Miraculous Nova Geração - LordBug e LadyChat
11 Capítulo 9 - Félix
Notas iniciais
Olá galera. Tô passando pra deixar mais um capítulo hehe
~*~ Adrien~*~
Cheguei em casa. Era realmente muito ruim morar sozinho. Sem ninguém para conversar, parece que eu tinha voltado para os velhos tempos. Me joguei no sofá e fiquei fazendo nada durante alguns minutos. — Foco, Adrien. Lembra do que você veio fazer em Paris — Levantei e peguei meu notebook. Eu me formei em Engenharia, e tenho uma empresa bastante famosa no Brasil. Então, meu sócio e eu decidimos fazer uma filial em outro País, e eu dei um palpite na França (Por motivos pessoais, hehe). Eu vim na frente para comprar um imóvel para começarmos no nosso investimento. Fiquei pesquisando a tarde toda por um imóvel que me agrade, até que eu finalmente encontrei um que parece ser a sede empresarial de uma antiga rede de padaria. Mandei a famosa mensagem "tenho interesse nesse item" e esperei o dono me responder. Minutos mais tarde, Nathalie me ligou me convidando para um almoço na casa de meu pai. Eu ainda tinha mágoas dele, pelo que ele me fez, Mas ele é meu pai, eu tenho que respeita-lo. — Claro. Pode me esperar. E desliguei o telefone. Olhei o apartamento. Vazio. O meu sonho era ter uma família grande, e no final, fiquei sozinho, novamente. Uma mensagem chegou no notebook, chamado minha atenção, era o dono do imóvel. " Claro. Que preço está acessível para você?" " Quanto que você quer?" Demorou para responder. Provavelmente era muito ocupado. Suspirei. O imóvel era perfeito, não podia perder a oportunidade.~*~ Alya ~*~ — Claro, deixa eu ver quem é — Marinette olhou a mensagem, mas em seguida olhou o relógio no pulso — Ah, não! — O que foi, Mari? — Eu perguntei, confusa pela exclamação repentina. — Esqueci que tenho que pegar um amigo no aeroporto daqui a quinze minutos. — Marinette disse, largando o notebook no meu colo. Eu sabia muito bem quem era esse amigo. Um pessoa de cabelos bicolores, que mexia com o coração da minha amiga. — Eu sei que você tem a Elaine e o César, mas poderia ficar de olho neles? — Marinette fez a cara do gato de botas. Eu sei que as crianças são muito desastradas igual a mãe. Dei uma risadinha. — Tudo bem, eles estão com o Nino — disse — Vai lá com o seu "amigo" — Dei ênfase na última palavra. Ela ficou igual a um tomate. — Para, Alya. Os meninos estão aqui. — Ela falou apontando para Hugo e Louis. Eles riram — Eu não me importo. — Hugo falou mudando de canal. — Vai lá, mãe. Eu já considero ele como pai — Louis provocou, deitando a cabeça no colo do irmão. Parece que eles também sabem quem é. Dei uma risada escandalosa ao ver que Marinette ficou mais vermelha, se era possível. — P-para, Alya. N-Não tem g-graça. — Ela guaguejou. Eu não via ela gaguejar há anos. — Alya, conversa com o comprador por mim. Hugo vai estudar pra história, você não tava desesperado? Louis, — Ela deu uma pausa — Faz qualquer coisa que não seja ilegal. Suspirei. A Marinette mandona voltou. Olhei para Louis que tinha uma expressão de decepção, provavelmente pensava em tocar fogo na casa. Acredite, Não é só porque esse menino é deficiente visual, que ele não taque fogo nas coisas. Os Livros de Emma que o digam. — Diz para a Emma não acabar com o queijo. — Dito isso bateu a porta. Olhei para os meninos. Hugo estava em pé, provavelmente indo para o quarto estudar. — Qual o problema da Emma com queijo. — Perguntei para ninguém em especial. Sério, toda vez que eu a vejo, ela tem um queijo na mão. Ela cheira a Camerbert. Exatamente como o pai. — Sei lá. — Hugo deu de ombros. — Vai ver ela tem um ser mágico que só come queijo? — Não viaja, Cheng — Resmunguei. Mas não seria uma péssima ideia ser verdade. Ele deu de ombros e foi para o quarto. — Não estou viajando, Lahiffe — Ouvi a voz dele ao longe. Dei uma olhada no anúncio. Não acredito que ela botou no OLX. Balancei a cabeça. E escrevi a primeira coisa que veio a minha mente. — Tá falando com o comprador? — Me assustei com Louis. Ele estava plantando bananeira junto à parede. Qual o problema dessa família? Ele deve ter batido a cabeca quando a LadyBug o salvou. E não me pergunte como ele veio parar com a Marinette. — Tô sim, tomatinho. — Chamei ele pelo apelido que lhe dei. Devido a Cor do cabelo. — O que escreveu? — Quanto ele pode pagar. Vi ele balançando a cabeça em negação. — Não é assim que funciona, tia. — Ele ficou com a cabeça pra cima de novo e sentou do meu lado. — Se ele disser, " posso pagar até cem reais", você vai aceitar? Olhei para aquele garoto com a boca aberta. Ele tinha razão. — Então o que eu escrevo? — Perguntei com a sobrancelha levantada, mesmo sabendo que ele não pode ver. — Senhor Sabichão? — Completei e ele riu com o apelido. — Deixa ele responder — Falou.~*~ Emma ~*~ — Eu tô morrendo — Reclamei com a voz rouca, deitada de bruços na minha cama. — Eu vou morrer, Plagg — Peguei o gato que estava comendo queijo na mesinha do lado da cama e dei um abraço apertado
