Miracle
16 Capítulo 16- The Truth Behind The Blue Eyes
Notas iniciais
Olha, tem tanta coisa que quero falar sobre esse capitulo. Muita coisa mesmo, mas vou deixar pro final, ok?
Leiam as notas.
Miracle
Capitulo 16- The Truth Behind The Blue Eyes
A claridade passava pela janela incomodando seus olhos, fazendo Mai acordar. Levantou-se lentamente, ficando sentada na cama, enquanto observava o clima gélido de seu quarto. Particularmente, preferia dormir no quarto de Izaya, que era mais confortável e acolhedor, porém, na noite anterior, havia decidido dormir em sua própria cama, depois da pequena “brincadeirinha” que o outro fizera.
Ergueu-se da cama e seguiu em direção ao armário, para pegar seu uniforme. Depois de trocada, caminhou para a porta, mas antes de sair do cômodo, voltou seu olhar para sua cama. Em meio aos cobertores, estava o casaco de Izaya, ao qual havia dormido abraçada. Por mais que estivesse gostando de ficar com a vestimenta, teria que a devolver ao dono. Pegou o objeto e saiu do quarto, seguindo pelo corredor e parando em frente à porta do quarto do informante. Estava indo bater, quando a mesma se abriu, assustando-a tanto, quanto Izaya, que estava saindo.
–O-ohayoo... – Ela tentou cumprimentar.
–Já se sente melhor para ir à aula? Você é bem mais resistente do que parece, Mai-chan. ~
–Seu casaco. – Falou rapidamente, enquanto estendia o objeto para o dono e virava o rosto para o lado, evitando encara-lo.
–E já não era sem tempo. ~ Estava sentindo falta do meu casaco. – Pegou o objeto das mãos da outra, vestindo-o.
Em seguida, os dois desceram juntos para o primeiro andar. Entretanto, quando Mai chegou ao último degrau e deu uma boa olhada no escritório, notou uma peculiar presença ali no recinto: sentado no sofá de couro, estava um homem de jaleco e usando uma máscara branca, que fazia Mai lembrar-se de um mosquito. Achou que poderia ser um cliente, mas ao olhar para Izaya, percebeu que esse tinha uma estranha expressão no rosto; mantinha seu sorriso presunçoso, mas seus olhos estavam carregados de irritação.
–Ohayoo. Dormiram bem? – O homem falou com a voz abafada. –Ah, você deve ser a Mai-kun, certo? É um prazer conhece-la.
–Como sabe... – Não terminou a frase, pois sentiu a mão de Izaya apertando seu ombro.
–Vá para a escola, Mai-chan. ~ — O informante mandou, em seu costumeiro tom zombeteiro, mas ela sabia que era de fachada.
–Mas está muito cedo, e eu ainda nem tomei café. – Reclamou, porém arrependeu-se, ao sentir a mão do outro lhe apertando ainda mais.
–Isso mesmo, Orihara-kun, deixe-a tomar café. Assim poderemos aproveitar para conversar.
–Compre algo no caminho. – Tirou algumas notas de seu bolso e entregou um tanto bruscamente para Mai. – Agora, vá.
A colegial não teve como discutir, apenas pegou o dinheiro e saiu do escritório.
–Por que a expulsou? Queria conhece-la melhor. – O homem de máscara comentou. –Ou será que não quer que eu a conheça?
–Queria estuda-la melhor. – Corrigiu, saindo de perto da escada e indo encostar-se a sua mesa principal. –Certo, se você continuar invadindo minha casa, serei obrigado a seguir o conselho da Namie-san e chamar a polícia. ~ Sabe, posso muito bem esconder a cabeça da Celty para que a polícia não a ache.
