Miraculous: Civil War II
17 Out Of The Cocoon
Notas iniciais

— Não é loucura, confie na gente. – Alya tentava convencer o garoto.
— É, a Ladybug nos mandou aqui pessoalmente para te entregar o Miraculous. – foi a vez de Alpha falar.
— Então, o que me diz?
— Eu adoraria ajudar, mas creio que não serei muito útil. – Ali se pronunciou — Fico preso o dia todo aqui quando não estou no meu país.
— Você pode sair quando quiser se tiver o Miraculous. Nós só precisamos de ajuda e qualquer uma é bem-vinda. Precisamos de alguém confiável para repassar o Miraculous.
— Eu... – o leque de Peacock tocou e a mesma o pegou rapidamente, se deparando com Tortue correndo enquanto olhava para a tela.
— Só um segundo. – pediu ao príncipe – O que foi?
— Ladybug e Chat Noir estão com problemas.
— Como assim?
— Recebi uma mensagem confusa do Chat. Ou eles estão com problemas ou ele sentou em cima do bastão sem querer. De novo. Mas como eles não respondem, acho que a primeira opção é a mais provável.
— Certo, você avisou as outras?
— Sim, estamos indo nos encontrar com elas perto da prefeitura. Onde vocês estão? – Alya encarou o príncipe, como se implorasse por ajuda com os olhos.
— Nos esperem aí que já estamos indo. – desligou e voltou sua atenção para Ali. – E aí o que nos diz? – ele baixou a cabeça.
— Desculpe.
*
— E agora, o que vamos fazer? Não podemos ficar aqui parados. – Ladybug cochichou. Os vigilantes que tinham os trancado na sala, estavam do lado de fora da porta cuidando caso os dois tentassem fugir.
— Eu poderia quebrar essa parede com o Cataclysm, mas chamaria muita atenção.
— E as janelas estão trancadas também. O jeito é sair pela porta da frente.
— E como pretende fazer isso sem sermos vistos por aqueles dois que estão na ali fora?
— Não falei nada sobre não sermos vistos por eles. – ela sorriu de canto e ele entendeu. — Vamos precisar de um bom trabalho de equipe agora. Você confia em mim? – Chat Noir assentiu.
— E você, confia em mim?
— Sempre. – o felino sorriu e se posicionou atrás da porta com a mão na fechadura.
— Primeiro as damas. – abriu a porta e ficou atrás dela. Ladybug puxou para dentro um dos vigilantes que ia entrar e Chat Noir acertou a porta no outro. Em seguida o puxando para dentro também.
Não demorou muito para que os heróis conseguissem deixar os dois caídos no chão. E em seguida saíram da sala.
— Acha que devemos resgatar o prefeito agora?
— Melhor esperarmos para fazer isso com toda a equipe.
— Certo, vamos lá!
— Eles saíram, vamos lá! – um dos vigilantes avistou os dois e gritou.
— Hora de ir! – Chat Noir segurou Ladybug pela cintura e estendeu seu bastão até que os dois alcançassem o telhado.
— Vamos! – os dois saíram correndo sobre os prédios sem nem olharem para trás. – Queen Bee, onde vocês estão?
— Calma aí, vocês não estavam com problemas?
— Estávamos, mas demos um jeito. Precisamos nos encontrar com a equipe toda, onde vocês estão?
— Vou mandar o endereço, estamos todos reunidos aqui.
— Certo. – Ladybug fechou o ioiô depois que viu o endereço e os dois foram até lá.
— E aí, o que descobriram?
— Eles estão no Colégio Françoise Dupont. Batwing não é o líder, mas sim eles estão com o prefeito e estão fazendo um exército para tomar Paris. – a joaninha explicou. – Vamos precisar de toda a ajuda possível e quem são esses... – franziu a testa. Só agora havia notado que tinham mais pessoas trajadas junto com os outros.
— Novos recrutas que achamos por aí enquanto procurávamos informações. – Tortue respondeu.
— Então... Hã... sejam bem-vindos. – Chat Noir falou. – Estão cientes do que estamos prestes a enfrentar, não é? – eles assentiram. Logo um por um se apresentou.
— Conseguiram que o novo Hawk Moth viesse?
— Bem...
— Peacock me explicou algumas coisas, mas acho que vou precisar de mais ajuda para entender os poderes. – Ali surgiu de trás dos heróis.
— Que bom que veio. – Ladybug e Chat Noir o cumprimentaram.
— Bem, agradeço por me darem essa chance.
— É, no começo ele estava relutante, mas conseguimos convencê-lo.
— Sim, mas eu preciso voltar antes que meu segurança note a minha ausência. – eles riram.
— Então, agora precisamos de um plano. – disse o loiro – My lady, é com você. – ambos ficaram sem graça ao perceberem que Chat Noir havia chamado a azulada de “my lady” sem querer.
— Acho que sei o que vamos fazer. – a joaninha começou – Nossas prioridades são resgatar o prefeito, identificar o líder deles e conter a invasão.
— E como exatamente vamos fazer isso?
— Acredito que não vamos conseguir se não alertarmos os policiais e pedir para que montem um perímetro de distância seguro. – disse Ladybug.
— O problema é saber onde vai começar o ataque dos vigilantes.
— Meu palpite é que ou eles vão ir até a prefeitura, ou vão até a Torre Eiffel, são os dois pontos mais importantes de Paris.
— No entanto não dá pra simplesmente jogar uma moeda e escolher um dos lugares, então o que vamos fazer? – Volpina questionou. Todos os presentes estavam sem nenhuma ideia de como poderiam impedir um ataque de grandes proporções, ainda mais que não sabiam nem o local que seria o primeiro alvo.
— Já sei. – Marinette estalou os dedos após o silêncio, assustando a equipe – Desculpe. – encolheu os ombros – Enfim, se não sabemos para onde eles vão ir, podemos levá-los ao local que quisermos.
— Ou seja, atrair eles para uma armadilha. – concluiu Chat Noir – Boa!
— Faremos o seguinte. Volpina e Peacock vão falar com os policiais. Eu e Chat Noir vamos trazê-los até aqui e o resto vai ficar distribuído ao redor da Torre Eiffel, reforçando o perímetro.
— Não acha melhor perguntar se todos concordam com sua decisão de usar a Torre Eiffel? – Adrien questionou, recebendo um olhar descrente de Marinette.
— No momento qualquer sugestão é válida, por acaso alguém tem uma melhor? – ninguém se manifestou – Ótimo! Então usaremos essa.
— Então, vamos lá. – Chat Noir pontuou – Queen Bee e Tortue cuidem da distribuição do pessoal e ajudem Hawk Moth com os novos poderes. – a equipe se distribuiu e a dupla se deslocou até as proximidades da escola.
— Olha, eles estão saindo. – Ladybug abriu o ioiô e ligou para Peaocock.
— Os policiais já estão a caminho. – Alya confirmou.
— Certo, eles já estão saindo, vamos chegar aí em breve. – ela assentiu e por fim Marinette fechou o ioiô.
— Tortue mandou mensagem dizendo que já estão posicionados.
— Bem, agora é com a gente. – respirou fundo.
— O que vamos fazer exatamente?
— Eu não sei, acho que vai ter que ser no improviso. – Ladybug ficou de pé e estendeu a mão. – Preparado para mais uma luta? – o loiro pegou a mão dela e levantou.
— Como você mesma disse, sempre.
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