Miraculous Ladybug: O Passado Obscuro de Marinette
18 Capítulo 18
Notas iniciais
*No momento, em que acontecia a “conversa” entre Lila e Marinette...*
Flash Black On.
Era uma noite estrelada, um homem de cabelos platinados e olhos azuis chegava em mais um dia de trabalho. Cansado, porém, estava com um sorriso no rosto pois quando chegava em sua casa, era recebido por nada mais e nada menos que seu amado filho, junto de sua esposa. Amélie.
Assim que abriu a porta, ele anunciou.
— Querida, cheguei! – não obteve a resposta, fechou a porta e deixou as suas coisas no canto – Amor? – andou para cozinhar e nada – Amélie, cadê você? – ouviu o barulho que vinha do andar de cima – Amélie?
O mesmo subiu, andou em direção ao quarto dele e da esposa, abriu a porta e nada. De novo escutou o barulho e desta vez vinha do quarto de seu filho, seu coração já estava apertado e ficou mais ainda ao abrir a porta...
Flash Black Of.
— Senhor Agreste, chegamos! – Gabriel Agreste saiu de seu pensamento e olhou pela janela o prédio largo e grande. Gorila abriu a porta do carro para o mesmo, que sai e vai em direção ao edifício. Entrou e olhou ao seu redor enquanto se dirigia até o balcão.
— Boa Tarde, em que posso ajudá-lo? – perguntou uma jovem, aparentemente de 23 anos.
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— É uma honra tê-lo aqui, ao Centro de Bem-estar para crianças e adolescentes, senhor Agreste – disse um homem alto, cabelo grisado e pele clara – Presumo que tenha o motivo de estar aqui, certo?
— Sim! – ele tirou a foto da azulada de sua pasta e entregou para o mesmo, que olhou para fotografia – Seu nome é Marinette e queria saber mais sobre essa garota.
O homem continuava olhando para imagem, sério, e depois voltou a olhar para o senhor Agreste.
*Voltando naquele momento, em que Mari estava saindo do shopping...*
Após sair do shopping e da vista dos amigos, Marinette começa correr sem se importa em esbarrar com as outras pessoas. Dois caras de jaqueta saíram rapidamente do local e a viram, os mesmos correram atrás da azulada que sabia quem eles eram.
Marinette se esbarrava em cada pessoa que passava em seu caminho, ela olha para trás e sem perceber acabar caindo em cima de alguém.
— Marinette? – a mesma reconheceu a voz, levantou a cabeça e se deparou com os olhos de esmeraldas de um certo loiro.
— Adrien?! – murmurou a mestiça. Lila estava ao do jovem Agreste e observava tudo com raiva, a mesma olhou para outro lado e viu os seus colegas que estavam se aproximando.
— Você está bem, Mari? – perguntou Adrien enquanto a mesma olhava de em vez quando para trás.
— Err... e-eu... estou b-bem... – ela nem olhou para o mesmo, pois estava de olho nos rapazes. O loiro acompanhou o olhar da azulada – Preciso ir...
— Que bom, pois Adrien e eu temos algo muito importante para fazer! – pronúncia Lila, que segura o braço do loiro fazendo a azulada fecha os punhos.
A Cheng assentiu e quando ia embora, Adrien segurou o seu pulso.
ADRIEN
— Tem certeza? – perguntei enquanto olhava de relance para os supostos caras que pareciam estar de olho na my princess e não estou gostando disso.
— Não precisa se preocupa comigo, Adrien – Marinette tira a minha mão do seu pulso – E... desculpe por atrapalhar... vocês...
— Ok, agora vamos! – Lila puxa o meu braço, continuo olhando para Mari que abaixa a sua cabeça e sai correndo, sendo seguida pelos mesmos caras.
— Espera, Lila! – solto meu braço das mãos dela.
— Que foi, Adrien? – perguntou cruzando os braços.
— Não posso fazer isso com você... – Lila ficou confusa – Hoje de manhã, a Chloe me convidou para sair com ela e eu não sabia como responder até que te vi, e acabei dizendo sem pensar direito para a mesma que sairá com você, Lila.
— Pera aí, você está me dizendo que me usou como desculpa?! – assenti e acabo virando o meu rosto ao sentir uma mão, ou seja, levei um tapa da Lila – Você é muito idiota!
— Desculpa... – volto a olha-la que já tinha ido embora, irritada comigo – Espero que ela me perdoe.