–Mas será que poderia esconder uma peculiar garota sem sobrenome? – Kishitani Shingen contrapôs, com um leve toque de humor. –Afinal, é algo digno de suspeita, uma menor de idade dividir o teto com um homem adulto, sem nenhum tipo de relação familiar. Caso a polícia resolvesse investigar, iriam descobrir que a menina não tem nenhum tipo de documentação ou relações com terceiros. Você poderia até ser acusado de pedofilia e sequestro. Fora que, pense como seria terrível para a pequena Mai-kun ter que se virar sozinha sem a sua presença, afinal, você é quase o guardião dela. Fora que, se não conseguissem achar algo que a identificasse... – Fez uma parada dramática, balançando a cabeça de um lado para o outro. -Pobrezinha, não quero nem imaginar que tipo de futuro teria reservado.
Izaya respirou fundo, diante daquele falatório todo. Aquele podia ser um excelente médico e um homem muito esperto, mas às vezes o irritava profundamente. No entanto, o pai de Shinra havia levantado uma dúvida considerável em sua mente. Nunca havia pensado no que seria de Mai quando saísse de sua casa. Na verdade, não havia, sequer, considerado a hipótese da garota sair de sua casa. Já tinha se acostumado tanto com o cotidiano partilhado com a colegial, que aquilo parecia que ia durar para sempre. Também nunca pensou se a própria Mai tinha isso em mente. Será que ela, por conta própria, um dia iria querer ir embora para sempre? Ele não tinha a menor ideia dos objetivos e planos da colegial. Era frustrante, mas não conseguia prever os movimentos da garota para poder tomar alguma atitude.
–Ah, e ainda tem outro fato. – Interrompeu os pensamentos do informante – Nem imagino como iria reagir a comunidade científica ao descobrir o que aqueles olhos azuis podem ver.
–O que sabe sobre ela? – O informante perguntou em um tom perigoso, estreitando os olhos – Ou melhor, o que aquela mulher da Nébula lhe contou?
–Nada que você já não saiba. – Deu de ombros – Ela tem acesso às fichas técnicas dos alunos, a Mai-kun usa seu sobrenome na chamada e o resto das informações é falso. E sobre os olhos, bom, Mizawa Atsuki e sua pequena equipe andam observando a garota.
Izaya estalou a língua; aquela mulher estava sendo bem impertinente e abusada. Ela realmente queria algo com Mai. Claro, isso era óbvio, a Nébula queria estudar Dullahans, e Mai era a pessoa perfeita para ajuda-los a avançar. Só tinha que descobrir como Atsuki iria atrair a garota para tal objetivo. Ameaçar sua segurança estava fora de cogitação, pois se a estão observando, viram que mesmo com a vida em risco, ela não cedeu ao medo. Ameaçar algum familiar também não era uma opção, Mai não tinha familiares. E quanto à ele próprio? Duvidava muito que Atsuki tivesse a ousadia de lhe fazer algum mal, pois sabia que iria se arrepender profundamente...
Então, o que Mizawa Atsuki pretendia?
–Não acha estranho, Orihara-kun, que nem você, um competente informante, e nem a Mizawa-san, com todos os recursos de uma grande empresa, tenham conseguido achar algo sobre a garota? Não acha isso, de certa forma, desconfiável? Afinal, a garota em si é bem peculiar para os padrões não só japoneses, mas até de outras culturas.
–Logo você vem falar de coisas peculiares? – Zombou.
–Você se colocou em uma zona de conforto. – Levantou-se do sofá, seguindo para a porta. –Mas tome cuidado, ter tantos segredos assim não é um bom sinal, ela pode se revelar bem perigosa. Ah, e não se preocupe, não tenho a menor intenção de me envolver com seu brinquedinho. – Disse por fim, antes de deixar Izaya sozinho com seus pensamentos mais uma vez.
–Tsc... Esse homem está me subestimando. Sei muita bem da situação de Mai, e que ela tem muitos segredos, mas por agora não me é conveniente descobri-los.
O informante se desencostou de sua mesa e seguiu para a bancada, observando seu tabuleiro. Olhou atentamente todas as peças, até chegar à pedrinha azul que representava Mai. Tinha achado aquele objeto largado em sua gaveta, não tinha ideia de que jogo vinha e que tipos de movimentos fazia. Não sabia nem se era realmente uma peça de jogo. Aquilo, ironicamente, se assemelhava com Mai. Não tinha ideia de onde ela vinha, quais movimentos pretendia fazer ou... Seus pensamentos pararam.
