Notas iniciais
Oi, gente! Sei que demorei muito e como, porém, estou passando por dificuldade. A porcaria do meu pen drive perdeu os meus arquivos, assim do nada e tive que formatar aquela porra. Mas, mesmo assim não vou mais usá-lo e agora estou salvando os meus arquivos em outro lugar. Então, peço a vocês, leitores, que tenham paciência possível. Ok? Agora, tenham uma boa leitura.

— ...um sabão em pó, duas pastas de dente...

— Não se esqueça dos pacotes de fraudas para o mano – disse Alicia enquanto segurava seu irmãozinho – Você faz muito totó, Nick!

O bebê riu. Alya pegou os pacotes de fraudas e mais umas coisas no supermercado, foram no caixa e pagou as compras, e em seguida, foram até o carro. Alicia ajudava a mãe com as compras enquanto a mesma colocava o bebê na cadeirinha.

— Mãe, o que é aquilo? – perguntou a menina após de colocar as compras no carro.

Alya olhou para direção em que sua filha indicou, uma pequena silhueta roxa caminhava no meio da rua. Sua roupa era um vestido roxo com pequenos laços pretos nas bordas da saia e um grande atrás da cintura também preto, seus cabelos pretos com roxos nas pontas. A garotinha soltava raios roxos pelas mãos atingindo tudo ao seu redor.

— Alicia entra no carro! Agora! – ordenou.

Sem hesitar, a morena fez o que sua mãe mandou. Alya sem perder tempo, entrou no carro e deu a partida. O barulho do carro chamou atenção da pequena solitária que levantou a mão e começou a dispara raios em direção ao carro.

— Mãe! – chamou a Alicia que estava sentada na parte de trás do carro.

— Eu sei! – a morena olhou pelo retrovisor e acelerou.

Nick começou a chorar e Alicia tentava acalmá-lo, mas a mesma também tentava se acalma. Alya se esquivava dos raios do akuma enquanto dirigia, ela precisava de uma ideia para tirar a akumatizada da sua cola.

A Little lonely flutuava e atirava os raios, que um deles quase atinge um dos pneus do carro e fez a Alya perde o equilíbrio. A morena freia o carro cantando os pneus e olha para os filhos.

— Vocês estão bem?

Alicia assentiu ofegante enquanto seu irmão tinha parado de chorar. Alya voltou a olhar para frente e se assusta ao olhar para akumatizada, que as encarava com seus olhos negros, totalmente negros, e também estava escorrendo liquido preto pela sua bochecha como se estivesse lagrimando.

— AGORA VOCÊS IRAM SENTIR A MINHA DOR! – fala a pequena que levanta a mão se preparando para dispara um raio.

— Mãe... – murmurou Alicia.

— Vai fica tudo bem – sussurrou a mesma.

Assim que o akuma dispara o raio, um campo de força se forma ao redor do veículo. Alya sorriu ao saber quem era, Turtle aparece ao seu lado e logo na frente surgi a Queen Bee e Le Paon.

— Vocês estão bem? Se machucaram? – perguntou.

Alicia rapidamente pegou o celular e começou a tira fotos do herói enquanto sua mãe responde.

— Sim, estamos bem. Obrigada – sorriu.

— Precisam sair daqui e rápido.

Alya assentiu e liga o carro, sai de ré antes de virar e acelerar o carro. Sua filha olha para trás vendo o herói observando antes de ir para o lado da heroína abelha.

...

— Isso é realmente necessário?

Hugo bufou ao ouvir o que não queria.

— Sei que seu pai cometeu muitos erros, ainda mais com você. No entanto, tem um motivo para isso.

— Sim, é claro que tem e sei bem o que é... – murmurou.

Gabriel suspirou. Ele sabia que Adrien teria muito trabalho para reconquistar o garoto, o mesmo lembra como seu filho estava após do término de namoro e também da notícia da gravidez de risco de Marinette, e por último sobre sua morte. O senhor Agreste ficou triste com essa notícia e como Adrien ficou arrasado, ele lembra como seu filho se culpava todas as noites e como estava arrependido da sua escolha.

— Vô! Vovô!

— Hã? O que? Desculpe, o que dizia? – ele perguntou após de sair dos seus pensamentos.

— A Nathalie nos chamou, dizendo que o almoço está servido.

— Oh sim, vamos? – o menino assentiu e seguiu o seu avô.