Corro para um lugar, onde não tenha ninguém por perto. Abro o meu casaco e o kwami rabugento sai do mesmo, me olhando sério.
— Sabe você merecia mais que um tapa, sabia? – reviro os olhos.
— Tá sei que fui um burro em fazer isso – suspiro – Mas, precisamos ajudar a Marinette pois sinto que a mesma esteja em perigo. Plagg, mostrar as garras!!
NARRADORA
— Rápido! Não a deixe escapar! – grita o homem enquanto corriam atrás da azulada que desviava das pessoas até chegar em uma outra esquina, onde tinha mais duas pessoas da CCG.
— Achou que ia fugi da gente... – disse um deles enquanto a cercavam.
Marinette olhou para cada um deles de olhos arregalados e do nada começou a rir. Os agentes CCG se entreolharam, eles não estavam entendendo nada.
— Do que você está rindo? – perguntou. A garota para rir e dá um sorriso de canto.
— Quem disse que eu queria fugir? Eu não disse... – o vento batia em seus cabelos soltos, fazendo a sua franja cobri os seus olhos – Quando se tratam de vocês... eu nunca fujo.
Chat pulava nos prédios seguindo em direção aos que os mesmos tinham ido. Assim que chegou no local, ficou totalmente surpreso o que estava acontecendo. A mestiça corria na direção de um dos agentes enquanto os mesmos tentavam acerta-la com as suas armas, ou melhor, kagunes dos ghouls que foram mortos.
O herói de Paris se surpreendia a cada golpe e saltos que a azulada dava. Um agente a pegou por trás e o outro deu socos em sua cara.
— MARINETTE!!! – Chat gritou, fazendo a mesma dá uma rápida olhada antes de socada.
O felino pulou do prédio, pega o seu bastão e parti em dois antes de lança-los na direção dos agentes. Marinette dá um chute que estava em sua frente e uma cotovelada que a segurava, ela dá uma rasteira e socos nos agentes CCG. Ela não podia mata-los por causa do seu parceiro, pois a quantidade de gente que sabia quem a mesma era... já é o suficiente.
Aos poucos os agentes começaram a correr, azulada os olhava com seus olhos vermelhos e pretos, ajeitou a sua roupa e se despediu do Chat sem olha-lo. Porém, o mesmo a seguiu começando o interrogatório.
— Quem são eles? O que eles queriam de você? Onde você aprendeu lutar daquele jeito? E que tipo de armas eram aquelas? – Chat ficou na frente da mesma – Me responde, Marinette!
A azulada suspirou.
— Tem coisas que você não precisa ou nunca entenderá, Chat – ela contorna-o.
— Como assim não vou entender?! – ela não respondeu e continuou o seu caminho, deixando o loiro frustrado.
No dia seguinte, Adrien Agreste acorda com seu maldito despertador. Ele se levantar e vai ao banheiro, depois vestiu as suas roupas e foi tomar café. Plagg ainda estava dormindo, agarrado com seu queijo. O loiro chega na sala de estar e tem uma surpresa, Gabriel Agreste estava tomando café.
— Pai? – o mesmo olhou para seu filho.
— Bom dia, Adrien. Sente-se e tome o seu café – disse sério e assim ele fez.
Terminou o café e voltou para o quarto, escovou os dentes e pegou a sua bolsa masculina. Plagg já estava acordado e voou para o casaco de Adrien, que logo sai do quarto e vai para o carro. Poucos minutos, chega na escola e encontra o seu melhor amigo, Nino, vai até o mesmo e cumprimenta.
— E aí, cara! Beleza? – fizeram o toque.
— Bem... – logo alguém o cutuca e o loiro olhou para trás – Lila?!
— Preciso conversar com você. Agora!
Alya chega na escola junto com a azulada, elas estavam conversando quando a morena viu o DJ e foi cumprimenta-lo com um beijo na bochecha. A mestiça revira os olhos e resolve deixá-los sozinhos, começou a caminhar para sala e quando chegou arregalou os olhos.

Adrien Agreste e Lila Rossi estavam se beijando. Marinette fechou os punhos e começou andar para trás até se esbarrar em alguém, a mesma olhou para cima e viu que era o Nathanaël que também olhava para cena e estava segurando o celular.
— Oh, que cena linda! – os dois se separaram do beijo e olharam para ambos que estavam na porta – O casal mais encantador do colégio, não concordar Marinette? – fala Nath colocando a sua mão na cintura da mesma, que não demonstrava nenhuma emoção.
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