Minha vida com você
28 Você é linda quando sua cara não fica no caminho
Notas iniciais
Corri atrás de Annabeth pelo meio de várias árvores, aquela menina era muito rápida eu não conseguia acompanhar, eu queria deitar no chão de tão cansado e deixar as formigas comerem o bolo do meu rosto. Parei por um segundo arfante e apoiei-me em uma árvore, é eu estava pronto para morrer, o projeto Percy Blindão, estava mais do que na cara, era apenas um sonho, eu mal conseguia correr imagina levantar peso.
Enquanto eu tentava colocar ar novamente dentro dos meus pulmões alguém tocou no meu ombro, eu dei um berrinho (- Extremamente feminino.) (- Senhor Percy, EU NÃO CONSIGO RESPIRAR, ESTOU VUNERÁVEL E ALGUEM SURGE? VOCÊ QUER QUE EU GRITE COMO?!), dei um golpe de caratê no ar e fiquei movendo minhas mãos espalmadas com os dedos colados como se eu soubesse algo de caratê. Olhei direito para quem tocou no meu ombro e era Annabeth, que me olhou e riu.
– Você é tão fortão e sabe tão bem como lutar caratê, Percy. – ela riu.
– E você sabe alguma coisa de caratê, Annabeth? – perguntei debochando.
Ela sorriu meigamente para mim e tocou meu braço, já estava me derretendo por ela. POR QUE TÃO ADORAVEL?! Não é mais adorável, porque ela pegou meu braço e me deu um golpe muito louco de caratê e me jogou de costas no chão.
– Sei um pouquinho. – disse ela sorrindo vitoriosa.
Esse sorrisinho ia sumir e sumiu quando peguei seu calcanhar e puxei fazendo-a cair de cara no chão. Ela olhou para mim com a cara surpresa nada feliz dela, ela subiu em cima de mim e começou a me dar tapas, protegi-me com meus braços enquanto ela continuava a me bater. Só não devolvo os tapas porque isso é para quando estamos na intimidade de um dos nossos quartos e posso tirar as calças de Annabeth e sua calcinha, se é que você me entende.
– Para! Para! Desculpa! – disse.
Peguei as mãos de Annabeth com meus reflexos de deus dos ninjas e os segurei, Annabeth estava linda arfante e com os cabelos bagunçados. Parei um segundo para admirá-la. Tão linda. Annabeth me olhou acalmando-se, soltei seus braços quando começou a se inclinar na minha direção. TÁ NA HORA DO BEIJO! Ela continuou se inclinando, quando fechei meus olhos para o beijo ouvi um papel abrindo e voltei a abrir meus olhos, diante dos meus olhos estava aquele papel amarelado que Annabeth fez o mapa.
– Temos que continuar nossa busca.
Fiquei toda feliz com o nosso possível beijo, mas acho que é bom ser um pouco difícil para apimentar as coisas. Annabeth se levantou e olhou para o mapa, levantei-me e olhei também para o mapa, ela apontou para o próximo local que deveríamos ir.
– O que será que tem ali? – perguntei com os lábios bem próximos ao ouvido dela, sei que Annabeth gosta disso, gosta muito.
– Temos que ir ver para descobrir. – ela está sendo sassy para cima de mim, merda, isso é tão sexy.
– Então vamos, nerd macumbada.
Annabeth sorriu e começou a caminhar pelas árvores, apenas a segui observando com todo respeito o lindo balançar dos seus quadris. Annabeth parou na frente de uma lanchonete temática dos anos oitenta da cidade, sorriu e apontou para a porta.
– É aqui que temos que entrar. – disse Annabeth – Aparentemente temos que tocar uma música, a música correta ou morremos.
– Ai, ai, adoro quando você fala que podemos morrer. – disse suspirando entrando depois dela.
Aquele chão quadriculado preto e branco era simplesmente fabuloso. Annabeth virou o mapa e mostrou-me a parte de trás.
– Olha, temos que tocar essa música – haviam apenas números ali, nenhuma nota musical para que pudéssemos usar em um piano talvez, ela apontou para a juke box e sorriu – acho que temos que tocar a música ali. – ela tirou do bolso uma moeda de vinte e cinco centavos — Vá lá.
Peguei o mapa e a moeda, fui até a juke box, coloquei a moeda e coloquei os números no painel sob o buraco de colocar a moeda. “1-7-6”. A juke box fez barulhos, fiquei na expectativa de que música seria. Quando a mesma começou a tocar, olhei para Annabeth sorrindo abertamente. Ela me olhou com cara de sapeca. Percy, não a beije, controle-se, seja difícil.