Durante o almoço, Hugo e Gabriel conversavam animadamente sobre algo aleatório. Risadas eram ouvidas pelo local, os dois se divertiram no almoço. Pouco depois, o azulado se despediu de seu avô dando um abraço apertado.

— Tchau, vô!

— Tchau, meu neto! Foi bom ter você aqui em casa, poderia dormi aqui alguns dias destes – disse retribuindo o abraço.

— Tchau, Nathalie! – fala ao se separar do abraço e sair correndo.

— Até... – a mulher sorrir.

...

Le Paon usa uns de seus leques criando uma ventania. A akumatizada coloca seu braço em sua frente por causa do vento que o herói lançou sobre ela. Queen Bee aproveitou a distração do akuma e lança umas bexigas na direção da mesma, fazendo fica presa.

— Hum... ótimo trabalho, minha rainha – fala o herói se aproximando da abelha.

— Obrigada.

— Somos uma dupla perfeita, My queen – a loira revirou os olhos.

Uma máscara de borboleta surgi no rosto de Little lonely.

— Argh! Chega de brincadeiras e pegar os miraculous!

— Sim, Hawk Moth... – a máscara some e a pequena usa seu poder para explodir a goma que a prendia – Agora vocês vão ver!

Queen Bee e Le Paon ouviram a explosão e logo desviaram dos raios da menina. Turtle usa o campo de força contra os ataques do akuma. Chat chega a pouco tempo no local e observa a situação, e também perceber que o Lordbug ainda não tinha chegado.

— Cadê aquele moleque? – perguntou antes de partir para o ataque.

Hugo corria pela rua após ouvir o noticiário sobre mais um ataque do vilão. Ele entra em um beco e abre o casaco para sua kwami sair.

— Preciso me transforma e rápido!

— Diga as suas palavras.

— Tikki... – foi interrompido por um soco, fazendo-o cair no chão.

— Hehehe... olá Hugo – o menino olhou para cima.

— F-Felipe... o que está fazendo? – ele deu uma leve olhada para encontra sua kwami, mas nada.

— O que você acha, hein? – deu um soco, porém, o mesmo defendeu e rapidamente se levantou.

— Olha Felipe, não tenho tempo para suas besteiras! Vai para sua casa que eu vou para minha.

— Não antes de devolver o troco – Hugo desvia de um soco e em seguida de um chute – Vamos, lute comigo!

— Não vou lutar com você!

Felipe continua mandando chutes e socos enquanto o mesmo só desviava até que o loiro começa a ficar lasso. Hugo observa o loiro se apoiando nos joelhos, recuperando o folego.

— Já terminou? Ótimo, preciso ir – ele deu as costas e quando estava saindo, dois garotos surgiram em sua frente. Um moreno e outro louro, ambos da mesma altura e olhos pretos.

Felipe riu.

— Achou mesmo que eu viria sozinho para brigar com você? Agora, isso ficará muito interessante, não é galera?

Os meninos sorriram enquanto estalavam os dedos. Hugo suspirou.

...

Chat é lançado contra a parede de um prédio, o mesmo tinha atravessado umas três paredes. Turtle correu em direção ao local que seu amigo tinha sido jogado, entrou no prédio e o chamou enquanto procurava.

— Chat! Chat Noir! Você está bem?

Em uma pequena montanha de tijolo começou a se mexer, e de repente, surgi a mão de um certo herói. Turtle viu a mão do amigo e rapidamente foi socorre-lo, tirou os tijolos de cima do louro e em seguida, ajudou a se levantar.

— Você está bem?

— Vou ficar...cof... assim que derrotamos o akuma... cof... cof – disse e pega o bastão, segurou nas pontas o transformando em um tcheco.

Ambos saíram do prédio, voltando para batalha. Volpina tentava se aproximar do akuma, utilizando seus clones enquanto a mesma lançava raios por todo canto. Turtle usa seu escudo na frente de Volpina que quase é atingida por um dos raios.

— Cadê o Lordbug? – perguntou a raposa ao perceber ausência do herói vermelho.

— Não sabemos, porém, mantem o foco! Temos que ter um plano para acabar com isso! – fala Chat indo em direção do akuma, dando um salto e partindo para o ataque que a mesma se defende.

“Hugo, venha logo! ”, pensou a Volpina.

...

— Hugo tem certeza que está bem? – perguntou Tikki ao ver o menino se levantando com dificuldade.

