Mistery In The City

16 embora para casa


Eu me jogava contra ao chão, tentando pegar o diário mais as forças estavam -se esgotando.

_ calma... dizia a menina que olhava para mim calmamente.

_ todas as respostas parecem sumir... dizia eu agora olhando para ela.

_ nada é impossivel... dizia o detetive tirando o chapéu._ não deixo que me derrotem assim nem por mim mesmo...

_ é tão dificil de seguir... continuar...

_ você precisa ler isto, garoto, isso ajudará muito, em nossas pistas...

_ eu sei...

_ se levante deste chão... você ainda vai ver... com insistência e paciência tudo vai se encaixar...

_ eu espero...

_ você ainda vai ver a tempestade se acabar... dizia ele por fim colocando a mão sobre o meu ombro.

_ o que ele quis dizer com isso? a menina perguntava.

_ eu sei...

_ venha vocês dois... aqui... dizia ele abrindo a porta do carro.

(...)

Estavamos logo voltando para casa , havia sido um dia muito cheio , eu ainda estava confuso deixando meus pensamentos voarem assim como o vento que sopravam e jogavam meus cabelos para fora violentamente.

_ você está bem? ela me perguntava.

_ estou...

Douglas logo olhava para mim e percebia a minha mente que voava solta.

_ garoto... sei que ... hoje realmente foi um dia cheio mas...

_ muita coisa para mim ... muita coisa... para um dia só...

_ Hector...

_ eu vou ficar bem senhor... eu sei... superei tanta coisa...

_ não Hector, você ainda não superou...

_ eu sei... eu nunca superei isto... nunca e mesmo que eles estivessem mortos sempre viveriam... em mim...

_ você sabe... que eu não sou louco... você sabe você não é louco...

_ eu sei... e mesmo que todos achem isto... eu sei o que é estar em mim... dizia eu ainda com os cabelos voando sobre o vento.

Ele sorria enquanto dirigia ao carro:

_ nós não somos loucos... nós riamos do perigo... ha... haha...

Agora um riso em minha face aparecia:

_ diga isto só por você...

_ hahaha... ah, imagina só você pedindo a mão em casamento desta menin...

_ Douglas!

_ escapuliu...

" me avacalhou"

Eu ficava vermelho e olhava para trás de presa por sorte ela ouvia um som sobre o fone de ouvido.

" ufa, nem percebeu."

_ ah , falaí ,imagine só... se você tivesse idade de se casar e pedisse ela em casamento a um pai desses...

_ fala mais baixo...

_ estaria com o pé na cova! hahaha... ele ria sem parar enquanto eu ia ficando cada vez mais vermelho.

_ é serio... o senhor não para de me zoar?

_ não sou louco... não zuo... eu falo a verdade...porque eu sinto mais do que eu deveria sentir eu penso mais do que eu deveria pensar...

Eu ficava mudo por alguns instantes , quando ele olhava para mim com cara de aloprado enquanto eu bebia água.

_ ah , mais falaí , garoto... você gostou dela?

Eu cuspia quase toda a água para fora do carro.

_ o que?

_ a falaí... vai... adoro ...olha, já tá vermelho...

Quando a menina havia tirado os fones do ouvido.

" será que ela ouviu?"

" ih, será que eu exagerei demais? "pensava o detetive.

Tudo ficava em perfeito silêncio , Douglas prestava atenção no trânsito e meus cabelos voltavam a voar , isso até me fez esquecer do diário.

" salvo pelo gongo."

Logo chegavámos a " Casa dos Detetives".

(...)

Quem logo saia de dentro era sua filha , estava vestida com roupas modernas e com um chapéu tão engraçado quanto a de Douglas :

_ papi...

Eu me segurava para não rir diante daquele chapéu engraçado.

_ fala princesa...

_ a mami tá uma fera e disse para você voltar agora para casa, por que você desligou o celular na minha cara? ela dizia tão rápido que mal dava a entender.

_ o que?

_ você desligou...

_ claro que não! a ligação estava péssima...

_ mentira alh... dizia eu quando eu recebia uma mão sobre a minha boca para não dizer nada.

_ fique quieto... filhinha você sabe que meu celular está com poblemas...

Eu ria enquanto ele ainda segurava a minha boca , ainda somente visualizando a minha expressão dos meus olhos castanhos:

_ tá mais você poderia me dizer aonde estava...

Eu agora olhava para ele dando risada, ele me soltava.

_ fique quieto menino... que coisa de louco...

_ papi! ela gritava , fazendo todos pararem de rir.

_ fala florzinha...

_ eu te fiz uma pergunta!

_ ah , cortou o cabelo? você está tão bonita...

_ puxa saco... dizia eu cazuando.