The power of love is a curious thing
Make a one man weep, make another man sing
Change a hawk to a little white dove
More than a feeling that's the power of love
Eu nunca resisto quando “Power of Love” toca e Annabeth sabe disso. Fui me aproximando dela e toquei seu rosto.
– Você não existe. – disse aproximando meu rosto do seu.
Annabeth fechou os olhos. A-HÁ! Agora é a minha vez de ser malvado. Afastei-me e peguei na mão dela.
– Está na hora de dançar, nerdzinha. – disse começando a minha coreografia, que sempre faço quando assistimos ao “De volta para o futuro”.
Tougher than diamonds, rich like cream
Stronger and harder than a bad girl's dream
Make a bad one good make a wrong one right
Power of love that keeps you home at night
You don't need money, don't take fame
Don't need no credit card to ride this train
It's strong and it's sudden and it's cruel sometimes
But it might just save your life
That's the power of love
That's the power of love
Annabeth ria sempre que eu dançava, ela falava que parecia que eu estava com algum problema de dor. Ainda mais por causa da minha cor, porém Annabeth não me deixou dançar sozinho. Ela me acompanhou, as pessoas que estavam em volta, sentadas em suas mesas, primeiro apenas nos observaram depois ela começaram a se levantar e dançar também.
Olhei bem para Annabeth e cantei para ela, muito especificamente para ela:
They say that all in love is fair
Yeah, but you don't care
But you know what to do
When it gets hold of you
And with a little help from above
You feel the power of love
You feel the power of love
Can you feel it?
Annabeth me olhou e sorriu de canto, e assentiu. Acho que ela consegue sentir o poder do amor sim. AINDA BEM PORQUE EU GOSTO DE SENTIR O PODER DO AMOR! Annabeth deu um passo para frente, passou seus braços ao redor do meu pescoço e me beijou. As pessoas em volta aplaudiram e eu senti meu rosto ficando quente de vergonha. E sim, eu sou difícil e poderoso e sexy e Annabeth caiu em tentação, não eu, porque eu sou controlado.
Annabeth afastou um pouco o rosto do meu, seu rostinho estava cor-de-rosa de vergonha. Somos tão fofamente tímidos, awwwn.
– Está ficando com vergonha, Bocão? – perguntou ela.
– Você não tem ideia, Stef. – respondi.
Ela riu e me deu um selinho.
– Vem, vamos achar o tesouro no X do mapa.
Olhei para o mapa e observei bem onde estava o X e qausi ruas se cruzavam sob ele. Olhei para Annabeth sorrindo.
– O tesouro está lá em casa, senhorita nerd certinha? – perguntei.
– Mais especificamente no seu quarto. – disse ela sorrindo maliciosamente – Sabe o que significa, peixinho?
– Sim… – disse sorrindo malicioso também – Maratona de “Doctor Who”! – gritei feliz apontando para cima.
Annabeth primeiro parecia desacreditada com o que eu disse depois riu como quem dissesse “O que faço com você?”. Annabeth me deu um beijo no rosto.
– Exato, maratona de “Doctor Who”. Vamos então, Doctor?
– Vamos sim, Rose.
Annabeth e eu fomos para a nossa casa, de mãos dadas, porque somos fofos. Annabeth me deu um tapinha na bunda e mandou que eu subisse, corri escadas acima rindo como uma colegial de anime, tomara que Annabeth-senpai me note. Entramos no meu quarto, Annabeth fechou a porta e falei para ela deitar na cama que começaríamos com um pouco de Décimo Doctor. Annabeth foi até a cama e eu fiquei mexendo no meu DVD, ouvi um barulho de papel sendo pegado.
– O que significa isso, Percy? – perguntou Annabeth.
Virei-me e na mão de Annabeth estava com o papel onde eu havia escrito seus prós e contras. Eu senti meu coração falhar na batida de tão apavorado que eu fiquei.
– Eu posso explicar… – tentei dizer.
– Cabelo cheio de pontas duplas?! Você sabe que é porque eu tenho preguiça de ir à cabeleireira! – exclamou ela nervosa.
– Annabeth, eu fiz isso para poder resistir a você.
– “Se acha incrivelmente inteligente”? – perguntou ela depois de ler – É porque eu sou!
Viu? Eu não menti.
Annabeth amassou o papel o bateu com força no meu peito.
– Que bom que você gosta de tanta coisa de mim.
Annabeth saiu porta a fora e eu fui atrás dela.
– Espera, estressadinha, você não viu a parte boa!
