Minha vida com você

19 Até Sir Elton John namoraria comigo


Notas iniciais
GENT! VIM POSTAR PORQUE A DIAMOND-BIA NÃO ME DEIXOU EM PAZ (zueira ela só pediu e eu atendi o pedido) Diamonds eu gosto dessa fanfic e vocês sabem disso, mas eu não sinto que VOCÊS gostam porque quase ninguém comenta, é a falta de Hentai? No Senhor Jackson quase me batem por causa de tanto hentai, decidam-se queridas minhas. Boa leitura.

Ah casamentos sempre fazem as pessoas chorarem, mas no meu caso eu estava chorando para colocar aquela bendita gravata. Luke estava do meu lado sem ajudar em nada porque ele não fazia ideia também de como colocar aquilo. Era o dia da festa de casamento dos meus pais… acho que posso incluir Atena como minha mãe agora, apesar de não chamá-la de mãe nem nada, porém ela casou com meu pai então aceite as consequências: Percy Jackson vem de brinde! Nada melhor do que uma festa bonita e cheia de bebidas para se divertir. E como meu pai é aberto com esse tipo coisa ele vai me permitir beber junto aos meus amigos. Ele diz: “Prefiro que fique bêbado sob a minha vigia do que longe de mim e eu acabe perdendo você”, sim é emocional e quase me fez chorar, mas é uma boa técnica paternal, não sei qual problema a minha antiga mãe tinha para querer deixar meu pai.

– Luke, vai no YouTube e procure um tutorial de como fazer um nó de gravata. – pedi.

– Será que vai ser isso lá? – perguntou ele arqueando as sobrancelhas.

– Se você procurar bem você consegue montar uma bazuca com cano de PVC por causa de um tutorial do YouTube, é só procurar. – afirmei.

– Garotos? – meu pai chamou batendo levemente na porta.

– Oi, pai. – cumprimentei – Estamos com um problema com as gravatas. – comentei olhando para a gravata impecável dele.

– Não seja por isso, eu ajudo. – ele sorriu e se aproximou de mim.

Ele começou a enrolar as duas pontas da gravata e mexia para lá e para cá e nada. Arqueei as sobrancelhas.

– Você não faz ideia de como fazer isso, né? – perguntei.

– É. – respondeu ele derrotado – Eu queria fazer um momento pai e filho aqui. – tivemos que rir.

– Então como sua gravata está perfeita? – perguntei.

– Annabeth! – chamou ele.

Ah, tinha que ser. Olhei para baixo tentando não observá-la entrar, mas eu olhei para baixo por muito pouco tempo. Ao levantar os olhos, ela entrou. Meu coração falhou tão rude na batida, parecia que ia parar de vez. Ela estava linda, com um vestido tomara que caia cinza como os olhos dela, os cabelos dela estavam presos num coque atrás da orelha esquerda sua franja caia lindamente sobre sua testa. Havia uma gargantilha prata no seu pescoço e um pingente de coruja com cristais pretos como olhos adornava aquele lindo pescoço. Seu vestido escondia seus sapatos e marcava cada curva generosa dela sem nenhum exagero, estava incrivelmente sensual e nem um pouco vulgar, como Annabeth é mesmo. Sua maquiagem era incrivelmente simples, havia um delineado com um leve puxado para fora sobre seus olhos, um pouco de gloss em seus grossos lábios e só. Ela se aproximou de mim e pegou a minha gravata. Ela estava tão cheirosa.

– Você está linda. – afirmei sussurrando só para ela.

Annabeth sorriu e me olhou nos olhos. Eu vou morrer, é hoje, eu sei. Meu motivo de morte para o atestado de óbito? Pode ser: Morto pelo sorriso lindo da Annabeth? Ou quem sabe: Annabeth used perfection – It was super effective?

– Obrigada. – ela continuou a fazer o nó da minha gravata – Você também está muito bonito.

– Como você sabe dar nó em gravatas? – perguntei.

Ela ajeitou minha gravata e limpou os meus ombros do paletó.

– Meu pai me ensinou para que eu pudesse fazer para ele.

As coisas não podiam ficar mais tristes.

– E você, pai, porque você não sabe dar nó em gravata? – perguntei tentando descontrair, mas meu pai respondeu mesmo.

