Minha vida, um novo rumo
4 Isso não pode estar acontecendo.
Notas iniciais
Segurem os corações, porque ta vindo coisa por aí!
Nos vemos láaa nas notas finais ↓↓
Puxei Jacob comigo e fui andando até o quarto cinco.
- Amor? – ele disse com um sorriso zombeteiro.
Continuei andando.
- Que ciúme é esse agora, Srta. Swan?
- Quem disse que é ciúme?
- Você nunca me chamou de amor.
- Chamei agora.
- Aham.
Ele me parou.
- Você acha que é mentira né?
- O que?
- Que quando temos imprinting, só temos olhos para uma pessoa.
- Não acho.
- Então por que isso?
- Ela estava te comendo com os olhos! Odeio isso! O que é meu é MEU! – enfatizei bem a ultima palavra.
- Oh, que fofo. – Ele disse com aquela vozinha irritante que ele usa pra imitar um bebe.
- Não é fofo. Não sou fofa.
- Não, você não é fofa. Você é linda. MINHA linda.
Revirei os olhos. Olhei para o lado e vi duas pessoas nos encarando. Parece que estávamos fazendo um teatrinho romântico para eles.
Eca.
- Vamos logo Jacob. – eu disse.
Chegando ao quarto, vi meu pai sentado em uma poltrona ao lado da cama de Sue, dormindo. Ela estava acordada.
- Você está bem? – perguntei.
- Melhorei bastante sim.
- O que você tem?
- É como se fosse uma virose.
- Ah...
- Seu pai ficou aqui o tempo inteiro. – ela o olhou e sorriu.
Eu sorri também. Eu gosto muito da Sue. Sim, tenho minha mãe, Renée, mas Sue é minha madrasta, e é muito presente. Me ajuda em tudo que eu preciso, sempre me apoia, e ela faz meu pai feliz, é isso que importa. Ele ficou sozinho por muito tempo.
- E você? Está bem? – perguntou ela.
Troquei um olhar com Jacob. Ele parecia meio preocupado.
- Por que não estaria? – respondi com uma pergunta.
- Talvez pelo fato de ter se transformado em uma loba?
Arregalei os olhos.
Ela riu alto.
- Leah me contou quando passou aqui.
- Mas... Ela é doida? Você podia ter piorado!
- Por quê?
- Sei lá, por não poder “ter sentimentos fortes” e toda aquela baboseira.
- Bella, eu estou com virose, e não me recuperando de um coma.
Ela riu mais.
Fiquei sem graça.
- Quer descansar, Bella? – perguntou Jacob.
- Sim, estou quebrada.
Sentei-me em uma das poltronas reclináveis e fechei os olhos.
Logo, eu adormeci.
Em meus sonhos, eu estava transformada, correndo atrás de algo que se movia muito rápido. Corri, corri, corri, até conseguir alcançar. Em um instante, Edward Cullen se virou para mim e rosnou.
Eu instantaneamente me direcionei a sua garganta.
Dei um rosnado mais alto que o dele...
♪♫ I made a wrong turn, once or twice, dug my way out, blood and fire.
Bad decisions, that’s alright, welcome to my silly life.
Mistreated, misplaced, misunderstood… ♪♫
Ah merda, meu celular.
Alguém atende, por favor. Não quero abrir os olhos.
♪♫ Pretty Pretty Please, don’t you ever ever feel... ♪♫
Peguei meu celular e atendi.
- Alô?
- Alô, Bella? – ouvi uma voz fina e irritante do outro lado.
Uma voz que eu sabia de quem era.
Não pode ser.
Ainda devo estar sonhando. Ou tendo um pesadelo, no caso.
Olhei em volta, estava apenas Sue dormindo.
- Bella? – a pessoa do outro lado insistiu.
- O que você quer sanguessuga?
- Oi?
- É isso mesmo.
- Bella, é a Alice.
- Eu sei quem está falando garota, você acha que eu não reconheço essa voz irritante?