Não sabia nem se era uma peça de jogo...
Aquela era uma observação completamente sem propósito, que agora fazia um peso enorme na mente de Izaya.
–E se...
Mai caminhava pelos corredores do Raira, um tanto curiosa com relação à estranha figura que aparecera no escritório de Izaya. Quem era aquele homem? Como ele sabia seu nome? Por que o informante a mandou embora de casa? E por que aquele homem lhe parecia tão familiar? A única coisa da qual tinha certeza era de que Izaya havia ficado bem irritado com sua presença.
Aproximou-se de sua sala de aula e abriu a porta, vendo que lá dentro só havia uma pessoa: Sonohara Anri.
–Bom dia, Anri. – Sorriu, indo até a mesa da outra.
–Bo-bom dia. – Tentou, deixando perceptível que estava tentando dar seu melhor para começar uma boa amizade. –Como está? Ocorreu tudo bem depois daquele “acidente”?
–Sim, depois daquilo... – Não chegou a terminar, pois a porta da sala abriu-se abruptamente, assustando as duas garotas.
–Bom dia, meus caros amigos ~ — Masaomi gritou.
–Nem é a sua sala, Kida-kun. – Disse Mikado.
Masaomi soltou uma longa risada, mas parou ao olhar para Mai.
–Ora, ora, Anri-chan, quem é essa bela garota?
–Ela é uma amiga minha, Kida-kun.
–Ah, sim. ~ Qualquer linda garota que for amiga da sensual Anri-chan, também é nossa amiga, né, Mikado? – Olhou para o companheiro.
–Si-sim, quer dizer, sem a parte do sensual. – Corou. –Você é Orihara Mai, certo?
–Orihara? – Indagou Kida, arregalando um pouco os olhos.
–Ah! Não, não tenho nenhum parentesco com o Orihara Izaya. – Mai explicou.
–Ah, isso é muito bom, ninguém deve se meter com esse homem. – Afirmou. –Bom, Mai-chan, eu me chamo Kida Masaomi.
O quarteto continuou a conversar por um tempo, até que o sinal tocou e Masaomi deixou a sala. Logo, o sinal do recreio fez-se presente, levando a maioria dos alunos a saírem das salas, e Anri, Mikado, Mai e Masaomi não foram exceção. Os quatro seguiram para o terraço para lancharem.
–Itadakimasu. – Falou os dois garotos e a de óculos em uníssimo, antes de começarem a comer.
–Itada... Como? – Mai tentou, olhando para os três.
–Itadakimasu. – Ajudou Mikado, rindo de leve.
–Qualquer japonês sabe falar isso. – Comentou Kida. –Por acaso não é daqui, Mai-chan?
–Ahn... Bom, é que... – Não sabia o que responder.
–Sabiam que a Mai-san é amiga do Shizuo-san e da Motoqueira Negra? – Anri interrompeu, percebendo o sufoco da garota. Estava tão curiosa quanto Kida, mas da mesma forma que a amiga respeitou seus segredos no dia do Retalhador, não entrando em detalhes, sentia que devia ajuda-la também.
–Serio? Como conseguiu isso? – Mikado parecia interessado no novo assunto.
Diante da mudança, Mai suspirou aliviada e enviou um olhar de gratidão para Anri. Depois começou seus relatos sobre Shizuo e Celty, até o sinal voltar a tocar, fazendo os quatro se levantarem e seguirem de volta para suas salas. Andavam pelo corredor Masaomi e Mikado lado a lado conversando, enquanto Mai e Anri se mantinham alguns passos atrás.
–Você está realmente bem? – Sonoraha quebrou o silêncio. –Tem certeza que está bem o suficiente para ir à escola? Seus ferimentos pareciam graves.
–Não se preocupe, sou mais resistente do que pareço.
