A Lua iluminava a noite de Paris, algumas pessoas se sentiam confortáveis em passear pelas ruas da cidade. Enquanto uns preferem dormir em suas camas macias, exceto quando tem pesadelo e não consegue dormir.

— Marin? Você está acordada, posso entrar? – a pequena entra no quarto da mestiça, segurando a Emília – uma boneca de pano, um dos presentes de sua avó paterna – enquanto olhava ao redor – Marin...

Subiu na escada que leva para cama da jovem, viu que a mesma não estava lá. Sentou na cama, agarrando sua boneca com força.

— Você sumiu... de novo – sussurrou, lágrimas deslizavam em seu rosto – Marin, onde você está? Eu preciso de você...

A pequena olhou para escotilha, onde parecia a imagem da Lua e se aconchegou na cama de Marinette. Ficou olhando pra escotilha até o vulto passar na frente, em seguida, um barulho no teto.

Assustada, a menina fechou os olhos e não sabia o que fazer até ouvir a voz dela.

— Emma...?

A pequena olhou para jovem que entrou no quarto, sentando na cama. A mesma abraçou-a e começou a chorar baixinho.

— Onde você estava? Eu... eu fiquei com me-medo – Marinette acariciou o cabelo da garotinha – Nunca mais some de mim!

— Não se preocupe, está tudo bem – sussurrou.

— Promete que sempre estará aqui. Promete?

Marinette levou as mãos para o queixo da pequena e, delicadamente, levantou a cabeça. Fazendo ela olhar para seus olhos preto e vermelho, e enxugou as suas lágrimas. Sorrindo.

— Prometo, fadinha!

.....

Sábado. Uma tarde ensolarada em Paris, Marinette arrumava as roupas no quarto após ter conversado com a melhor amiga pelo celular. A jovem sorria como nunca, pois, hoje é o dia importante pra mesma. Tikki, sua kwami, voa em sua direção e lhe desejou um feliz aniversário.

— Obrigada Tikki! – olhou para o celular, como se tivesse esperando algo. Bufou e levantou-se.

— Os kwamis fazem um ritual no dia como esse! – disse ela enquanto seguia a mestiça, que caminhava pela varanda olhando para os lados. Procurando.

A jovem apenas concordou, sem presta muita atenção em sua kwami. Ao percebe isso, Tikki sorriu debochadamente e virou para o lado, e disse irônica.

— Mas pode ser que vocês, humanos, não gostem! Talvez vocês nem tem presentes nos aniversários!

Assim que disse, Marinette virou para ser místico que sorria por finalmente ter conseguido a sua atenção. A azulada aproximou-se da kwami, totalmente, alegre.

— É sério, Tikki?! Vai me dá o presente de aniversário?!

— Uma especialidade kwami! – fala toda orgulhosa de si, como se seu presente fosse o melhor de todos. Convenhamos que é verdade! Quem não queria ganhar um presente da Tikki, hein?

A garota ficou feliz. A partir daí, Tikki começou a fazer uma espécie de dança até dá o último movimento e cuspe na direção da mestra, que fez careta.

— Miraculous Aniversário pra você! – comemorou, mas, ao percebe mudou de expressão – Ah não! Você não gostou, né?

Tentando não piorar a situação, Marinette sorrir para sua kwami enquanto dizia o quanto amou o presente e queria saber o que era.

— Um Kwagatama é um símbolo de amizade magicamente criado por nós, kwamis! Pegamos um fio de cabelo do nosso guardião do miraculous e juntamos o cabelo dos ex-guardiões do miraculous. Com ele, criamos uma...

Tikki olhou para mestiça que não prestava atenção, o que deixou a mesma triste.

— Eu sei que você não quer fala a verdade pra não me magoar... mas, tô vendo que não gostou.

A Cheng percebeu o que fez e pediu desculpas, começou a explica o seu motivo. Tikki ficou confusa, como assim dentista? É assim que eles comemoram? Marinette explicou o real motivo disso, a kwami tentava entender o que a sua mestra dizia, o que fazia gera mais dúvidas.