- O que está acontecendo com você?
Minhas mãos já começavam a ficar tremulas.
Saí do quarto e passei em um rompante para fora do hospital.
- Não é da sua conta.
Desliguei o celular.
Ele tocou denovo. Não vou atender de jeito nenhum. Quem essa idiota pensa que é pra fazer tudo o que fez, e ainda ligar pra mim, falando normalmente como se nada tivesse acontecido?
Desliguei a chamada da sanguessuga e liguei pra Jacob.
- Oi Bella. – ele atendeu.
- Ah, que bom que você ainda está na forma humana. Onde você se meteu?
- Eu estou aqui na minha casa, você estava dormindo tão gostoso, não quis acordá-la.
- Nem olhei, mas que horas são?
- Oito horas.
- Aham, Jacob, eu não dormi só uma hora.
- Não, você dormiu um dia.
- O que?!
- É normal Bella. Relaxe. Quer vir pra cá?
- Sim.
- Tá, sua Yamaha está no estacionamento, já com combustível.
- Nossa, obrigada Jake.
- Imagina Bella. Até Logo. Te amo.
- Até, também te amo.
Desliguei o celular e já fui até o estacionamento do hospital.
Estava lá, minha moto.
Mas cadê a chave? Devia estar na recepção.
Quando entrei, senti um cheiro horrível. Doce pra caramba, que ardia meu nariz.
Alguém devia estar com um perfume bem forte.
- Com licença – falei pra senhora que estava na recepção. Ainda bem que não era a loira peituda, se não ela ia ver comigo. – Meu namorado deixou a chave da minha moto aqui?
- Me deixa olhar, acho que sim.
Ela foi até outra mesa e pegou minha chave.
- Essa aqui? – Ela me mostrou a chave com uma caveira pendurada.
- Sim, obrigada.
Aquele cheiro ainda estava na sala. Que horror.
Estava me virando pra sair, quando dou de cara com uma pessoa que eu nunca mais queria ver na minha frente.
- Oi Bella. – disse o sanguessuga pai.
- O que você está fazendo aqui? – disse grossa. Meus braços tremiam.
- Voltamos para Forks. – ele disse com a maior naturalidade do mundo.
Virei às costas para ele e saí. Estava tremendo muito, e não podia me transformar na frente de todas aquelas pessoas.
Carlisle me seguiu.
- Vão embora. Vocês não são mais bem-vindos aqui! – gritei pra sala toda ouvir.
Saí pela porta, e fui correndo em direção à floresta sem olhar para trás.
Arranquei minha camiseta e meus shorts correndo e tirei o tênis. Coloquei tudo na faixa e me transformei.
- Eu não acredito que esses imbecis voltaram. Eles perderam a noção do perigo?
- O que foi Bella? – pensou Embry.
- Os Cullens estão de volta na cidade!
- O território agora é nosso. Eles não podem entrar sem pedir permissão. – pensou Sam.
- Eu não acredito ainda. Preciso ir pra casa de Billy falar com Jacob.
- Vamos todos para lá, Bella.
- Tudo bem.
- O que aconteceu? – pensou Leah. – acabei de me transformar.
- Os Cullen voltaram. – Embry pensou.
- Argh! Não acredito! – pensou Leah com repulsa. – O que vamos fazer Sam?
- Temos que discutir isso. Ainda estou pensando. – ele respondeu.
- Se formos dilacera-los, me deixe ficar com a baixinha.
- Eu fico com o Edward. – pensei. – Depois de tudo que ele me fez passar...
- Chega! – pensou Sam. – Eu ainda não sei o que vamos fazer... Vou tentar resolver isso sem brigas.
- Impossível!
- É possível sim, Isabella.
- Argh, não me chama assim, por favor, Sam.
Notas finais
fuuuuui
beeijos.
Se tiverem twitter, sigam : @meutudogionanda
pede que eu sigo de volta ;D
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