Mistery In The City
21 o orgulhoso
Logo voltavamos para a " Casa Dos Detetives."
_ bom dia senhor Douglas... a moça logo -lhe comprimentava.
_ aonde está Charlie?
_ em férias...
_ aonde posso encontra-lo?
_ e...
_ passe-me o endereço!
_ mais... isso não seria...
_ é urgente!
_ está bem... é este aqui o endereço...
(...)
Todos entravam no carro rapidamente.
_ segure isto... dizia ele me entregando um pedaço de papel._ Luna , coloque o cinto!
_ está bem Douglas! ela colocava.
_ diga-me o endereço! ele olhava para mim rapidamente enquanto colocava o cinto rapidamente.
_ Bairro da uva , Rua Cristalina...
_ diga-me o número!
_ 33...
_ está bem segurem-se agora! ele começava a acelerar.
(...)
Quando finalmente chegavamos a casa de Charlie , logo senhor batia sobre a porta , quem nos atendia era o mordono com enorme sorriso sinistral em sua face com um chapéu meio engraçado que me lembrava a de Charlie ele tinha uma cara de paranoico mais ele era mesmo sinistro.
_ a que posso ajuda-los?
_ viemos falar com Charlie! dizia logo Douglas.
_ um momento por favor! ele dizia antes de sair.
Enquanto impacientemente nos esperamos sua volta, Douglas assoviava eu batia os pés sobre o chão Luna olhava meio encantada.
_ entrem , sejam bem vindos , senhor Charlie os esperam! dizia ele se curvando sobre a direção para a nossa entrada.
_ obrigada... dizia o detetive quando ele fechava a porta e desaparecia.
Luna soltava um comentário enesperado.
_ ele parece fofo, eu gostei dele! dizia ele meio que pensando alto.
_ fofo? gostou é? nem achei ele tão legal assim! eu dizia com os braços cruzados enquanto ele aparecia de repente.
_ sentem -se! ele já deve estar vindo... dizia ele .
_ a senhorita... sinte-se a vontade! ele dizia enquanto beijava uma de suas mãos.
_ brigada... ela respondia meio que acanhada quando ele sumia de cena mais uma vez enquanto eu somente a fitava com os braços cruzados sentado no sofá.
Douglas ria disfarçadamente enquanto me zuava:
_ comeu alguma coisa estragada?
_ não mais uma coisa já estragou meu dia! eu dizia ainda a fitando enquanto ela me olhava sem entender.
Quando Charlie aparecia, ele logo me fitava engolindo seco.
_ a que devo a honra de sua visita? o detetive se sentava sobre sua poltrona._ veio aqui pedir as minhas desculpas, Douglas?
_ não!
_ eu somente havia imajinado quando meu modormo disse que havia " visitas"... a propósito como é mesmo que você conseguiu meu endereço?
_ o que importa? ele perguntava quando a empregada de sua casa oferia-nos café ela era tão sinistra quanto a seu modormo que mais parecia uma vampira.
_ obrigada! o " louco" por café era o primeiro a aceitar quando ela sumia de cena eu soltava um comentário.
_ ela é linda , e eu gostei dela! Eu dizia isso olhando para Luna esperando sua reação.
_ é? que bom! ela dizia sorrindo para a minha surpresa._ eu achei também o mordomo desta casa muito educado , lindo , tão cavalheiro! ela dizia isso enquanto eu rangia os dentes quando percebiamos que os detetives olhavam para nós.
O silêncio tomava conta por alguns minutos mais logo Douglas cortava o silêncio:
_ vamos logo com isso... dizia ele dando o ultimo gole de café.
_ manda...
_ conhece este cara? ele mostrava a foto de pai de Luna a Charlie.
_ mais um caso a ser resolvido?
_ não...
_ hmm... eu não o reconheço... dizia ele por alguns minutos olhando a foto.
_ tem certeza?
_ talvez... no passado... mais...
_ passado... isso...
Ele olhava assustado a Douglas.
_ a quanto tempo não ve a sua esposa? ele perguntava.
_ a entendi o caso agora sou eu? ele colocava a foto em cima da sua mesinha .
_ não! mais ou menos!
_ está bem senhor , vamos logo com isso! eu me levantava do sofá não aguentando mais.
_ sente aí , garoto! ele se levantava também.
_ mais espera aí , o que é que está havendo aqui? sejam diretos por favor! Charlie dizia logo chamando a nossa atenção.
Eu me aproximava dele ficando de frente.
_ viemos aqui saber a verdade!
_ que verdade? ele me perguntava tranquilamente enquanto eu pegava a foto.
_ está vendo este senhor aqui?
_ ele está foragido?
_ não , está na cadeia! ele nos disse a verdade depois de muito pressionado... quer dizer... meia verdade...eu dizia quando Luna se levantava para a surpresa de todos.
Agora se proximando de Charlie ela perguntava diretamente:
_ você é , ou não o pai de Hector?
Ele cuspia quase todo o café colocando a xícara na mesa, e nos fitando Douglas se aproximava.
