Minha vida com você

24 A primeira noite de um homem


Notas iniciais
Boa leitura, Diamonds :3

Frank POV

Bom, estávamos convwrsando há tanto tempo que eu nem sabia mais o horário. Olhei para o relógio ao lado da cama de Hazel e suspirei. Eram três da manhã e apesar de nenhum de nós parecer cansado tínhamos que dormir. Beijei a testa de Hazel e me ergui a puxando comigo. Hazel bocejou e me olhou com seus lindos olhinhos cansados.

– Tá na hora de dormir, pequenina. – disse.

Hazel soltou-se de mim e sentou sobre as pernas ficando de frente para mim.

– Eu não quero dormir. – ela fez biquinho como uma criança.

Eu ri.

– Mas tem que dormir. – afirmei abraçando a cintura dela aproximando-a de mim.

Novamente ela fez biquinho e sorriu para mim abraçando meu pescoço. Toquei o rosto dela e lhe beijei com calma. Minha mão começou a tremer e pude sentir seu corpinho tremer sob ela. Minha respiração ficou descompensada, finalmente iria acontecer e eu não fazia ideia de como. Nossos lábios se separaram e nos encaramos. Hazel estava vermelha e eu sentia que também estava. Peguei a cintura dela e a deitei na cama, fiquei sobre ela e a beijei novamente.

– Você quer isso mesmo, Hazel? – perguntei.

– Quero sim, Frank.

Sorri e novamente a beijei. A primeira vez que nossas testas colidiram foi quando fui tentar puxar a blusa dela pra cima, Hazel ergueu-se para me ajudar a tirar a peça de roupa e eu permaneci no lugar com a minha cabeça, sendo totalmente imbecil e por isso nossas testas bateram. Hazel riu enquanto eu tentava controlar minha vergonha. Hazel terminou de tirar a própria blusa e me deixou mais envergonhado ainda. Ela estava de sutiã na minha frente, então eu não ia conseguir não ficar vermelho.

Hazel me ajudou a tirar minha blusa enquanto eu me mantinha em estado de pânico. Tampei meu peito como se fosse uma mocinha fazendo Hazel rir e me beijar.

– Você não existe. – murmurou ela contra meus lábios.

Eu fiquei preocupado com Hazel ficar muito hesitante, porém devia preocupar-me mais comigo e com o meu ataque que me deixou travado. Suspirei tentando me colocar de volta no mundo e toquei as costas de Hazel enquanto nos beijávamos, toquei o fecho do seu sutiã e lembrei-me de um detalhe minúsculo: eu não sei abrir um sutiã. Tentei parecer calmo e confiante e comecei a tentar tirar aquela merda. Hazel separou nossos lábios e deitou a cabeça no meu ombro.

– Você não tem ideia do que está fazendo, não é? – perguntou ela.

– Lógico que não. – respondi rindo.

Hazel separou-se de mim e sorriu tímida levando suas mãos às suas costas e abriu o seu sutiã rapidamente. Como ela faz isso? Deve ter senha. Prendi a respiração enquanto Hazel deslizava seu sutiã pelos braços. Soltei a respiração quando ele foi jogado no chão. Os seios de Hazel eram tão pequenos e delicados. Hazel pegou minhas mãos e as levou até seus seios. Sua pele era tão quentinha e macia. Ela suspirou e fechou os olhos permitindo que eu a tocasse como quisesse. Isso não durou muito tempo, se eu continuasse com as mãos nos seios de Hazel eu iria ter um orgasmo e acabaria com tudo.

Hazel voltou a se deitar e nos ajudamos a tirar nossos shorts e peças intimas. Eu coloquei a camisinha e deitei-me sobre Hazel. Olhei para baixo para poder encaixar tudo no lugar certo e bati minha testa na de Hazel de novo. Ela riu um pouco nervosa e esperou que eu fizesse algo.

– Hazel, se doer muito, por favor, me diga para parar.

– Certo. – ela suspirou e fechou os olhos.