— Mas, se tiver errada?

— É impossível! Todos os sinais estão aqui, Tikki! – disse convicta.

Começou a falar dos colegas que agiam estranhos no dia anterior, principalmente o Adrien, que conversava com a Alya e ambos viram ela na porta da sala, mudando rapidamente de assunto.

— O que significar... que ele vai estar lá!

— Ou que Alya vai levar as irmãs no dentista do Adrien – Tikki rebateu.

Marinette suspirou até que lembrou e sorriu.

— Tá legal! Sabe de uma coisa, tem um jeito infalível de descobrir se tem uma festa surpresa a caminho!

Em uma parte de Paris, uma Big Trail estaciona no perto da ponte. A pessoa tira o capacete e olha para o local, suspirando. Fazia um tempo que não aparecia em Paris, ainda mais aquele dia fatídico.

— Enfim, Paris! Espero que ela esteja bem... – olhou para o céu, sorrindo fraco – Não se preocupe pequena, entregarei o presente que deveria ter sido entregue... Bom, é melhor ir! Quero aproveita muito esse dia!

Coloca o capacete e a dirigir para casa de seus parentes.

....

A criança vinha de algum lugar, sorrindo e pula no sofá ao ver sua irmã mais velha lendo um livro, fazendo a mesma se assusta e cai no chão, toda desengonçada.

— Marinette!!

— Emma! – levantou-se emburrada com a pequena, que não parava de pular – O que disse sobre assusta as pessoas e para de pular no sofá, você sabe que a mamãe não gosta disso!

— Marinette! Hoje é o seu aniversário!! Eeeebbbaaaaaa!! – bateu palmas e continuou a pular – Parabéns pra você...

— Era isso... — Marinette suspirou e sentou no sofá, voltando a ler. Ignorando a mesma.

— Com certeza a mamãe e o papai vão fazer uma festa surpresa! – pegou em sua mão e puxou-a – Vem!

Confusa, perguntou:

— O que vai fazer?

— Chegou a hora de mostra pra você, um jeito infalível de descobrir se tem uma festa surpresa a caminho!

....

— Olha as expressões deles... – sussurrou antes de abrir – Mããee! Pai! Vocês sabem se a Alya está fazendo uma festa surpresa de aniversário pra mim?!

Tom e Sabine se olharam, rapidamente “esconde” o bolo e fingiram que estavam apenas conversando. Nervoso, o senhor Dupain começa a dizer coisas totalmente atrapalhado. Sua esposa suspirou, vendo que o marido quase entrega. Marinette sai contente do local e logo a campainha toca, deixando a jovem mais convicta no que diz.

— E agora, do outro lado desta porta. Olha quem tá vindo me busca, bem na hora da festa?! – dando uns giros até a porta e abre – É a.... vovó?!

Ao ouvirem sua voz, os pais de Mari foram até a porta. Surpresos.

— Mamãe?

— Gina?

Cabelos platinados, sorriso radiante, roupas estilo fera radical. Essa era Gina Dupain, mãe de Tom. Ela sempre está viajando, mas, nunca deixou de manter contato. Ao ver sua avó, se joga para abraça-la e em seguida, ambas entram em casa.

Na mansão Agreste, o jovem louro de olhos verdes admirava o seu presente. O presente que fez para sua amada e ansiava a hora de poder ir pra festa. Seu pai, Gabriel Agreste, autorizou o menino que não se conteve em mostra a sua empolgação.

Plagg comia seu queijo como um deus. O ser da destruição saboreava cada pedacinho do camembert, fazendo uns sons que poderiam ser comparados com os gemidos.

— Será que a Marinette vai gostar? – perguntou.

— Pra quem sempre vai visita-la, ficar nos amassos ao ponto de querer acasala com ela e ainda pergunta se a garota vai gostar?! Francamente, garoto!

Adrien revirou os olhos com as bochechas coradas, lembrando dos momentos com a jovem e sorriu. Logo seu celular toca e o mesmo atende, em seguida, pega o presente e o kwami que ainda comia o queijo, sai de casa e entra no carro indo para festa.