– Sua mãe fazia para mim. – ele deu um sorrisinho.

– Você está linda, Annabeth. – disse Luke.

– Vou contar para a Thalia que você me chamou de linda e você vai ver só. – disse ela brincando.

– Não tenho medo. Eu só disse a verdade. – ele sorriu e pegou a mão dela e a girou, ele assoviou.

– Você vai se ferrar por tentar flertar comigo.

Annabeth riu e saiu do quarto dizendo que iria ver como sua mãe estava e logo desceriam. Eu devia estar com cara de otário porque meu pai riu.

– Ai, filho, disfarce um pouco, por favor. – pediu ele.

Eu havia contado o que sentia por Annabeth a ele na semana anterior para que ele fizesse algo que eu pedi. Ele disse que já sabia e era meio obvio, o jeito que a gente se olhava na mesa do café da manhã e fingíamos não ser nada, era mais do que obvio e ele ficaria muito feliz em me ajudar.

– É meio difícil. – afirmei.

Ele riu.

– Eu sei. Vamos, temos uma festa para arrasar, vamos dançar e AI que vai ter Abba! – meu pai comemorou fazendo a mim e ao Luke rir.

As garotas desceram dez minutos depois de termos descido. Atena também estava linda usando um vestido azul escuro, ela estava radiante, sorrindo abertamente. Annabeth se aproximou de mim deixando-me desconfortável porque eu não sabia o que falar para ela, me sentia um garoto de quinze anos convidando a primeira garota para sair.

– Percy, você sabe que vamos ter que discursar na festa. – disse ela entregando-me um pequeno papel dobrado – Então eu tomei a liberdade de fazer um discurso para você, caso você não tenha nada.

– E não tenho. – disse pegando o papel – Obrigado.

– Imagina. – ela deu um sorrisinho.

Nossa relação tinha sido assim na última semana, parecia algo estritamente profissional. Ela me dava bom dia, e conversava comigo se necessário e só. Magoava-me tanto, porém eu estava pronto para ganhar essa merda toda e fazê-la finalmente minha. E eu não vou ficar com medo! Eu vou conseguir! Vou, não vou? (- Vai sim, senhor Percy, eu confio em você.) (- Owwnt, senhor Percy, que fofo, é a primeira vez que você põe fé em mim.) (- Só não seja otário e estrague tudo!) Tava demorando.

O lugar era lindo, aquele salão imenso todo decorado parecia coisa de filme. Esperamos um pouco para podermos entrar para que os convidados pudessem se acomodar e tudo mais. Assim que deu tempo, eu e Annabeth ficamos a frente da porta de vidro do salão e uma música adorável começou a tocar, era I Wouldn't Mind de He is We. Annabeth cruzou seu braço no meu e abriram as portas de vidro para nós e entramos sendo seguidos de nossos pais. Eu podia ver Leo em cima de uma cadeira tirando fotos nossas.

– Seu amigo, Leo, é estranho. – comentou Annabeth para mim.

– O meu amigo? Agora ele é meu amigo? – perguntei fazendo Annabeth rir e eu sorri e naquele momento um fotografo tirou uma foto nosso. Deve ter ficado perfeita.

Sentamos-nos à mesa perto da dos nossos pais. Eles se sentaram e depois que todos aplaudiram eles disseram coisas fofas um sobre o outro, sobre como se conheceram e sobre como começaram a se gostar e foi a coisa mais adorável do universo. Aí foi a vez dos filhos fazerem o discurso. Todos aqueles flashes das câmeras dos fotógrafos e da câmera do Leo, estavam me cegando. Eu tinha um discurso em mãos que a Annabeth fez para mim olhei para aquele papel e para o meu pai que sorria para mim. Pigarreei, amassei o papel e respirei fundo para controlar a minha vergonha.

