Notas iniciais
Olá pessoal! Olha que ressurgiu sei la de onde.... Então, acabei agora mesmo de escrever esse capitulo e quis trazer logo para vocês, já que estão a quase um século esperando. Então me perdoem caso tenha algum erro ou algo assim. Prometo que irei rever o capitulo. Esse capitulo eu quis trazer ele, no caso é um extra que coloquei na história, apenas para dar mais detalhes com o que realmente aconteceu com a nossa queria Mari. Então a história ganhou um capitulo a mais, pois como informei uns capítulos atrás, ela já esta no fim. Então chega de enrolar.... Roda capitulo...

Marinette's pov

"Está tudo tão escuro. Onde estou?"; Fiquei me perguntando, enquanto procurava por uma saída onde quer que eu estivesse.

Tudo o que eu conseguia me lembrar era da luta contra Heartbreaker e do Chat Noir revelando sua identidade para mim. " Não posso acreditar! O Adrien é o Chat Noir ? Isso quer dizer que eu já tinha beijado o Adrien antes?". Comecei a me desesperar por conta desses pensamentos, mas ao mesmo tempo, fiquei chateada por saber que o Adrien tinha brincado comigo, me rejeitando sendo ele mesmo e me aceitando como Chat, sem falar que ele sabia a minha identidade e não falou nada.

— Tikki... Tikki.! — Chamei pela minha kwami ao perceber que eu estava em minha forma civil, porém não obtive resposta dela. Eu percebi que estava sozinha. Conseguia ouvir as batidas do meu próprio coração, minha respiração estava acelerada, podia sentir meu suor escorrendo pelo rosto por conta da adrenalina tomando conta do meu corpo. Estava se tornando impossível de controlar o pânico de não saber onde estava e o sentimento de solidão, só piorava a situação.

"Onde estou?? Que lugar é esse?"; Era tudo que conseguia pensar naquele momento, o desespero aumentava a cada instante. Não ter minha kwami comigo me fazia ter mais medo ainda. A angustia dentro de mim, fazia meu coração sufocar. Estava chorando por conta da minha situação com o Adrien e por conta do desespero de não saber onde eu estava.

Em um determinado momento, percebi uma luz, estava distante de mim, comecei a correr em sua direção. "Será que é a saída desse lugar?", Me perguntei com a esperança surgindo dentro de mim.

Cheguei ao fim do caminho, senti que havia uma parede de vidro que impedia minha passagem. Voltei meu olhar para o que havia do outro lado. Consegui ver que haviam prédios, casas, lojas, ruas... "Era uma cidade! Com um dia lindo de sol!"; Pensei, até que ouvi vozes, pessoas conversando, mas eram vozes familiares. Procurei o local de onde estavam vindo aquela conversa, consegui ver a praça de Saint Pierre.

"Espera! Essa cidade é Paris! A minha cidade!"; Pensei falando comigo mesma, movendo meus braços procurando por uma saída, foi quando vi de quem eram aquelas vozes, eram de meus amigos! Alya, Nino, Rose, Juleka, Mylène, Ivan, Kim e todos os outros...

— Hey pessoal! — Comecei a gritar, batendo com todas as minhas forças naquela parede de vidro. — Alya....! Nino...! — Mas ninguém respondia. — Kiiiiim! — Senti as lágrimas escorrerem pelo meu rosto novamente, eu estava com muito medo. — Por favor, alguém! Eu não quero ficar sozinha aqui! Alguém pode me ouvir? — Tive como resposta o silêncio.

Cansada de tanto gritar por socorro, acabei me sentando no chão e me escorando na parede. Esse lugar que eu estava presa, parecia muito uma caverna, as paredes feitas de terra e outros minerais, parecia que esse lugar tinha anos de existência. Haviam teias de aranha e outros insetos. O engraçado é que eu nunca tinha visto uma montanha perto da cidade! E o mais estranho era que eu tinha a sensação de estar bem próximo dos meus amigos, conseguia vê-los e ouvi-los, mas eu parecia estar invisível para eles.

