Mithologics-as Pedras Do Olimpo

9 Capítulo 9-Um Olhar Belo E Petrificante.


Notas iniciais
Capítulo grande...

A fumaça que saiu das pedras logo sumiu com o vento e eles se viram no meio de uma estrada da Pensilvânia. Havia árvores em volta deles, e à frente, uma loja com um letreiro quase caindo: Loja de Ferramentas Build It.

–É a fronteira da Pensilvânia com algum outro lugar?-Peter pergunta.

–Pode ser... –Sam fala.

–Mas acima de tudo, nosso objetivo tá no outro lado da rua... –Ágata diz.

A loja era feita de madeira, que estava suja e desgastada.

–Espero que não desmorone em cima da gente... –Peter brinca.

–Será que ainda é aberta?-Lily pergunta.

–É o que vamos descobrir... –Sam diz atravessando a rua. Os outros vão atrás.

A rua estava vazia, calma...

Sam bate na porta de vidro.

TOC TOC TOC

Silêncio, ninguém responde...

–Parece que não tem ninguém... –Sam comenta.

–Vamos ter que entrar do mesmo jeito... –Ágata fala abrindo a porta de vidro.

–Ei!-Sam chama a atenção de Ágata.

–Que foi? Viemos atrás de uma pedra, não de uma pessoa... –ela retruca entrando. Lily entra atrás.

–Mandou mal... –Peter diz batendo com as costas da mão no peito de Sam e entrando. Sam, por último, entra, com o pé atrás.

A loja tinha um chão de madeira, algumas madeiras frouxas soltavam ruídos ao serem pisadas pelos quatro. Havia muito pó e várias teias de aranhas espalhadas pelo local. Um balcão velho, branco e sujo estava perto de uma parede. Atrás do balcão havia um espelho...

–Essa loja é da época do descobrimento do Brasil?-Lily brinca passando a mão no balcão e vendo a sujeira.

–Talvez... –Peter concorda.

–Tomem cuidado... Não sabemos se isso é natural ou alguma armadilha de Hades... –Ágata alerta.

–Ou algum monstro escondido... –Lily diz.

Ágata sai numa área aberta do lado do balcão, que a leva numa pequena fonte. Uma pequena estátua com cabeças de cobras espirrava água, enchendo a fonte, que transbordava e caía em ralos do lado da fonte.

Alguns tipos de planta “enfeitavam” a fonte. Moedas de ouro estavam na fonte, e não eram levadas pela água.

–O que é isso?-Lily pergunta chegando perto de Ágata-Fonte dos desejos?

–Talvez... Não sabemos a magia que existe no mundo... –Ágata diz. Peter e Sam chegam perto delas.

–A pedra está aí?-Peter pergunta.

–Parece que não... –Lily diz olhando as moedas-É... Não...

–Vamos nos separar!-Sam exclama.

–Boa ideia... Essa pedra tem que estar por aqui... –Ágata diz-E se o mapa diz que está aqui... Está aqui!

–Eu vou procurar por dentro da loja e vocês três se espalham por esses caminhos... –Sam diz apontando para três caminhos feitos por prateleiras.

–Beleza... –Peter concorda indo por um caminho. Ágata e Lily vão cada uma nos outros dois.

Sam entra na loja, com cuidado, ele podia pisar numa madeira falsa e cair em algum porão. Ele se vira e dá de cara com uma teia de aranha.

–Arg!-ele resmunga tirando com as mãos a teia incomodativa.

Ele anda até o balcão.

–Talvez esteja escondida atrás dele... –Sam pensa alto.

Ele caminha com calma. A tábua rangia como um arranhão de unhas num quadro negro. Sam se arrepia.

–Ai!-ele grita com o susto levado. Uma criatura caída com as mãos retorcidas, a boca aberta soltando um grito de horror.

Ele se aproxima. A coisa fica parada.

–É só uma estátua... –ele diz-Uma estátua horrorizada...