Chegando no local, o louro se despede do motorista e vai até os amigos. Cumprimenta-os e ajuda no que precisavam. Nino, o DJ da festa, ajustava o som para ter certeza que a música não falhe no momento e checava a playlist, que continha as músicas que a mestiça adora.

Alya arrumava as mesas e as guloseimas. Terminando, a jovem suspirou e olhou para o relógio.

16:05 p.m.

Estava atrasada e rapidamente liga para Marinette.

Nesse momento, a Cheng esperava sua avó que tinha ido comprar soverte. Elas passaram a tarde juntas, foram para o carrossel, zoológico e viram algumas atrações. Agora, olhava para celular e suspirou.

— Já passou das quatros... talvez esteja certa, eu tirei conclusões precipitadas e não existe festa surpresa nenhuma – fala após colocar a bala de volta para embalagem.

— Por que não conta pra sua avó, que não gosta de balas? – perguntou Tikki ao ver a quantidade desperdiçada.

— Emma gostava muito dessas balas e não quero magoa-la – olhou pra Gina – Nós não nos vemos muito...

— Quem é Emma?

— Emma é....

De repente o celular dela toca, assustando-a fazendo com que o aparelho voa. Rapidamente o pega no ar e atende ao mesmo tempo a chamada. Era a Alya.

— Alya?!

— Desculpe, tô atrasada! Você pode me encontrar no parque... – ouve um barulho de estouro. A Cessarie olhou para atrás, vendo que foi o balão – ÉEE n-nós vamos lá... pra.. para o dentista.

Com a sua convicção voltada, a Cheng concorda e desliga saltitando do banco preste a sair. Porém, um detalhe.

— Eu não vou deixar você ir ao Dentista no seu aniversário! – disse sua avó ao ouvir a neta – Ainda tenho que te levar pra ver outros monumentos!

— Bom é que na verdade, Alya tem duas irmãs e elas são gêmeas. E por elas serem duas... Ah! O que eu estou falando? – suspirou e olhou para avó – Isso é tudo mentira! Sabe o que eu acho vovó, é que Alya vai fazer uma festa surpresa pra mim...

Observando sua neta, Gina percebeu que nada adiantaria de impedir a menina, e então, resolveu liberá-la. Surpresa, ela olhou para mulher.

— Tem certeza? – hesitante perguntou, pois, não queria magoá-la.

— Vai lá! Eu fico com isso daqui. A gente se encontra mais tarde, está bem?

Feliz, Marinette abraça-a e sai dizendo, com muita alegria, “você é a melhor avó do mundo”. Sem perceber a face triste da mesma.

O homem de cabelo louro e olhos azuis acinzentados, entrava na cafeteria e senta perto da janela que favorecia a visão da torre Eiffel. Chamou a garçonete e fez o pedido, em seguida, tira algo do bolso. Com toque suave, ele acariciava o objeto como se transmitisse o mesmo sentimento que possuía.

— Finalmente te achei! – a pessoa suspirou aliviado e senta em sua frente – E pelo visto não foi atrás dele.

— O que você está fazendo aqui? – perguntou sem olha-lo.

— Garantindo a sua segurança! – disse logo após chamar a garçonete – Ahn.... Coffe, please!

— A minha ou a sua?

— Sabe como é a Touka-san, não quero ter problemas com ela – riu ao imaginar a situação. O louro toma um gole e volta a olhar para o objeto, o outro fez o mesmo – Encontrou?

— Não, mas ele sabe! – disse ríspido, fechando o punho.

— Sei, no entanto, você não pode ir atrás dele – fala calmamente – Ele não sabe que você está aqui e, ainda por cima, vivo!

— Por isso, tenho que aproveitar! – diz determinado.

Sem ambos perceberem, alguns clientes olhavam para os mesmos. Estranhando, pois não entendiam o que falavam por ser língua oriental.

— Se fizer isso, tudo que planejamos falhará e colocará a mesma em perigo! – alertou – Confie em mim, a gente vai conseguir!