Estavam quase chegando à sala, quando ouviram alguém chamar por Mai. Os quatro viraram-se para trás e viram o professor Nasujima se aproximando.
–O que houve com você, Mai? – Perguntou.
A de olhos azuis recuou um pouco, já sabendo que não seria bom deixar aquele professor se aproximar demais. Já estava se preparando para responder algo, quando Masaomi passou ao seu lado e ficou a sua frente.
–Que feio, sensei, assustando uma inocente colegial! – Começou. –Sabe, a Mai-chan é amiga do Heiwajima Shizuo, e se você continuar a incomoda-la, ela vai pedir que ele te dê uma lição. Não é, Mai-chan? – Piscou para garota.
–I-isso mesmo!
Não foi preciso dizer mais nada para o professor se afastar do quarteto com um olhar assustado e suando frio.
–Ser amiga do homem mais forte de Ikebukuro tem lá suas vantagens. – Kida riu. –Acho que ele não vai mais te incomodar, Mai-chan. ~
–Eu não sei como agradece-lo, Masaomi. – Falou aliviada. –Não tinha ideia do que fazer para afasta-lo.
–Só de ouvir sua voz me chamando pelo primeiro nome já é uma recompensa. ~
Voltaram para suas salas e ouviram o resto das aulas. O ultimo horário do dia estava se iniciando, quando Mai começou a se sentir mal; de repente, começou a se sentir tonta e fraca. O ambiente a sua volta rodava e a voz do professor parecia distorcida. Tentou respirar mais calmamente e se debruçou sobre a mesa, mas nem isso ajudou a melhorar seu estado.
–Você está bem, Orihara-san? – Ouviu Mikado perguntar.
–Não... – Tentou. -... Estou me sentindo péssima.
Rapidamente o colega chamou o professor, que se aproximou e pediu que Sonohara, a representante feminina de turma, a levasse até a enfermaria.
–Tem certeza que não seria melhor ir ao hospital? – Anri perguntou, ajudando a amiga a caminhar.
–Não são os ferimentos, disso tenho certeza.
Ao chegarem à enfermaria, foram recebidas, para o desgosto de Mai, por Misawa Atsuki. A mulher, com um estanho bom humor, rapidamente dispensou Anri e levou Mai até uma das camas. E, em seguida, começou a fazer vários exames padrões.
–Isso é realmente estranho... – Ela começou, assim que terminou os procedimentos. –Fiz todos os exames, mas nada em seu corpo parece fora do normal, o que não dá motivos para se sentir assim.
–É só um mal estar. – A menina respondeu, colocando as costas do braço sobre os olhos.
–Ah, não é mesmo. – Riu. –Hm~, o que você e o Izaya andam fazendo sozinhos naquele escritório? – Perguntou maliciosamente.
A colegial apenas levantou um pouco o braço para espiar Atsuki, mas não respondeu a pergunta. Não sabia o que ela queria dizer, mas pelo seu tom, tinha certeza que era algum tipo de provocação.
Diante do silêncio de Mai, a mulher estalou a língua e foi até a porta do recinto, fechando-a e em seguida trancando.
–O que está fazendo? – Questionou, levantando-se um pouco da cama.
–Sabe, desde que nos conhecemos, fiquei bem curiosa em relação a você, mas nunca tive a oportunidade de conversar diretamente, até agora. – Começou a caminhar na direção da cama. –Me responda: Por que mora com o Izaya?
–Porque eu o ajudo com o serviço. – Respondeu tensa.
–Ah, me poupe dessa respostinha descorada! Me diga, onde estão seus pais? E por que usa o sobrenome Orihara, ao em vez da sua família? – Seu tom era perigosamente irritado.
–...
–Será que eles morreram? Ou melhor, você nunca teve, certo? E memórias de infância, tem? – rodeava a cama de Mai, como se fosse um predador atrás da presa. –Outra coisa bem curiosa, você tem grande dificuldade em entender a cultura japonesa e o senso comum. Estranho, não?