– A muito tempo atrás, a minha mãe… biológica… deixou a mim e a meu pai. Eu sinceramente não sei por que nem por quem… – olhei meu pai segurando o meu choro, os olhos dele estava marejados como os meus – Só sei que ela fez muito mal em deixá-lo, ele é um ótimo pai, ele nunca me negou nada, sempre teve paciência comigo apesar de tudo que eu já fiz – comentei o fazendo rir –, nunca deixou de ser forte por nós dois e nunca deixou que isso o abalasse e mudasse quem ele é… Só posso pensar que ela é uma idiota por ter feito isso, mas ela fez bem em ser idiota… – merda eu estava chorando e meu pai também e a Atena também, ai que choradeira – porque se não fosse assim, meu pai não poderia ter encontrado alguém que combinasse mesmo com ele. – olhei Atena e sorri – Meu pai merece o melhor e ele conseguiu. Então, Atena, cuide dele. Porque se você não cuidar direito dele, quem vai cuidar de mim? – sorri meio choroso – Eu te amo, pai.

Meu pai se levantou na mesma hora e veio em minha direção me abraçar. As pessoas da festa começaram a aplaudir.

– Eu te amo, filho. – sussurrou ele no meu ouvido.

Ele me deu um beijo na bochecha e eu o afastei brincando.

– Sai, pai, isso tá gay.

Ele riu e me soltou. Sentei-me e olhei Annabeth, ela também estava chorando, e depois de se inclinar na minha direção ela sussurrou para mim:

– Nunca fiquei tão feliz por você ter feito totalmente o oposto do que eu disse para fazer. – ela se levantou. Era a vez dela: – Meu pai morreu há cinco anos atrás deixando minha mãe do jeito mais devastado que eu já tinha visto ela estar na vida dela, nem quando o vovô morreu ela havia ficado assim. Aquilo me preocupou muito porque eu não tinha ideia do que fazer. – ela olhou para meu pai – Poseidon, eu nunca pensei que poderia ver a minha mãe sorrir tão despreocupadamente como vi no dia que ela disse que você tinha convidado ela para sair. Parecia que eu era a mãe cuidando da filha no primeiro encontro dela. – todos riram inclusive eu – Eu estou feliz que minha mãe pudesse encontrar alguém que a fizesse sorrir daquele jeito, porque um dia eu achei que isso nunca mais aconteceria. – ela olhou para Atena, limpando a lágrima no canto do olho – Onde quer que o papai esteja agora, mamãe, ele com certeza sabe o que está acontecendo e está muito feliz por saber que você está recomeçando e está feliz de verdade. Então, Poseidon, obrigada por fazer isso pela minha mãe, por fazê-la feliz. – ela fungou e sorriu – E é bom continuar a fazer isso, porque você não vai querer que o papai venha te assombrar. – ela riu e meu pai também, ele olhou em volta mostrando a mão direita como se prometesse nunca fazer algo assim – Parabéns, mamãe. Ao Poseidon e a Atena. – disse Annabeth levantando o copo, todos disseram o mesmo em vozes baixas e superando a voz de todos, uma voz na multidão fez todos rir:

– UHUL É POSETENA! – ai Leo, por quê?

Era a hora da dança! YEY! Mas não era Abba, para a tristeza do meu pai, ele pegou na mão de Atena e foi para a pista de dança, era All about us, também de He is We. Era a coisa mais fofa do mundo, para que ser tão fofos? Eu estou morrendo de fofura aqui. Depois de dançarem um pouco, foi a minha vez e a de Annabeth de dançarmos. Peguei na mão dela como um príncipe e a levei para a pista. Começamos a dançar e a música foi parando e Can You Feel the Love Tonight começou a tocar. Sir Elton John me possua.

There's a calm surrender

To the rush of day

When the heat of a rolling wind

Can be turned away

An enchanted moment,

And it sees me through

It's enough for this restless warrior

Just to be with you

Annabeth olhou-me sem entender e eu só sorri girando-a. Dancei lentamente com ela como se o mundo fosse nosso, como se não tivesse mais ninguém ali.

And can you feel the love tonight
It is where we are
It's enough for this wide-eyed wanderer
That we got this far
And can you feel the love tonight
How it's laid to rest?
It's enough to make kings and vagabonds
believe the very best.
There's a time for everyone
If they only learn
That the twisting kaleidoscope
Moves us all in turn

Porque o Elton tinha que ser tão perfeito? Que tipo de cantor fala do amor como se ele fosse um caleidoscópio? Que tipo de homem tem coragem de dizer que é heterossexual se Elton John viesse pedi-lo em namoro? Não existe héteros quando Elton John está por perto, ou no filme. E isso vale para a Celine Dion, mas isso quando ela tá cantando porque eu voltaria a ser hetero por ela e ai ela e o Elton brigariam por mim e minha vida seria tão feliz porque eu ficaria com os dois. Segurava na cintura dela, girava-a, unia nossas bochechas deixando a pele macia dela acariciar a minha. Olhei meu pai e ele sorria assentindo dando força para eu continuar com a minha ideia.