Ele se agacha perto da estátua.

–Estátua bonitinha... Viu alguma pedra do Olimpo por aqui?-Sam diz com voz de criança para um cachorrinho.

Um rato pula debaixo do balcão e passa pelas pernas de Sam.

Ah!-ele cai para trás-Tô tenso hoje... –ele respira fundo, para se acalmar. O rato seguiu seu rumo.

Ele se levanta.

–Não havia visto essa porta... –Sam diz olhando uma portinha na altura do balcão atrás do mesmo.

Ele se agacha e abre a porta.

–Vamos ver o que tem aqui... –ele disse passando com cuidado pela pequena porta.

Então ele chega a uma sala com várias fitas.

–Ora, ora... O que temos aqui?-ele diz analisando as fitas-Quinze de março de 2010... Dezesseis de março de 2010... –ele lia numa pilha.

Ele anda e vê em outra pilha...

–São fitas trocadas todo dia... –ele pensa.

Tinha seis visores, quatro deles não podiam ser vistos por causa de plantas nas câmeras.

Um deles mostrava Lily andando entre as prateleiras. Ela nem percebera a câmera.

–Lily... –Sam fala feliz. Depois de Lily passar, alguém passa atrás dela, e não era nem Peter, nem Ágata-Quem era aquele? Ou aquela...

Sam fica preocupado...

–Se ele, ou ela, tem haver com o que aconteceu aqui, e se as fitas eram trocadas todo dia, a fita não foi trocada no dia do incidente... –Sam fala pegando a fita que estava para filmar e colocando-a para tocar.

Ele começa a assistir...

–Essa loja deve estar assim há pelo menos um ano... Sem faxina... Sem limpeza... –Lily ia reclamando enquanto andava pelas prateleiras.

–Garota me ajude!-uma senhora veio correndo pelo mesmo caminho que ela e agarrou seu braço.

–Senhora... O que é isso?-Lily diz. A senhora agarrava forte o seu braço.

–É-É ela... –a senhora gagueja-Eu e meu marido paramos para ver se tinha alguma comida ou informação... E ela... –a mulher começou a chorar.

–Calma... –Lily tenta acalmá-la.

–Isso não irá adiantar... –elas ouvem uma voz. Lily se vira para o lado. Havia uma mulher em pé. Ela usava um colete de couro, que possuia um capuz, o qual ela usava em sua cabeça. As mangas do seu colete, assim como suas botas, também eram de couro e sua calça escura era de jeans. Em seu rosto, uns óculos escuros escondiam seus olhos. Algumas folhas caíam de uma árvore...

–É ela!-a senhora exclama.

–Cala a boca!-a mulher com capuz exclama.

–Q-Quem é você? Eu não quero briga... –Lily afirma.

–Eu também não... –a mulher disse. Ela tinha uma voz sedutora... –Na verdade eu quero companhia nesse lugar... Entediante... Eu sozinha...

–Mas podemos ser amigas... –Lily diz.

–Veremos... –a mulher misteriosa diz-Literalmente...

Ágata andava ansiosamente.

–Até agora... Pedra nenhuma!-ela reclama.

–Ágata! Ágata!-ela ouve alguém chamando: Sam. Ele encontra a amiga.

–O que foi? O que aconteceu?-Ágata pergunta nervosa. Sam para e agarra seus ombros.

–Lily corre perigo! Eu vi o que aconteceu aqui há um ano... –Sam diz.

–E o que Lily tem haver?-Ágata pergunta confusa.

–Eu vi numa câmera ela passando... Uma senhora foi logo atrás, e depois a mulher que causou todo o estrago aqui... –Sam conta.

–Quem?-Ágata pergunta.

–A Medusa... –Sam diz.

–Oh droga!-Ágata diz-Ela está correndo um grande perigo!

–E acha que eu não sei? Vamos!-Sam diz correndo pelas prateleiras junto a Ágata.

