Minoria
1 Capítulo 1
olá, meu nome é Lacey, Lacey Lancastar. Vivo em um mundo inventado por mim, onde eu sou a personagem principal, isso não é muito do que digamos bom.
Não sou uma heroina e sim, um vilão, pois sou hétero em um mundo dominado por homossexuais, sou magra em um país dominado por fast-food e branca num bairro repleto denegros. Sou a minoria. Que vive escondida ou oprimida pelos conceitos que a sociedade insiste em me ensinar. Tenho 20 anos, ainda moro com meus pais, Fred e Boston, como de se esperar, eles não sabem que tem uma filha que pensa em garotos ao invés de garotas, já tentei os mostrar isso, mas me ensinam que Deus fez Adão e Ivo e nãoAdão e "Eva", me levam para igrejas na qual sou olhada torto quase sempre, aliás, tenho um amor platonico pelo filho do pastor, no qual, é gay. Seu namorado não énada menos que meu irmão. Eis aqui que começa minha história, numa rua, com panfletos voando, no qual os assimilo com humanos e suas mil formas de parecerem algo quando na verdade, são tudoa mesma propaganda enganosa em forma de letras e números. Em formas de homens semi-nús mostrando todo o seu corpo, malhado em photoshop. Não são muitos os que gostamdisso, mulheres preferem mais aquelas 'belas banhas' caindo e um sotaque Mexicano para acompanhar a dose, coisa de Francês.- Lace, seus pais já descobriram? — Minha AmigaVizinha pergunta- Não. Na verdade, acho que nem irão descobrir — A respondo enquanto ainda caminho- Vou coninuar fingindo ser sua namorada sem ao menos poder te beijar? Não! - Você não vai morrer por isso.Essa com qual acabei de falar, minha AmigaVizinha, finge ser minha namorada, ela gosta de mim, ela gosta de mais duas pessoas, Sasha e seus Poliamorzinhos. Ainda entro em um pequeno número de desespero que eu penso que nunca em toda minha vida, consiguirei me Desheterorizar ou Desgayzar o filho do pastor, Mayfrot, tambémestou pensando em como poder sorrir em meio a bagunça que chamam de mundo. Agora penso o Por Que de eu ser da "minoria", um lugar escuro e frio onde eu nem ao menosposso respirar e mostrar quem realmente sou, sem que as rachaduras se rompam.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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