O homem louro suspirou e colocou as mãos na cabeça, abaixando.

— Tudo que eu quero é tê-la de volta... só isso – o de cabelo branco e detalhe preto, colocou a mão em seu ombro, consolando.

Totalmente concentrado, senhor Dupain enfeitava o bolo até que sua esposa entra. Alertando a chegada delas, e novamente, “esconde o bolo” na lixeira. No entanto, não passou de alarme falso. Gina apareceu sozinha, triste e dizendo que seu filho tinha razão.

Sabine tenta desfazer o mal-entendido, e aconselha o marido a falar com a sogra. Porém, acaba o ajudando com bolo.

Chegando no local combinado, Marinette ver sua amiga e a cumprimenta. Alya estende um lenço e pedi pra mesma vira de costa. Sabendo o que era, fingisse confusa e faz o que pedi, em seguida, é vendada.

Certificando que estava tudo ok, Cesárie a leva até a surpresa. Seus amigos a esperavam ansiosos, Adrien segurava firmemente o presente enquanto olhava na mesma direção que os outros. Assim que aparece na vista de todos, a morena tira o lenço e os amigos gritam celebrando o aniversário.

Nesse momento, a garota olhava para o louro de olhos verdes e o mesmo acontecia com ele. Ambos trocando os olhares. Corada, a mestiça desvia o olhar e vai aos amigos agradecendo.

Enquanto isso, no quarto de Marinette, Gina segurava um embrulho rosa com estampa de joaninha, totalmente especial. Ela olhava ao redor, vendo o quanto sua neta tinha mudado.

— Não consegui e eu sei que é minha culpa – disse enquanto tocava, suavemente, no embrulho – Se eu não tivesse, talvez... só talvez...

Suspirou e colocou o pacote ao seu lado no divã. Ela pega pote de doce, voltou a olhar o embrulho e para seu presente, uma camisa minúscula. Lembrando como tinha confundido a idade e o tamanho da jovem.

Segurando ainda o pote, Gina abre o mesmo e percebe os bombons desembrulhados. Magoada e decepcionada, o akuma se aproxima dela e pousar no pote.

....

— Mãe, quero bolo de chocolate com bastante cobertura! – com seus cinco anos, a criança loura de olhos verdes brilhantes, olhava para o doce em sua frente enquanto via sua mãe corta a fatia.

— Adrien! Nada de exagerar no doce! – disse seu pai, friamente.

— Deixa o menino, Gabriel! Só hoje, ele pode! – Amélie pega a fatia e coloca a cobertura para o filho.

— Pois é! Além do mais, é criança vai gastar energia! – fala a irmã gêmea de sua esposa. Amély.

— Mãe! Também quero! – outra criança louro de olhos verdes chamou sua atenção.

— Daqui a pouco, eles estarão brincando por aí! – Amélie entrega o bolo para seu sobrinho.

As crianças comiam enquanto os adultos conversavam. O celular da mãe de Adrien toca, a mesma ver e sorrir. Sua irmã a olhou e perguntou.

— A nossa cunhada mandou uma foto.

— Quem? – perguntou Gabriel, saboreando o bolo.

— Quem mais séria?! A gente só tem uma cunhada! – Amély revirou os olhos – Qual foi a foto que ela mandou?

Ela mostra para outra, as crianças ficaram curiosas e queriam ver.

— Quem é essa tia? – perguntou.

— É a filha do seu tio, Félix!

— Ela deve ser chata!

— Ela é bonita – fala Adrien, sorrindo.

Seu primo o olhou e sorriu.

— ADRIEN TÁ APAIXONADO! ADRIEN TÁ APAIXONADO!

— NÃO TÔ NÃO!

— TÁ SIM!

— NÃO!

— SIM!

E assim foi aquela tarde...

Com pensamentos soltos, Gabriel olhava pra foto de sua esposa. Suspirou e olhou para o relógio, tocou no quadro abrindo a passagem. Logo depois, transformou-se em Hawk Morth. O vilão de Paris.

