Missão Titã - O plano de Hyperion
3 A decida ao Hades
Notas iniciais
Cello e seus companheiros escolhidos a dedo para a primeira parte da missão estão em uma cidade conhecida e em um local conhecido, eles se entreolham para decidir quem irá abrir a porta, há três super poderosos semideuses ali, mas todos estão com receio por causa de duas palavras
Estúdio MAC
Hollywood, uma cidade cheia de sonhos e desilusões, onde vão pessoas para ficar ricas e que muitas vezes acabam fracassando, o caos em cima não é nada comparado ao de baixo... E é para lá que Cello, Bruna e Alice querem se dirigir.
– Vamos gente, se não conseguirmos nem entrar no mundo dos mortos, não faremos nada dessa missão — Cello fala para os seus dois comandados.
–Tipo.. E se pedirmos com educação? — Bruno sugere temeroso.
–Bruno! — Cello o olha com desgosto — você é filho de Hades, ameace Caronte.
Ele me olha com raiva mas acaba encarando a porta, se concentra e diz — Abra! — A porta se abre e vemos um salão cheio de fantasmas.
–Vamos, Bruno, — Entro na frente — Fale com Caronte. — Caminhamos por entre os fantasmas gelados que nos encaram suplicando por ajuda, mas os ignoramos.
–Hey, Caronte, bom dia, lembra-se de mim? Precisa de um aumento? Simples nos deixe passar — Ele fala tremendo e olhando para o homem atarracado em cima de um balcão e enfiado dentro de um terno de grife italiana.
O homem se ajeita e olha com nojo para nós — Bruno, meu semideus menos preferido, como ousas me pedir pra deixa-lo a passar com seus amigos?
–Bem se quiser uma conversa sobre aumento com o meu pai nos deixe entrar. Agora! — ordena e coloca um saco de dracmas na mesa.
E é então que a confusão começa, Caronte olha para o saco de moedas e poe-o no bolso — Quando Percy esteve aqui ele me deu um saco bem maior..
Fico furioso, saco minha adaga e encosto em sua garganta — Nos deixe passar agora! — Caronte engole em seco e desaparece, de repente as portas do elevador se abrem com um TLIM e ele aparece lá dentro e nos chama.
–Barco para o Hades, ultima chamada.
–Você ouviu ele — Bruno gargalha — Acredite não arranje briga com esse cara — e entra calmamente olhando os fantasmas.
Entro com Bruno e Alice no elevador e ele se fecha, começamos a descer, de repente vejo que estamos indo em frente e Caronte começa a mudar, do homem executivo em terno italiano ele vira um ser com algo parecido com um vestido com capuz preto e esfarrapado e está segurando um remo, o cenário começa a tremular e vejo que estamos em um rio cheio de sujeiras, vejo flores, fotos, diplomas e um monte de outras coisas, todas jogadas fora, engulo em seco, ao nosso redor escuto gritos de almas perdidas e vejo fogo grego por toda a parte, depois do que me pareceu ser séculos, mas foram só alguns minutos o barco para.
–Seu destino, caros semideuses — ele da uma risada maléfica — Cuidem-se e lembrem-se que só levo por essa direção, — olha nós com divertimento e com um olhar de vingança — Não esqueçam meu aumento — Completa e olha diretamente para mim — Espero que você tenha sérios problemas semideus impertinente! — Ele volta o barco para o caminho reverso e desaparece.
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