Missão
1 Primeiro Capitulo. Um ex-loiro e uma missão.
Notas iniciais
Pov. Narradora.
O barulho dos talheres e risadas enchia o ambiente. Toda Hogwarts estava desperta, e nas mesas o assunto era unânime, a guerra muito breve.
Não importava a posição social ou a casa que pertenciam, todos estavam assustados com o novo ataque ao ministério da magia. Alguns eram mais reservados quanto à posição, que tomariam quando começasse a batalha entre a ordem e os comensais. Mas as serpentes e os leões já tinham uma opinião bem definida.
Assim como os alunos, a bancada dos professores estava agitada. Porem mais contida, em respeito à Dumbledore. Este vagando pelos próprios pensamentos. Harry Potter estava seguro, por enquanto. A ordem suportaria mais uma guerra? A ultima fora deveras difícil de vencer. E por quanto tempo pessoas e bruxos morreriam?
Eram boas indagações, mas foram irrompidas pela entrada do time da sonserina. Que avia terminado seu grande preparo para o ultimo jogo, contra a grifinoria. Isso não era estranho ou chamativo, o incrível era uma figura recém morena. Muitos estavam surpresos, e outros choravam de tanto rir. O diretor reconheceu quase instantaneamente quem era o sonserino. Draco estava moreno, e a tinta escorria pelo rosto e pescoço. Não parecia ter sido intencional, pela cara de ódio e embaraço, ele sabia que era o culpado. Ou melhor, a culpada. O ex-loiro segue ate a mesa da lufa-lufa. Ignorando os comentários cheios de ironia.
–eu vou te matar!- urra sem nem uma classe.
A garota loira e de olhos claros, fingi não saber do que se trata.
– não finja de boba, foi você.
–ora, não tenho nada a ver de você ter pintado o cabelo, e depois colocar a culpa em mim. — falou magoada.
Os professores logo tiveram que irromper a discussão. E os dois foram para a sala do diretor. Bem na verdade os três, logo lembraram que Isabel nunca fazia alguma pegadinha sem a sua comparsa Heloisa.
Na sala do diretor, os olhares eram mortíferos. Estavam sentados no mesmo sofá Heloisa e Isabel, na parte oposta Draco e com as orelhas totalmente escuras, por causa da tinta a camisa e o uniforme também. Alvo chegou acompanhado do professor de poções. Que olhou severamente para todos, inclusive seu afilhado.
–que situação. — sentencio o diretor.
Isabel se mexeu desconfortavelmente no sofá, com se soubesse que iria acontecer naquele momento. Ela sabia que estava encrencada ate as orelhas. Mas o fato de seu primo estar morrendo de ódio e envergonhado pagaria qualquer castigo que lhe fosse aplicado.
Depois de conjurar pena e pergaminho Severus começou a ata. Quando o testemunho do loiro foi escrito, o professor voltou para a lufa-lufa.
– e a senhorita, como é a sua versão?
– esta bem eu conto. — fez uma pausa, para alimentar a curiosidade. – mas dessa vez Heloisa não teve nada a ver, digo não diretamente.
Eram 300 galeões e a fama de ser a maior troladora de todos os tempos, isso se torna muito irresistível para uma lufa-lufa muito desculpada. Ter uma amiga muito bonita e ser inteligente apenas era complementos. Sem demora fez um lista com o necessário.
O vento frio do inicio do inverno espalhava as folhas do gramo principal. O time da sonserina passava quase como um borrão verde. As novas vassouras eram ainda mais rápidas do que nunca. E eles treinavam para uma carnificina contara os leões. Na parte das arquibancadas, havia duas ou três pessoas acompanhado o treino.
Mas os vestiários estavam vazios. Ou era para estar. Pois antes da maioria dos alunos acordarem, uma sonserina e uma lufa-lufa aprontavam. Um tubo de xampu vaziou e um frasco de tinta para cabelo. A morena atrasou o time, enquanto a loira terminava os preparativos. Depois foi só sair de perto e esperar tudo se ajeitar.
Quando terminou de contar, percebeu que o professor e o diretor a olhavam sem crer que ela avia pensando em tudo. Como de praxe, todos achavam que se você cai na lufa-lufa esta fadado a ser um idiota e bobo.
–nessas horas consigo ate prever seus pensamentos. — brincou- está pensando, nossa quanta sorte!- ironizou- ou realmente ela não é tão borra assim!
O Snaper logo se recompôs e fingiu desprezo. O diretor levantou e parou perto da janela. Mandou que o professor levasse os dois sonserinos. Assim que aporta se fechou, Isabel teve um pouco de medo, mandaria ela para casa, e não deixaria mais estudar em Hogwarts?
– o que a senhorita fez foi irresponsável, perigoso- retalhou- e genial.
Quando ouviu isso a loira teve duas certezas, Dumbledore estava rindo, e ele era sem duvida pirado.
– fora você, as únicas pessoas que conseguiriam fazer uma coisa dessas seriam os gêmeos. — continuou.
–não vai me expulsar?
–deveria?- indagou. – não vejo como expulsar alguém por divertir todos. É claro que será punida, o protocolo. — falou enquanto servia uma xícara de chá. — tenho um plano para a senhorita se redimir, e cumprir as regras.
–sou todos ouvidos. – bebericou o chá.
Pov. Heloisa.
Suspirei aliviada. Finalmente avia saído.
Mas por azar, Draco também em estava ali. Tentei ficar longe do seu olhar mortífero. Estava dando muito certo ate que sem perceber, fiquei mais ao fundo, enquanto os dois seguiam na frente. Foi assim que o loiro armou a emboscada. Passei tão distraída, tentando evitar, que fui agarrada em pleno segundo andar, o mais movimentado.
–sei que tem dedo seu nisso. — me pressionou contra a parede, — dessa vez foi bem sacana.
Limitei-me a sorrir de forma fofa. Tentando distraí-lo para escapar de suas mãos.
– pense pelo lado bom, — expliquei- as mulheres gostam dos morenos.
–ora sua... -começou a falar, mas antes que terminasse me esgueire para o lado e fugi.
Heloisa dois VS Draco zero.
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