A mulher misteriosa andava em volta das duas, e pegava em seus cabelos.

–Mas eu tenho companhias... Como o marido dessa aqui... –a mulher diz olhando para a senhora de cabelo loiro-Como vocês, adolescentes... Só que melhor! Eles me ouvem... Não me criticam e aceitam minhas opiniões...

–Nem imagino o por quê... –Lily diz irônica.

–Eles dizem que eu tenho olhos bonitos... –a mulher fala-Eu também tinha cabelos lindos... Até que Atena me amaldiçoou...

–V-Você é a Me-Medusa?!-Lily diz com um pouco de medo ao se lembrar das histórias de mitologia que lera há um tempo atrás num livro. A senhora agarrava seu braço cada vez mais forte.

–Vamos responder sua pergunta... –a mulher diz com as mãos no seu capuz.

–Oh droga... –Lily diz virando o rosto e fechando os olhos. A senhora corre para trás de Lily, e agarra seus braços, como se a abraçasse.

A senhora, com todas as suas forças, fecha os olhos. A mulher tira o capuz, e Lily só ouve o barulho de chiados das línguas de serpentes... E esse chiado vinha... Da cabeça da mulher! Sim, ela era a Medusa...

SHHHHHHHHHHHHH...

As cobras se retorciam...

–Deixe a gente ir, Medusa... –Lily pede.

–Ah... Por quê? Não querem ser minhas companhias?-a voz sedutora pede-Assim me deixaram magoada...

–Não seremos sua companhia do jeito que você quer!-Lily responde com os olhos fechados.

–Então, como último pedido antes de dizer adeus, peço que olhe em meus olhos... –Medusa diz indo tirar seus óculos-Dizem que são lindos... Quero saber sua opinião... Mini Ártemis!

–Como sabe quem eu sou?-Lily pergunta zangada.

–Você sabe como as notícias correm no mundo e pelo povo mitológico então... –Medusa diz dando voltas entre as duas-Quase todos envolvidos com magia grega sabe do rolo com Hades, as Pedras do Olimpo e você e seus amigos... Mas não tente mudar de assunto querida...

Ela fica de frente com Lily, se abaixa para seu rosto ficar reto com o da garota.

–Quero saber o que você acha sobre... –ela tira os óculos e abre os olhos-Meus olhos...

–Eu não vou abrir meus olhos!-Lily garante.

–Eu sei que você é determinada... –Medusa diz-Mas não vai ficar parada como uma estátua... Ou melhor, é isso que eu quero que você vire... Mas primeiro, dê uma espiadinha nos meu olhos...

Lily sente as serpentes da cabeça de Medusa passarem pelo seu rosto com suas escamas geladas...

Medusa sai da frente de Lily e para na frente das duas, para que, tanto uma quanto a outra virasse pedra se abrisse os olhos.

–A curiosidade humana fará vocês abrirem os olhos... –Medusa diz. Mesmo com os olhos fechados, Lily conseguia ver que os olhos da Medusa brilhavam... Brilhavam com uma luz esverdeada...

A senhora agarrava forte os braços de Lily...

–Abram os olhos... Abram... Abram!-Medusa ordena.

A mulher não se aguenta e começa a abrir os olhos. Medusa percebe e se aproxima mais um pouco. A senhora abre totalmente os olhos. Ela vê Medusa. Seus olhos eram verdes brilhantes... Como uma esmeralda, só que muito mais brilhantes e bonitos...

–Há!-Medusa diz. Seus olhos brilham como nunca, suas cobras ficam enlouquecidas e começam a se contorcer. A senhora abre a boca e fica imóvel. O tom da pele, começa a ficar cinza, ela está se transformando em estátua.

–Ah... –é o último som produzido pela mulher, que fica petrificada.

–Uma já foi... Agora falta a Mini Ártemis... –Medusa diz. Seus "cabelos" estavam “calmos” novamente.