— Farei de tudo para concerta o meu erro! Custe o que custa! – uma borboleta pousa em sua mão e a transforma em um akuma – Voe para lá, meu pequeno akuma!

[...]

Marinette se divertia com a turma enquanto recebia os presentes, sem saber que o akuma atacou seus pais, transformando um em seu ajudante e outro em carvão. Ela conversava com as meninas quando o Adrien se aproximou.

— Oi Adrien! – disseram elas, fazendo a mestiça olhar pro mesmo.

— Adrien...

— Feliz Aniversário, Marinette! – entregou seu presente pra ela.

O pressente era pequeno, o que a jovem pensar numa certa possibilidade. Será que ele....? Alya vendo como sua amiga paralisada e com a boca aberta, toca na mesma trazendo de volta para realidade.

— Abre Marinette!

Sendo incentivada pelas amigas, a Cheng sorrir e assenti. No entanto, a alegria durou pouco. Um akuma aparece em seu aniversário, cabelos vermelhos com uma mecha branca, roupa de couro preta e estilosa. Marinette reconheceu quem era o akuma.

— Vovó?!

— Você mentiu para sua avó, Marinette! – se aproximou da mesma, zangada – Como ousa?

— Não! Eu... não sabia que a Alya faria uma festa surpresa para mim!

— É verdade, senhora! – disse a morena ficando na frente da amiga para protege-la.

— E todas aquelas balas que você fingiu comer? – perguntou enquanto preparava sua arma.

— Me desculpe vovó! Eu só não queria magoar você – olhou tristemente para mesma, porém, não acreditou.

Befana, como era chamada, disparou um tipo de raio da sua arma em direção a neta, que desviou e acabou acertando em outra pessoa. Adrien se escondeu e transformou-se em Chat Noir, tentou ajuda-la. Entretanto, a Befana o impedia e mandou a sua ajudante pra cima dele.

Marinette corria e desvia dos tiros enquanto a akuma vinha trás, acaba que tropeçando em algo e deixa o presente cai no chão. Ao tentar pegar, Befana atira no mesmo fazendo vira carvão.

— Você não merece ganha presente, sua menina mimada! Aqui está o que você realmente merece! – ela aponta arma em sua direção e dispara, mas nada.

Olhou para arma e viu que acabou munição, e pós abastecer. Aproveitando esse momento, a garota correu para debaixo da mesa e depois para atrás da caixa de som.

— Chat Noir! – chamou ao vê-lo.

O herói a olhou, preocupado.

— Aguenta firme que eu estou chegando! – a ajudante do akuma avançou pra cima do herói.

— Você mente para mim ou você também mente para seus pais e seus amigos? – perguntou Befana, se aproximando da neta – Com certeza você mentiu para ela também!

Marinette dava alguns passos para atrás, desesperada, não sabendo o que fazer. Escondidos atrás dos arbustos, os amigos da mestiça observavam a situação e viram que sua amiga precisava de sua ajuda. Alya lidera a turma e cada um foi tenta ajudar, porém todos foram atingidos e transformados em carvão. Exceto Rose que acabou virando uma fada ajudante de Befana.

Rapidamente, Chat derruba a fada e aproximou-se da azulada sem ser visto. Pegou-a e saiu dali do local, Befana viu e foi atrás junto com as suas fadas.

O herói gato corria pelos telhados, carregando sua amada.

— Obrigada Chat – murmurou. Ele sorriu.

— Tenho que acha um lugar para você se esconder e se transformar. Você tem de ter amigos que te protegem!

A menina assentiu.

— Por que sua avó está enfurecida? Vocês brigaram?

— Não! Acho que ela.... queria que eu passasse mais tempo com ela. Isso é minha culpa – disse triste – Se eu....

Chat percebeu o tom de voz dela e beijou sua testa, a fazendo olhar para ele.

— Não diga isso! Não é sua culpa! Nós vamos trazer ela de volta! Confiem em mim?

— Com toda a minha vida! – ambos sorriram e olharam para frente, determinados.

Notas finais
Eu não abandonei!