Mist ( Revisão )

27 Deus da lua e da noite/Adaga escarlate e Serpian


Notas iniciais
Capitulo intenso e personagem gostoso quer dizer novo...rsrrss Beijos e boa leitura e muito obrigada aqueles que estão lendo e tudo mais...

Deus da lua e da noite

Era tudo tão bonito e perfumado que conclui está nos jardins lestes do campus, comecei a caminhar pelo jardim, passei por muitas flores e rosas belas e perfumadas, mas eu sabia bem a onde eu estava indo, eu queria ver as rosas negras, depois de caminhar um pouco cheguei a onde elas deveriam está, mas elas não estavam lá, em seu lugar só havia um solo chamuscado como se tivesse sido incendiado, olhei em volta e não havia ninguém, olhei para o céu e a lua brilhava no alto acompanhada das estrelas a sua volta, certamente todos estavam dormindo, me sentei onde ficavam as rosas.

– O que aconteceu aqui? — Perguntei sem esperar por respostas.

– Elas foram exterminadas, assim como você deve ser. — Uma voz bela e atraente chamou minha atenção dentre as flores.

– Quem está aí? O que quer de mim?

– Minha doce Rosa negra, eu só quero o seu bem. — Saindo de dentre as flores ele se mostrou, era perfeito, parecia um deus grego, nunca tinha visto tamanha perfeição em ninguém, ele parecia jovem, estava com uma camisa aberta que mostravam seu belo corpo, cabelos escuros e tinha um sorriso de derrubar avião, eu tive a impressão de já o ter visto em algum lugar, mas ainda sim não fazia sentido, se já o tivesse visto com certeza lembraria de tamanha beleza.

– Quem é você? E por que me chama de sua rosa?

– Minha querida eu sou Nigth, o deus da lua e da noite e venho te observando há muitos e muitos anos.

– Muitos e muitos? Eu só tenho 17 anos cara.

– Minha Alisu, eu criei estás rosas quando a doce e bela Susane se sacrificou por seu amor, que linda história de amor ela e seu jovem tiveram.

– E o que eu tenho haver com isso?

– Tudo, vendo o amor deles eu quis sentir esse sentimento, ser adorado como um deus tão cedo como fui não me permitiu amar e ser amado, criei a rosa com um proposito encontrar um amor, uma garota que seja digna de um deus, durante anos esperei que alguma jovem se interessasse na rosa ou se assemelha-se a ela e quando seus pais a conceberam eu soube que seria você, fiquei te vendo crescer , te vendo se decepcionar e agora resolvi me apresentar, você conseguiu me conquistar e eu a quero a meu lado reinando como uma deusa, ninguém irá te completar como eu minha Rosa negra.

– Esse papo de deusa é legal e tudo mais, mas eu já tenho problemas demais com meu mundo mortal ou quase mortal.

– Minha rosa negra, seu destino é comigo e eu vou esperar o tempo que for por você, minha doce Alisu.

– Nigth você precisa entender que eu não amo você, você é bem gostoso e tal, mas eu mal conheço você.

– Sim você me conhece minha dama, eu sou o seu deus.

– Eu já tenho muitos problemas com o conselho e o alto poder. — É eu tinha problemas demais para brincar de casinha com um deus.

– Eu posso dar um fim nisto eu sou o deus deles e eu não vou permitir que eles te machuquem minha rosa negra.

– Primeiro: para de me chamar de sua rosa negra, isso está ficando chato, segundo: como já disse você é gostoso e tudo, mas eu já tenho um namorado. — Na verdade eu nem sabia se eu ainda tinha. — E terceiro: você não pode chegar em uma garota e dizer que ela tem que está com você porque a ama e pronto, tem que a conquistar.

– Minha doce Alisu, se você quer assim, assim será, irei te proteger e cuidar de você, mesmo que você não perceba, eu te amo. — Com um clarão forte ele desapareceu

– Era só o que me faltava, um deus solitário e lunático literalmente.

