Mistérios Ocultos

29 Capítulo 27


Notas iniciais
desculpa pela demora (1 mes) pra postar. to cheia de coisas pra pensar, e fazer, escola tomando meu tempo, ta uma coisa louca. dia 7 de dezembro entrarei de férias e terei toooooooodo o tempo pra vcs s2 beijos. espero que alguem ainda leia :s
Eu estava assustada e desesperada. Haviam dois Patchs na minha frente, e eu suspeitava que o de trás era o verdadeiro. Minha respiração era pesada e tudo o que eu queria era sair daquela maldita gaiola.

Patch verdadeiro, caminhando em passos deliberadamente lentos, parou em frente ao falso, arqueando uma das sobrancelhas.

— Pare de mexer com a mente dela. — seu tom era frio e autoritário. — Agora.

Ele deu de ombros e seu corpo desintegrou-se, revelando por baixo daquele ser obscuro e sexy pelo qual eu havia me apaixonado, o corpo de Rixon. Aquele bastardo maldito. Ele sorriu malignamente, antes de sumir diante dos meus olhos e ir parar atrás da gaiola, ao lado oposto onde Patch estava.

Patch parecia extremamente tenso e irritado.

Parece que eu destruí a viagem dele para fora da cidade, pensei amarga, com o meu subconsciente balançando a cabeça negativamente para mim. Eu deveria agradecer à Patch por ter vindo me salvar. Ele não precisava fazer isso.

— Agora solte-a antes que eu faça alguma besteira.

— Patch, Patch, Patch... — Rixon murmurou em um tom lamentoso. — Sempre tão impulsivo. E tão bobo. O que você acha que eu quero com ela? Vamos, dê um palpite.

— Eu não direi como me tornei humano. — ele respondeu rangendo os dentes.

— Ah, não. Eu já sei como fazê-lo. — ele disse, e eu vi Patch ficar completamente tenso. — Sacrificar uma descendente nefilim. Lindo. — ele riu batendo palmas.

Patch não respondeu. Apenas fitou-o, sem fala. Droga, eu estava começando a entender aonde eu entrava naquela história.

— E, é claro, você me enviou diretamente para uma descendente. — meu sangue gelou quando Rixon disse isso. — E você precisava dela, não é?

Agora eu não estava entendendo.

— Rixon, — Patch disse, e sua voz saiu sussurrada e cheia de ódio. — não faça. Não diga.

— A maldição tem uma brecha. Claro, como todas as outras. — ele deu de ombros. — Esse seu corpo humano é edição limitada. De dez em dez anos, uma descendente é sacrificada. Nora seria sua quinta?

— O que? — esganicei perplexa, sentindo as lágrimas rolarem meu rosto. — Por favor, Patch. Diga que você não iria me sacrificar. Só diga, diga isso. Não importa se for uma mentira. — eu exclamava desesperada.

— Desculpa, querida. — ele disse. E pulou no pescoço de Rixon.