— Me erra, garota — Ele gritou, provavelmente porque ficou longe do seu queijo. Ele tentava fugir e o apertei ainda mais e falei que tava doendo — Emma, isso é só uma gripe, Não é o fim do mundo. — Acho que eu lidaria melhor com o fim do mundo do que com isso. — murmurei. Ele me olhou preocupados, e eu estranhei, nunca imaginei que ele faria essa expressão. — Emma, você está queimando — Ele falou botando os bracinhos na minha testa. — Já tomou o remédio? Bufei. Ele sabe muito bem que não. — Você sabe que eu odeio remédio — Falei com voz de choro. O abracei ainda mais forte — EU VOU MORRER, PLAGG!!! — Pronto, começou — ouvi ele reclamar e acabei pegando no sono. ~*~ Hugo~*~ — Hugo, você está estudando muito — Tikki falou sentada ao lado do meu livro — Você tá doente. — Não, Tikki, se eu tirar menos de oito nessa prova de história é capaz de eu reprovar. — Repondi ainda com o olhar fixo no texto do livro e no resumo no caderno — Além disso, mamãe mandou eu estudar. E se eu tirar menos que a Emma, ela vai falar disso o resto do ano. — Mas Hugo Você tá doente — Tikki falava, seu olhar transbordando de preocupação Olhei para a Kwami com ternura. Ela se preocupava mesmo comigo. — Ah, Tikki, eu sou bem forte. — Diz carinho na cabeça rosada dela — Eu nem estou mais com febre — Sorri e ela me acompanhou. — Sabe o qual o dia Internacional do xadrez, Tikki? Ela riu. — O que isso tem haver com Revolução francesa ou Roma antiga? — Tem razão! — olhei para o livro. Eu estava estudando a História do Xadrez, que era assunto de Educação Física, ao invés do assunto da prova, que era Revolução francesa e Roma antiga. — Quer dizer que eu aprendi que o dia Internacional do Xadrez e onde ele foi fundado por nada? — Suspirei e Tikki riu ainda mais alto.~*~Alya~*~ — "Quanto você quer?" — Eu li a mensagem em voz alta para a criança ao meu lado ouvir. Ele suspirou. — Foi isso que ele escreveu. Parece que ele não quer dar cem reais, Louis. — Ri. — Claro. Ainda existem pessoas inteligentes — Ele Resmungou. Por algum motivo me senti ofendida. — O que você opina para eu escrever? — Eu vi ele pensar um pouco. — Vinte e cinco mil — Ele falou estalando os dedos, ou tentando — Droga, ainda não aprendi. — Ele virou a cabeça em minha direção e fitei seus olhos cinzas. — Escreva: " Podemos fazer por Trinta e cinco mil. Se o preço estiver acessível podemos marcar para fazer você fazer uma visita, no dia em que você estiver livre" — Ditou com tanta precisão que parecia um adulto. — Tomatinho, você tem mesmo oito anos? — Falei enviando a mensagem. E me lembrei o que ele tinha falado antes — Não era vinte e cinco mil? Ele deu um sorriso cínico. — Ele vai pechinchar e deixamos por vinte cinco mil. Dei de ombros e olhei de novo para a tela do computador. Ele já tinha respondido. "Perfeito. Você está vendendo sete imóveis , né? Gostaria de verificar dois, se for possível. Todos são o mesmo preço?" — Parece que ele não pechinchou, pequeno. — Louis fez uma expressão de confusão. Repeti o que estava escrito no texto. — Acho que esse preço está absurdamente barato. — Pra mim é muito. — Ele fez uma pausa — Se ele comprar os dois, ficaremos com setenta mil. Acho que não é um mal negócio, já que a mamãe não deixou o preço. — Ele pensou alto, alisando o queixo — Escreva: " Claro. Qual dia você está livre?" Escrevi. Ainda estava surpresa com o ser ao meu lado. Ficamos esperando a reposta. — Tomara que a mamãe esteja livre no dia em que ele disser — O ruivo comentou esfregando os joelhos. — Eu quero ir. — Fez bico. Coisa fofa. — Quando ela chegar avisamos — Olhei a caixa de mensagens. " Amanhã pela manhã está bom para você? A propósito meu nome é Adrien Agreste" Droga. Não podia deixar ele ver a Marinette. O que ele que fazer comprando esses lugares? Olhei para Louis que ainda fazia bico. — É amanhã — Ouvi ele resmungar que tinha aula — Amanhã eu não trabalho, a não ser que tenha um Akuma. Então estou livre. — Suspirei — Louis, se importaria de faltar aula? ~*~ Adrien ~*~ Olhei a última mensagens, confimardo nos encontrarmos amanhã. Suspirei e joguei os bravos para o alto, alongando as costas. Olhei o Relógio que marcava quinze para o meio-dia. Hora de ir para a casa do meu pai. ~*~ Cheguei e Nathalie me esperava na porta. — Que bom que você chegou, Adrien. Os senhores já estavam esperando por você. Estranhei. Senhores? Não era só meu pai? — Senhores? Plural? — Inclinei a cabeça. — Acredito que o Senhor Gabriel esqueceu-lhe de avisar. Entrei e na mesa e analisei a cena: meu pai estava sentado na ponta e à sua esquerda um menino loiro de olhos verdes de aproximadamente 14 anos estava sentado. Minha cara devia estar muito confusa para até o meu pai se pronunciar. — Adrien, quero apresentar-lhe meu aprendiz. O garoto se levantou e estendeu a mão para mim. — Prazer em lhe conhece, Senhor Agreste. Eu me chamo Félix
Notas finais
Quem será esse amigo? Será que é um amigo ou "amigo"? Eu sei que essa frase foi sem sentido hehe.
Amanhã eu posto o outro.
Até logo
Fale com o autor