamente, eu tinha esquecido de tirar de novo o som daquela tranqueira!
Puxei irritada o celular da bolsa, minha mão tremia tanto que não conseguia desligar. Foi então que Quil o tomou da minha mão, jogando-o longe. O celular voou e bateu em uma parede, desmontando. Olhei para ele assustada, que devolveu o olhar me encarando fundo nos olhos, demonstrando uma seriedade que ainda não tinha vislumbrado nele até então.
–Chega, né? Sinceramente que você não merece isso! Sabe Nessie, até então eu não disse nada por que não queria invadir a sua privacidade, mas sinceramente o Jacob não te merece! Ele é o cara mais galinha e sem noção que eu conheço! – abri a boca para dizer alguma coisa sobre o que ele me falava, mas ele me cortou. – Não! Deixa eu terminar! Sei que ele está apaixonado por você, mas...
Meus olhos se abriram num misto de surpresa e incredulidade.
– Sei que você não acredita, mas ele está sim, apaixonado por você! E muito! Nunca vi o Jake desse jeito, ele está desesperado, enquanto você dormia ouvi seu celular tocar várias vezes e sei que era ele. Eu... – ele parou de falar quando o celular dele começou a tocar, ele então o tirou do bolso e olhou no visor do telefone, respirou profundamente, soltou o ar com força, impaciente e atendeu. – Quil! Ah, oi Jacob, diz!
Ele levantou um dedo num sinal claro para eu aguardar, em seguida me encarou, continuando a conversar com o cretino.
–Não! Não Jake, ela não está mais comigo! Não, eu não sei onde ela está, a deixei em casa, deve estar dormindo! Você não dorme? Ah, sei.... bom Jake, você pisou na bola como sempre, não é mesmo? Nem adianta vir com esse papo prá boi dormir, eu te conheço, sei que está apaixonado.... Jake, não enrola, sei que está! Admita! Não Jake, não disse nada! Não posso fazer nada a respeito, sinto muito! Dessa vez vai ter que crescer ou vai perder a única mulher que você já amou na sua vida! Tchau Jake! Sim, estou ocupado! Sim, estou com alguém e você está atrapalhando! Não, não é a Renesmee! Não Jake, não estou mexendo nas suas gavetas! TCHAU JAKE! – ele desligou o telefone irritadíssimo e me deu uma vontade enorme de rir! Quil bravo?
– kkkkkkk... ah me desculpa Quil, mas foi engraçado! Você bravo foi um tanto quanto estranho!
–Engraçado por que não é você que passou a vida inteira encobrindo as coisas erradas do seu primo galinha!
–Mas ele é tão galinha assim?
–Se é TÃO??? Nossa, ele é demais! Nessie, olha só, eu vou te ajudar! Sei que vocês ficaram juntos na noite de ontem e soube o que houve hoje e...
–Quem é ela Quil? – interrompi na tentativa de descobrir quem era aquela mulher que deixou Jacob completamente transformado.
–Roxane... ela é Roxane...
–E quem é Roxane?
–Roxane é a poderosa!
–A poderosa?
–Exatamente! Mas não vou entrar em detalhes sobre ela, isso quem tem que te falar é ele e não eu! Só o que vou te contar é que quando ela aparece ele pula fino e foi por isso que ele fez o que fez com você!
–Mas por quê? Por que ela o influencia a esse ponto?
–Ele vai te contar... o meu papel aqui é te proteger Nessie, e te ajudar e é isso que vou fazer!
–E o que você está pensando?
–Bom, em primeiro lugar nós dois vamos ter que fazer umas viagens juntos mesmo, então isso vai nos ajudar a levantar umas inseguranças nele. Mas vou traçar um plano bem certinho, minucioso, dessa vez o Jacob não vai fugir do que sente por você, ou eu não me chamo Quil Ateara Black!
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