Logo chegamos na " casa dos detetives" novamente , eu logo descia do carro , quando darmos de cara com Douglas que não perdia tempo e logo se aproximava:

_ ora , ora , Charlie , brincando em serviço?

_ não estava brincando Douglas!

_ bem , então estava passeando de carro... e ... levou também este menino? ele me fitava.

_ eu estava a trabalhando...

_ de novo com esta história?

_ que história?

_ ora , não se fassa de tolo Douglas!

_ é de novo... mais uma vez eu ensisto , mais desta vez eu não desisto!

Charlie não conseguia esconder o seu olhar furioso:

_ só espero que não quebre a cara! disse antes de entrar.

_ não se preocupe...

(...)

_ entre guri... aqui você poderá descansar em paz...

_ muito obrigada senhor!

_ não a de que , você agora é meu ajudante e futuro detetive , ah , muleke! batia de leve em minhas costas.

_ é... eu ria sem parar.

_ bom já estou indo que está tarde , sinta -se a vontade , amanhã volto , aqui está a chave para sair amanhã de amanhã até mais !dizia ele logo saindo.

_ até...

Eu me confortava na quele canto.


(...)

Enquanto tudo escurecia o sol se perdia, dando ao lugar ao luar que iluminava toda aquela escuridão tão fria e distante , tão amiga e tão triste e solitária , as estrelas brilhavam que mesmo com tantas delas nunca se falavam , e sempre vivem assim no espaço , Mais logo aquele céu bonito e escuro fora desaparecendo trazendo consigo a luz do dia que logo envadia minha face.

_ tenho que correr...

(...)

Escola do Limoeiro.

Logo quando chegava batia sobre a porta .

" puts "

_ senhor Hector!

" como ela sabe meu nome?"

_ professora me desculpe...

_ aonde o senhor estava? já são 3 dias que chega atrasado!

ela parecia estar séria.

_ não foi por mal!

_ não vou tolerar mais que se atrase! não vou permitir que assista a minha aula hoje! traga a sua ficha!

_ está bem...

Dizia antes de sair da sala com todos me olhando.

(...)

_ já foi talde! dizia o garoto de cabelos espetados!

_ calma Cebola! dizia o sujinho.

_ é , essa cara folgado!

_ ele nem te fez nada Cêbola! chamava a atenção deles uma voz feminina.

Cêbola estranhava por ser chamado pelo seu nome:

_ vai defender ele também! o garoto olhava sério para a menina.

_ não estou defendendo! estou dizendo que não acho justo você dizer que o menino é isso , sem nem o conhece!

_ e você o conhece Mônica?

Ela se calava por alguns minutos:

_ e quem conhece ele ? ele é muito... misterioso! dizia a menina que adorava comer.

_ calma Mônica pega leve , ele só tá com cíumes de você! dizia o garoto na intenção de sacanear seu amigo.

A garota ficava vermelha como um pimentão, mais não respondia nada Cêbola logo reagia:

_ que mané cíumes o que ? até parece...

Quando a professora chegava perto deles todos paravam de falar , mais desta vez ela não brigara:

_ Cêbola , por favor , vá lá fora e vê se o Hector já pegou sua ficha!

_ sim senhora!

(...)

Quando eu via que um menino logo se aproximava da árvore aonde eu estava sentado continuando lendo meu livro eu olhava e via seus pés.

__ o que foi? veio me ameaçar?

__ não! ele me olhava sério.

_ o que quer?

_ a professora está pedindo a sua ficha!

_ ok , eu vou pegar!

(...)

Quando voltava para a sala , logo a professora me esperava.

_ por que demorou? é tão interessante livros de vampiros?

Todos começavam a rir.

_ está aqui a minha ficha! eu era o único que não ria.

Ela pegava da minha mão com tudo:

_ obrigada , agora pode ir , não vai assistir minha aula!

_ está bem...

Logo em seguida uma mão lá no fundo logo se levantava :

_ fala!

_ me deixe ir ao banheiro?

_ vá rápido!

(...)

Eu estava indo para árvore mais uma voz logo me chamou :

_ Black Memories!

_ o que quer? eu continuava a andar.

_ o Cêbola lhe disse alguma coisa?

_ por que você mandou ele dizer?

_ não! eu não mandei... me escuta!

Eu parava de andar e olhava para ela.

_ ele te disse algo não foi?

_ sim... somente balançava a minha cabeça.

_ e o que foi que ele te disse?

_ esquece ...

_ não , eu quero saber!

_ ele acredita que você e eu estamos... juntos...

_ e o que ele disse mais?

_ disse que ... vai lutar pelo seu amor!

_ ele não tem jeito... por que... ele nunca diz isso na minha cara? dizia ela nervosa , quase chorando.

_ claro , ele nunca vai admitir...

escapava quando ela soltava a primeira lágrima de seus olhos.

_ me desculpa... eu estava nervoso eu não quis nem te falar isso...

_ não é contigo , nem sei por que o Cêbola está agindo assim , ele nunca ficaria comigo mesmo e nem admitiria , ele sempre me chama de gorda...

_ você não é gorda...

_ obrigada! eu não quero voltar , mais eu preciso , pedi para que deixasse eu ir ao banheiro... e eu voltaria de qualque jeito!

_ ela pediria a um aluno vir te buscar?

_ é...

Ela me olhava por alguns instantes e me abraçou forte .

_ obrigada!

Mais na quele exato momento era tarde a professora logo pedira a um aluno a vir busca-lá de longe logo avistava:

_ para de aguarra ela ! vamos logo Mô ... o garoto dos cabelos espetados logo dizia.

Mais para a surpresa dele:

_ Não!

_ como assim não?

_ não , enquanto você não parar!

_ parar de que?

_ chega deste inplicancia com ele , peça desculpa!

_ ah tá... nunca!

Ela se virava e olhava nos olhos deles de dizia com firmeza:

_ ele não tem culpa se você não tem a coragem de dizer na minha cara o que sente!

Ele tentava mudar de assunto, mais não conseguia:

_ não foi isso... que eu quis dizer... eu ... não to implicando com ele por causa disso! ele ficava nelvoso.

_ então é por causa de que?

_ bem ... eu...

_ o que você tá pensando , hein?

_ vocês estão juntos?

Ele olhava sério para nos dois.

_ não! dizia eu. a gente é só amigo , mais se você quiser não seremos mais...

_ não precisa Black Memories , ele não tem nenhum motivo!

ela saia andando e Cêbola correndo atrás.

(...)

Logo quando dava o sinal o palco estava agora com uma banda de rock não era uma banda que seguia muito a atualidade por isso poucas pessoas se empolgaram , todos me olhavam como se eu fosse louco eu logo empolgava e chacoalhava meu cabelo para todo lado.

_ é rock n´roll!

_ poxa , véio que mancada! dizia o seu melhor amigo.

_ eu não tive culpa , tava todo mundo falando...

_ era só não ouvir né...

_ e dava?

_ acho que você deveria concertar!

_ eu também acho!

Em um impulso o garoto pegava o microfone da mão do vocalista e com todas a letras dizia:

_ Mônica me desculpa , eu te amo!

E toda a escola ouvia, a menina ficava surpresa.

_ eu quero que seja a minha namorada! dizia ele agora olhando em seu olho.

_ e eu não tenho vergonha de admitir isso em público!

Ela começava a chorar no meio de toda aquelas pessoas que estavam em volta dela e logo o perdoara e aceitara seu pedido.

_ você é um maluco... ela ria baixinho.

Toda a escola pedia um beijo . Enquanto ela envergonhada saia com ele pelo meio da multidão.

continua...