There's a rhyme and reason
To the wild outdoors
When the heart of this star-crossed voyager
Beats in time with yours

Annabeth estava tentando não se abalar com aquilo. Ela sabia o que eu estava fazendo. Estava fazendo o que ela já vez comigo milhares de vezes: usando as palavras dela contra ela.

And can you feel the love tonight

It is where we are

It's enough for this wide-eyed wanderer

That we got this far

And can you feel the love tonight

How it's laid to rest?

It's enough to make kings and vagabonds

Believe the very best.

Annabeth me olhou com seus lindos olhos cinza sem entender direito.

– Annabeth, eu não aguento mais brigar com você porque outra garota deu em cima de mim ou porque um garoto deu em cima de você… eu sinto ciúmes de você porque eu gosto muito de você. Eu queria que você fosse minha para que isso parasse de acontecer. Eu quero na verdade.

Girei-a e a puxei para mim, sussurrando no ouvido dela:

– Se aquela era a noite errada… essa pode ser a certa, não pode? – perguntei.

– Percy… – ela tentou dizer.

– Annabeth, quer namorar comigo?

Posso ouvir o coro de aleluia? Por favor? Annabeth esperou a música acabar para me puxar para fora, passamos pela multidão e atravessamos a porta imensa de vidro que dava em um lindo jardim. Tinha até uma fonte d’água no centro. As árvores não tinham folhas, mas tinham luzinhas de natal por todas elas, havia lindas flores e tudo mais por todo aquele lugar, isso não podia ficar melhor.

– Percy, não brinca comigo assim. – pediu ela.

– Quem disse que eu to brincando? – perguntei tirando um anel dourado do bolso – Eu quero muito namorar você, Annabeth. Eu quero ver um cara te olhando e chegar perto dele e falar: “Bonita aquela garota né? Ah, sabe, ela é minha namorada.”. – Annabeth sorriu – Você aceita, nerd?

Ela ofereceu-me sua mão.

– Aceito, seu peixe besta. – coloquei o anel nela e ao olhá-lo direto ela sorriu – Um Darth Vader?

– Sim, para combinar com a minha nerdzinha. Eu ia pegar um Linguado para mim, para combinar e tudo mais, só que ia ser estranho então eu comprei esse anel – mostrei o anel antes de colocá-lo no meu dedo anelar da mão direita – com o símbolo do Super-Homem mesmo. Muito másculo.

Annabeth riu e abraçou meu pescoço, eu abracei a cintura dela e a beijei, calma e lentamente. Novamente éramos só nós no mundo. Um mundo leve e bonito, onde finalmente se eu falar que a Annabeth era minha em voz alta, não será estranho. Annabeth tremeu de frio sem tirar seus lábios dos meus e eu a puxei mais para mim, colocando meu paletó em volta dela deixando nossos lábios calmamente se tocarem.

– Final feliz escrito está. – eu e Annabeth olhamos para o lado e lá estava Grover cantando – Que má situação.

– Sua liberdade está quase no fim. – cantou Luke.

– Domado está o leão. – cantaram eles dois juntos nos fazendo rir.

Todos nossos amigos estavam lá. Só faltava um… o Leo. Foi então que ouvi Thalia dizer:

– Vou soltar ele!

Ai foi a desgraça. Eles abriram caminho e Leo veio correndo em nossa direção e pulou sobre nós.

– PERCABETH! Eu nunca duvidei que Percabeth aconteceria! Nunca, nunca, nunca. – afirmou ele abraçando nós dois, em cima de nós, que estávamos no chão.

– Chega, Leo. Levanta. – ordenou Nico e Leo o fez rapidinho, ter um amigo encapetado serve para algumas coisas às vezes. Frank me ajudou a levantar e Hazel ajudou Annabeth a se levantar.

– Você escolheu certo, Percy. – disse Hazel sorrindo.

– Eu ainda posso ter a bancada da cozinha nessa escolha que eu tive? – perguntei a fazendo rir.