Penetrei-a muito lentamente, Hazel agarrou meus ombros, parei e esperei um pouco. Beijei seu rostinho até ele ficar menos contorcido de dor e continuei a penetrar e fiquei parando e contiuando até estar completamente dentro. Fui fazendo movimentos lentos e aumentei só um pouco o ritmo porque estava doendo. Estimulei-a para que seu orgasmo visse e eu também pudesse vir. Deitei-me ao lado de Hazel observando seu rostinho suado e levemente contorcido.

– Doeu muito, amor? – perguntei acariciando o cabelo dela.

Ela assentiu e depois riu.

– Mas foi bom. E você precisa melhorar MUITO. – eu fiz cara feia e ela riu – Calma, você só precisa de pratica e ainda vamos praticar muito. – ela piscou e me deu um beijinho.

Sorri de canto e puxei-a para mim, encaixando-a num abraço. Desejamo-nos boa noite e depois de um beijinho fomos finalmente dormir. Acho que praticar é uma boa pedida, talvez se eu começar a controlar meus ataques de pânico e não bater minha cabeça na dela o tempo todo tá tudo certo.

Percy POV

O senhor Percy me largou. Eu acordei e ele não me deu bom dia. Fui no banheiro e ele não disse o quão magro e fraco eu parecia. Eu o quero de volta, eu quero brigar com ele. (- Então, você sente minha falta, senhor Percy?) (- Sinto, senhor Percy. *biquinho*) (*vira a cara* — Você me magoou, senhor Percy, você disse que eu não existia… claro que eu existo… eu sou parte de você e só irei embora quando sentir que você não precisa mais de mim, que você consegue tomar decisões sozinho. E eu só brigo com você porque te amo, afinal, somos quase como que irmão gêmeos.) (- Isso está sendo tão emotivo que eu acho que vou chorar.).

– Percy, desculpa interromper, mas você e o seu subconsciente estão conversando e você está em cima de mim, deixem-me levantar. – pediu Annabeth.

(- Viu até a Annabeth sabe da minha existência e entende a importância de nós conversarmos.) (- Senhor Percy?) (- Sim, querido.) (- Uma vez você me disse que a subconsciente do meu pai e ele estavam brigando, vocês, subconscientes, tem ligações?) (- Claro que sim, porque você acha que às vezes você pensa em uma música, por exemplo, e alguém aleatório começa a cantar? É um subconsciente se comunicando com o outro e esse subconsciente desse alguém deixa escapar o que o subconsciente mostra.) (- Você já conversou com o subconsciente da Annabeth?) (- Seu curioso! E sim, nós já conversamos e ela é inteligente demais, dói a cabeça.) (- Conversar coma Annabeth de verdade já é difícil, imagine com o subconsciente… *suspiro* Então, você me desculpa?) (- Lógico que sim, seu besta, só meça as coisas que você dirá quando ficar nervoso, pessoas e subconsciente se magoam.).

– Percy! Sai de cima de mim! – ordenou Annabeth – Eu quero comer! Temos uma Paris para conhecer!

– Tudo bem. – afirmei saindo de cima dela.

Annabeth levantou-se usando apenas a sua calcinha rosa superadorável e foi ao banheiro, eu logicamente fiquei na cama esperando algo acontecer de interessante.

… ALGUMAS SEMANAS DEPOIS (SIM PULEI A VIAGEM TODA PORQUE O RESTO DELA NÃO TEVE NADA DE ESPECIAL) …

Estávamos de volta a nossa casinha. Ai que delicia poder sentar no próprio sofá e acariciar seu videogame. Ele está até gelado de tanto tempo que eu não jogo ele. Estava sentado no sofá quando meu pai me jogou meu celular. Fazia tanto tempo que eu não o via que nem lembrava mais dele. Papai disse que estava orgulhoso de mim por ter passado tanto tempo sem meu celular. Até pensei em deixá-lo de lado até que me lembrei do vídeo de Plutão, eu precisava saber que vídeo era aquele. Mandei uma mensagem para Hazel pedindo para ela me contar sobre o que era aquele vídeo e ao invés de contar, ela me enviou o vídeo.

O trauma foi grande.

Plutão estava no banheiro, com roupão azul-claro cheio de ursinhos. Uma música tocava ao fundo. Era “I Want It That Way” dos Backstreet Boys. Plutão cantava todo alegre, eu nunca havia visto Plutão parecendo tão humano. Ele pegou uma escova de cabelo rosa e passou a pentear seu cabelo e a usou como microfone intercalando em pentear e cantar.