– Qual seria a parte boa? “Se ela morrer eu posso roubar os corseletes dela”? – perguntou ela descendo as escadas.
– Corseletes? No plural?! Que coisa linda… – (- Senhor Percy! Foco!) (- Ah sim.) – “Como ela cuida dos amigos e de quem se importa” – li a fazendo parar na escada –, “O jeitinho que ela ri”, “Como ela brinca com o cabelo durante uma prova”, “Como ela fecha os olhos para apreciar certas partes de músicas”, “Incrivelmente inteligente”, “Como é fofa quando está brincando com a Senhora O’Leary e qualquer animalzinho” – olhei Annabeth, ela estava subindo e se aproximando de mim – “Como minha vida mudou quando aceitei meus sentimentos por ela”. – olhei-a.
– Isso são os prós? – perguntou ela.
– Tem mais, e coisas que eu não escrevi também.
– Você está sendo sincero, Percy? Você gosta mesmo de me ter na sua vida? – “Me ter” *risos internos*, ela revirou os olhos sabendo que eu estava rindo por dentro – Você realmente gosta de mim do jeito que diz?
– Annabeth, minha vida com você foi muito melhor do que aquela que vivi sem você. – suspirei, está na hora de finalmente falar – Eu… eu amo você, Annabeth, muito.
Os olhos de Annabeth se encheram de lágrimas, ela agarrou minha nuca e me beijou.
– E eu amo você, seu imbecilzinho fofo. – disse ela voltando a me beijar.
Ela agarrou minha mão e me puxou de volta para o meu quarto. Ela fechou a porta e puxou sua blusa para cima me beijando novamente. Toquei na pele macia de Annabeth e sorri em meio ao beijo, que saudade que eu estava desses beijos e dessa pele macia e desse cheirinho dela de bala. Desci meus beijos para o pescoço de Annabeth, ouvi-a suspirar baixinho. Sorri e dei uma mordidinha na sua pele, que se arrepiou sob meus dedos.
Abri seu sutiã e o deslizei pelos seus braços. Annabeth suspirou quando toquei em seus seios, acariciei levemente com os nós dos dedos, a minha nerd gemeu baixinho quando belisquei levemente seus mamilos. Desci minhas mãos pela cintura dela, abraçando-a, dei-lhe um selinho e desci meus lábios aos seus seios. Beijei primeiro o colo dos seios.
– Percy… – suspirou ela – Eu quero aquele sexo raivoso que temos de vez em quando depois de brigas.
Eu ri e ela também.
– É que eu estou com muita saudade para essa coisa fofa e…
Não deixei ela terminar, agarrei sua bunda e a levantei colocando suas pernas em volta da minha cintura deixando seus peitos bem diante da minha boca. Lambi um mamilo depois o chupei, Annabeth gemeu e agarrou meus cabelos, forçando meu rosto contra seus peitos. Sorri e voltei a chupar um deles dei uma mordidinha no mamilo e fui dando beijinhos até chegar ao outro seio, ao qual dei o mesmo tratamento do primeiro. Levei Annabeth até a cama e a deitei na mesma.
Fiquei por cima dela e lhe dei um beijo enquanto desabotoava seu short. Annabeth puxou minha blusa para cima enquanto ia arranhando minhas costas. Puxei o short de Annabeth para fora das pernas dela junto com sua calcinha, eu até poderia ser fofo, mas minha nerd não queria isso e o que ela não me pede chorando que eu não faço sorrindo?
Toquei o sexo de Annabeth e acariciei levemente beijando-a. Annabeth gemia contra meus lábios e se contorcia sob mim.
– Percy… Percy…
Annabeth choramingava e fazia biquinho, tão bonitinha querendo algo a mais. Sorri e descei meu corpo pelo dela, beijando a barriga dela por todo o caminho até finalmente chegar ao seu sexo. Dei um beijinho primeiro, agarrei seu quadril, abraçando-o enquanto esfregava minha língua de cima a baixo pelo sexo dela. Annabeth gemeu, suas costas arquearam e suas mãos viram para meu cabelo torcendo os fios. Dois dos meus dedos foram afundaram nela, a minha nerd gemeu mais alto jogando seu quadril contra minha boca.
– Percy… isso…
Annabeth gemeu mais alto quando aumentei os movimentos com meus dedos e com a minha língua. O corpo de Annabeth tremeu uma vez, pensei parar o que fazia só para provocá-la, porém pensei que Annabeth merecia isso por ser fofa. Annabeth tremeu e gemeu meu nome gozando na minha boca. Lambi-a para deixá-la limpinha, lambi meus dedos e antes que eu pudesse lamber meus lábios Annabeth puxou meu rosto e lambeu meus lábios por mim e me beijou. Sorri quando Annabeth nos virou na cama, ficando sobre mim.