— ...s-sim... e-estou bem... – ele cuspiu sangue – Tikki, transformar!

Uma luz vermelha envolveu o corpo do mesmo, e em seguida, ele lança o seu ioiô e vai para o local da luta. Chegando lá, Lordbug olhou para o akuma e percebeu que era uma menina. Viu os heróis em um canto e foi ao encontro deles.

— Oi, gente. Desculpe pelo atraso, tive umas pequenas infrações – falou.

Chat não disse nada.

— Está tudo bem Lord, o que importa que você está aqui – ele sorriu para Volpina.

Logo olhou para pequena solitária e ficou sério.

— Vamos acabar logo com isso – ele pegou o ioiô – Talismã!!

Um objeto cai em suas mãos que era uma caixinha de música, ele dá a corda e abre a mesma que começou a tocar uma melodia. Uma melodia conhecida pelo mesmo.

— ... Não é sobre ter todas pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós...

Os heróis olharam para o garoto que caminhava calmamente em direção ao akuma.

— ... É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar...

— Lord, o que você está fazendo? – perguntou Chat.

A Little lonely parou de disparar os raios ao ouvir a música, que também era reconhecida pela mesma.

— ... Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações...

— O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? PEGUE OS MIRACULOUS! – grita o Hawk Moth.

Lordbug continuava anda, seus olhos estavam começando a arder. Volpina sentia um aperto no peito, pois essa música era o que Marinette cantava para o filho.

— ... A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim...

A akumatizada ainda olhava para o herói vermelho.

— ... Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás...

Lord olhou para o broche, pois o objeto era único vermelho que se destacava na roupa do akuma.

— ... Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir...

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir.

Ela abaixou a cabeça e começou a chorar.

— Eu quero a mamãe.

— Eu sei como se sente... – falou suave para menina que o encarou – Posso? – apontou para o broche.

A menina pensou e pensou até que decidiu tirar e entregar para o herói.

— O QUE PENSA QUE ESTÁS FAZENDO? – uma dor surgiu na cabeça da pequena, que começou a gritar.

Rapidamente o herói quebrou o broche e purificou o akuma, pegou a caixinha de música e jogou para cima.

— Miraculous... Ladybug – sorriu ao falar o nome heroico de sua mãe.

A garotinha de cabelos louros cacheados e olhos castanhos claros, volta ao normal. Lordbug se aproximou da menina, agachou-se e estendeu sua mão com o broche.

— Isso te pertence.

— O-Obrigada... – ela pegou o broche e olhou para o herói, confusa – O q-que aconteceu? O que estou fazendo aqui?

— Calma, está tudo bem. Vem! – ele a pega no colo – Qual é o seu nome?

— Meu nome é...

— Marie! Marie! – um homem alto de cabelos morenos e olhos castanhos claros vinha correndo na direção dos heróis.

— P-Papai? Papai!

O herói vermelho colocou a menina no chão que saiu correndo em direção ao pai, que a pegou e abraçou a mesma.

— Desculpe-me! Desculpe-me! Você não tem culpa de nada, meu amor! Desculpe-me, por ter gritado contigo! Eu te amo! Eu te amo muito, princesa! – fala o pai da garotinha que a abraçava mais apertado como se estivesse com medo de perde-la – Perdoe-me pelo que fiz! Prometo que estarei ao seu lado sempre!

— Eu te perdoei, papai – a menina enxuga as lágrimas do pai – Eu te amo muito.

O pai dela sorrir enquanto era observado pelos heróis, principalmente pelo Lordbug. Ele estava feliz e triste ao mesmo tempo, o homem agradeceu aos heróis e saiu do local com a filha no colo.

Lordbug continuava observando o pai e a filha quando sentiu uma mão em seu ombro. O menino olhou para pessoa e ficou meio surpreso quem era.

— Você... se saiu muito bem – disse Chat dando um sorriso.

— Obrigado, só fiz o que era preciso... – suspirou.

— Está tudo bem?

O azulado assentiu sem olhar para o herói gato e se afastou do mesmo. Olhou para Volpina e depois para Queen Bee, ambas perceberam que o menino não estava se sentindo bem e antes que pudesse dizer algo, o mesmo já tinha partido dali.

Notas finais
Comentem... Criticam... Compartilhem... Favoritem... Ou que quiser, menos plágio! Até!