Yeah-eh-heah
You are, my fire,
The one, desire,
Believe, when I say
I want it that way
But we, are two worlds apart,
Can't reach to your heart,
When you say,
I want it that way
Tell me why,
Ain't nothin' but a heartache,
Tell me why,
Ain't nothin' but a mistake,
Tell me why,
I never wanna hear you say,
I want it that way

Ele cantava e se divertia, meu rosto se contorcia cada vez mais que o vídeo rodava. Eu me sentia violado e incomodando. O vídeo acabou, soltei o celular no sofá e fui até a escada, subindo-a até o quarto de Annabeth. Annabeth estava arrumando suas coisas, ajeitando seu quarto para caber todas as coisinhas que ela comprou na viagem, ela estava um pouco ocupada sentada no chão com seu Chapéu Seletor e abraçada a sua Hedwig.

– Annabeth? – perguntei.

Ela me olhou seu rostinho estava apertada contra o da coruja. Ela estava tão fofa com aquele Chapéu Seletor. Ajoelhei-me no chão na frente dela.

– Eu estava arrumando as coisas de novo. – disse ela fazendo biquinho.

Eu ri.

– É a terceira vez que você faz isso, Annabeth.

– É que eu não sei onde colocar o Darth Vader e a Hedwig. – ela apontou para o unicórnio dela que estava em cima da cama – O único que ficou bonitinho no lugarzinho dele foi o Percy.

– O Percy fica lindo na sua cama. – disse fazendo Annabeth rir.

Levantei-me e deitei na cama dela e peguei o unicórnio e fiquei abraçadinho a ele.

– Viu? – perguntei – Percys e a sua cama são a coisa mais linda.

– É melhor especificar os Percys – disse Annabeth sentando-se na cama tirando seu Chapéu Seletor e o colocando na cabeceira da cama ainda abraçada à Hedwig – você e esse unicórnio não são os únicos Percys do mundo.

– Verdade. Percy, o Unicórnio de Pelúcia e Percy Jackson, o seu Brinquedo Sexual ficam lindos na sua cama.

– Brinquedo Sexual? – perguntou Annabeth rindo.

– É, você já abusou de mim tanto que… ai… me sinto até bem.

Annabeth se inclinou e me beijou.

– E é só meu, não é? – perguntou ela.

– Só seu. – sorri dando outro beijinho nela – Agora vá fechar aquela porta, guarde essas pelúcias e venha abusar de mim.

Annabeth riu, levantou-se, pegou Percy, o Unicórnio, da minha mão e o colocou sobre sua poltrona junto de Hedwig e subiu pela cama para ficar sobre mim. Annabeth sorriu me beijou. A minha nerd era tão lindinha, ainda mais quando sorria toda meiga assim. Acariciei seus cabelos macios, loiros (naturais como os do Jace) e incrivelmente cheirosos.

Porque eu sou tão sortudo?

– Não sei, peixinho. – respondeu Annabeth.

Eu tenho que parar de pensar alto..

– Tem mesmo. – disse Annabeth rindo com a boca no pescoço.

Merda, a partir de agora é sério. Annabeth tirou a minha blusa e foi descendo beijinhos pela minha barriga. Suspirei colocando as mãos atrás da cabeça fechando os olhos. Annabeth puxou meu short e minha cueca para fora do meu corpo e as jogou para fora da cama, suas mãozinhas quentes apertaram minhas coxas e sua boca distribuiu beijinhos por toda a extensão do meu membro. Ela pegou meu membro e levou-o a boca engolindo-o por completo, fazendo os dedinhos dos meus pés se contorcerem.

Annabeth lambeu a cabeçinha e foi descendo e subindo sua língua pela extensão, no meu membro todo, até descer para meus testículos aos quais ela lambeu lentamente, deu beijinhos e colocou-os na boca. Apertei o edredom e gemi mais alto, mordendo meu lábio logo em seguida não podendo gemer muito alto.

– Annabeth… chega… – pedi não aguentando mais aquilo – Vem cá.

