Mistery In The City
12 acidente
Logo , logo o dia amanhecia , e eu estava de pé logo as 5 horas da manhã.
_ que sono...
Quando Douglas aparecia de repente e me assustava.
_ o que... o que faz aqui a ... esta... ufs...
_ calma , menino ... eu vim te acordar...
_ acordou as 4:30 para chegar aqui as 5 , para me acordar?
_ não quero que fique do lado de fora ... sei como ela é chata!
_ como sabe?
_ eu sei quem é... minha filha reclama muito , eita , professora folgada...
_ eu não posso me atrasar apenas um segundinho que...
_ reclamões...
_ adivinhão...
_ bom , então vamos logo , hoje eu te levo...
_ pelo menos não vou levar chingo hoje...
_ se ela lhe dizer algo... já sabe... eu vou lá e...
_ acalme-se senhor...
_ não quero ver meu ajudante sendo tratado desta maneira...
_ valeu... dizia eu antes de entrar no carro.
(...)
E ele começava a dar a partida até a escola , e ele estava quase dormindo assim como eu já não me lembrava de mais nada.
_ tem certeza de que quer dirigir? dizia eu meio sonolento.
_ você quer pegar o volante?
_ ... você parece estar cansado... dizia eu ainda quase fechando os olhos.
_ não... não estou... afirmava ele mesmo com fadiga.
_ eu dirigiria se tivesse uma carta...
_ toma aqui , troque a foto...
Eu ria enquanto ele dirigia.
_ não...
Quando de repente um caminhão passava pela nossa frente eu olhava de repente num susto e gritava:
_ cuidado Douglas!
Ele olhava para frente , diante do retrovisor, aquele caminhão que passava lentamente:
_ bleca ...
Eu quase sem voz com o coração que batia a toda velocidade iriamos morrer em nanos segundos estavamos em quase alguns centimetros:
_ vamos bater...
E ele desesperado somente buzinava e ficava sem ação , em alguns segundos tudo ficava branco e eu já não me lembrava de mais nada.
_ cof... cof... cof... garoto... acorda... acorda... ele está ferido...
Ele pegava o celular de um de seus bolsos.
_ tem que funcionar... tem... que...
Seus olhos pareciam desesperados , ele encostava um de seus ouvidos sobre o meu peito :
_ o coração ainda bate está vivo... funciona celular velho!
Ele jogava o celular com tudo sobre o chão e achava o meu dentro de minha mochila.
_ sorte...
_ alô?
_ olá... dizia a pessoa que estava do outro lado...
_ o garoto sofreu um acidente , eu bati meu carro preciso que venham rápido o coração dele ainda bate...
_ aonde estão?
_ eu estou aqui perto da escola Limoeiro...
_ espere , já vamos já...
_ aguenta firme... ele dizia para mim , enquanto o sangue ainda estava fresco escorrendo pelo meu rosto.
_ a culpa é minha... droga...
Quando logo o corpo de bombeiros chegava.
_ aonde está o menino?
_ aqui ...
_ pegue logo ... rápido...
_ parece desmaiado...
_ entre ... dizia eles.
(...)
Mais rápido do que uma bala , chegava logo no hospital.
_ o que aconteceu? perguntava o doutor que logo aparecia.
_ o menino sofreu um acidente de carro...
_ levem ele logo para dentro , enterne...
(...)
Douglas logo , pegava seu celular novamente , e ligava para a sua esposa:
_ oi querido...
_ querida, não me espere hoje para almoçar...
_ por que?
_ eu bati o carro...
_ o que? mais como você está... eu vou ai já...
_ mais querida espere eu...
_ aonde você está? em que hospital...
_ no hospital do bairro do Limoeiro mais...
tu... tu... tu...
_ caiu?
(...)
Enquanto ele tentava ligar novamente para a sua esposa ele tentava entrar na sala sem que ninguém percebesse , depois de várias tentativas de pedir ao médico:
_ aonde está indo? perguntava a enfermeira.
_ a tomar água... disfarçava.
_ fica por ali... dizia ela antes de sair mais ainda assim ficava com a pulga atrás da orelha.
_ ufa...
Por fim ele conseguia entrar na sala, ele logo se aproximava , quando sua esposa e sua filha entravam com tudo na sala.
_ Douglas como você está?
_ pai...
_ calma , eu estou bem...dizia ele. mais meu ajudante não está nada bem...
_ querido ele estava com você?
_ estava...
_ nossa ele está sangrando... dizia a filha do detetive assustada.
_ eu tenho medo...desabafava o detetive.
