Miraculous Ladybug: O Passado Obscuro de Marinette
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Marinette estava voltando para casa após de ser beijada pelo loiro modelo, do ataque de alegria da sua melhor amiga e da irritação de Chloe. Azulada tentava entender o que realmente tinha acontecido, porém não conseguia. Ela chega em sua residência e abre a porta dos fundos, pois a padaria estava fechada. A mesma sobe as escadas com o gatinho em seus braços que dormia confortavelmente.
— Mãe! Pai, cheguei! – disse ela abrindo e fechando a porta. Sabine sai da cozinha e ver a sua filha com um gatinho nos braços – Mãe, posso ficar com ele! Por favor! Juro que vou tomar conta dele! – implorou Mari.
Tom estava sentado no sofá, olhou para sua esposa e assentiu. A mulher olhou para menina e disse.
— Tudo bem, filha. Você pode ficar com ele, mas tem que cuidar bem dele ok? – a jovem sorriu e assentiu positivamente – Agora, cuida que o almoço será servido.
— Sim, mãe e obrigada – Marinette sobe para o seu quarto e deixou o gatinho no divã junto com seu cachecol que o mesmo não largava. Azulada sorriu, fez carinho no gatinho antes dar os biscoitos de Tikki e descer para almoçar.
Os pais de Marinette conversavam animados enquanto a mesma fingia que comia, mas que na verdade, ela só estava engolindo pois tinha aprendido com alguém desconhecido quando vivia em um orfanato.
Flash Black On.
— Tente... – disse o homem enquanto a garotinha de cabelos azulados com apenas 9 anos de idade, olhava para um sanduiche antes pega-lo e come-lo.
Logo, veio uma ânsia de vomito ao sentir o gosto da comida. Ela afastou do sanduiche e correu para perto da pia, pois ambos estavam na cozinha do orfanato.
— Des-Desculpe, eu não... – o homem a interrompeu.
— Você está bem? – a menina limpa a boca e olhou para o sanduiche.
— O pão parece ter gosto de esponja velha e o queijo ter gosto de terra – Marinette fez uma careta e o mesmo riu.
— Bem... são essas suas expressões – ele se aproximou e pegou um sanduiche, a garotinha o olhou enquanto o homem tirou um pedaço da comida – O truque não é comer e sim engolir. Você tem que fingir estar mastigando pelo menos dez vezes. Se você fizer sons enquanto faz isso, ficará ainda mais realista – a azulada o olhava, impressionada – Além disso, é importante vomitar antes que isso comece a ser digerido. De outra forma, prejudicará a sua saúde.
Marinette olhava para comida dos humanos, sem expressão. O homem olhou para pequena e colocou a sua mão no ombro da mesma, dizendo.
— Marinette... – a chamou – Após praticar, você poderá comer junto com os outros.
— Eu darei o meu melhor... – sorriu a pequena.
Flash Black Of.
Após de terminar o almoço, Marinette subia para o quarto com dois pacotes em suas mãos e antes de entrar, olhou e viu a Tikki distraída com alguma coisa. Azulada aproveitou o momento e rapidamente correu para o banheiro, trancando e em seguida, pegou o celular e colocou uma música um pouco alta.
— Marinette? – ouviu a voz de sua kwami.
— Desculpe, Tikki! Estou um pouco ocupada! – fala a garota enquanto abria a tampa da privada.
— Atá! – a kwami se afastou da porta e Marinette voltou a fazer o processo para vomitar.
Depois disso, azulada esperou um pouco antes de pegar o pacote e abri-lo. Ela precisava estar bem alimentada para não ocorrer risco de sair do controle. Assim que terminou, o celular da mesma tocou.
— Alô? – ela deitou na cama.
— Marinette, por que não me contou que você e o Adrien estão juntos?! – fala a Alya enquanto azulada fazia carinho em Tikki.
— Oi pra você também – revirou os olhos – Adrien e eu não estamos juntos, Alya!