– Pode, lógico que pode.

– ISSO! – afirmei feliz.

… ALGUMAS HORAS NÃO CONTADAS DEPOIS …

A festa foi maravilhosa, meu pai e o Leo arrasaram no Abba e não posso mentir dizendo que fiquei só olhando os dois dançaram. Eu dancei loucamente e ganhei muitos beijinhos da Annabeth, foi tão maravilhoso. Era cinco da manhã mais ou menos e estávamos voltando para casa. Meu pai tava lokão.

– DANCING QUEEN, FEEL THE BEAT FROM THE TAMBOURINE, OH YEAH! – gritava ele enquanto dançava e entrava na casa.

Atena ria e o empurrava para o quarto. Eu ia perguntar se elas queriam vê-lo dançar com a cadeira, mas ele já tinha feito isso na festa. Agarrou a cadeira, subiu na mesa e começou a dançar e não foi nada interessante e pra tirar aquele homem da mesa foi um sufoco. E quando o Leo subiu junto e levou o Nico, ai que ninguém desceu daquela mesa até Macho Man terminar. Olhei Annabeth e ela ria vendo Poseidon tentar beijar Atena e errando porque aparentemente havia duas Atenas e uma delas era falsa e ele foi beijá-la e caiu no chão.

– Boa noite, seus lindos. – disse meu pai nos olhando do segundo andar – Vocês querem camisinhas? – Annabeth ficou vermelha e riu – Vocês são perfeitos…

– Vamos dormir, Poseidon, você está morrendo de sono. – disse Atena.

– Estou até tocar “Mamma Mia”. – afirmou meu pai, Atena negou e riu o empurrando para dentro do quarto.

– Boa noite, crianças. – disse ela fechando a porta.

Olhei Annabeth e peguei na mão dela. Puxei-a para a escada.

– Vamos para o meu quarto, ok? – perguntei baixinho.

Ela assentiu corada. Parecia que nunca tínhamos transado antes. Era diferente algo de alguma forma. Nós entramos no meu quarto e Annabeth foi na direção do meu banheiro.

– Eu vou lavar a minha cara. – disse ela acendendo a luz olhando-me.

Assenti e olhei-me no espelho enquanto ela estava no banheiro. Verifiquei meus cabelos, ajeitei os meus cabelos, minha gravata e as minhas sobrancelhas. Verifiquei meu halito, estava cherando a menta da bebida que eu havia provado na festa. Annabeth saiu do banheiro e eu fingi que nada estava errado, ela estava linda com seu rostinho limpo. Todas as imperfeições de sua pele aparecendo: suas olheiras, suas marcas de espinhas, a vermelhidão que havia sobre seus olhos, tudo parecia tão lindo, porque foi por tudo isso que eu me apaixonei. E o cabelo dela estava solto, loiro e enroladinho como sempre.

Realmente, hoje era diferente, estávamos nervosos, não era só uma transa para acalmar os nossos hormônios e diminuir o tesão que estávamos sentindo. Agora iríamos fazer amor, tinha que ser diferente mesmo, tínhamos que ficar nervosos mesmo.

Ela se aproximou de mim e abraçou meu pescoço, abracei sua cintura e a beijei desajeitadamente. Annabeth estava tremula em meus braços, tão adorável. Sentei-a na cama e me ajoelhei no chão. Toquei o rosto dela e puxei-o lhe dando um selinho e depois sorri de canto.

– Eu quero te ver hoje usando só esse anel. – afirmei.

Annabeth sorriu e revirou os olhos. Subi o vestido dela pronto para tirar os saltos dela para tornar tudo romântico, mas arqueei as sobrancelhas ao ver os sapatos dela.

– Você estava de tênis a noite toda? – perguntei.

Annabeth sorriu e deu de ombros.

– Eu já fui obrigada a usar esse vestido, eu fingi que colocaria aquele salto imenso e coloquei meu All Star. E ninguém notou que eu estava sendo totalmente fora da lei. – Annabeth sorriu orgulhosa de si mesmo.

– Bom, eu ia tirar seus saltos e fazer algo fofo para o momento, mas vou tirar o tênis mesmo. – disse.