Eu estava no meu quarto com Thin ao meu lado adormecido, havia sido um sonho, tudo havia sido um sonho, o deus da lua e da noite não existia? Pareceu tão real, isso de brigar com Pith estava me deixando louca, eu estava me preparando para sair da cama quando Thin acordou.

– Você acordou minha garota.

– Sim T, você está bem?

– Sim A, só um pouco bagunçado. — Thin me fez perceber que eu devia está bagunçada e descabelada, o que me fez correr para um espelho.

– Eu estou parecendo uma múmia.

– Não exagera A, você é linda de qualquer jeito.

– Tenho que me arrumar. — Eu estava indo em direção a porta quando as suas próximas palavras me paralisaram.

– Não temos tempo A, temos que ajudar o Remyts agora e depois temos aula elementar com um novo professor.

– Serio que depois de procurar a adaga temos que estudar?

– Sim minha garota, a vida aqui não é nada fácil, vamos perder as primeiras aulas, mas a aula elementar todos temos que está presentes para conhecer o novo professor.

– Não posso matar aula por ter quase morrido afogada?

– Eu sinto muito, mas não pode minha linda. — Pith entrou de repente no quarto, me assustando.

– Você quase me mata de susto entrando assim.

– Desculpa Alie.

– Que seja, vou me trocar, vejo vocês no campus e chamem o Deni.

– Te vemos lá. — Pith pareceu desanimado, mas eu não me importava, eu ainda não tinha o perdoado, podem achar que fui insensível já que ele salvou a minha vida, mas nada que ele fizesse agora iria me fazer esquecer daquela decepção, fui para o quarto do Thin peguei um dos shorts que ele havia pegado na noite anterior e um de seus casacos de beisebol, vesti dei uma passada no meu quarto para pegar a chave da moto e o capacete e segui para o campus.

– Vamos está na hora de encontrarmos a adaga escarlate. — Comendei montando na minha moto. — Eu e Thin vamos de moto, Pith você vai com seu carro e leva Remyts e Deni com você.

– Claro. — Ele pareceu desapontado, mas eu não queria discutir sobre caras feias agora, coloquei o capacete e liguei a moto.

– Nos vemos lá. — Arranquei com Thin agarrado na minha cintura.

– Eu não lembrava que você pilotava tão bem minha garota.

– Então você se lembra muito pouco meu garoto.

– Por mais divertido que seja andar na sua garupa A, eu acho que estou um pouco desacostumado. — Sorrindo acelerei a moto a toda velocidade, cada curva mais velocidade, estava tudo indo bem quando uma voz ecoou na minha cabeça:

"Vá com calma, minha rosa negra"

Aquela voz me distraiu e eu quase bato em um carro.

– Você está bem A?

– Sim Thin, não foi nada, está tudo bem. — Aquela voz tinha sido a mesma do meu sonho, será que não foi um sonho? Continuei o caminho inteiro até o valle do paraíso pensando no deus da lua e da noite.

Adaga escarlate

Depois do que se pareceram horas chegamos ao valle, eram 2:00 da tarde, o sol estava quente e fomos para perto do rio, de acordo com Remyts dentro do rio havia uma passagem subterrânea.

– Está calor não é A?

– Está sim T, que tal a gente dar um mergulho?

– Aqui A?

– Sim T, o que foi está com medo?

– Você é maluca minha garota.

– Não tanto quanto você meu garoto. — Tirei o casaco que estava usando e me atirei no rio. — Você não vem?

– Claro A. — Tirando a camisa ele se jogou atrás de mim me derrubando na água, estávamos muito próximos, o bastante para me fazer lembrar de quando nós ficávamos, o que me fez tremer na base, ele estava cada vez mais próximo e eu não sabia o que fazer, eu amava Pith, mas ele havia me ferido muito, eu adorava o Thin e ele me deixava bem eu estava dividida e não sabia o que fazer.