"Alguém pode me ajudar? Alguém me tire desse pesadelo!"; Era tudo o que eu conseguia falar. Queria de qualquer forma sair daquele lugar. Quando eu olhava pelo caminho que eu havia percorrido até chegar naquele suposto "fim do túnel", dava a impressão que era um caminho sem fim, tudo tão escuro e assustador. Por um breve momento, tomei coragem e segui caminhando. Caminhei por alguns minutos, até que olhei para trás e percebi que não tinha saído do lugar. Eu definitivamente estava num pesadelo.

Comecei a ouvir as conversas de meus amigos novamente, todos pareciam estar se divertindo, inclusive a Chloé. Sim, fiquei extremamente chocada ao ver ela se divertindo junto com a turma. Nathanaël e Marck também haviam chegado e estavam mostrando uma nova história em quadrinhos que criaram dos heróis de Paris. Todos começaram a comentar das aventuras dos heróis, mas o único nome que não ouvi foi o da Ladybug. Tentei olhar para a capa do livro, mas não consegui identificar o desenho do meu alterego. Era como se a Ladybug não existisse! Era como se eu não existisse! Ninguém sentia a minha falta.

Quando eu achei que a situação não poderia mais piorar, vi uma cena que me fez partir o coração, me senti completamente arrasada. Estavam todos os meus amigos reunidos, conversando normalmente, até que de longe pude ver o garoto que esteve presente quase que em todos os dias da minha vida, que eu amei e ainda amo. O garoto que de alguma forma começou a fazer parte de minha vida, ocupando quase que 100% dos meus pensamentos, fazendo que eu decorasse a agenda inteira dele. A minha paixão platônica que a pouco tempo atrás descobri que havia sim um sentimento reciproco, mas agora, estou o vendo chegar de mãos dadas com a Kagami! Sim, exatamente isso. Vi o Adrien se aproximar da turma com a Kagami. Suas mãos estavam entrelaçadas. Havia um sorriso estampado no rosto deles. Era notório a felicidade que estavam vivendo por estarem nesse relacionamento.

Infelizmente, não podemos controlar os sentimentos que envolvem nosso coração. Ver essa cena, foi demais para mim. Definitivamente me senti derrotada, saber que lutei durante tanto tempo pelo Adrien e agora, vê-lo junto com essa outra garota, me massacrou por dentro. Não pude conter as lagrimas, só consegui senti-las escorrerem pelo meu rosto. O sentimento de solidão estava me consumindo e eu tinha a sensação de ouvir cada vez mais alto as vozes de meus amigos, conseguia ouvir as conversas, as risadas e uma música. Sim, o Luka também estava lá tocando um acústico com o seu violão e a Rose cantando uma nova canção. Ninguém parecia sentir a minha falta. Realmente, parecia que eu não existia.

“Onde estou? Que lugar é esse? Como posso sair daqui? O que está acontecendo?”; Era tudo que eu conseguia pensar.

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Narrative’s POV

Na escuridão da noite de Paris, Chat Noir saltava de prédio em prédio procurando pelo seu destino. O herói estava tenso, preocupado, era notório que algo estava lhe tirando a paz. Ele já havia percorrido vários lugares isolados da cidade, mas não encontrara o que procurava, até que de longe avistou uma padaria muito popular na cidade.

“Será que seria tão obvio assim?”; Pensou o bichano, indo em direção ao local, saltando na varanda do prédio. Assim que aterrissou no local, seus pensamentos o levaram para algumas horas mais cedo daquele dia, o momento em que estava sentado ali mesmo com sua amada. Recordou do gosto do beijo dela, do toque dela, das palavras que trocaram, do cheiro.... Essas recordações invadiram a mente do rapaz de tal forma que fez seu coração acelerar, o fazendo voltar a realidade, foi quando ele pode perceber uma luz vindo da claraboia, local que dava acesso ao quarto da garota. A esperança de encontrá-la ali renasceu dentro do gato preto.

Notas finais
O que acharam? Espero que tenham gostado. E quero aproveitar para pedir desculpas a todos que acompanham a fic, minha vida particular esta bem corrida, quase não me sobra tempo. Mas pretendo colocar tudo em ordem para não faltar mais com vocês. Quero agradecer a todos que ainda acompanham a fic. Aguardo os comentários de vocês....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.