Notas iniciais
Oiii!!! Tudo bem com vocês? Lembrando que estamos na reta final!

— Vai passar a bola!

— Pegar!

Crianças se divertiam no parque, assim como, os adultos conversando, namorando e outros só tirando um tempo pra si mesmo. Perto de uma árvore, o de cabelo louro observava em sua volta junto de seu amigo – que estava deitado na grama, apreciando a brisa.

— Isso é bom! Admito, a cidade é linda! – fala Kaneki, sorrindo de olhos fechados.

Ele não disse nada, de braços cruzados, mantinha a postura séria. Não veio a Paris à passeio e sim à procura para poder voltarem à Tokyo. Juntos. Pois, segundo as suas informações, ela está aqui.

Um adolescente sentado no banco com uma lata em sua mão, olhou para cesta de lixo ao seu lado. Com preguiça, ele joga a lata sem se importar em acerta ou não. De repente algo o atinge, transformando em carvão.

— Ei, você viu aquilo?!

— O que? – eles olharam e viram as pessoas sendo atingidas, transformando em carvão e fadas – Mas, o que está acontecendo?

O louro olhou em uma certa direção, vendo algo no ar.

— Aquilo é? Não pode ser.... de novo não – sussurrou.

— A Befana vai chegar na vassoura a voa! Dando os docinhos para os bonzinhos! Mas darão carvão que lhes falta coração... Oh! – a Befana foi atingida por um bastão, fazendo-a perder equilíbrio em sua moto e cair.

— Chat Noir! Vem também, de repente.... er... isso não deveria rimar? – o herói ficou em dúvida.

— Vencer o mal! Com sua Lady! – canta a heroína ao chegar no local.

— É claro! Nada mal, Bugboo! – o herói elogiou sua parceira.

Os dois homens observavam, escondidos, a cena. Um deles arregalou os olhos ao ver dois heróis lutando contra a mulher akumatizada. Principalmente para heroína vermelha, algo nela chamou sua atenção e sentia seu coração errar uma batida.

— Aquela é...

Logo aparece a marca de Hawk Moth em sua vítima.

— A Ladybug finalmente chegou na festa! Traga os miraculous, Befana! – disse sorrindo, como se sua vitória tivesse garantida.

Befana sorriu, mas, antes...

— Você não disse a palavrinha mágica!

Sem jeito, ele pigarrou e assim fez.

— Por favor...

— Muito melhor agora, Hawk Moth! – ela olhou para o Chat Noir – Seu ladrãozinho, onde você escondeu a Marinette?

“Ela está sua frente, mas você não ver porque é cega!”

Chat olhou, discretamente, para sua Lady que ergueu uma das sobrancelhas – como se soubesse o que ele tinha pensado.

— Hã... eu esqueci! – deu de ombros.

— Presta atenção ou você vai se arrepender! – fala Ladybug em posição de ataque.

— Deem o jeito nesses vilões! – ordenou Befana.

As fadas foram pra cima dos heróis enquanto a akumatizada observava a luta, pensativa. Ladybug e Chat Noir desviam dos ataques, e percebem que a Befana sai do local indo em direção a Torre Eiffel – onde, supostamente, estaria a Marinette.

— Ela está indo para torre Eiffel, My Lady! – disse o herói antes de desvia do golpe.

— Como imaginei... – murmurou – Vamos!

Na estreita, o homem olhava para cena e analisava os portadores dos miraculous. Principalmente a portadora da joaninha, a garota possuía uma semelhança há uma certa pessoa. A qual tenha se partido há muito tempo, deixando seu coração vazio.

— Posso pegar uma carona? – perguntou o herói ao pousar no veículo da Befana – A sua neta não está aqui! Deixa mostra o caminho! – disse ele mexendo na direção, fazendo mudar o percurso.

— Animais não são permitidos a bordo! – ela dá um giro e o herói cai, perdendo o equilíbrio até ser salvo pela parceira.

— Valeu, Bugboo!

— Está na hora de colocar o plano em ação, gatinho! – fala sorrindo.

Befana dispara na direção de Ladybug, fazendo a mesma desvia enquanto Chat lutava (novamente) com as fadas. Pouco tempo depois, os heróis de Paris conseguem derrotar mais uma vez o akuma com o talismã – que era uma tuba — e restaurar os danos causados pelo mesmo. Gina volta normal, confusa, assim como as pessoas.

— Zerou! – gritaram animados ao fazerem o cumprimento.

Irritado, Hawk Moth caminha até o centro do local. Ao seu redor, as borboletas voam para todos os lados.

— Ladybug e Chat Noir... vocês escaparam da punição de novo! – ele fecha a mão e olha para cima, onde uma janela refletia a luz no local – Eu não vou esconder a verdade! Na próxima vez, vou destruir vocês e pega os seus miraculous! – e assim a janela fecha.

Com dia salvo, a festa reiniciou. Normalmente. Todos os seus amigos se divertiam com as músicas, onde o Nino assumia como Dj da festa. Gina conversava com o sorveteiro André quando a sua neta veio lhe abraçar.

— Vovó!

— Oi, amor! O que você fez com a camiseta ficou perfeito! – disse ao retribuir o abraço e elogiar o desempenho da neta.

— Eu customizei, vovó! Voltei a costurar desde da última vez que veio nos visita! – Gina sorrir, emocionada.

— Você está tão grande, Marinette! – a garota sorrir – E quer saber, não vamos ficar passeando no zoológico! No próximo aniversário, vou te levar pra viajar comigo!

Marinette abraçou mais uma vez a sua avó.

