Missões de Roma

1 Oráculo de Delfos


Henri estava limpando os estábulos junto a Marina e suas amigas caçadoras Lola e Emma, as duas caçadoras foram suspensas da caçada, pois haviam se relacionado com garotos, o que para Artemis era totalmente inaceitável, só não foram expulsas, pois são umas de suas melhores guerreiras. Henri Wade apenas estava lá para conversar, porém ajudou suas amigas, afinal foi ele que as colocou nessa situação. Como Pretor Wade foi obrigado a punir ou as suas amigas por uma explosão de fogo grego no local, Octavian foi todo o culpado, porém como é o Áugure do Acampamento ele saiu impune dessa, sucessivamente a decisão foi punir as meninas. Após algumas horas de serviço, as meninas decidiram que elas iriam retribuir o favor à Octavian, era só questão de tempo.
Wade foi até o Templo dos Sacerdotes, precisava decidir junto Reyna e Octavian quem faria a limpeza do Coliseu, da pista de bigas e a bagunça das festas de inverno.
Octavian, entrou no salão principal acompanhado de uma garota muito bonita, o que fez Wade estranhar, pois, a final, era o Octavian que entrou com ela. Henri ainda não tinha sido avistado pelos dois então decidiu antecipar a vingança de suas amigas e se tornou invisível assim não o veriam de qualquer forma, aprendera a usar suas habilidades de filho de Hécate aos 14 anos aprendera a usar névoa, aprendera a manipular as visões e pensamentos, além de Afrodite o permitir anular o charme de outros semideuses e semideusas.
Era para dar tudo certo, iria sair rindo e vitorioso, porém acabou que ele mesmo se assustou, a garota começou a ditar uma profecia, sim, do nada, uma profecia, seus olhos eram como esmeraldas, tão verdes quanto. Octavian parecia que já tinha se acostumado com a ideia de ter um suposto Oráculo na sua frente, porém Henri ainda não, maior foi o susto que levou, quando o "Oráculo" falou a ele: — Eu sei que está ai, faça um favor a si próprio, apareça, faça-nos companhia...

Wade, no mesmo instante se tornou visível e disse: –oi... – Então, você está nos espionando? — Octavian fala com superioridade.

– Octavian, que tal você tirar o cavalinho da chuva e me apresentar ao Oráculo Grego.
–Sim, bem, essa é...
–Rachel, digo, você tem cara de Rachel.
–Sim, essa é Rachel o. O Oráculo de Delfos. — Octavian não falou isso de uma forma muito amigável.
–Que bom, mas o que mesmo você faz aqui na Nova Roma?
–Eu... — Rachel é interrompida por Octavian
–Ela foi uma das condições para a paz entre os acampamentos.
– E quem definiu isso? — Wade responde a Octavian
–Eu Octavian.
–Isso é um motivo para Guerra não para paz, além de você não ter comando nenhum por aqui. Por enquanto Rachel nos desculpe pelo incomodo.
–Estou aqui por vontade, não estou sendo obrigada a nada, mas agradeço pela preocupação. — Rachel amigavelmente reponde.
– Mas, mas o que mesmo você faz aqui?

– Trago informações sobre batalhas próximas, as qual quem as tiver, terá também a vitória.

–Com isso cabe dizer, quem tiver o Oráculo terá também a vitória – Octavian falou como se já tivesse ganhado as próximas duzentas batalhas.

–Já te avisei, não sou o único meio de conseguir respostas, os inimigos também tem os próprios meios.

–E quais seriam ..? – Wade pergunta

–Acredito que eles tenham um Oráculo, um que seja mais poderoso que eu.

–Espera, você esta falando que existe mais um Oráculo e que ele talvez seja mais poderoso que você?

–Você entendeu.

–Mas como existem outros como você se só o de Delfos possui esse poder? – Perguntou Octavian.

–Tecnicamente, eu sou portadora da voz de Delfos e se ele escolheu a muitos anos mais de um ou uma porta voz, esse poder pode ter sido passado por várias gerações de mortais ou monstros...

–Bom, isso é muito mais sério que o imaginado.

–Sim é sim...

Naquele momento Rachel teve outra visão inesperada, seus olhos se tornaram verdes e flutuando a sete palmos do chão fala:

[..]

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.