Desfiz os laços do cadarço e tirei os tênis e depois as meias. Annabeth sorria tão fofamente enquanto eu fazia isso. Ela mexeu os dedos dos pés e tentou esfregar os pés na minha cara. Agarrei o pé dela e fiz cócegas. Annabeth ria e se mexia loucamente como se fosse um peixe fora d’água tentando tirar o seu pé de minhas mãos. Parei com aquilo e me levantei, peguei meu celular e ia colocar “Dead in the Water” do filme Divergente para tocar para nós dançarmos, peguei a mão dela e a fiz ficar de pé.

– Quer dançar? Uma última vez nessa noite? – perguntei.

– Quero. – respondeu ela sorrindo fofamente.

Porém ao invés dessa música fofa “One More Night” do Maroon 5 começou a tocar. Annabeth me olhou com as sobrancelhas arqueadas e sorriu.

– Essa música se encaixa completamente na nossa vida. – disse ela.

– Verdade.

Coloquei a música certa e comecei a dançar lentamente com ela pelo quarto. A música era tão adorável e fofa que deixava tudo meio meloso, mas eu estava gostando. Annabeth pegou a minha gravata e me puxou para ela, beijando-me. Eu mesmo tirei meus sapatos usando meus pés e continuei a beijá-la, nossas línguas deliciosamente se esfregavam e nossos lábios se tocavam calorosamente. Parecia que ficamos algumas horas nos beijando, com as minhas mãos pela cintura e os quadris dela, conhecendo o corpo dela como se fosse a primeira vez e as mãos de Annabeth destruíam o cabelo que eu tinha acabado de arrumar, mas foda-se as mãos dela acariciavam com tanto gosto e era maravilhoso.

Dei um selinho nela e a girei deixando o zíper do vestido dela no meu campo de visão. Deslizei o zíper do vestido lentamente. As costas dela estava quentes sob meus dedos. Annabeth deixou o vestido deslizar pelo seu corpo lindo e formar um montinho em volta dos seus pés, ela usava uma calcinha preta com rendinhas. Tirei o vestido dos pés dela e deslizei meu indicador contornando a espiral verde que ela tinha nas costas fazendo-a se arrepiar. Ela virou-se para mim e tentei ao máximo não ficar hipnotizado por aqueles seios lindos e olhar nos olhos dela.

Annabeth riu da minha tentativa, tirou meu paletó e afrouxou a gravata para tirar a minha blusa de botões e a deixou ali, sobre meu peito, mordendo os lábios olhando meu peito, ela puxou a minha gravata e me beijou mordendo meu lábio.

– Você devia ficar assim o tempo todo. – murmurou ela no meu ouvido – Você está tão sensual. – ai não, ela lambeu o contorno da minha orelha fazendo meus olhos revirarem e meus pelos arrepiarem.

As mãozinhas dela foram para o meu cinto e tirou minhas calças e a minha cueca. Peguei-a pela cintura e a deitei na cama ficando por cima. Beijamo-nos e acariciei o cabelo dela, aquele cabelo macio e cheiroso. Chupei o lábio dela e puxei me deliciando com o gemidinho sôfrego que ela soltou. Beijei as bochechas dela e desci para o maxilar mordendo o queixo dela só para não perder o costume. Desci mais indo para o pescoço beijei-o com calma descendo mais, passando pelo colo do peito dela até chegar aos seios. O cheirinho dela ainda era gostoso.

– Ah, Percy… – suspirou ela.

Beijei o bico do seio direito dela depois do esquerdo, acariciei os seios dela cobrindo-os com as minhas mãos, massageando de modo delicado e lendo, apenas para ouvir os gemidos dela. enterrei meu rosto no vale dos seios dela e beijei a área empurrando os seios dela contra o meu rosto, Annabeth respirava com dificuldade e se ela achava que aquela expectativa toda estava apenas a deixando desconcertada… bem, ela devia estar sentindo a minha respiração na pele dela.

Chupei um biquinho depois o outro, com paciência que eu não sabia que tinha, lambia deixando-os babados e deslizava meus dedos por eles. Annabeth gemia e remexia os quadris, inquieta. Uma das minhas mãos, continuou a deslizar e foi para dentro da calcinha dela. Ela já estava melada. Tomei seu mamilo na boca e chupei com mais vontade enquanto meus dedos brincavam com o clitóris dela. Annabeth gemeu e agarrou meus cabelos.