— Como explicar o beijo que o modelo te deu? – perguntou.
— Não sei, eu acho que ele fez uma aposta ou sei lá.... – respirou fundo – Acho melhor eu não ir.
— COMO ASSIM?! – gritou a morena – Não, nem pensar! Você vai sim! E além disso, vocês precisam fazer o trabalho. Certo?
— Odeio quando você está certa – Alya rir.
— Que bom, tenho que desligar. Preciso cuidar dos pestinhas... Ei, não é pra vocês mexerem aí! – Marinette rir quando ouça um barulho do outro da ligação – Preciso ir, amiga!
— Tudo bem.
— E lembre-se é para fazer o trabalho, nada de ficar aos beijos e amasso.
— Alya! – a mesma desligou e a azulada suspirou pesadamente antes de olha no relógio, era 14:59 – Acho melhor me arrumar.
Enquanto isso, o loiro de olhos verdes estava deitado na cama. Ele estava pensando no acontecimento que o mesmo fez no final da aula, ele tinha deixado o seu lado Chat falar mais alto. Porém, Adrien não se arrependeu por ter feito isso e o mesmo estava decidido de contar para sua amada sobre seu alter ego.
Por isso, ele deu aquela desculpa de fazer o trabalho na mansão do mesmo.
— Plagg, mal posso esperar para My lady vim aqui! – disse Adrien ao olhar para hora do seu celular. Plagg estava comendo o seu delicioso camembert.
— Se ela vier, depois que você roubou o beijo dela – o jovem Agreste corou e deu um sorrisinho – Então, vai mesmo contar para ela que você é o Chat Noir? – perguntou.
— Claro, eu não estou mais aguentando a ficar longe dela, de não poder tocar nela e beija-la durante o dia! – ele se levantou – Quando a conheci, jurei que não importasse quem fosse por baixo daquela máscara de joaninha, eu amaria e continuaria amando-a até o fim.
— Tem certeza? – Adrien olhou para seu kwami com uma sobrancelha levantada – Tem certeza que você a ama?
— Do que você está falando, Plagg?
— Nada, esquece – antes que o mesmo falasse, a secretaria de seu pai bateu na porta.
— Adrien, você tem uma visita – disse ela.
— Obrigada, Nathalie. Pode manda-la subir, por favor – a mesma assentiu e saiu – Não pense que essa conversa acabou! – falou para o kwami que logo se escondeu, assim que a porta do quarto se abriu.
— O-Oi, Adrien... – disse a jovem Cheng quando entrou no quarto e o mesmo a olhou, admirado como ela estava linda. Marinette estava usando um vestido rosa bebê com um casaquinho também rosa e seus cabelos estavam soltos.
Adrien ficou muito tempo a olhando que nem prestou atenção na pergunta dela e a azulada percebeu.
— Adrien? Adrien! ADRIEN!!! – o loiro saiu do transe.
— Hã? Ah, me desculpe... eu... o que você dizia? – Marinette piscou os olhos e soltou uma risada baixa, deixando o Agreste envergonhado.
— E-Eu, na verdade, perguntei sobre o Nino. Ele não te via está aqui? – Adrien olhou para outro lado, tentando não olhar nos olhos dela.
— Bem... ahn... acho que aconteceu algum previsto ou sei lá – ele sorriu nervoso – Mas, a gente p-pode co-começar se quiser, My... Marinette.
— Ok – ela deu de ombros e se afastou dele, sentando no sofá. Adrien suspirou de alivio e logo respirou fundo antes de sentar ao seu lado – Então, como vamos fazer o trabalho? – perguntou.
— Não, vamos! – Marinette o olhou confusa.
— Como assim “não, vamos”?
“Vamos lá, Adrien! Você consegue, você consegue! ”, pensou Adrien.
— Marinette... eu te chamei aqui... não para fazer o trabalho escolar e sim para....
— Para? – incentivou.
— Para dizer que... que...
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