–O que?-Lily pergunta sentindo algo estranho. Ela tenta mover os braços, mas para seu azar, a mulher virou estátua segurando-a. E a estátua era forte, Lily estava presa...

–Não é que ela me ajudou... –Medusa ironiza.

–Droga!-Lily diz. Medusa se aproxima dela novamente, e com sua mão, levanta o rosto de Lily.

–Vamos... Abra os olhos... –Medusa pede.

Ágata e Sam estavam escondidos numa árvore, atrás das três.

–Droga! Lily tá correndo perigo... –Sam diz.

–Jura?!-Ágata diz.

–Eu não estou brincando... –Sam diz um pouco zangado.

–Eu sei... Vamos salvá-la... –Ágata diz.

Medusa continuava a tentar fazer Lily abrir os olhos.

–Abra... Vamos... –ela pedia.

–Não abra os olhos Lily!-Sam grita.

–O que?!-Medusa diz surpresa-Hum... Temos outro descendente aqui...

–Você está louco?-Ágata pergunta puxando Sam.

–Você não vai sair daí mesmo... –Medusa diz a Lily e correndo para achar Sam e Ágata.

–Droga! Ela tá vindo para cá? Satisfeito?-Ágata pergunta.

–Fale menos e corra mais... –Sam diz. Os dois correm pelas prateleiras para despistar Medusa.

Medusa, com os sentidos das suas serpentes, perseguia dos dois.

–Mini Zeus e Mini... Atena? Será um prazer matá-los... –Medusa declara em voz alta enquanto os persegue.

–Como vamos matar quem não podemos olhar?-Sam pergunta enquanto corre.

–Lição de Perseu... O reflexo!-Ágata diz correndo.

–Não adianta correr... Eu vou achá-los... –Medusa diz. Ela era rápida.

Lily tenta se soltar da estátua, quando ouve um barulho de passos sobre as folhas. Era Peter que ainda não percebeu que estava uma bagunça ali e pensava em voz alta.

–Tudo bem... Ela pode até gostar do Sam... Mas eu acho que definitivamente eu me apaixonei verdadeiramente por ela... Ah, oi Lily... –Peter diz-Sei lá, eu fiquei com muitas outras garotas, mas nunca aconteceu isso... E Sam parece estar gostando dela...

–Peter... Não sei se percebeu, mas EU ESTOU PRESA NUMA ESTÁTUA... –Lily diz.

–Já vi, já vi... É que eu também numa me declarei... E você deve gostar de Sam... Deve estar sofrendo com isso, né?-Peter fica refletindo.

–E não dá para ME SOLTAR?!-Lily diz.

–O. K... O.K... –Peter diz sacando sua espada e quebrando os braços da estátua, Lily termina de se livrar das mãos.

–Será que ela me ama?-Peter diz sentando-se numa pedra meio triste.

–Peter! Medusa está correndo atrás de Ágata e Sam para matá-los! Temos que salvá-los!-Lily diz animando-o -E Ágata não gosta de Sam nem vice-versa! Nós nos beijamos!

–Você, Sam e Ágata? Beijo triplo?-Peter diz confuso.

–Não! Eu e Sam!-Lily diz.

–Ah...

–Vamos!-Lily diz puxando-o.

Sam e Ágata entram na casa para se esconder.

–Atrás do balcão... –Sam diz puxando Ágata. Os dois se agacham se escondendo de Medusa, que entra no local pela área onde estava a fonte.

Ela tenta descobrir onde eles estão com a sensibilidade das serpentes...

–Com essa sujeira e esse cheiro, fica difícil... –ela reclama enquanto anda pelo estabelecimento.

Um barulho de pedras raspando ou sendo tirada de algum lugar é ouvida, Medusa não liga.

Ela vê no reflexo do espelho, Sam e Ágata agachados no balcão.

–Eu os vi... –ela diz ao começar a andar.