— Obrigada vovó! Mas, olha, não importa para onde você vai me levar. Com você é inesquecível! – avó abraçou-a bem forte.

— Assim será! – ambas riram – Emma estaria muito feliz...

— Lembro que ela estava muito ansiosa, pois, queria me apresenta a você – murmurou.

— Parece que foi ontem... Ah, quase esquecendo! Tenho um....

Gina não pode terminar a frase, ao ouvirem os adolescentes cantando os parabéns. Os pais da mestiça carregavam o bolo, que tinha mais de 3 três metros (???) e é da cor rosa com morangos. Dois rapazes seguram a menina para ajuda-la a assoprar as velinhas, e um deles a beija na bochecha como forma de felicitações.

— Parabéns! – Adrien caminhou em sua direção com o mesmo presente, o qual a mesma não tinha aberto – Com tudo que aconteceu, você não conseguindo abrir!

Animadamente, a jovem abra o presentinho ficando surpresa e confusa. Olhou para o louro, esperando alguma explicação.

— Eu sempre carrego o talismã que você me deu... – ele mostra a pulseira, a que a mestiça o deu quando eles participariam no campeonato de vídeo game, mas acabou que no final, Marinette fez a dupla com Max – E tenha me ajudado muito! Então, eu achei que era minha vez de fazer um para você.

Sem saber o que dizer, a garota acaba falando incoerente – o que para Adrien, não deixava de ser fofo. Respirando fundo, Marinette o agradeceu.

A família da azulada observou a cena e se entreolharam, sorrindo. Gina deu um pulo, ao se lembrar de algo e sai correndo em direção a moto. Não demorou muito para voltar e entregar o outro presente para Mari.

— Vovó, não precisava!

— Esse presente não é meu... – a menina ficou confusa – É dela para você!

— O que? – a olhou surpresa. Adrien estava ao seu lado, totalmente, curioso.

— O presente que ela queria de dar antes....

Marinette sabia o que a sua avó queria dizer. Com as mãos tremendo, ela vai rasgando o pacote com rapidez. Adrien a observou, deixando-o preocupado.

Rasgando os últimos papéis, a menina finalmente abriu o presente. Seus começaram lacrimejar, os pais da mesma aproximaram e ficaram surpresos com que a filha recebeu.

Um livro.

— Ela queria te dar algo, mas não sabia o que... – Gina pronunciou – Até se lembrar que a irmã gosta de ler!

....

Marinette ajudava seus pais na padaria e fazia dever de escola, ao mesmo tempo. O movimento, naquele dia, estava fraco e a mesma podia aproveitar para terminar as tarefas tranquilamente.

De repente, ouve um estrondo na porta. A garota assustou-se e olhou rapidamente onde veio o barulho.

— Ops! Desculpa, Mari! – Emma sorriu fofo.

A mesma balançou a cabeça, voltando para os estudos. Mas, antes perguntou.

— Aonde vai com tanta pressa, mocinha?

— Eu vou..... er... pra casa da minha amiga de escola! – a mestiça olhou-a desconfiada – Sério, a gente tem trabalho e então....

— E não vai levar seus materiais?

Emma mordeu o lábio inferior, pensando em algo.

— Não precisar, pois, ela comprou tudo que precisamos hehehehe....

A mais velha sabia que a sua irmã mais nova mentia, no entanto, percebeu que a mesma não falaria o real motivo.

— Mamãe e o papai sabem da sua saída?

— Sim! – falou convicção.

— Toma cuidado! – pediu.

— Tá, tchau! – sem espera a resposta, sai correndo do lugar.

— Tchau... – murmurou, triste.

....

— Por isso que ela saiu naquele dia... – sussurrou, tocando cuidadosamente no livro – Oh, Emma... – murmurou, sorrindo e abraçou fortemente o livro. Ainda chorando – Obrigada...

Adrien aproximou-se e deu o abraço, fazendo-a se sentir melhor. A festa continuou animada, Marinette afastou-se – discretamente – do local e sentou-se no banco da praça.

Ela olhava para os seus presentes, que considera como especiais. Segurava o livro que a sua falecida e amada irmã deu pra mesma.

— Esse livro parece muito interessante! – comentou Tikki.

— Emma sabia dos meus gostos! – sorriu ainda mantendo o olhar no livro.

— Também sabia sobre... você sabe.

A jovem entendeu e suspirou.

— Sim... achei que tudo estava perdido, porém, Emma me surpreende... – olhou para Tikki – Aquilo foi incrível! Nunca pensei que ela... enfim, Emma realmente se importava comigo!

— Com certeza!

— Assim como ele! – mostrou o objeto que o rapaz lhe deu – Você tem noção, Tikki! Ele fez, especialmente, pra mim! Ele mesmo o fez! O Adrien...

A kwami revirou, levemente, os olhos e tentou procura palavras razoáveis para dizer a sua portadora.

— É... olha é um presente meio estranho se você quer saber...

— Não é o mais estranho do que o seu, Tikki! – provocou-a, deixando a kwami indignada e vira de costa para sua mestra – Mas, não significa que os dois não sejam especiais para mim... – disse ao mostra o colar com o presente da Tikki.

— Então, você gostou do seu presente? – perguntou.

— É claro que gostei! A coisa mais importante no presente, Tikki... é a pessoa quem está presenteando.

Ambas sorrirem, sem saber que há uma certa distância do parque, estavam sendo vigiadas.

Notas finais
Daqui a 3 ou 4 dia postarei mais um capítulo dessa fic! Bye!