Mistery In The City
9 conflito
Logo chegamos na " casa dos detetives" novamente , eu logo descia do carro , quando darmos de cara com Douglas que não perdia tempo e logo se aproximava:
_ ora , ora , Charlie , brincando em serviço?
_ não estava brincando Douglas!
_ bem , então estava passeando de carro... e ... levou também este menino? ele me fitava.
_ eu estava a trabalhando...
_ de novo com esta história?
_ que história?
_ ora , não se fassa de tolo Douglas!
_ é de novo... mais uma vez eu ensisto , mais desta vez eu não desisto!
Charlie não conseguia esconder o seu olhar furioso:
_ só espero que não quebre a cara! disse antes de entrar.
_ não se preocupe...
(...)
_ entre guri... aqui você poderá descansar em paz...
_ muito obrigada senhor!
_ não a de que , você agora é meu ajudante e futuro detetive , ah , muleke! batia de leve em minhas costas.
_ é... eu ria sem parar.
_ bom já estou indo que está tarde , sinta -se a vontade , amanhã volto , aqui está a chave para sair amanhã de amanhã até mais !dizia ele logo saindo.
_ até...
Eu me confortava na quele canto.
(...)
Enquanto tudo escurecia o sol se perdia, dando ao lugar ao luar que iluminava toda aquela escuridão tão fria e distante , tão amiga e tão triste e solitária , as estrelas brilhavam que mesmo com tantas delas nunca se falavam , e sempre vivem assim no espaço , Mais logo aquele céu bonito e escuro fora desaparecendo trazendo consigo a luz do dia que logo envadia minha face.
_ tenho que correr...
(...)
Escola do Limoeiro.
Logo quando chegava batia sobre a porta .
" puts "
_ senhor Hector!
" como ela sabe meu nome?"
_ professora me desculpe...
_ aonde o senhor estava? já são 3 dias que chega atrasado!
ela parecia estar séria.
_ não foi por mal!
_ não vou tolerar mais que se atrase! não vou permitir que assista a minha aula hoje! traga a sua ficha!
_ está bem...
Dizia antes de sair da sala com todos me olhando.
(...)
_ já foi talde! dizia o garoto de cabelos espetados!
_ calma Cebola! dizia o sujinho.
_ é , essa cara folgado!
_ ele nem te fez nada Cêbola! chamava a atenção deles uma voz feminina.
Cêbola estranhava por ser chamado pelo seu nome:
_ vai defender ele também! o garoto olhava sério para a menina.
_ não estou defendendo! estou dizendo que não acho justo você dizer que o menino é isso , sem nem o conhece!
_ e você o conhece Mônica?
Ela se calava por alguns minutos:
_ e quem conhece ele ? ele é muito... misterioso! dizia a menina que adorava comer.
_ calma Mônica pega leve , ele só tá com cíumes de você! dizia o garoto na intenção de sacanear seu amigo.
A garota ficava vermelha como um pimentão, mais não respondia nada Cêbola logo reagia:
_ que mané cíumes o que ? até parece...
Quando a professora chegava perto deles todos paravam de falar , mais desta vez ela não brigara:
_ Cêbola , por favor , vá lá fora e vê se o Hector já pegou sua ficha!
_ sim senhora!
(...)
Quando eu via que um menino logo se aproximava da árvore aonde eu estava sentado continuando lendo meu livro eu olhava e via seus pés.
__ o que foi? veio me ameaçar?
__ não! ele me olhava sério.
_ o que quer?
_ a professora está pedindo a sua ficha!
_ ok , eu vou pegar!
(...)
Quando voltava para a sala , logo a professora me esperava.
_ por que demorou? é tão interessante livros de vampiros?
Todos começavam a rir.
_ está aqui a minha ficha! eu era o único que não ria.
Ela pegava da minha mão com tudo:
_ obrigada , agora pode ir , não vai assistir minha aula!
_ está bem...
Logo em seguida uma mão lá no fundo logo se levantava :
_ fala!
_ me deixe ir ao banheiro?
_ vá rápido!
(...)
Eu estava indo para árvore mais uma voz logo me chamou :
_ Black Memories!
_ o que quer? eu continuava a andar.
_ o Cêbola lhe disse alguma coisa?
_ por que você mandou ele dizer?
_ não! eu não mandei... me escuta!
Eu parava de andar e olhava para ela.
_ ele te disse algo não foi?
_ sim... somente balançava a minha cabeça.
_ e o que foi que ele te disse?
_ esquece ...
_ não , eu quero saber!
_ ele acredita que você e eu estamos... juntos...
_ e o que ele disse mais?
_ disse que ... vai lutar pelo seu amor!
_ ele não tem jeito... por que... ele nunca diz isso na minha cara? dizia ela nervosa , quase chorando.
_ claro , ele nunca vai admitir...
escapava quando ela soltava a primeira lágrima de seus olhos.
_ me desculpa... eu estava nervoso eu não quis nem te falar isso...
_ não é contigo , nem sei por que o Cêbola está agindo assim , ele nunca ficaria comigo mesmo e nem admitiria , ele sempre me chama de gorda...
_ você não é gorda...
_ obrigada! eu não quero voltar , mais eu preciso , pedi para que deixasse eu ir ao banheiro... e eu voltaria de qualque jeito!
_ ela pediria a um aluno vir te buscar?
_ é...
Ela me olhava por alguns instantes e me abraçou forte .
_ obrigada!
Mais na quele exato momento era tarde a professora logo pedira a um aluno a vir busca-lá de longe logo avistava:
_ para de aguarra ela ! vamos logo Mô ... o garoto dos cabelos espetados logo dizia.
Mais para a surpresa dele:
_ Não!
_ como assim não?
_ não , enquanto você não parar!
_ parar de que?
_ chega deste inplicancia com ele , peça desculpa!
_ ah tá... nunca!
Ela se virava e olhava nos olhos deles de dizia com firmeza:
_ ele não tem culpa se você não tem a coragem de dizer na minha cara o que sente!
Ele tentava mudar de assunto, mais não conseguia:
_ não foi isso... que eu quis dizer... eu ... não to implicando com ele por causa disso! ele ficava nelvoso.
_ então é por causa de que?
_ bem ... eu...
_ o que você tá pensando , hein?
_ vocês estão juntos?
Ele olhava sério para nos dois.
_ não! dizia eu. a gente é só amigo , mais se você quiser não seremos mais...
_ não precisa Black Memories , ele não tem nenhum motivo!
ela saia andando e Cêbola correndo atrás.
(...)
Logo quando dava o sinal o palco estava agora com uma banda de rock não era uma banda que seguia muito a atualidade por isso poucas pessoas se empolgaram , todos me olhavam como se eu fosse louco eu logo empolgava e chacoalhava meu cabelo para todo lado.
_ é rock n´roll!
_ poxa , véio que mancada! dizia o seu melhor amigo.
_ eu não tive culpa , tava todo mundo falando...
_ era só não ouvir né...
_ e dava?
_ acho que você deveria concertar!
_ eu também acho!
Em um impulso o garoto pegava o microfone da mão do vocalista e com todas a letras dizia:
_ Mônica me desculpa , eu te amo!
E toda a escola ouvia, a menina ficava surpresa.
_ eu quero que seja a minha namorada! dizia ele agora olhando em seu olho.
_ e eu não tenho vergonha de admitir isso em público!
Ela começava a chorar no meio de toda aquelas pessoas que estavam em volta dela e logo o perdoara e aceitara seu pedido.
_ você é um maluco... ela ria baixinho.
Toda a escola pedia um beijo . Enquanto ela envergonhada saia com ele pelo meio da multidão.
continua...
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