– Percy, eu não estou aguentando isso. – disse ela mordendo os lábios com força para não gemer muito alto quando eu acelerei os movimentos dos meus dedos de repente e fui diminuindo novamente a velocidade.

– Coitadinha da minha nerd. – disse fazendo biquinho.

Beijei os lábios dela e desci os beijos, indo pelo queixo, colo do peito, o vale dos seios e pela barriga, lambi a pele perto do elástico da calcinha e dei um beijinho no clitóris dela sobre a calcinha e depois a tirei. Beijei o clitóris dela novamente Annabeth se contorceu e segurou o gemido mordendo a própria mão enquanto a sua outra mão agarrava meu cabelo. Abri a boca e cobri o sexo dela lambendo-o completamente de um jeitinho que sabia que Annabeth gostava. O gosto dela era tão docinho.

– Ah, Percy… – ela gemeu baixinho empurrando minha cabeça contra seu sexo enquanto jogava seus quadris contra meus lábios.

Penetrei dois dedos dentro dela e enquanto eu chupava o clitóris estocava meus dedos curvados dentro dela. Annabeth tremeu e afundou sua cabeça nos travesseiros para evitar gemer tão alto. Logo o liquido quente e doce desceu pela minha língua e molhou meus dedos, chupei-os me erguendo encarando-a desafiadoramente, querendo saber o que ela faria agora.

– Deite. – pediu ela.

– Eu quero um beijo. – pedi manhoso deitando-me.

Annabeth fez o que eu pedi, ganhei um beijo sensual e uma mordida no lábio só para me deixar louco. Annabeth tirou minha cueca e tocou meu membro. Eu fiquei todo tenso porque a mãozinha dela estava tão quentinha, e quando eu menos esperei, eu fichei os olhos e Annabeth engoliu meu membro lentamente. Eu gemi e agarrei os cabelos dela. Annabeth subia e descia os lábios pelo meu membro lentamente e lambeu a lateral do meu membro e subindo até a cabeça que ela lambeu e deu beijinhos e desceu novamente a língua pela extensão do meu membro e beijou e chupou meus testículos fazendo-me gemer e suspirar.

– Annabeth… – gemi lambendo os lábios com força remexendo os quadris – Por favor, pare…

Annabeth sorriu lambendo os próprios lábios ficando de quatro sobre a cama inclinando-se para o criado-mudo e ela o abriu pegando uma camisinha, depois de colocá-la em mim sentou-se no meu membro engolindo-o lentamente. Sentei-me agarrando a bunda dela e os movimentos foram acelerando com forme o suor se acentuava em nossos corpos. Chupei o pescoço dela e os seios dela enquanto apertava e dava leves tapinhas na bunda dela e Annabeth gemia junto comigo. E quando o corpinho dela tremeu, roubei os lábios dela beijando-a para nossos gemidos serem abafados.

Annabeth amoleceu nos meus braços, deitou sua cabeça no meu ombro e ficou tentando normalizar a respiração no meu pescoço e depois a respiração dela ficou melhor ela tomou posso da minha boca e me beijou deliciosamente por um bom tempo. Quando o beijo terminou porque ela cansou de morder tanto meus lábios e chupá-los, deitei-a ao meu lado e ajeitei-me do meu lado da cama, Annabeth se aproximou e deitou sua cabeça no meu peito.

Porque somos tão fofos? A minha nerd teve o cabelo acariciado até dormir e ela parecia uma anjinha e na mão dela estava o anel que eu havia dado. Finalmente eu vou poder agarrar o rosto da Annabeth a cada momento que eu quiser e beijá-la na frente de todos, principalmente na frente de loiros bonitos.

Notas finais
QUEM AÍ CHOROU LEVANTA A MÃO! o/ Eu chorei escrevendo Diamonds, estou tão abalada. Comentem, digam-me o que acharam, desejem o Percy nos comentários, riam do Leo, amem o Poseidon e invejem a Annabeth. Amo vocês, lembrem-se que o Elton John disse em "Can you feel the love tonight" que o amor pode fazer os reis e vagabundos enxergarem o melhor, chorem que isso é lindo, beijinhos, comentem, conversem comigo, quem quer me adicionar no facebook me avisa e tals, até a proxima.