Ele me olhava com cara." tá me zuando, maluco?"

_ papi , quem é esta menina? ela olhava para ela .

_ é a...

Eu olhava para ele para que ele não me zuasse.

_ é a...eu dizia tampando agora eu sua boca para que ele não continuasse a frase._ como é mesmo seu nome? eu olhava para ela seus olhos me fitavam.

_ Luna...

Douglas se soltava sobre as minhas mãos.

_ então está é a Luna a ...

_ Douglas... eu começava a ficar vermelho novamente.

_ papi... eu já entendi... seus olhos de oceanos pareciam se entristecer.

_ entendeu o que princesinha?

_ eu vou para casa... dizia ela antes de sair , sem dizer mais nada.

_ será que ela se chatiou comigo? ele olhava para mim.

_ não há como explicar... se ela realmente queria saber aonde estávamos...

_ é complicado demais... eu sei...

(...)

Logo entravamos em seu escritório , ele logo tirava seu paletó seu chapéu sentava em sua cadeira , colocava seus pés sobre a mesa , parecia descansar:

_ ah, escritório doce escritório... café doca café... ele tomava um gole quando cuspia tudo ao lembrar de que estava frio._ credo...

_ é sério? você realmente não sabia que o café estava frio? eu me sentava no canto , a menina se sentava mais tímida.

_ quantos dias se passaram?

_ dois?

_ 16 anos... dizia a menina nos surpreendendo , dizendo sem querer, assim como das outras vezes seus cabelos negros assim como a noite cobriam a sua face não revelando seus olhos tristes.

Douglas olhava para mim , se levantava da cadeira e se aproximava, ele me pedia que eu me aproximasse então eu me aproximei , ele pedia a atenção da menina, ela olhava para ele revelando seus olhos castanhos claros sobre a tristeza.

Isso pareceu cortar o coração de nosso detetive e o meu também , eu sei que de um modo ou de outro aquilo havia cortado despedaçado o coração mais saberia que ele reagiria frio ou louco, mais ele não soube como reagir.

Uma lágrima caia sobre a sua face , então eu a abraçava , por puro impulso, tentando que a acalmasse, já não sabia a quem acalmar , a quem podia pegar forças agora.

_ cuide dela... ele dizia por fim , com frieza.

_ eu cuidarei...

_ eu tenho que ir agora... amanhã tento matricula-la na escola, e você garoto nada de preguiça...

_ sou nem louco... ainda mais para a professora me chama sempre a atenção...

_ leia com calma... dizia ele antes de sair.

_ tá...

(...)

Já estava de noite , as estrelas brilhavam no céu assim de custume as comtemplavam , enquanto somente um abajur havia ligado eu lia cada paragrafo daquele diário, enquanto Luna dormia profundamente, sobre o colchão.

flash back.

Dia 23 de fevereiro.

" eu fugi , eu fugi diário , eu não me casei , eu iria ser infeliz de ter me casado , ele me maltratava , eu poderia perder meu filho , mais eu sei eu fugi com ele , ele quem eu amava ..."

Dia 25 De Fevereiro.

" Meu filho ainda cresce em meu ventre , a cada dia , eu não sei diário se quero ainda viver por aqui."

Dia 7 de Janeiro.

" é hoje o meu bebe ira nascer."

Dia 23 de Outubro

" Ele voltou ele quer tirar O Hector de mim , diário o que eu faço? eu choro dia e noite eu não quero , ele quer me matar eu e ele..."

Fim do flash back.

" meu pai? não foi ele que...foi ele que?"

Naquela mesma noite em que eu lia cada página , eu adormecia mais quando adormecia eu tive um pesadelo.

flash back.

_ você me traiu? um homem dizia furiosamente.

_ vai embora eu não quero falar com você! ela dizia ainda segurando a porta.

_ vai pro quarto Hector...

_ mamãe...

Ele empurrava a porta com tudo.

_ cadê ele hein? aquele ... que dizia ser meu amigo? e fugiu... com a minha esposa!

_ sua?

_ você não vai ficar com ninguém! está me ouvindo? ele dizia aos berros.

_ você não manda em mim... dizia ela , quando desaparecia , por alguns instantes aquela cena quando eu voltava na sala e ela estava sobre o chão com o sangue que escorria pelo corpo, naquele momento em que eu tinha apenas três anos eu via o rosto do assasino era o pai de Luna , ele olhava para mim e ria.

fim do flash back.

_ ufs... ufs... ah... não... NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO!!

_ o que foi? você está ofegante... fala comigo...dizia a menina assustada, quando eu finalmente acordava ainda mais assustado do que ela seus olhos me fitavam.

_ me desculpa eu não quis te acordar... você não precisava se preocupar... eu dizia nervoso.

_ você disse não...