Ele nada respondia enquanto eu começava a ficar nervoso ele somente pedia para que todos sentassem em seus lugares.
Ele se levantava virando -nos a costas parado olhando para seu quadro:
_ quem lhe disse isso?
_ meu pai, ele disse isso...
_ o que foi que ele disse?
_ não mude de assunto! dizia Douglas.
Ele se aproximava de mim:
_ Hector , eu sou seu pai! e afirmava -me com todas as letras.
_ ele tinha razão , por que um pai negaria ajuda a seu próprio filho? por que ele estava enganando a todos esse tempo todo! dizia Douglas apontando para ele enquanto ele fundo respirava fechando seus olhos e abrindo em nanos segundos.
_ é claro , falar é fácil! ele se virava rapidamente para Douglas._ todos me procuravam , como queria que eu disesse?mesmo depois de todo esse tempo como é que eu saberia? com tudo aquilo sobre o caso passando pela tv , quando todos descobrissem... ele voltaria a tentar novamente acabar comigo!
_ era por isso que sempre esteve tão esquisito!
_ era por isso que eu tentava esconder!
_ você não confiou em mim Charlie... dizia ele meio triste.
_ me desculpa por ter lhe chamado de fraco, eu estava fora de mim!
_ não sabe como isso me magoou...
_ não sabe como isso me deixa culpado... podemos voltar a ser amigos? ele lhe estendia a mão.
_ podemos... ele retribuia.
_ ah , obrigada por cuidar do meu filho! ele me abraçava.
E por fim eu soltava um comentário :
_ não sabe como isto me alivia!
_ eu digo o mesmo , agora só resta somente... ele olhava para o quadro aonde havia uma mulher ele suspirava fundo.
_ ela está em algum hospicio!
_ como sabe?ele se virava contra mim.
_ meu pai a colocou lá... dizia Luna .
_ vou descobrir aonde ela está ! pensava alto meu pai.
_ eu também quero lhe ajudar... dizia Douglas.
_ seremos uma equipe novamente...
_ tudo dará certo! dizia o detetive quando estava prestes a ir embora.
_ aonde vai filho?
_ vou embora...
_ não senhor , vai morar comigo!
_ está bem... você precisa mesmo conversar! dizia senhor Douglas._ até mais Hector! dizia ele meio triste.
_ eu vou tentar me adaptar! dizia eu.
_ boa noite, Hector... dizia Luna.
_ boa noite... eu dizia sem demonstrar muito que estava triste.
Quando os dois iam embora eu sentia um enorme aperto em meu peito.
_ você precisa saber de tudo! dizia meu pai colocando a mão sobre meu ombro._ filho!
Ele começava a falar desde o começo:
_ me desculpe por não lhe contar isso antes quando nos encontramos... ele terminava de dizer quando o mordomo me levava a meu quarto.
_ aqui está o seu quarto senhor!
_ obrigada... dizia eu meio que antipático com ele.
_ ele lhe fez algo? meu pai logo perguntava estranhando -me eu tentava disfarçar.
_ não, afinal ela não é mesmo de ninguém! eu dizia isso meio nervoso.
_ o que? ele me perguntava meio que tirando sarro.
_ nada não...
_ está bem boa noite! dizia ele antes de sair.
Enquanto caia a noite , sentia falta das estrelas e do céu e escuro e por mais que eu tivesse demonstrado nenhum sentimento quando Luna fora embora eu saberia que sentiria a falta.
Afinal o orgulho e o ciúme talvez tivesse falado mais alto.
_ eu sou um idiota...
Eu me virava para o lado , naquela mesma noite eu pulei o janela colocando meu sobre tudo e saindo sem que ninguém na casa percebesse.
Andando até a Casa dos detetives Luna ainda continuava por lá.
Jogando uma pedra sobre a janela esperando em que ela aparecesse, jogado umas cinco pedras ela despertava.
_ Luna!
Ela aparecia.
_ Hector?
Eu entrava rapidamente subindo as escadas ela abria a porta para mim.
_ o que você faz... eu não deixava ela terminar a frase dando-lhe um beijo ela tentava se soltar.
_ você é maluco?
_ sou sim por você!
Ela ficava acanhada por alguns instantes.
_ eu amo você! eu dizia ainda a agarrando._ e eu nem achava aquela empregada tão bonita assim... eu só queria que você ficasse... eu dizia a soltando , sentando agora sobre o canto eu ficava meio pensativo agora por ter dito isto por impulso agora olhando para ela eu a perguntava.
_ ele era tão fofo assim?lindo e cavalheiro?
Ela ficava vermelha e sentava sobre o meu lado.
_ não...
_ hmm... e você gosta de mim? eu olhava para ela ainda meio acanhado mais esperando a sua resposta.
_ eu te amo! ela dizia enquanto eu apenas sorria.
Enquanto a noite ia eu até me esquecia que havia saido fugido e por lá adormecia.
_ boa noite , Luna!
_ boa noite, Hector!
Enquanto adormeciamos o som ia em nossos ouvidos.
continua...
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