Annabeth continuou a me beijar acariciando meu rosto e movendo seus quadris para esfregar-se em mim. Aquilo era muito gostoso, eu já estava duro, com ela nua, sobre mim, se esfregando em mim, não iria aguentar muito. Minha loira se inclinou para o criado-mudo, abriu-o e pegou uma camisinha. Enquanto isso eu dava beijinhos nos seus mamilos que estavam diante do meu rosto.
– Você não sossega, não é? – perguntou ela voltando a ficar reta sobre mim.
Fiz cara de inocente.
– A culpa é sua! Você quem colocou esses peitos lindos na minha cara.
Ela riu e negou com a cabeça como se não acreditasse nas minhas palavras. Annabeth abriu minha bermuda e a puxou pelas minhas pernas, antes de tirar minha cueca ela deu um beijo no meu membro e libertou a cabecinha primeiro dando uma pequena lambida e depois puxou a cueca pelas minhas pernas. Depois de lamber os meus testículos e descer e subir seus lábios por todo o meu membro, ela resolveu parar de me torturar e finalmente colocou a camisinha em mim. Toquei a cintura dela enquanto Annabeth afundava meu membro em si. Annabeth gemeu e mordeu os lábios.
Caralho. Annabeth subia e descia pelo meu membro com vontade. Suas mãos estavam espalmadas no meu peito arranhando e apertando a pele. Ficaria cheio de marcas de unha, como se eu me importasse em ficar marcado pelas unhas de Annabeth, que se inclinou na minha direção, tocou meu rosto e me beijou sem parar os movimentos, minhas mãos apertaram mais sua cintura e ajudavam que ela continuasse com o movimento.
– Percy… – sussurrou ela com a boca próxima a minha.
– Annabeth… – gemi de volta.
Annabeth beijou minha boca novamente, senti seu interior me apertando, não estava aguentando mais também. Ela gemeu mais alto e tremeu toda me apertando enquanto meu membro expandia dentro dela, finalmente Annabeth gozou e eu acabei gozando também, um gemendo o nome do outro. A minha lira me tirou de dentro dela, tirou a camisinha para mim deu um nó e jogou-a no lixo, dentou-se contra meu peito e me beijou.
Ficamos nos beijando por algum tempo até que o ar se fez necessário. Dei um beijinho na bochecha de Annabeth e passei a acariciar seu cabelo.
– Senti sua falta, Annabeth.
– Realmente, foi uma semana muito longa. – ela frisou a palavra “semana” para zuar com a minha cara.
– Não fale assim comigo, eu estou falando sério. Senti sua falta.
– E eu senti a sua, peixinho.
– Sentiu? – perguntei a olhando.
Annabeth ficou vermelha.
– Talvez.
Sorri.
– Não precisa ficar vermelha, você me ama é claro que sentiu minha falta.
Ela me olhou e sorriu.
– Amo mesmo, estou apaixonada por um completo retardado.
– É bom, porque o completo retardado está apaixonado por você, uma completa nerd.
– Ótimo, posso cuidar dele.
Sorri e dei um beijinho nele. Pelo menos eu estava bem com a minha nerd novamente, isso me deixava tão feliz. Espero que meu pai esteja sendo bem sucedido com Atena. Seria bom se eles voltassem como eu e Annabeth, isso me lembra de que tenho que avisar papai que ele tem que jogar fora aquela lista antes que Atena a encontre. Farei isso depois agora eu vou aproveitar um momento a sós com a minha nerd.
Olhei para minha nerd, acariciei seu rosto.
– Você é tão linda, Annabeth, quando seu rosto não atrapalha.
– E você é lindo quando sua boca não atrapalha.
Olhei-a malicioso.
– Eu sei que você gosta muito da minha boca, não gosta, Annabeth?
Ela começou a corar.
– Para, Percy. – disse ela cobrindo o rosto.
– Você é tão fofa. – puxei o corpo dela – Vem cá.
Voltei a beijá-la. “Tudo está bem quando acaba bem”, Luke Skywalker. (- Shakespeare, senhor Percy.) (- Tudo personagem, senhor Percy, eles me deixam confuso.) (- Shakespeare era um escritor não um perso… Ah, deixa quieto, não vou me gastar com você.).
– Percy, para de falar com seu subconsciente. – pediu Annabeth cantarolando.
Eu ri.
– Desculpa.
E mais uma vez, voltei a beijar minha nerd.
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