_ eu disse? eu realmente não havia me lembrado.

_ você não tá bem... ela realmente parecia preocupada, diante da minha face vermelha de tanto susto.

_ só foi um sonho nada demais...

_ um sonho? parece ter sido grave... ela ainda me fitava, enquanto eu tentava acalma-la.

_ não se preocupe eu vou ficar bem... eu dizia por fim sentindo toda a sua preocupação e o seu afeto sobre mim._ sabe, ninguém nunca se preocupou assim comigo antes... eu dizia isso escapulindo.

_ nunca ninguém cuidou de mim assim antes... dizia ela por fim me fazendo envergonhar._ minha sorte foi encontrar você e Douglas ele é meio louquinho mais ele é legal... ele parece tão preocupado ele é seu pai?

_ não... mais ele é... um grande paizão mesmo... eu ria, ela sorria também.

_ vou voltar a dormir... você vai ver... quando der 6:00 ele aparecerá por aqui...

Ela somente ria:

_ só para ver se eu realmente estou acordado...

_ você é maluco... mais é engraçado...

_ obrigada!

Nós dois logo voltavamos a dormir, enquanto metade da noite já havia passado e assim como eu havia falado.

(...)

_ bom diaaaaaaaaaaaaaa! ele gritava nos assustando.

Eu acordava assustado.

_ hahaha ... devia ver a sua cara , garoto...

_ não teve graça...

_ é porque você não viu a sua cara é tão engraçado... ele ria tanto que rolava de rir no chão.

_ que sono... eu abria a boca.

_ bom mais falando sério... ele tirava com as mãos uma lágrima com a mão por ter rido demais._ você leu o diário?

_ Douglas... eu olhava sério para ele agora._ li sim...

_ descobriu algo?

Eu olhava para o lado para ver se a menina havia acordado mais ela estava sobre um sono profundo:

_ não era meu pai que estava no dia do acidente...

_ não?

_ era... era...

_ diz logo!

_ era meu padrasto ela fugiu com ele no dia de seu casamento...

_ como?

_ mais meu pai havia voltado... ele quis mata-lá e comigo sumir...

_ isso cada vez me confunde mais... você acha que... e se for... ai...

_ e eu tive um sonho nesta noite... era tão esquisito... assim como descrevia o livro ele havia a achado ele veio até a minha casa eles discutiram... ela havia me mandado a pro meu quarto e quando voltei... ah , eu olhei para ele finalmente em seu rosto... era o pai de Luna ele aparecia ele se aproximava diante de minha mãe jogada sobre o chão morta.

_ não há de que se preocupar com isto... além do mais você havia tido um dia cheio ontem , é fácil ... confundir... dizia o detetive frio e pensativo._ não pense nisto...

_ está bem senhor... Quando Luna despertava.

_ que horas são?

_ são ... 6:30 ... apresse-se menino , vamos logo , hoje vocês vão a escola! dizia Douglas correndo._ vamos eu levo vocês.dizia ele com um café na mão.

(...)

Escola Limoeiro.

_ está bem... até mais ... dizia ele antes de sair.

_ tchau...

(...)

Logo entravamos na escola e por sorte chegavamos a tempo, e via que a menina olhava tudo por volta.

_ é tão... cheio...

Eu apenas sorria.

_ o que acha?

_ legal...

Quando alguns meninos da minha classe aproximavam-se dela .

_ prazer como é o seu nome? dizia Titi.

_ Olá meu nome é Cêbola... mais por me chamar de Cê...

_ sai pra lá , careca, deixa eu me apresentar...

_ eu sou o Xaveco...

_ sou Nimbus o Mágico...

Apenas um que não havia se apresentado que estavam junto com eles era o Do Contra, quando um deles a beijava sua mão.

_ Luna? seu nome é lindo...

Mônica e Magali chegavam:

_ Cêbola!

_ que foi Mô , eu só quis ser gentil...

_ gentil? tá... eu sou a Mônica está a Magali... ela se apresentava mais logo levava Cêbola para fora da roda._ oi Hector... ela sorria mais logo saia.

_ oi...

Depois de um tempo todos saiam .

_ eles são tão gentis...

_ gentis... são um bando de folgados...

_ o que disse?

_ folgados isto o que eles são...

_ por que está agindo assim?

_ por nada, é que é só chegar uma aluna nova e todos dão em cima...

_ mais o que?

_ nada Luna , vamos entrar...por aqui...

(...)

Logo perto dali Denise e Carmem observavam:

_ ai kaká , que super fofo ...

_ ele sente cíume e ela não percebe...

_ é...

_ isso vai para o Youtubo...

_ mais é só...

_ ah , eu gosto de causar...

_ eu sei né fofa?

(...)

continua...