– Interrompo algo? — Estávamos a poucos centímetros um do outro quando Pith e os outros chegaram, o que me deixou totalmente sem graça.

– Não Pith, não está interrompendo nada, estávamos com calor então entramos na água.

– Al você está bem?

– Sim Den, estou ótima, só um pouco cansada, andar na minha moto é libertador mas também cansativo.

– Assim como voar Al.

– Remyts, onde fica a entrada?

– No fundo deste rio, ha uma porta secreta e eu tenho quase certeza que é a prisão onde está minha doce Mastik com a adaga escarlate, mas temos um grande problema, tem um monstro guardando a sela.

– Espera aí Remyts, você não me falou sobre monstro algum.

– Que monstro é este cara? — Thin tinha se afastado de mim o suficiente para não haver discussão entre ele e Pith.

– Serpian, a serpente de fogo, ela é uma serpente, mas ela tem varias cabeças e controla o fogo, ela só pode ser morta pela adaga escarlate, mas para pega-la precisamos passar por ela, precisamos de um plano.

–Acho que podemos lidar com uma cobrinha. — Deni parecia convencido demais para o meu gosto, se tinha uma coisa que eu havia aprendido com aquela vampira maluca é que não podíamos subestimar nossos inimigos.

– Calma gente Remyts tem razão precisamos pensar em uma maneira de passar por Serpian sem sermos percebidos, não será fácil. — Deni estava prestes a mim interromper, mas o cortei antes mesmo que falasse. — O que mais sabe sobre Serpian Remyts?

– Além de ela ser uma serpente de fogo e ter varias cabeças A, ela é muito forte, mas o fato de ela ser grande e ter tantas cabeças a atrasa e bem por ela ser de fogo a água é sua inimiga mortal.

– Mas se ela não pode entrar em contato com a água por que ela está em um subterrâneo em baixo de um rio?

Serpian

– É uma longa história Thin. — Remyts parecia impaciente.

– Temos que saber de tudo, conte-nos.

– Serpian era uma jovem guerreira que servia como guardiã da deusa Serphin a deusa do fogo há séculos atrás, mas serpian sempre teve inveja da beleza da deusa que tinha todos a seus pés, mas além da grande inveja que sentia, Serpian odiava Serphin por seu amor Heleus, um jovem guerreiro com quem treinou, ser completamente apaixonado pela deusa, um dia Serpian armou uma cilada para a deusa, abrindo mão de seu dever como guardiã ela permitiu que Tyotis a grande inimiga de Serphin entrasse no templo enquanto a deusa estava adormecida para ataca-la e dar fim a sua vida imortal com a única arma que pode matar um deus, o punhal de Ghustk, mas seus planos não deram certo, quando Tyotis estava quase cortando o pescoço da deusa Heleus atravessou o quarto onde Serphin estava e atingiu Tyotis, não foi um golpe mortal nem de perto, ela se ergueu e estava prestes a matar Heleus quando Serpian interrompeu tudo salvando seu amor, assim que a deusa acordou e descobriu a traição de sua guardiã ficou furiosa, ela era muito piedosa e não conseguiu matar a traidora, mas como punição a transformou em um monstro, em uma serpente assim como ela havia sido ao trair sua deusa, além de lhe transformar ela lhe deu inúmeras cabeças e a deu também o poder de controlar o fogo. Mas ela não poderia deixar aquela besta à solta e por isso a colocou para guardar a adaga escarlate e a jovem Mastik que tinha traído a família por amor a um ser alado, os aprisionou no subterrâneo em volta de água justamente para que não pudesse se libertar.

– Que história. — Eu estava sem folego com tudo isso, era muita novidade para mim, antes eu nem se quer acreditava em lendas agora eu era parte delas.

Notas finais
Então o que acharam amores? Beijos até os comentários...