–Por que quer tanto saber sobre mim? – Também estava ficando irritada.
–Não é da sua conta. – Estreitou os olhos. –Agora, sem rodeios, o que é você?
–Também não é da sua conta! – Tentou sair da cama, mas antes que fizesse isso, Atsuki agarrou seu pulso que estava enfaixado e puxou. –Me larga! – Tentou se soltar, mas ainda não estava bem. Mizawa começou a puxar as ataduras que estavam em sua mão e, ao tirar todas, largou o pulso da garota, soltando o murmúrio satisfeito.
–Uma pessoa é esfaqueada, leva uma facada tão profunda que poderia chegar a lesar até os nervos de deixar sequelas, recebe cuidados de um médico clandestino e, dois dias depois, o ferimento está completamente curado... – Olhou para a mão de Mai, que estava completamente intacta, como se nada a tivesse ferido. –Isso, com toda certeza, não é normal.
Mai empurrou Atsuki de sua frente e correu até a porta.
–Como será que vai ficar sua relação com Izaya, depois que ele descobrir seu segredinho? – Foi a última coisa que ouviu, antes de destrancar a porta e sair correndo da enfermaria.
Correu pelos corredores até ficar ofegante, só parou quando já tinha tomado uma boa distância da enfermaria, ou melhor, daquela mulher. Observou onde estava, e viu que era um corredor frontal da escola, das suas janelas dava para ver o portão principal do Raira. Foi caminhando até uma delas e encostou suas costas no vidro e depois se deixou escorregar lentamente, até chegar ao chão, onde flexionou os joelhos e encostou a testa neles.
Ainda não se sentia completamente bem, mas o aperto em seu coração a fazia esquecer o mal estar. Queria chorar, mas segurou as lágrimas. Não foram as acusações de Atsuki que a fizeram tão triste, afinal, não precisava da mulher para dizer a ela quem era. Foi o último comentário que a abalara tanto. Aquele simples comentário desencadeou milhares de sentimentos, duvidas e medos em Mai. O seu segredo... Era justamente por causa dele e suas implicações que protelava tanto em pensar sobre seus sentimentos em relação ao Izaya.
Sobressaltou levemente no lugar, ao sentir o celular no bolso de seu blazer vibrar. Levantou-se do chão e virou para a janela, enquanto tirava o aparelho do casaco. No entanto, o movimento ficou incompleto, pois viu algo pela janela que fez seu coração disparar e as lagrimas descerem; em pé, em frente ao portão do colégio, segurando o celular, estava ninguém menos que Izaya.
–Por que...? – Aproximou-se da janela, colocando a ponta dos dedos no vidro frio. –Por que...? Por que, Izaya? Por que você me fez se apaixonar por você? – Mais lágrimas desceram. -Eu não posso, isso não podia acontecer. Eu não devia, mas, mesmo assim, estou profundamente apaixonada por você.
Apertou ainda mais o celular em sua mão.
–Isso está errado, afinal de contas, não sou nem humana.
Fim do capitulo 16.
Notas finais
Me digam, ficaram surpresos? Já desconfiavam? Acharam exagerado?
Serio, eu quero MUITO saber o que vocês acharam sobre essa revelação. Por favor, até você, leitor que nunca comentou, queria que você me dissesse o que achou. Por que sei que foi muito repentino. Quero saber se já desconfiavam, se acharam estranho ou se até foi algo cabível levando em conta o comportamento da Mai. Basicamente quero saber a opnião de vocês sobre essa revelação.
É bom que eu descubro quem está lendo minha fic e stalkeio o perfil de vocês, huhuhuhu. (E para você que já comentou na minha historia, sim, já dei uma boa olhada no seu perfil)
Ah, também quero saber o que acham que ira acontecer daqui pra frente.
Bom, no próximo capitulo, vou explicar mais sobre a Mai. Esse capitulo, na verdade, é basicamente feito para fazer essa revelação.
Estou tão eufórica que mal consigo expressar o que eu realmente quero dizer.
Fale com o autor