Annabeth tirou sua boca do meu membro e sorriu para mim subindo pelo meu corpo. Sentei-me e a fiz sentar-se no meu colo, tirei sua blusa e seu short e calcinha. Annabeth me beijou e meus dedinhos foram para o seu sexo, afundaram-se dentro dela e meu polegar acariciou o seu clitóris. Annabeth fechou seus lindos olhinhos e gemeu rebolando seus quadris. Minha boca foi aos seios dela chupando um de cada vez, continuei chupando e estocando meus dedos até notar que Annabeth não aguentava mais também.

Estiquei-me para o criado-mudo, peguei uma camisinha e a vesti. Penetrei-a lentamente. Annabeth agarrou meus ombros e gemeu sentando no meu membro com vontade. Gemi junto de Annabeth, agarrando sua bunda para ajudá-la com os movimentos enquanto estocava com mais vontade.

– Percy… mais… forte… – Annabeth arfava tanto, tão bonitinha vermelhinha e gemendo por mim.

Fui estocando cada vez mais, meu polegar foi brincando com rapidez com o clitóris dela. Annabeth apertou meus ombros me olhando nos olhos gemendo sorrindo. Sua cabeçinha tombou para trás e seu sexo apertou-me com força, eu estava próximo também. Annabeth gozou e continuou cavalgando no meu membro até eu gozar também. Nós dois arfávamos e tremíamos. Eu a beijei e a deitei ao meu lado na cama, tirei a camisinha e deitei, ficando de frente para ela. Annabeth sorriu para mim acariciando meu cabelo enquanto eu acariciava suas curvas lindas.

– Porque você é tão linda, minha nerd? – perguntei.

– Genética. – respondeu ela rindo.

– É, sua mãe é linda também.

Annabeth me deu um tapa.

– Não fala da minha mamãe.

Ela fez biquinho nervoso e franziu o cenho, para parecer nervosa comigo. Ri a fazendo sorrir para mim. Era agora, eu não aguentava mais esperar, eu tinha que falar para ela que a amava, que eu não achava que seria capaz de viver sem ela, ela amarra meus tênis tão bem, como eu vou conseguir sair para correr se ela não amarrá-los para mim? Suspirei e acariciei o rosto dela.

– Annabeth, eu quero te contar uma coisa. – disse.

Ela uniu as sobrancelhas e encolheu os ombros.

– Diga, peixinho.

– Annabeth… – como eu ia falar isso? Ai caralho, não pensei nisso – Eu… eu… – podia sentir meu estomago esfriando e meu rosto esquentando de vergonha – Eu… te…

– Annabeth! Percy! – era a mãe de Annabeth batendo na porta – Desculpe interromper. – disse ela do outro lado da porta. Imagina, não foi nada, eu estava tendo um ataque de pânico, precisava dessa interrupção – Percy, você precisa descer agora! É muito importante.

– Já to indo. – afirmei levantando-me.

– O que você acha que é? – perguntou Annabeth levantando-se também colocando suas roupas como eu.

– Devem ter achado meu boletim agora eles vão quebrar meu PlayStation na minha frente. – respondi.

Nós dois descemos as escadas e fomos para a sala. Meu pai estava sentado no sofá e no sofá que ficava de costas para porta havia uma mulher de cabelos castanhos encaracolados.

– O que houve, pai? – perguntei e meu pai se levantou.

– Filho…

Ele só conseguiu dizer isso até a mulher virar-se para mim e me olhar. Merda. Eu quero voltar para o quarto e ter um ataque de pânico porque eu vou dizer “eu te amo” para a Annabeth e não porque essa mulher voltou. O que ela quer agora? Depois de onze anos? Definitivamente, dizer “eu te amo” parecia tão fácil agora, como jogar jogos do My Little Pony… não que eu tenha jogado… Mas porque agora? Estava tudo tão bom.

– O que você veio fazer aqui – perguntei dando um passo para trás agarrando a mão de Annabeth –, mãe?

Notas finais
WHAAAT? COMO ASSIM? O QUE SER ISSO?! O que acharam Diamonds? Me digam, comentem, recomendem. Lembrem-se: Uma colher cheia de açúcar pode melhorar muita coisa (parafraseando Mary Poppins) Até a próxima, amo vocês, tchau, beijinhos.