_ mais como isso aconteceu , você quase me matou de susto eu e sua filha...
_ eu bati o carro...
_ meu deus que perigo... dizia a menina mais nova, enquanto se aproximava de mim.
_ ele é tão... bonito...
_ o que disse? perguntava o detetive olhando sério para a sua filha.
_ querido...
_ disse que ele é bonito... dizia a menina de cabelos longos.
_ bonito é, era só o que me faltava...
_ querido , não fale assim...
_ minha menininha...
_ sua menininha que tem 17 anos...
_ pai!
(...)
Eu ainda continuava imóvel e desmaiado.
_ cadê o médico? precisamos de um... dizia a garota.
_ vá chama-lo...dizia a mãe.
_ não , não senhora , vai ficar aqui...
_ por que pai?
_ porque... porque... porque não precisa , hora...
_ mas querido como assim não precisa?dizia a sua esposa olhando -o confusa.
_ vá chama-lo... dizia novamente sua esposa.
_ sim mãe...
(...)
Logo , logo chegava o medico e surpreso ele logo dizia:
_ por que é que tá tudo este monte de gente aqui?
_ como assim? perguntava a esposa.
Douglas escondia sua face.
_ como vocês entraram aqui? o médico ainda furioso.
_ vamos logo saia metade disto tudo ... fica apenas um...
Ele inspulsava o detetive e sua esposa do quarto ,e ficava apenas sua filha Cecilía.
_ ei... ei...
_ calma ai...
_ apenas um...dizia o medico antes de fechar a porta.
_ hm... ele ainda não acordou?
_ sim doutor...
_ ele precisa descansar ... talvez amanhã ele acorde melhor...
_ amanhã?
_ é tenha calma e paciência... dizia ele antes de sair.
_ está bem seu doutor...
Ela se sentava sobre o chão, e todos vararam a noite toda esperando que eu acordasse e ficasse bem .
Eram 12:00 da noite e eu despertava assustado:
_ Douglas?
A menina assustada despertava.
_ o que eu faço aqui? eu olhava para a minha volta ainda meio tonto.
_ calma... uma voz feminina me chamava a atenção.
_ Mônica?
_ não... Cecilia...
_ quem es tu? eu tentava me mover mais nada adiantava.
_ sou a filha do Douglas...
_ eu quero sair...
_ se acalme-se você ainda não está bem...
_ aonde está o senhor?
_ senhor?
_ Douglas... eu dizia ainda rouco.
_ eu vou chama-lo...
Apenas eu escutava seus passos apresados eu me levantava para ve-lo e tomar um ar.
_ eu pensei que havia voltado a ser orfão... não quero voltar a aquele lugar... cof... cof...
_ se acalme-se...
_ o que aconteceu? eu não estou lá...
_ nós sofremos um acidente garoto...
_ acidente? cof... cof... eu soluçava.
_ me desculpe... eu perdi o controle... dizia ele se sentindo culpado.
_ eu quero voltar...
_ mais você ainda está sem forças... dizia Cecilia enquanto pela primeira vez eu conseguia ve-la , e parava de falar por alguns instantes.
_ precisa ficar aqui e se recuperar... dizia ela me fitava com seus olhos tão azuis como um oceano.
Seus cabelos eram assim como os meus pretos como a escuridão , possuia uma franja lateral em sua testa, os cabelos semi enrolados apenas nas pontas e seus olhos se destacavam no meio de toda aquela maquiagem escura:
_ não tenha tanta presa aqui sera bem cuidado... dizia ela por fim.
_ boas noticias ... dizia o médico que aparecia na porta de surpresa.
_ ele já está bem... esta tontura passa logo...
_ então eu tenho alta? eu arregalava meus olhos feliz.
_ sim... dizia o médico antes de sair. pode irem...
(...)
_ consegue se levantar?
_ sim...
_ então vamos...
(...)
Eram quase a uma hora da manhã e a rua estava deserta , nós fomos para a casa dos detetives e todos dormiram por lá mesmo, descansamos , assim como todas as noites eu ainda comtemplava as estrelas:
_ por que olha tanto para o céu? perguntava ela.
Eu não respodia nada , enquanto ela me olhava.
_ por que ficou mudo?
Eu continuva a não responde-la, enquanto ela tentava me fazer perguntas por fim logo respondi:
_ não há nada mais bonito do que a noite fria...
_ você é tão bonito quanto ela...
Eu ficava mudo por alguns instantes enquanto Douglas escutava tudo fingindo em dormir.
_ você é tão ... diferente...
_ misterioso? eu ria pela a primeira vez.
_ é...
continua...
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