–Eu também te vi!-uma voz diz e ela sente uma batida na cabeça. Medusa cai meio tonta no chão.

Peter tirou a fonte controlando a água e atacou a criatura.

–Lily! Peter!-Sam exclama. Ele sai do balcão, agarra a cintura de Lily, levanta e a beija-Você está bem?-ele pergunta depois de acabar o beijo.

–Sim... Só aquela estátua da mulher me apertou demais... –Lily diz levantando as mangas da blusa e mostrando as marcas.

–Vai ficar tudo bem... –Sam diz lhe dando mais um beijo.

–Você está bem?-Peter pergunta.

–Graças a você... –Ágata responde e agradece ao mesmo tempo. Ela lhe dá um beijo na bochecha.

Os quatro se viram para o corpo caído de Medusa.

–Vamos... –Sam diz abraçado em Lily.

–Espera! Ela não morreu... –Ágata diz ao ver Medusa se levantando.

–Vocês me pagam... –Medusa diz se virando.

–Fechem os olhos!-Ágata diz. Todos fecham os olhos.

–Teremos uma luta cega... –Medusa diz atacando os garotos.

–Saquem suas espadas!-Peter manda.

–Não!-Medusa diz. Ela dá golpes nos braços da galera, que já estavam armados, as espadas caem no chão.

–Ai!-Sam reclama com a dor no braço.

Apenas Lily estava com o arco.

–Lily! Atire!-Ágata diz.

–Mas não estou vendo nada!-Lily diz.

–Confie nos seus instintos! Nos seus poderes de caça!-Ágata diz.

–Tudo bem... –Lily diz.

–Veremos... –Medusa provoca.

Lily atira, a flecha passa no braço de Medusa, que começa a sangrar.

–Ah!-Medusa diz correndo para atacar Lily.

–Muito bem! De novo Lily!-Ágata diz.

Quando Lily vai atirar, Medusa a empurra, fazendo a flecha ir para cima.

Lily cai no chão, enquanto a flecha faz uma madeira do teto se soltar. A madeira bate com força em Medusa que é jogada no espelho, quebrando tudo.

–Ah!-o grito de Medusa é ouvido no meio do barulho de cacos no chão.

Ela vai deslizando a mão para encontrar algo... E acha um caco do espelho...

Ela se levanta com o caco... Ela olha e vê que alguém está se aproximando...

–Oh... –ela diz se virando.

Mas ela não consegue ser rápida, Peter -com um golpe merecedor de um prêmio Nobel!- arranca a cabeça da criatura, que rola no chão.

-Essa foi difícil... -Peter comenta cansado.

–E como cara... –Sam concorda já de pé. Todos se arrumaram com suas armas.

–E a pedra?-Lily pergunta.

–Achei... –Peter diz se aproximando do corpo da Medusa e pegando uma pedra verde no seu bracelete.

–A Esmeralda De Deméter... –Ágata diz olhando deslumbrada para a pedra.

–E para onde vamos, capitã Ágata?-Peter diz.

–Para... –Ágata diz pegando o mapa.

–Peraí! Por que ela é nomeada capitã?-Lily diz para Peter.

–Lily... Somos um grupo... –Sam diz.

–É! Um grupo!-Ágata diz brava olhando para Peter-E vamos à... Grécia!

–O que? Grécia... Aquela... Grécia?-Lily diz.

–Sim... –Ágata diz.

–Lá vão mais pedras... –Peter diz.

–E alguém pegue a cabeça da Medusa... Mesmo morta os olhos funcionam... –Ágata diz.

–Arg... –Peter pega com nojo e guarda num saco de lixo em cima do balcão.

–E lá vai: Grécia!-Ágata joga as pedras no chão.

O corpo de Medusa fica caído no chão, enquanto a cabeça segue para a Grécia, junto com os aventureiros.


Notas finais
Merecidas 20 páginas para a luta dos heróis com a Medusa...Até...